História Contrato Inviolável - Capítulo 17


Escrita por: ~

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Palavras 1.961
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Crossover, Escolar, Famí­lia, Fluffy, Harem, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


E terminou a chuva de atts hehe
Por enquanto <3
Boa leitura!!!

Capítulo 17 - Babys e subs


Fanfic / Fanfiction Contrato Inviolável - Capítulo 17 - Babys e subs

 

Channy estava animado com aquele almoço, afinal o namorado de duas das crianças viriam para casa com sua família. Ele ia conhecer pessoas novas, pessoas do seu antigo lar. Uma família que soube ser poligâmica como a dele.

Era empolgante aos seus olhos e agora que tinham dinheiro para fazerem as coisas – ainda estava feliz de ter inventado de ir até a praia! – tudo parecia melhor e mais tranquilo. Estavam de volta em Seul depois de tantos anos e Bi e JYJ encontraram sua outra metade também. Era para comemorarem muito mesmo!

Tinha tudo para ser memorável!

Chansonie abriu os braços e ele o pegou do colo de Suho que ainda tinha Laila nos braços. Suho era um pai muito zeloso e Laila a cada dia ficava mais parecida com ele.

— Você está amando isso, não é, meu amor?

Ele disse com um meio sorriso. Channy assentiu, sorrindo e abraçando mais Chansonie em seu colo, estava na hora da soneca dele que ao contrário da irmã hiperativa, era um dorminhoco!

— Quero que os pais dele saibam que somos uma ótima família e que Yuto estará seguro conosco. As crianças o adoram, quero que tudo fique bem.

— Vai ficar, meu amor, eu prometo.

— Vamos fazer desse um super almoço de domingo!

— Olha a lasanha!

 E Jess passou por ele carregando uma travessa imensa e sendo seguida por Dae com outra. Zelo tinha Julia no colo e brincava com ela enquanto Lay conversava no tapete entre quebra-cabeças e cubos mágicos com a gêmea dela, Julieta e os quadrigêmeos da Mimi. Parecia uma tarde normal da sua família, se não fosse sua ansiedade para conhecer a família do mais novo membro deles…

— Eles chegaram!

Mia veio correndo para ele e foi pega no ar por Chen que saiu da sala lateral e pegou a filha deles mais serelepe entre os braços!

— Não corra desse jeito, querida.

Ele disse baixo e ela rolou os olhos, mas assentiu. Como sempre.

 Então Baek veio para ele ladeado por Taehyung, Yoongi e Key. Channy quase riu alto. Os doms?

— JYJ disse que os tios do garoto são doms – Baekhyun sorriu meio malvado para o Tae – Faça um bom trabalho, Taetae!

— Não sei o que pretende meu amor, mas vamos nessa!

   Jackson disse animado surgindo das escadas com Chenchen no pescoço de cavalinho, como se seu filho tivesse dois anos ao invés de doze… Suho suspirou para Channy quase discreto. Os anos tinham se passado, mas tudo parecia igual, os daddys ainda eram os mesmos, só mais maduros e para ele, mais bonitos.

— Eu pretendo Jack, amor, aliás…

 E Baek deixou de falar quando pela porta espaçosa da sala entrou sua versão mais nova, amorenada e de óculos redondos elegante, além do homem usar um terno alinhado que parecia sobre medida e sapatenis descolado.

 Como diria as crianças.

 O queixo do seu amigo caiu e do homem também, mas as surpresas não terminaram ali, porque ele mesmo se viu, vinte anos mais novo na forma de um loiro mais alto que ele mesmo, vestido em roupas esporte, porém finas e caras entrar seguido pela versão também mais nova de três dos seus maridos. Kyung, Chen e Kai. Só que eles eram quase idênticos, contudo diferente, não só na roupa, como nos olhares, eram claramente parecidíssimos, mas ao mesmo tempo diferentíssimos. Então, um Lay moreno e com um olhar penetrante também entrou, sendo seguido por uma versão bem menor do seu marido Suho que usava duas coleiras grossas e lindas de sub. Ele era mesmo muito delicado, e fofo e tinha um olhar tão curioso quanto ele se lembrava de ser o seu, anos antes. Um passivo reconhece o outro, Baek sempre disse. Era verdade.

 Por último entrou uma versão loira idêntica ao Sehun do Tao de vinte anos atrás e esse sim o chocou. Era como voltar no tempo… Tao iria enlouquecer… E depois dele, entrou duas mulheres muito bonitas seguidas pelo maior cara que já viu, todo vestido de negro e couro seguido por alguns outros homens que seus olhos captaram semelhanças imensas com alguns dos maridos do Baek e do Fred.

— Que demônios é isso?

 Um deles resmungou baixo, mas Channy ouviu. Hummmm de fato parecia muito louco.

— É surpreendente, não é? – Channy ouviu a voz de Bianca falar tranquila enquanto ela entrava com Yuto. O rapazinho olhava tudo aquilo com curiosidade e um pouco de diversão, seu filho Chin veio atrás deles e enxergava a cena com a mesma surpresa que sabia carregar nos próprios olhos – A nossa família e a do Yutie tem mais em comum que a poligamia.

— Uau! É magico né! Como o Ariel…

Mia disse sorridente e foi então que Baek saiu da letargia e resmungou alto:

— Isso é mais louco do que a maior loucura que já passamos…

— Se chamam sócias, tio Baek, existe uma teoria que existem sete pessoas idênticas a nós pelo mundo a fora, esse é o caso, em nosso caso – HY surgiu do nada e foi para o Baek que arqueou a sobrancelhas para ele irritado. O filho da Jess deu de ombros – Aqui, eu separei um artigo sobre o assunto desde que JYJ nos disse que os pais do Yuto pareciam com alguns membros da nossa família, achei pertinente. Agora estou indo lanchar…

Ele colocou um pen drive na mão do Baek e se afastou.

— Eu vou com você!

Mia saiu dos braços de Chen, o seu Chen e saiu da sala dizendo um ‘oi geral e sejam bem-vindos’ enquanto seu primo só erguia a mão em um cumprimento quase seco. O que JYJ tinha de charme, HY tinha de secura…

Channy resolveu agir antes que as coisas ficassem estranhas:

— Bem, temos muito em comum, não é? Que tal um chá para nos conhecermos melhor até o almoço ficar pronto? Por favor…

 E ele apontou os sofás, eram muitos pela imensa sala de baixo e conseguiu com jeitinho acomodar todas as visitas, os olhares eram curiosos e confusos uns para os outros, mas ao menos eles iam poder ser civilizados…

Até que ele sentiu vertigem do nada e entregou seu filho para Chen antes que perdesse o equilíbrio. Então o cheiro da lasanha embrulhou seu estômago e saiu correndo de lá sentindo todos os pelos do corpo arrepiados…

 Hein?

Uma lembrança vaga veio a sua mente, do deus tatuado dos seus sonhos lhe fazendo joinha, sentado em um lugar estranho e tão rápido quanto veio, se foi e ele tonteou de novo sentindo braços amáveis ao seu redor. Luhan…

— Amor…?

— Lu… – Disse enquanto era levado para o banheiro – Lu… Acho que eu estou grávido, de novo!

Seu marido ofegou em choque. Channy riu ainda que mal, estava grávido… GRÁVIDO!

 

 

— Seu tio vai ficar bem?

 Eu perguntei um pouco preocupado. Bianca assentiu e me puxou para um puff de canto para que eu me sentasse e ela se sentasse ao meu lado no tapete:

— Vai sim, os tios foram todos atrás deles, você viu?

 Eu sorri quando ela sorriu divertida, porque ela me causava aquelas coisas mesmo e foi então que reparei que minha família e a família dela ainda se olhavam estranho. Okie, era mesmo estranhos as semelhanças, mas quando eles começaram a se apresentar e daí os nomes também se revelaram os mesmos… Ahhhh parecia que dava para cortar o ar com uma faca.  

Que loucura!

— Não fui eu, mãe!

 Um grito idêntico a voz da sua namorada soou no nada e logo uma garota de rabo de cavalo e vestida toda gótica surgiu na sala correndo e desviando das coisas como uma campeã de Leparkour. Uma mulher muito bonita, loira e vestida em um macacão de bolinhas brancas e pantufas surgiu tão rápida quanto ela e obviamente estava atrás dela.

— JANG BARBARA CAMPONE! Me devolve isso criatura!

— Mas mãeeeeeeeeeee!

— Você quer morrer? Seu problema e… – A mulher parou de falar ao se dar conta que estranhos estavam ali e ambas, a garota idêntica a sua Bianca, só que não, porque ela era meio estranhona, sério e aquilo na mão dela era um machado…? Oi? Pararam e olharam meio sem jeito ao redor.

 Parecia cena de uma comedia sitcom e a verdade era que quando ouviu um ops da mulher, ele acabou rindo baixo. Bianca bufou. A garota que só podia ser a gêmea dela largou o machado no chão como quem soltava uma granada e ergueu as mãos sorrindo subitamente toda fofa:

— Eu ia podar as bonsai do tio Fred.

— Claro que ia – A mulher colocou as duas mãos na cintura e a olhou fulminante – Seja boazinha com as visitas e diga oi.

— Oi.

 A garota rosnou e então sorriu radiante – Ela era bipolar? – E saiu correndo dali saltando uma mesinha de centro em uma guinada genial que ele desejava fazer no skate há milhões de anos… Caramba… Ela sumiu como veio e a mulher rolou os olhos pegando o machado que parecia pesado mesmo, mas ela pegou com uma das mãos e se voltou para mim sorrindo fofa também. Nossa, eu sabia agora de onde Bi tinha tirado aquele sorriso…

— Seja bem-vindo meu querido, desculpa minha filha, a outra, ela gosta de esportes radicais, mas eu sei que gosta também, não é? Espera um pouco que eu já volto decente – Ela se virou para meus pais e se curvou educada – Vamos focar que ela ainda tinha um machado de lenhador na mão – Desculpe a confusão, não é sempre assim, estávamos treinando para cortar lenha no acampamento – Fui só eu que vi o olhar atravessado que um dos tios da Bi que eu não sabia quem era, lançou para ela quase em pânico? – As crianças gostam de treinar essas coisas sabem, coisa de crianças, não é?

— Tia Mi, vamos cortar árvore? Mas não é contra a lei florestal?

Uma das meninas ali, eu achava que era a Julia, ou seria a Julieta? Não lembrava bem, perguntou para ela com ar inocente, a mulher… Minha sogra meu deus! Riu baixo e assentiu:

— Só árvores secas para fogueira meu anjo, não se preocupe.

— Ahhhhhhhhhh assim sim!

 E ela sorriu radiante, aliás ela era toda radiante no vestido rodado rosa fofo, antes de sair do tapete em que estava e ir até o machado pegando ele da sua sogra, também com uma mão só, a garota tinha o quê? Dez anos? Comecei a me sentir fraco mesmo, nunca que ia pegar algo como aquilo com uma mão só… Parecia tão pesado!  - Eu vou levar para o pátio. Vá se arrumar.

Ela saiu com a coisa na mão como se fosse bem comum uma garotinha carregar um machado quase o tamanho dela por aí…

Torci para que meus pais não levassem aquilo em consideração porque né…

— Tudo bem, Yutie?

 Bi perguntou ao meu lado. Ele assentiu:

— Sua família é bem forte, não?

— Nem imagina…

Ela murmurou e logo rolou os olhos de novo. Minha sogra se desculpou e saiu da sala e por fim outra mulher entrou no cômodo, vestida de Tailleur negro, salto agulha e acompanhada de um homem elegante e sério. Vi que tio BM se ergueu de súbito parecendo ter visto um fantasma… Como assim?

— Senhora presidente? Sunggyu? Não é possível…

— Olá, Kim Jinseok, ou devo chamá-lo de BM?

 Eu fiquei ali olhando de um para outro confuso, como assim eles se conheciam? E então o cara que tio BM chamou de Sunggyu se voltou para mim e Bi e sorriu suave:

— Então esse é meu genro, minha filha?

DEUS ME LEVA! Ele era um dos meus sogros? Ahhhhhhhhhhhhhhh….

— Sim papai, esse é Kim Yuto, meu namorado.

Bianca se ergueu, mas meu joelho não colaborou e eu disse um oi tímido dali mesmo, sentado no puff infantil e tonto, no cantinho da sala…

Que confusão, meu deus… Me leva, eu nunca te pedi nada…

 


Notas Finais


E é isso pessoal!
Beijinhos!!!


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