História Contrassenso (Em revisão) - Capítulo 6


Escrita por: ~

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Categorias Ashley Benson, Chaz Somers, Justin Bieber, Khalil Sharieff, Pattie Mallette, Ryan Butler, Stella Maxwell
Personagens Ashley Benson, Chaz Somers, Jeremy Bieber, Justin Bieber, Pattie Mallette, Personagens Originais, Ryan Butler, Stella Maxwell
Tags Amor, Anastacia Miller, Criminal, Família, Filho, Justin Bieber, Máfia, Policial, Traição, Vingança
Exibições 315
Palavras 2.459
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, FemmeSlash, Festa, Hentai, Mistério, Policial, Romance e Novela, Slash, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Beta-Reader: Nacoarba
NOTAS FINAIS
NOTAS FINAIS

Capítulo 6 - Não Perturbem o Senhor Bieber


Fanfic / Fanfiction Contrassenso (Em revisão) - Capítulo 6 - Não Perturbem o Senhor Bieber

CAPÍTULO 6: Não Perturbem o Senhor Bieber

Justin Bieber

Eu estava furioso e exausto.

Minha cabeça estava a mil por conta de tudo o que estava acontecendo. Aquele, definitivamente, era o pior momento para vir falar qualquer coisa comigo; mas, mesmo contra a minha vontade, esperei para ouvir o que Christian tinha a me dizer.

— É melhor se acalmar, temos que conversar assuntos importantes — revela, com um tom firme.

— O que aconteceu agora? — pergunto, rude.

Não conseguia nem imaginar ter que lidar com mais problemas.

— O Khalil...

Não o deixo completar a frase, declarando: — Eu já sei, e eu gostaria que você o trouxesse para mim hoje.

— Tudo bem. Outra coisa, o italiano quer nos encontrar na próxima terça-feira. Ele está ansioso para acabar de vez com Ian, e talvez seja uma boa adiar o assalto e atacá-lo primeiro. Além disso, você precisa contratar uma prostituta, ou outro alguém, para transportar a droga daqui para Nova Iorque — Christian avisa, jogando mais trabalho nas minhas costas.

— Eu decido isso até terça-feira. O que eu quero agora é encontrar aquele desgraçado — diz, referindo-se a Khalil.

— Vou achá-lo logo, não se preocupe — Chris confirma de imediato.

— Me diz como, se parece que eu estou cercado de imbecis? — murmuro, nervoso.

— Ah, eu sei um jeito — Christian conta, vindo em minha direção e dando em cima de mim, o que me deixou ainda mais puto.

— Se você se aproximar de mim, eu vou te espancar até a morte — ameaço, com sangue nos olhos.

— Tá. Pelo menos, tentei — diz, dando de ombros. — Sabe, o meu trabalho é muito pesado. Eu tenho que manter a ordem de absolutamente tudo. Acho que está na hora da Ashley fazer alguma coisa, passar a tomar conta das boates — sugere.

Eu respondo, grosseiro: — Foda-se, Christian. Passa essa merda para ela, já que você não tem competência para isso. Já acabou?

— Já. Olha, Justin, eu entendo sua frustração, mas eu estou fazendo de tudo para te agradar, e, se você me deixasse, poderia fazer muito mais. Tem que parar de mostrar esse seu lado ariano, seu ascendente acaba com o seu charme — reclama, fazendo-me perder totalmente a cabeça.

— Eu não preciso de charme, e não preciso que você venha aqui me animar. A única coisa que você tem que fazer é o seu trabalho — grito, puto. — Mas como parece que todos acham que estão aqui por amizade, eu quero uma reunião, no domingo, com todos os empregados desta casa. E avise ao Miller que se ele quer que a vadia da filha dele e a outra garota venham para cá, elas terão que chegar antes da reunião e vir falar comigo. Fui claro?

— Claro como água. Com licença — responde, e sai de cabeça baixa.

Estúpido.

Anastacia Miller

Eu estava repensando sobre todas as minhas escolhas naquele momento. Joseph tinha dito que eu precisava estar em Los Angeles sábado à noite, ou não poderia mais ir. Eu esperava ter mais tempo com Noah.

Eu estava atrasada. Já havia feito o check-in, e era chegada a hora de entrar no portão de embarque. Meu coração estava partido, pois estava deixando tudo para trás. No entanto, eu sabia que se não fizesse essa viagem, jamais realizaria o sonho da minha irmã.

Eu já estava decidida; entraria no primeiro emprego que conseguisse, não importava o quão humilhante ele fosse. Depois de um bom dinheiro guardado, poderia alugar um apartamento e, quando estivesse mais ou menos estabilizada, levaria Noah para morar comigo e com Vanessa. Entretanto, enquanto nenhum de meus planos se realizasse, eu moraria com meu pai.

Pelo que eu havia entendido, ele morava na casa do patrão, mas havia afirmado que eu e Vanessa teríamos toda a privacidade do mundo, então “não tinha com o que se preocupar”.

Eu e Vanessa entramos no avião de mãos dadas. Ela estava me dando um suporte enorme naquele momento; se não fosse por ela, talvez eu jamais tivesse coragem de ir até Los Angeles. Além disso, eu estava com medo. Nunca tinha voado de avião, mas, no final, foi tranquilo. Quando estávamos no ar, enviei uma mensagem para Joseph avisando que o avião tinha decolado.

Contudo, a tranquilidade do voo acabou na aterrissagem.

Vanessa começou a sentir uma estranha dor no ouvido. Ela se contorcia toda, enquanto eu fiquei sem saber o que fazer, e, desesperada, chamei uma aeromoça. Ela disse que era por conta da pressão e deu uma balinha para Vanessa mastigar e engolir saliva. Coitadinha da minha amiga.

Quando descemos do avião, fomos ao banheiro, onde Vanessa pôde se recuperar, e, depois, seguimos ao encontro de Joseph. Meus olhos estavam atentos, procurando pelo meu pai entre as poucas pessoas que estavam no aeroporto, e logo pude ver um homem de cabelos loiro-escuros e olhos azuis cansados. Ele segurava um papel escrito “Tacy”, apelido que ele, apenas ele, me chamava. Joseph estava com um sorriso fraco; porém, feliz.

Dei meu melhor sorriso falso, e vi que Vanessa fez o mesmo.

Fomos até onde ele estava, abraçando-o.

— Você está linda — Joseph observa, maravilhado.

— Obrigada — respondo, sem muita animação.

Não conversamos muito durante o caminho. Sempre que Joseph puxava assunto, eu e Vanessa dávamos respostas curtas. Eu ainda não estava mentalmente preparada para me relacionar com o homem que me abandonou quando eu era criança.

Por conta do trânsito, nós demoramos a chegar à mansão, e quando chegamos, meu queixo caiu. Eu não acreditei no que meus olhos viam. Era enorme, era estupenda, era o meu sonho inalcançável. Olhei para minha amiga: ela também estava de boca aberta e olhava tudo sem piscar.

— Vamos entrar? — Joseph pergunta, tirando-nos do transe, e percebi que ele estava nervoso.

— Algo de errado? — questiono, levemente desconfiada.

— Não, é só que... Não tem nada, não — garante, atrapalhado, aguçando ainda mais minha desconfiança e curiosidade.

— Então, vamos — Vanessa pronuncia, e nós entramos pelos fundos da casa.

— Vocês vão ficar aqui com as empregadas. Meu chefe mandou separar um quarto especialmente para vocês, e também terão seu próprio banheiro — Joseph explica, sorrindo, enquanto mostra o pequeno quarto para nós.

— Que legal, Joseph. Obrigada — falo, sorrindo falsamente.

Logo depois, Joseph nos deixa conhecer onde ele e os outros seguranças moram. É em outra casa — obviamente, bem menor e mais simples, nos fundos. Por fim, voltamos para os fundos da casa principal, mais especificamente para a cozinha, onde Joseph nos passou as regras.

— Não vão a nenhum lugar da casa que não seja à cozinha ou ao banheiro de serviço. Podem ir à minha casa a hora que desejarem, mas evitem ir muito tarde — começa. — Não entrem no caminho do meu chefe; se der sorte, vocês nunca nem vão vê-lo. Justin é um homem muito, muito... — Percebo que faltam palavras a ele para descrevê-lo. Devia ser bem rude e ignorante. — Muito sério, e não gosta que se metam na vida dele — informou, sério. — Fiquem à vontade para pegar o que quiserem da geladeira. Ah, não façam barulho e tentem ajudar as meninas. Sejam prestativas — aconselha. — E tomem cuidado com todos nessa casa. Não confiem em ninguém — sussurra. — Sejam o mais invisíveis possível, e também sejam educadas. Acho que é isso, entenderam tudo? — quer saber.

— Sim, senhor — ironizo, batendo continência. — Eu posso ir para o meu quarto agora? — pergunto, já com dor de cabeça, devido a todas as informações que recebi.

— Não seja ingrata — Joseph repreende. — E sempre o chamem de senhor Bieber. Ele mora com alguns amigos, então, sejam respeitosas com todos, e não se metam com nenhum deles. Também não façam reclamações com meu chefe. Qualquer problema, falem comigo, e só comigo — Joseph completa.

— Relaxa. Eu não pretendo ficar aqui por muito tempo. Amanhã mesmo vou procurar emprego — conto, determinada.

— Ótimo! Podem ir agora, se quiserem — autoriza, e é isso que eu e Nessa fazemos. Vamos para o nosso quarto tentar digerir o que estava acontecendo.

(...)

Acordei no meio da madrugada. Eram três da manhã, e eu não consegui voltar a dormir. Fiquei mexendo no Instagram, meu maior vício, até que tive a ideia de ir até a sala principal da casa. Àquela hora, ninguém deveria estar acordado, então, não me veriam.

Tirei o pijama e botei um vestido só por precaução.

A sala era divina — clean e do jeito que sempre sonhei. A única coisa da qual não gostei foi da televisão — era enorme como a de cinema. Grande demais, em minha opinião; afora isso, era um sonho.

Havia uma porta de vidro que dava para uma piscina gigantesca. Não contive minha curiosidade: tive que ir vê-la. A área era tão grande que parecia um clube, tinha espreguiçadeira e tudo. O mais lindo foi ver a piscina toda iluminada.

Meu Deus, como alguém pode ter tanto dinheiro? Esse é o tipo de coisa que não entra na minha cabeça. Eu cresci em uma vizinhança miserável, sempre fui pobre e nunca tive dinheiro para absolutamente nenhuma das minhas extravagâncias, principalmente durante a infância. Nunca saí do bairro em que nasci, mesmo depois do segundo casamento da minha mãe, quando nossa situação social melhorou.

Resolvi voltar para cozinha, para não ser pega por ninguém, e tinha um homem comendo lá. Minha primeira reação foi susto, em seguida, medo, afinal, eu não podia ficar perambulando pela casa.

— Me desculpe — falo de antemão.

— Pelo quê? — o homem pergunta, com certo humor.

— É que eu fui à sala, e sei que não posso ficar por aí — explico, como se fosse óbvio.

— Bom, eu não sei quem você é, mas se mandaram você não andar pela casa, não ande. O senhor Bieber não gosta que o desobedeçam. Quem é você?

— Anastacia. Sou filha do Joseph, o chefe da segurança — respondo simples, tentando não engrandecer o cargo do meu pai.

— Eu sou Gale. Seu pai é meu chefe — comenta, terminando sua comida e indo à pia, lavar a louça.

— Todo mundo nessa casa parece ter medo do senhor Bieber, tanto que eu ainda nem sei o primeiro nome dele — observo. — Ou, além de todas as outras coisas, ele também não pode ser nomeado? Não me diga que ele é o você-sabe-quem*

— É Justin, e ele é muito perigoso. Seria idiotice não ter medo.

— Então, por que trabalha para ele?

— Ele paga bem, principalmente se sua dedicação ao trabalho for total. Eu estou aqui há quase um ano, e estou conseguindo juntar um bom dinheiro.

— Mas ele faz o que para ter todo esse dinheiro e dar tanto medo? — indago, já me coçando de curiosidade.

Gale hesita um pouco, e depois responde: — O dinheiro é de uma herança. Ele só segue o trabalho de um tio.

— Que seria?

— Ah, são negócios meio complicados, eu não sei explicar — diz, esquivando-se, e, antes de eu perguntar mais alguma coisa, ele conclui: — O meu turno acabou de acabar. Vou dormir. Foi bom te conhecer, Anastacia.

— Como quiser. Eu também vou dormir — falo, dando um sorriso falso. Eu estava curiosa para descobrir o que Bieber faz. — Aliás, me chame de Stacy — peço, antes de Gale ir embora.

Ele apenas sorri em resposta.

Fui para o meu quarto, mas não consegui dormir.

O que seria um negócio meio complicado? Pela quantidade de seguranças e armamento que tinha, devia ser muito mais do que complicado. Fiquei formulando hipóteses sobre o assunto, no entanto, nenhuma delas me parecia plausível. Então, fui vencida pelo cansaço e dormi, e só acordei no dia seguinte.

Despertei sem ânimo.

Eu tinha dormido muito mal.

A cama de solteiro era meio desconfortável, fora que foi estranho dormir sem o Noah vindo para de cima de mim o tempo todo. Mas eu estava cheia de fome, por isso, acordei Vanessa para irmos tomar café. Aproveitei para contar a ela o que Gale tinha me dito na noite passada.

— Você foi andar pela casa sem mim? — responde, indignada.

— De tudo o que eu te falei, foi isso que você absorveu? Não ouviu que o senhor Bieber é perigoso? — pergunto, nervosa.

— Ouvi, mas se seguirmos o que seu pai falou, tudo vai dar certo — lembra, mas não me olha diretamente. Acho que ela não acredita nas próprias palavras.

— É. Eu acho que se fosse algo grave, meu pai não nos deixava vir para cá, não é mesmo? — tento confirmar para me sentir mais segura.

— Uhum — é a única coisa que Vanessa responde.

Tomei um banho rápido, para tentar dar uma levantada no astral — apesar de não adiantar muito —, e, em seguida, fui dar uma olhada na minha mala. Como ainda não conhecia ninguém, queria colocar algo que mostrasse que eu sou confiante, mas que, ao mesmo tempo, não me fizesse parecer metida.

Quando eu e Nessa ficamos prontas, fomos à cozinha, e pude ver que as empregadas estavam loucas. Entravam e saiam de lá, levando comida para a sala principal e para os fundos. Fiquei meio sem graça e sem saber o que fazer diante daquela situação. Eu não podia simplesmente pegar minha comida e me sentar à mesa, ou pegar e ir para o meu quarto, enquanto elas trabalhavam. Olhei para Vanessa, percebendo que ela também estava completamente deslocada.

— Oi. — Uma delas veio falar conosco.

Ela parecia ser mais nova que eu. Tinha um rosto sereno e olhos castanhos. Sua sobrancelha estava meio desarrumada, o que me incomodou. Seu cabelo era castanho, ressecado, e ia até o meio de seus seios, que não eram grandes nem pequenos. Seu uniforme estava sujo de algo marrom, mas eu não sabia dizer o que era.

— Olá — Vanessa diz, com aquele sorrisinho envergonhado dela.

— Oi — cumprimento amigavelmente, recebendo um sorriso fofo.

— Vocês devem ser Anastacia e Vanessa. Eu sou a Roxie — apresenta-se. Ela tinha uma voz firme e séria, que não combinava muito com sua aparência dócil.

— Muito prazer, Roxie. Vocês precisam de ajuda em alguma coisa? — Vanessa questiona, querendo ser prestativa, e ela solta uma risada.

— Não, podem ficar tranquilas. Vamos tomar café — articula, puxando-nos à pequena mesa da cozinha.

Mesmo sendo a mesa das empregadas, tinha muita fartura. Pães, bolos, geleias, frutas, cereais e sucos. Até mesmo o meu amigo Ice Tea. Não quis parecer esganada, então só tomei um copo de chá gelado e comi uma fatia de bolo de chocolate, enquanto Vanessa fazia uma limpa na mesa.

Fiquei conversando com Roxie e Vanessa, e ela me apresentou às outras empregadas, que foram bem legais. No fim, ajudei a tirar a mesa, mas, graças a Deus, não tive que lavar a louça.

— Anastacia e Vanessa, podem vir comigo, por favor? — pede Joanne, a governanta.

— Claro — Vanessa concorda por nós duas.

Saímos da cozinha e seguimos para o segundo andar.

— Com licença, mas onde estamos indo? — indago, curiosa.

Para o escritório do senhor Bieber. Ele quer falar com vocês. — Quando Joanne responde a pergunta, meu corpo gela.

Sinto Vanessa agarrar minha mão com força, e nos entreolhamos assustadas.

O que Justin poderia querer com a gente?


Notas Finais


Hey amoresss!!! Eu vim aqui para dizer que o resultado do jogo poderá ser dado até o capítulo 8, e não até o 7 como dito antes, pois eu dividi esse capítulo em dois, visto que ele ficou maior do que imaginava. Continuem juntando as pistas, pois eu tenho certeza que vão adivinhar!

Reparem na capa nova, está linda demais!

* Para quem não sabe, você-sabe-quem é o Lord Voldemort, o vilão da série de filmes e livros do Harry Potter que não deve ser nomeado.

Ashley: http://images.lifeandstylemag.com/uploads/posts/image/55814/ashley-benson-pregnant-pretty-little-liars.jpg
Stella: http://www.gotceleb.com/wp-content/uploads/celebrities/stella-maxwell/urban-outfitters-lingerie-photoshoot/Stella-Maxwell:-Urban-Outfitters-Lingerie-2014--06.jpg
Khalil: https://lh6.googleusercontent.com/--Z5u89xXyyA/UgK5Sx1QgeI/AAAAAAAAAF0/nOGUKtTXFoE/w800-h800/photo.jpg
Ryan Butler: http://3.bp.blogspot.com/-W4fbZlABjL4/VOFbjURxZhI/AAAAAAAABAg/lnSzZlr21ws/s1600/C__Data_Users_DefApps_AppData_INTERNETEXPLORER_Temp_Saved%20Images_15168645_90duqrozmrdmlj9hqvni6jwy3517mjulhsmqv5ne-320%5B1%5D.jpg
Christian: http://akimg1.ask.fm/assets2/077/650/188/032/normal/file.jpg

Trailer: https://www.youtube.com/watch?v=KoxBkpQc_wU
Style: https://spiritfanfics.com/personalizar/style/adriana-lima-contrassenso-6450368

Falem comigo :)

Minha ask: http://ask.fm/taahlrodrigues
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Beijão <3


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