História Contrato - Capítulo 19


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Mençao A Jikook, Menção A Namgi, Menção A Taejin, Namjin, Taekook, Vkook, Yoonmin
Exibições 86
Palavras 3.022
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Fluffy, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Não falo nada

Boa leitura ❤

Capítulo 19 - Reflexão


Fanfic / Fanfiction Contrato - Capítulo 19 - Reflexão

Anna Clara P.O.V.


O domingo havia passado num borrão. Infelizmente lá se foi o fim de semana e "pá", faculdade nos aguardando. Na segunda-feira, me levantei às cinco e quarenta da manhã, fiz minhas higienes matinais e fui para a cozinha. Tomei um café rápido, lentamente para não acordar ninguém, escovei os dentes e voltei pro quarto para me trocar. Nisso, o som incessante do "tic, tac" do relógio que ficava na cozinha já me irritava. Calcei meu Adidas preferido (ahhhh, meu Adidas), uma calça legging preta Dicorpo (eu precisava das minhas calça brazuca poxa) e uma regatinha branca básica. Joguei um moleton do EXO por cima, arrumei minhas coisinhas, joguei uma base em cima da cratera que havia na minha testa e fui. Quando abri a porta do apartamento, tinha um pacote no chão. Peguei-o e vi que era pra mim. Ainda faltava um pouco para as seis e meia, então entrei de novo dentro do apartamento, coloquei o pacote em cima da mesa da cozinha e o abri. Nele haviam um envelope e um celular novo. Em cima do envelope, havia um bilhete.

"Os meninos me disseram que seu celular quebrou. Aceite um novo como agrado. Se meus meninos gostam de você, eu gosto também.
C E O"

Sorri festejando por dentro e abri o envelope, que trazia a descrição: "Pagamento semanal". Dentro dele haviam mais ou menos oito mil wons. Corri até o quarto com o dinheiro na mão e o guardei nas minhas coisas, arrumaria aquilo depois. Peguei meu chip e meu cartão de memória e coloquei-os no celular, o ligando e já o programando, instalando meus apps, adicionando minhas contas e etc. Fui até minhas músicas e dei play em "Fantastic Baby", do BIGBANG, dessa vez me encaminhando direto pra fora do apartamento. Bem-vinda, segunda-feira.

(...)

_ Oi, meu povo e minha pova! - falei entrando no apartamento e encarando todos os meninos, que me olhavam apreensivos, me assustando. - Gente? O que houve?

Hoseok andava de um lado para o outro, Jeon roía as unhas com certo desespero e batia o pé no chão e Tae tentava acalmá-lo, e este estava com os olhos meio úmidos, denunciando que havia chorado. Os outros estavam sérios, mas ainda assim passavam preocupação em seus olhares.

_ Anna... a s-sua omma... chegou. Ela está aqui. - Jin fala e eu deixo a minha bolsa cair instantaneamente com suas poucas palavras.

_ Oh, aí está você. - ouço uma frase em português e meu corpo todo se arrepia. Era ela, Geni. Ao lado dela estava a maldita Yang Mi. - Olha só ela... tão vadiamente bonitinha. Você conservou sua carinha de garota inocente, embora de inocente não tenha nada. Admiro isso em você de certa forma.

_ O que você quer? - pergunto friamente, colocando o celular e os fones de ouvido no bolso do meu moleton. - Você não tem porcaria nenhuma pra fazer aqui. Vai embora, e leva essa chinezinha de merda com você.

_ Isso é maneira de tratar a mamãe? - ela pergunta de forma sínica e irônica e eu seguro as rédeas para não me estressar totalmente com ela. - Você saiu dos eixos depois que fugiu de casa. Eu como sua mãe preciso te reeducar.

_ Primeiro: você não é a minha mãe, se morresse me faria um favor. É horrível dizer isso, eu sei, mas você é um atraso pro mundo. Você um dia foi digna de ser chamada de mãe, mas isso é passado. Segundo: eu só saí de casa porquê você me expulsou, embora eu fosse sair de qualquer forma depois que atingisse de vez a maturidade, ou seja, faria isso lá pelos meus dezoito anos e meio. Terceiro: você não tem a porra do direiro de me reeducar, pois a mal-criada aqui é você. Quarto: eu vou pedir pela segunda vez com educação, vai embora daqui, maldita. Não me faça repetir esse pedido. - falo com uma tranquilidade fora de série e tanto a Yang Mi quanto os meninos nos observam sem entender, pois eu e Geni falávamos em português.

_ Essa casa nem é sua, então não pode me expulsar. - ela diz e ri baixinho. - Esses meninos são os que te comem a noite e te fazem se tornar uma vadia? Com o dinheiro que eles te dão, você paga a faculdade pra desocupados? Pelo menos bom gosto você tem. São muito bonitinhos. Quem sabe se eu não pagar bem, eles não vêm ao meu apartamento para fazer um servicinho pra mim? - Nisso, eu avanço nela e a jogo no chão, com um chute na barriga. Depois seguro seus cabelos, a faço se levantar e a puxo pelo rabo de cavalo até ela correr com dificuldade atrás de mim. Abro a porta do apartamento e a jogo longe, fazendo ela bater a cabeça na parede em frente a nossa porta.

_ Eu mandei você sair por bem. - falei ainda bastante calma e fechei a porta, me virando pra Yang Mi, caminhando lentamente até ela, que se encolheu em si mesma. Os meninos me olhavam estáticos, sem esboçarem outra expressão que não fosse surpresa (e uma certa excitação). - E você... foi mesmo se meter com ela, não é? - falo, voltando à lingua coreana. - Acha mesmo que vai se safar no final, Mi? O seu planinho de me vencer não vai funcionar, entende o que digo?

_ Você não faz nem ideia do que Geni e eu estamos planejando. Vamos atingir o seu ponto mais fraco, te derrubar com isso e pisotear você. Vai sofrer horrores nas nossas mãos, principalmente nas minhas mãos. Eu vou acabar com uma das coisas mais preciosas pra você, e sua mamãe vai me ajudar com isso.

_ Sério que você está se vingando por Hoseok ter te dado um bolo? Sério mesmo? - coço a cabeça. - Você é tão imatura que chega a ser perda de tempo trocar meia dúzia de palavras com você. Yang, você provavelmente é mais velha que eu, mas pensa como uma criancinha que teve o doce negado. Agora, eu quero que você desapareça daqui, antes que eu te arraste até o terraço e te empurre de lá. - sussurro e ela abre mais os olhos - Vai.

Mi sai em disparada pra fora do apartamento batendo a porta, sem nem olhar para a trás. Toda a marra que ela trazia antes havia se dissipado com seu susto. Após sua saída, olho para os meninos, pego o meu celular e meu fone de ouvido e vou até a porta.

_ J-Jagi? - Hoseok diz quando eu toco a maçaneta. Confesso ter me impressionado com a forma que ele me chamou, mas eu não poderia ceder, não agora. Estava confusa, com medo, com raiva, sentindo que a qualquer instante o meu chão iria se abrir e eu cairia na cratera.

_ Eu preciso de um tempo. - olho para o lado apenas o suficiente para encarar os meninos pelo canto do olho. - Não venham atrás de mim, não corram o risco de serem reconhecidos. - falo e saio do apartamento.

É como se tudo de ruim e estranho que não acontecia na minha vida desde os meus treze, quatorze anos estivesse sendo jogado sobre mim de uma vez só, e eu não poderia estar mais despreparada. Eu estava sendo ameaçada por uma atriz chinesa, pela mulher que chamei de mãe até os dezessete anos e ao invés de sentir muito medo, apenas achava estranho. O que estava acontecendo, pelo amor de Deus?

Estava me apaixonando extremamente rápido por um homem que só está comigo por um contrato, que uma hora se afastara negando um beijo meu, na outra, me beijava de bom grado (durante uma brincadeira, mas eu não ligava) e me chamava de "jagi". Aish, eu não poderia estar mais confusa. Eu só queria chorar, chorar e chorar, ouvindo as músicas mais estranhas que eu tivesse. Também me sentia bipolar; ao mesmo tempo que queria que Hoseok se afastasse para que eu não continuasse a nutrir sentimentos por ele - afinal de contas: a) ele é um homem famoso, como eu lidaria com isso?; b) ele é um dos homens que eu mais admiro, estaria apaixonada de maneira platônica ou sentia algo que se transformaria em amor? - mas ao mesmo tempo o queria ao meu lado, pois o sentimento que me tomava causava um desconforto, mas um delicioso desconforto, o qual eu faria de tudo para sentir sempre.

Eu não iria muito longe, só queria ir até o terraço do Hotel, observar a paisagem do mar de prédios e chorar. Me sentia vazia. Aos poucos, a ideia de "impureza" que Geni jogava em minha cara começava a parecer válida pra mim. Eu estava namorando um cara famoso pra pagar meus estudos. Poderia estar fazendo tudo corretamente, trabalhando, ganhando o meu dinheiro e pagando a faculdade normalmente, como eu estava fazendo à três dias atrás. Uma parte de mim me pedia para voltar a fazer isso e desfazer o contrato, a outra me manda continuar ao lado dos meninos, afinal, de certa forma seria egoísmo, pois eu sei que a cláusula do contrato em caso de Hoseok não assinar seria a separação do grupo, e definitivamente, eu não queria isso.

Cheguei no terraço e andei até chegar próximo a borda, me sentei em posição de lótus e comecei a observar o lugar, pensando em tudo o que estava me acontecendo. Passei a pensar em possibilidades de coisas que eu possa ter feito para ter deixado Geni tão puta e má comigo, porquê eu não acreditava que apenas ser bissexual a fizesse querer me matar. Ela sempre dizia pra mim que apoiaria quem quer que fosse que eu escolhesse namorar, mas claro, nunca disse que deveria ser um menino, nem que abominasse os gays de maneira a odiá-los sombriamente. Talvez, por eu sempre falar sobre alguns meninos da escola, ela achava que eu estivesse gostando de algum deles, o que é um pensamento bem ridículo.

O preconceito é uma forma de ódio gratuito extremamente imbecil e repulsiva. Quem tem preconceito nunca entende o lado da vítima do seu ódio, mas também não busca entender; quem não tem preconceito também não entende o lado do preconceituoso, mas muitas vezes tenta se colocar no lugar daquele que chama o negro de "ladrão", o gay de "aidético" e o bissexual de "sem vergonha", embora nunca chegue a conclusão real dos motivos do tamanho ódio dos que agregam esteriótipos no lugar do caráter.

Eu queria não me importar com as palavras da Yang Mi, mas as frases que ela disse me deixaram com medo sim. Ela dizia que iria destruir-me atingindo o meu ponto fraco. Geni sabia exatamente qual era o meu ponto fraco, e eu definitivamente não gostaria de pagar para ver se ela seria capaz de tamanha crueldade, porquê, Deus, eu sei perfeitamente que ela seria capaz e que o faria sorrindo, tiraria foto e postaria na Deep Web com uma legenda de coraçõezinhos e trechos de músicas infantis. Aquela mulher era completamente doentia, e eu me sinto culpada por nunca ter percebido isso.

Desbloqueio o meu celular e disco o número de Lucas e aperto pra chamar. Eu estava tão aflita, preocupada com meu irmão, apesar de ser mais nova que ele, me sentia na responsabilidade de falar com ele e perguntar como ele estava. Sentia as lágrimas descerem pelo meu rosto e nada fazia para detê-las, apenas as deixei fluirem livremente na minha pele. No terceiro toque, meu irmão atendeu.

_ Alô, alô, Anna? Anna, é você? - Lucas parecia extremamente aflito do outro lado, me fazendo chorar mais. - Pelo amor de Deus, diz que é você!

_ Calma - sussurro -, sou eu sim. Eu quero saber como você tá, estou preocupada demais.

_ O papai descobriu sobre mim e o Mateus. - ele fala na lata e eu arregalo os olhos ofegando. Meu Deus, não, não. - Ele tá indo pra Coreia, acompanhado de dois policiais e uns cinco seguranças. Ele quer colocar a mamãe na cadeia.

_ Espera, o que você está dizendo?

_ O papai não é homofóbico, Anna. Ele me aceitou, e aceita você.

Quase gritei de alívio quando ele me disse isso. Estava desacreditada, chocada, abismada, muito mais confusa que antes. Minha respiração estava muito mais acelerada agora, e alegria passava a fazer parte do misto sentimentos que me tomava.

_ Ele disse que está indo não só para prender a mamãe, como também para te explicar o motivo de não ter te defendido na frente de todos aquele dia.

_ Isso é algo que eu quero realmente saber. - suspiro e seco minhas lágrimas. - Me fale se você está bem, por favor.

_ Estou, só me sinto preocupado e estranho. A nossa mãe não sabe de mim, se souber ficará irada, e sei do que ela falou à você no telefone a dois dias. Anna, eu quero me desculpar por ela... pois sei que ela própria jamais irá se desculpar. Está completamente tomada por um sentimento vingativo, está cega de ódio.

_ E com o cérebro em pane também, pois ela teve a cara de pau de vir ao apartamento que estou hospedada me falar merda.

_ O quê?! Ela já foi te encher o saco?

_ Sim, o meu saco e o das pessoas com quem eu moro.

_ Está morando com quem? - ele me pergunta parecendo curioso. O bom de Lucas é que ele sempre sabia o momento certo para mudar de assunto.

_ Depois te mando uma foto, estou namorando com um deles. - falo e ouço um gritinho animado do outro lado. - Irmão... eu tenho que desligar, tudo bem?

_ Sim, tudo bem. Mateus está me chamando também, iremos sair daqui a pouco. É tão bom poder andar com ele livremente... - ele diz e posso quase "ouvir" o sorriso que ele dá do outro lado da linha.

_ Só tome cuidado, ok? E cuide da minha Sara.

_ S-sobre isso... - ouço o tom de nervosismo voltar a tomar meu irmão e fico alerta. - Sara foi levada. Ela está na Coreia com a Geni. Eu vou desligar. Fique bem, Anna, e me desculpe.

Lucas desliga, mas eu continuo com o celular no ouvido, tentando digerir as palavras do meu irmão. Não consigo crer que aquela maldita vagabunda teve a audácia de arrastar a Sara atrás dela. Estava me sentindo impotente demais pra pensar em algo. Minha alegria desapareceu imediatamente, e eu comecei a gemer enquanto as lágrimas agora quase jorravam dos meus olhos. Meus ossos doíam, minha visão começava a ficar turva e o ar estava ficando rarefeito, indicando que eu iria desmaiar. Antes de apagar, liguei imediatamente para um dos meninos, nem olhei o nome, apenas liguei. No primeiro toque, obtive resposta.

_ Anna! Anna, está tudo bem?! Onde você está? - a voz de Yoongi ecoa do outro lado.

_ T-Terraço... - falo entre um soluço e finalmente, tudo fica preto.

(...)

Sonhei com Sara.

Ela me olhava sorrindo, sentada em um banco de madeira em um jardim e estendia as mãozinhas pra mim, seus olhos azuis brilhavam e seus cabelos avermelhados voavam ao vento. Digna de uma pintura. Logo, ela parava de sorrir e começava a chorar, dizendo que se eu não tivesse a abandonado, aquilo não teria acontecido com ela. Quando eu a questionava, o lugar ficava escuro e tudo o que eu via era Yang Mi com as roupas manchadas, o corpo de Sara começava a sangrar e logo ela caía no chão, sem respirar e ainda de olhos abertos e uma lágrima solitária escorria dos seus olhos. E eu corria, corria, mas nunca conseguia alcançá-la sempre que tentava me afastar, alguém me segurava, e eu via que era Samira, minha ex, com o corpo pálido e hematomas ao redor dos olhos, dizendo que não havia mais nada á ser feito. Tudo o que eu podia fazer era gritar, mas nenhum som saía da minha boca. Eu não podia mais respirar.

_ Unnie! Meu Deus, ela não está respirando! - ouvia uma voz ao longe, seria mais uma parte sonho? Eu não gosto desse sonho, quero acordar, ou morrer! - Unnie!

Sinto tamparem meu nariz e apertarem minha bochecha, fazendo minha boca se abrir em um bico que provavelmente está bastante esquisito. Logo, lábios tocam os meus e assompram com força, mandando uma lufada de oxigênio para os meus pulmões, me fazendo puxar esse ar com toda a minha força e abrir os olhos abruptamente, me sentando de forma imediata onde quer que eu estivesse deitada. Olho para o lado e vejo Jin e Namjoom me olhando assustados.

_ Unnie! - o mais velho me abraça e o líder o acompanha. Sinto meus olhos arderem e retribuo o abraço de ambos enquanto começo a chorar. Acho que estou chorando demais esses dias. - Você tem aula amanhã?

_ N-não... só quarta e sexta... - falo e seco minhas lágrimas. - Ela trouxe a minha Sarinha pra cá. - soluço repetidamente e faço bico. - Ela teve a coragem de...

_ Anna! - Hoseok aparece na porta e corre até mim, me dando um abraço forte e depositando selares no meu ombro. Acaricio seus cabelos e o aperto nos meus braços, chorando alto agora.

_ A-a minha S-Sara, Hob-bi! - choramingo com a cabeça no seu ombro e sinto ele afagar meus cabelos. O que eu faço agora? E se acontecer algo com a Sara? Nada mais parecia fazer tanto sentido quanto aquele sonho, se ele fosse ligado à frase que Yang Mi havia dito: "Eu vou acabar com uma das coisas mais preciosas pra você".

Acho que nunca senti tanto medo na vida.

_ Vai ficar tudo bem, unnie. - Hobi diz em meu ouvido. Por que eu não conseguia acreditar nele? Por quê?

_ Eu tive um sonho... e-ela estava m-morta... ela estava...

_ Shh... não fique imaginando coisas ruins.

_ Eu estou com medo, oppa - sussurro e ele me aperta mais em seus braços.

_ Eu também estou, jagi.


Notas Finais


Até a próxima! ❤


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