História Contrato (HIATUS) - Capítulo 20


Escrita por: ~

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Categorias Naruto
Tags Contratos, Konohana, Konohanabi, Naruhina, Perseguição Passional
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Palavras 2.769
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ecchi, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Boa leitura!

Capítulo 20 - Desespero


 Kono on:
Que agonia, que angustia! Eu sabia que quando a Hinata entrou como um furacão no flat ela ia fazer estrago, só não imaginei que o estrago seria tão grande. Ver esses olhos, sempre tão brilhantes, agora desesperados, com a Hanabi tocando a barriga.
— Eu não posso perder o nosso filho, Kono, ele é tudo o que me resta... – eu sinto um aperto só de imaginar isso, ela não pode perder o catarrento em formação.
— Você não vai! – estacionei e peguei ela no colo, correndo pra dentro do hospital, por sorte tenho dinheiro o suficiente pra que ela seja atendida o mais rápido possível. Ela desmaiou e a puseram na maca, correndo pra uma sala, eu até queria ir, mas...
— Senhor, fique aqui! – que aflição! Você deve estar perguntando: “mas não é você que vive dizendo que não queria ter o catarrento?” sim, mas agora eu quero e quero muito, primeiro porque minha mulher não ia agüentar perder a única família que ela tem agora que foi renegada pelos Hyuuga, segundo que... Ah! Eu to gostando do catarrento em formação e não quero perder. Merda, será que isso é castigo? Dói o coração só de imaginar que ele e a mãe dele podem estar morrendo naquela sala. QUE AFLIÇÃO DA PORRA! A Moegi conseguiu acabar com a minha vida de novo, assim como com a vida da minha mulher, isso de tocar na família foi sujo! Outra coisa que ela conseguiu foi colocar duvidas na minha cabeça. Sera que o catarrento em formação foi um golpe? A Hinata falou tanta coisa que pode bater com o que aquela maldita me falou... Ah, quer saber? Foda-se, não quero saber se a Hanabi me deu ou não um golpe, eu só quero saber que eu a amo, que eu to passando a amar aquele bebê dentro dela, que eu quero que eles estejam bem e que enquanto ela me for fiel eu a quero do meu lado, já o bebê eu quero de qualquer forma. Se o meu dinheiro pode me dar a felicidade de ter essa mulher e essa criança comigo, então que seja! Noticias?
— O senhor é o acompanhante da senhorita Hyuuga? – perguntou um medico.
— Sarutobi Konohamaru, o pai do bebê, como eles estão? – perguntei aflito enquanto ele olha pra essa prancheta.
— A paciente teve um pico de hipertensão, por pouco não entrou em um quadro de pré-eclampsia... – e-eclampsia? – Mas estabilizamos a pressão arterial a tempo, ela e a criança passam bem! – nunca me senti tão aliviado antes! – Ela precisa de um repouso absoluto e vai passar alguns dias em observação. Recomendo que, caso ela trabalhe, seja posta desde já em licença maternidade. – bem, eu já esperava por isso, mas foda-se isso, agora eu não ligo pra Hanabi que é minha engenheira, eu só me importo com a Hanabi que é minha mulher e vai ser a mãe do meu filho.
— Eu posso vê-la? – só vou ficar em paz depois que eu ver os dois. O medico concordou e me trouxe até o quarto onde ela está desacordada e até assim ela fica linda.
— Não a agite muito! Vou deixar vocês a sós. – ele se foi e eu fiquei sentado ao lado dela, segurando sua mão.
— Kono... – como é bom saber que ela está viva, eu já não posso viver sem ela. 
— Meu amor... – beijei sua testa, acariciando seus cabelos e apreciando sua face tão bela, porem sofrida. Ela é a minha vida, a mulher capaz de me fazer pensar em filhos, casamento, aquela que me fez sentir o verdadeiro amor. Ela começou a abrir os olhos, confusa. – Minha linda...
— O-o bebê... – ela tá um pouco assustada, não é pra menos.
— Calma! – toquei sua barriga e o bebê mexeu, com ela suspirando, chorando e, ao mesmo tempo, sorrindo de alivio.
— Eu tive medo! – ela me abraçou, gemendo de dor por causa do esforço, por isso eu a deitei devagar na maca.
— Calma, se você ficar assim, vai fazer mal pro cat... Pro nosso filho! – de tão abalada, ela não reparou no que eu quase falei, ainda bem. 
— Ele é a única família que eu tenho, ele e você... – beijei sua mão, com ela me tocando o rosto. – Eu não quero perder o bebê... – peguei a mão dela e a pus sobre essa barriguinha linda, a cobrindo com a minha.
— E você não vai perder, está bem? – lhe dei um selinho, dá agonia de ver a Hanabi tão frágil.
— Ela, a Moegi...
— Eu vou à policia prestar queixa! – 10 medidas protetivas e ela descumpriu todas. Pior vai ser aguentar as piadas dos policias, pois “eu não consigo controlar uma mulher” ou “sou muito bom pra ela continuar me procurando apesar de tudo”, mas foda-se, ela pôs em risco a vida da minha mulher e do meu catarrentinho. – Eu tive medo de perder vocês dois... – ela me olhou encantada.
— E-ele também? – é...
— Ele também! – beijei a barriga dela por sobre os lençóis e ela fez carinho nos meus cabelos. Por mais que eu odeie admitir, eu to gostando disso de ser pai, quero que meu filho nasça bem, saudável, forte, ele, sei lá, ta me fazendo ver a vida de outra forma, alem das planilhas da Saru e do sexo com a mãe dele. Esse brilho nos olhos da Hanabi me fascina! – Ah, você tem que se cuidar, ficar de repouso, por isso, nada de trabalho, está de licença maternidade. Nada de esforços ou estresses! – ela me olhou meio incomodada, cruzando os braços. 
— Vai colocar outra no meu lugar? – ciumenta...
— Eu só quero você! – e também te quero bem, mulher! Por sorte não fui à empresa hoje, já imaginou chegar e ver ela desmaiada perdendo o... Não, eu não quero imaginar nada! Nunca mais quero correr o risco de perder essas coisinhas tão importantes pra mim.
— Com licença... – o medico voltou e eu já to preocupado.
— D-doutor, o meu bebê...
— Está bem, fique tranquila! – que alivio! – Agora vocês precisam ficar bem atentos, a gravidez da senhorita Hyuuga é de extremo risco e exige cuidados. A cesariana é quase certa, não podemos correr risco de um parto normal... – ela agarrou minha mão, assustada. – E é provável que haja uma antecipação do parto...
— U-um parto prematuro? – isso é perigoso...
— Senhor Sarutobi, não podemos correr o risco da paciente entrar em trabalho de parto, se isso acontecer, os dois morrem! – engoli em seco e as lagrimas brotaram em meus olhos. Como assim os dois morrem? Não, eu não posso perder os dois. – Espero que sigam todas as recomendações. 
— Vamos seguir! – dissemos juntos, com as mãos juntas sobre a barriga dela, enquanto o catarrento em formação chuta. Eu vou cuidar bem dela, ela e esse bebê são o que mais importam pra mim.
Kono off

Autora on:
Assim como Hanabi e Konohamaru, do lado de fora do quarto, no corredor, Moegi, disfarçada como enfermeira, ouvia atentamente as recomendações do médico que atendia a Hyuuga, ainda frustrada pela rival permanecer gravida.
— Por pouco! – se referia ao filho que a morena esperava. – Aquela pobretona tinha que ter feito ela perder esse imundo que só me atrapalha. – bufou odiosa, observando com desprezo o carinho com o qual o Sarutobi tratava a namorada e o filho que a mesma esperava. 
— Lembrem-se: um parto normal está fora de cogitação! – a modelo sorriu maquiavélica. – Seria fatal para mãe e bebê.
— E perfeito pra mim! – disse mordendo o lábio inferior. – Tirar os dois de uma vez só do meu caminho pra sempre e ter aquele idiota de novo só pra mim... – disse enojada ao ver o empresário beijando o ventre da mulher que lhe sorria e afagava os cabelos. – Vai sorrindo, piranha, se você acha que vai roubar a minha fortuna com esse inseto, ta muito enganada! – saiu de onde estava ao notar a aproximação do medico, correndo para retirar seu disfarce. – Eu vou tirar esses dois insetos do meu caminho de uma vez por todas!
Já em Kyoto, Hinata estava desolada, ainda sem acreditar que Hanabi havia assinado o contrato que lhe unira à Konohamaru, onde o empresario trocava a auxilio financeiro por relações sexuais com a engenheira, o que a tornava, aos olhos da costureira, o que lhe doía.
— Como a titia fez isso, meus lindinhos? – questionava ao casal de gêmeos que dormia tranquilamente nos berços, logo sentindo o abraço de seu esposo. – Porque ela se vendeu, Naruto? – perguntou ao loiro que suspirou pesado, compreendendo de certa forma a atitude de sua cunhada.
— Eu não sei, linda, talvez a pressão...
— Mais pressão que nós, Naruto? – sorriu nervosa. – Passamos fome por várias vezes e eu nunca cogitei a possibilidade de me entregar a outro homem, a honra vale mais que qualquer dinheiro! – disse firme. – Ela deu o golpe da barriga no senhor Sarutobi e...
— Falando nisso, linda, me diz que você não botou meu emprego em risco com o escândalo que você deve ter dado na casa da Hana! – a mulher engoliu em seco. – Hinata, pelo amor de Deus, nós temos duas crianças de colo pra criar, eu não posso ficar desempregado agora, você sabe que o trabalho é bom e que os Ootsutsuki já fecharam as portas pra mim no Japão todo quase... – suplicou lembrando dos patrões que o retaliaram por ter “roubado a futura esposa esposa de seu herdeiro”, quando era motorista e a esposa era modista de sua patroa.
— Tá vendo? Eu poderia ter casado com o seu Toneri por interesse, mas não... – sentiu o abraço do marido se tornar mais amoroso. – Eu escolhi você que é o homem que eu amo! – disse sorridente tendo a bochecha beijada. 
— Sabe, linda, quando eu trabalhava na mansão, ficava contando os dias pra chamarem você de novo, só pra te ver, so ver esse seu sorriso lindo já me deixava feliz... – sorriu bobo. – Eu mal acreditei quando você disse que me amava também e que ia largar tudo pra ficar comigo... – a mulher virou para si, lhe beijando doce. – Naquele dia eu jurei que ia te fazer feliz...
— E fez, meu amor, olha esses lindinhos, Naruto, eu não trocaria vocês por nenhum dinheiro do mundo! – disse suspirando pesado e voltando a abraçar o esposo em busca de refugio para suas lagrimas, tendo a testa beijada pelo Uzumaki. – Será que um dia eu vou conseguir perdoar a Hana? – perguntou desolada enquanto seu esposo suspirou pesado, pensando no lado da Hyuuga mais nova e no quanto a engenheira de produção também poderia ter e estar sofrendo.
— Eu espero, linda, que não seja você quem tenha que pedir perdão.
Autora off

Que susto foi esse de quase perder o meu filho? Nossa, ainda bem que foi só um susto e o meu lindinho esta aqui, vivo e agitado, mas ate que eu gosto desse carinho todo do Kono.
— Cuidado! – eu tive alta hoje, depois de quase um mês, porque minha pressão deu novos sustos, ainda mais depois que o meu pai morreu. Sim, o meu pai faleceu e a Hinata me proibiu de ir ao enterro, ainda me disse que ele morreu de desgosto quando soube do que eu fiz. Sabe o quanto isso me doeu? Mas fazer o que? Só posso sentir! O Kono não desgruda de mim, vive me enchendo de beijos e cuidados e dizendo que eu to linda. A Mirai ta chegando hoje de Berlim, entrou de férias mais cedo porque foi suspensa depois de verem ela com a namorada na biblioteca da faculdade, já o senhor Hiruzen agora está na America do Sul, completando seu mapa de volta ao mundo, por isso estamos só  nós dois no apartamento, já que o flat é pequeno demais pra uma família. O Kono faz de tudo pra me ver bem, cuida de mim e da Saru e nada dele, pra você ter noção, mas também ele gosta de me deixar curiosa. – Você vai gostar...
— Eu tô ansiosa, Kono! – ele veio me vendando o tempo todo, me guiando pelas escadas, agora acho que ele abriu uma porta. – O que foi? – tudo aqui tem um cheirinho de novo, gostoso.
— Agora você pode ver! – ele tirou a venda e eu vi a coisa mais linda do mundo! O Kono fez um quartinho de bebê como o que eu vi no tablet aquele dia na empresa, todo verdinho com detalhes marrons, com o papel de parede com estampa de doces, principalmente sorvetes e chocolates, assim como alguns pirulitos, com algumas molduras com ursos de pelúcias marrons pendurados, um bercinho branco com o mobile com várias estrelinhas, a coisa mais perfeita do mundo. – E então, gostou? – lógico! Entrei no quarto, tocando com carinho cada detalhe, chega me emocionei com tanta perfeição. – Eu comprei as coisas e montei, tem algumas coisas tortas, não ficou muito como você viu mas...
— É maravilhoso, perfeito! – o abracei e beijei, ele foi um fofo. Ele se ajoelhou e beijou minha barriga, fazendo carinho.
— Gostou, bebê? – eu vou ter uma criança bem agitada a julgar por esses chutes tão dolorosos e ainda assim tão perfeitos. – É, gostou! – ele esfregou o rosto na minha barriga, fechando os olhos pra aproveitar meu cafuné, ele tá me surpreendendo como pai, nunca pensei que ele seria assim com o bebê. – Seu remédio! – ele é bem cuidadoso comigo, desde que eu fui pro hospital ele cuida de mim como se eu fosse uma joia. – Eu te amo... – tão fofo.
— Eu também te amo! – ele é incrível, me pegou no colo e me levou pro quarto dele, eu nem quero pensar em quantas dormiram aqui, só quero pensar que agora sou eu quem ele deita aqui com tá to cuidado e amor. – Deita comigo? – pedi manhosa e ele cedeu.
— Manhosa! – a gravidez me deixa assim, já são 5 meses de puro amor, manha e preocupação com esse parto prematuro que eu vou ter. – Calma, vai ficar tudo bem com ele.
— Ele ainda nem nasceu e já corre tanto risco... – meu filho é o que eu mais amo, eu to tão preocupada com ele. – E se...
— E se nada! – ele se apegou muito ao bebê nesse mês, acho tão lindo ele esfregando o rosto na minha barriga. – Tá tudo bem e vai continuar tudo bem com vocês! – sabe, eu ainda to boba com a sensibilidade do Kono de preparar aquele quartinho tão lindo, do jeitinho que eu queria, até mais, to ansiosa pra ver um bebezinho, que eu só vou saber o sexo quando nascer, enchendo aquele berço de vida e alegria. São tantas preocupações, eu só quero ter minha coisinha linda nos braços e quero que ela seja bem saudável pra brincar com tudo o que o Kono comprou pra ele, assim como quero que aquela maldita não encoste nele. – Eu fui prestar queixa contra a Moegi, mas...
— Eles não podem fazer nada, não é? – ele suspirou pesado.
— Ela não te abordou diretamente e as minhas medidas protetivas já perderam a validade, preciso de novas...
— E até isso ela fica livre pra fazer mal ao nosso filho? – isso é injusto, preferem deixar ela fazer algo de mal pra agir?
— Ela não vai fazer mal pro nosso bebê! – queria eu ficar tão confiante. – Agora eu tenho que trabalhar um pouco! – mais um defeito pra listar no Kono, por mais que ele seja cuidadoso comigo e o bebê, com a Saru ele é mais! Não que eu não entenda que ele lutou muito pra ter isso tudo, mas, porra, basta ele abrir esse computador que eu deixo de existir pra ele. Será que quando o bebê nascer ele vai continuar enfurnado na empresa? Porque eu só vejo ele sempre por trabalhar pra ele, se não só via ele nas poucas horas que ele fica em casa, que é o tempo de janta, banho e sexo, e eu não quero isso pro meu bebê.
— Ei! – não disse? Precisei levantar e sentar no colo dele pra ele me dar atenção. – Quando o bebê nascer, me promete que não deixar de acompanhar o crescimento dele por trabalho? – ele beijou minha mão e minha bochecha. – Você trabalha muito...
— Eu preciso assegurar o futuro dele, Hanabi! – tá, mas do que serve um pai que assegura futuro mas não é presente?
— Me promete que não vai ser um pai ausente? - foda-se o dinheiro, eu prefiro que meu filho conviva com o pai. – Promete trabalhar menos?
— Eu prometo tentar! – merda! – Hanabi, se um dia a Saru falir, você continuaria comigo? – mas é claro!
— Eu to com você e não com a sua empresa! – ele riu e me beijou, acarinhando minha bochecha enquanto eu rio pra ele.
— Você é fascinante! – abracei ele, apesar de ser metódico, chato e viciado em trabalho, nesses momentos eu entendo porque eu quero passar o resto dos meus dias com o Kono


Notas Finais


O que acharam? Espero comentários, beijos!


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