História Contrato selado - Capítulo 2


Escrita por: ~ e ~thislovefavs

Postado
Categorias Alexandre Nero, Giovana Antonelli
Personagens Alexandre Nero, Giovana Antonelli, Personagens Originais
Visualizações 603
Palavras 1.583
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Escolar, Ficção, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Voltei, como eu disse, não vou demorar (pelo menos pra postar essa). Já tô amando as mensagens que recebi, vocês são maravilhosas, sério!


Boa leituraaaa

Capítulo 2 - "50 mil"


Eu não consegui esperar aonde ela pediu, precisava ter certeza que ela não me deixaria plantado somente por diversão. Eu estava na frente do prédio onde funcionava o curso de jornalismo, era dali que ela sairia. Achei melhor esperar, porquê conhecendo Giovanna como eu conheço, sei que ela me daria um bolo facinho.

O sinal bateu, muitas pessoas deixavam o local conversando sobre assuntos aleatórios. Logo atrás vem Giovanna, com um pacote de alguma biscoito que eu não consegui identificar a marca. Como pode comer tanto e ser tão magra? Essa garota tem sérios problemas.

- Ué, resolveu esperar aqui? - franziu o cenho, se aproximando de mim. - Estava indo te encontrar no estacionamento! - diz com desdém, mordendo o biscoito. - Eu amo esses biscoitos, você quer?

- Como você consegue comer tanto? - ela não respondeu, apenas revirou o belo par de olhos cor de avelã. - Será que consegue almoçar ainda?

- E tu acha que não? - soltou um riso debochado. - Até parece que não me conhece!

- Vamos?! - ela fez que sim, terminando de comer os biscoitinhos e jogar o pacote em uma lixeira ali próximo.

Andávamos lado a lado, mas havia uma certa distância. Não pude deixar de notar que nós dois juntos chamávamos atenção. Apesar de ser chata, marreta, magrela e irritante, ela era linda. E, como nunca andamos juntos assim, lado a lado, o pessoal olhava atentamente.

- Você avisou pró seu pai que iria almoçar comigo? - ela fez que não. - Por que não, tem vergonha de mim?

- Claro! - soltou um sorrisinho provocativo. - Tu acha que ele gostaria de saber que a filhinha inocente dele tá indo almoçar com o garoto mais canalha da galáxia? Não né. - piscou, e eu revirei os olhos. - Gente, que tanto urubu, me sinto incomodada quando ficam me olhando assim, não gosto! - disse se referindo as pessoas que olhavam.

- Ah claro, mataria o velho de desgosto! - entro totalmente na onda dela, esse era o bom entre nós dois; não levávamos nada para o pessoal. Era um zoando o outro. - Ele não vai almoçar em casa hoje? - perguntei como quem não queira nada, Giovanna me encara desconfiada. - Deixa o povo olhar, eu não ligo!

- Isso te interessa desde quando mermo? Eu hein, quer saber do meu pai pra que?

- Você é muito grossa! - revirei os olhos. - Somos amigos, não somos?!

- Claro.. QUE NÃO! - negou com a cabeça. - O que você quer de mim? - me questiona de repente, sua curiosidade era algo surpreendente. - Só for sobre o sábado eu...

- Não é nada disso! - cortei-a. - Não posso simplesmente te dar o prazer de almoçar comigo? - ela estreitou os olhos fazendo que não. - Ah Antonelli, qual é?! 

- Eu te conheço! - bateu com as costas da mão em meu peito. - Já te disse que aqui você não arruma nada, né?! Não é porque terminei com o Léo que tu vai se encostar. Aliás, valeu pela forcinha sábado!

- Pra sua informação... - parei de andar, segurando seu pulso para que ela faça o mesmo. - Eu não tenho interesse nenhum em comer você! - sussurrei em seu ouvido, cheirando sua bochecha antes de se afastar. - Você tem cara de quem trepa mal! - completei, vendo seus olhos escurecer de raiva.

- Te garanto que séria a melhor transa da sua vida... - puxou o braço que eu ainda segurava com brutalidade, voltando a caminhar, agora na minha frente. - Mas... - olhou pra trás, me vendo sorrir. - Tu tem cara de quem tem o pau pequeno! - sim, ela sempre tinha uma resposta na ponta da língua. Aaah Giovanna..

Pensei em rebater a provocação e mostrar pra ela quem tinha o pau pequeno, mas achei que por hora não precisávamos de uma "DR" desnecessária. Eu tinha que fazer de tudo para que ela dissesse sim, ela tinha que me ajudar.

Continuamos o trajeto até o carro em silêncio, não tínhamos muito o que falar. Era eu puxar assunto com ela, que ela me tratava com a grosseria costumeira.

- Caralho, por que tu estaciona tão longe? - bufou irritada. - Tava mais fácil ir andando!

- Cala a boca! - destravei o carro, entrando do lado do motorista.

- Você não vai abrir a porta pra mim? - fingiu estar brava, com um sorrisinho no canto da boca. Ela sabia bem que eu não fazia a linha cavaleiro, e nem muito menos ela fazia a donzela.

- Você por algum acaso é aleijada? - ela fez um gesto obsceno com a mão, dando a volta e sentando no passageiro. - Pra onde você quer ir?

- Copacabana Palace! - ironizou, mal sabia ela que pra ver ela dizendo "sim", eu a levaria pra lua. - Toca pro MCdonalds!

- Pra onde? - explodi numa gargalhada alta. 

- Qual é a graça? - sua voz soa indignada. - Tá vendo a vovó Mafalda aqui pra tá rindo? Eu hein, PALHAÇADA.

- A garota acaba de falar que ela séria o melhor sexo da minha vida, e agora tá pedindo pra ir no MCdonalds? - falo dela na terceira pessoa, sabia que isso a irritava. - Você é engraçada as vezes!

- Sabe o cu? Então, vai tomar nele! - cruzou os braços como uma criança mimada. - O estômago é meu, a boca é minha então como onde EU QUISER.

P.O.V Narrador

Durante o trajeto não muito curto, Giovanna ouvia Alexandre cantar uma música qualquer que tocava em uma estação de rádio. Ela não pode deixar de notar o quanto ele cantava bem, mas nunca chegou a confessar para ele que achava sua voz bonita. Conhecendo Alexandre como ela conhecia, sabia que ele iria ficar se achando.

- Você não consegue calar a boca? - aproveitou que ele estava com as mãos ocupadas no volante para colocar a mão sobre a boca dele. - Bem melhor assim! - solta um suspiro, seguido de um grito quando ele mordisca a palma de sua mão. - Filha da puta! 

- Me deixa cantar! - ouviu ela bufar de raiva, se virando para a janela. 
....

Eles entram no Mcdonalds exatamente as 13:47, o lugar estava pouco movimentado. Giovanna tagarelava sem parar sobre o lanche que iria querer, fazendo com que Alexandre a zoe cada minuto mais.

- Ali.. vamos sentar ali! - apontou com o queixo para uma mesa, guiando a colega até a mesma. - Aqui é descrito e poderemos ficar mais a vontade.

- Eu só quero saber quanto esse "almoço" vai me custar... - resmungou consigo mesma, se sentando em uma cadeira de frente para ele.

- O que você vai querer? - fingiu não ter ouvido o que ela disse.

- Mano, tu tá estranho real.. - apertou os olhos, tentando entender pelo menos um pouco do que se passava ali. - Por que você me chamou aqui? O que tá acontecendo?

- Vamos fazer os pedidos? - de fez de desentendido.

- Já sabe né?! - falou de repente. - Se vim com alguma gracinha eu jogo o que tiver na mão encima de você!

- Você desperdiçando comida? - joga a cabeça pra trás num gesto exagerado, sorrindo alto. - Essa eu pagaria pra ver!

- Quem foi que disse que eu jogaria comida? - torceu os lábios, tombando a cabeça pró lado. - Pode ser uma cadeira, mesa, faca...

- Impiedosa!

- Acho bom não brincar comigo! - jogou uma piscadela.

....

Quando já estão com os lanches em mãos, Alexandre fica olhando a outra comer sem tocar no próprio lanche.

- Fala vai, o que foi! - largou o lanche ao notar que ele não tirava os olhos de cima de si.

- Eu quero fazer um acordo com você! - levou a mão até o rosto, apoiando o cotovelo na mesa.

- Acordo comigo? - tomou um gole do suco natural, olhando atentamente para ele.

- Semana passada eu peguei o jornal da faculdade pra ler... - começou a falar, procurando as palavras certas. - E.. uma nota me chamou atenção!

- E o que eu tenho a ver com isso? - pergunta com desdém.

- Em meios as notas aleatórias eu vi uma que me chamou atenção... - continua seu raciocínio, sem se importar com a ignorância dela. - Seu pai tá com problemas no escritório? - foi direto, vendo-a arregalar os olhos e largar o lanche novamente.

- Quem disse isso? - falou mais alto do que pretendia, chamando atenção de algumas pessoas que ali estavam. - Saiu isso no jornal!! - ela mesmo responde. - Qual é o problema daquela puta? - se levantou exasperada, passando as mãos pelos cabelos.

- Antonelli, olha o show! - sussurrou envergonhado, algumas pessoas já olhavam pra ela. - Tá todo mundo olhando!

- Foda-se que estão olhando! - bateu na mesa com a mão aberta, encarando Alexandre com raiva. - Isso não é problema de ninguém!

- Giovanna, parô! - puxou-a para sentar novamente. - Para de fazer show, caralho!

- Você me chamou aqui pra isso? - soltou um grunhido entre os dentes. - Pra zoar a desgraça do meu pai?

- Claro que não! - negativou sério. - Qual é Antonelli, até parece que não me conhece!

- Eu acho melhor eu ir embora! - se levantou novamente, fazendo menção de andar e sendo impedida por ele que segura seu pulso esquerdo. - Me solta, pra mim já deu!

- Eu te dou os 50 mil que precisa! - ela arregalou os olhos estática com o que acabou de ouvir. - Namora comigo, eu te dou o dinheiro!


Notas Finais


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