História Contrato selado - Capítulo 2


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Categorias Alexandre Nero, Giovana Antonelli
Personagens Alexandre Nero, Giovana Antonelli, Personagens Originais
Exibições 123
Palavras 1.476
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Escolar, Ficção, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Quero agradecer a todas que favoritaram a fic, gratidão suas quengas!

Obs: Não revisado

Capítulo 2 - "50 mil"


Eu não consegui esperar aonde ela pediu, precisava ter certeza que ela não me deixaria plantado somente por diversão. Eu estava na frente do prédio onde funcionava o curso de jornalismo, era dali que ela sairia.

O sinal bateu, muitas pessoas deixavam o local conversando sobre assuntos aleatórios. Logo atrás vem Giovanna, com um pacote de alguma biscoito que eu não consegui identificar a marca. Como pode comer tanto e ser tão magra? Essa garota tem sérios problemas.

- Ué, resolveu esperar aqui? - franziu o cenho, se aproximando de mim. - Estava indo te encontrar no estacionamento! - diz com desdém, mordendo o biscoito.

- Como você consegue comer tanto? - ela não respondeu, apenas revirou os belos par de olhos cor de avelã. - Será que consegue almoçar ainda?

- E tu acha que não? - soltou um riso debochado. - Até parece que não me conhece!

- Vamos?! - ela fez que sim, terminando de comer os biscoitinhos e jogar o pacote em uma lixeira ali próximo.

Andávamos lado a lado, mas havia uma certa distância. Não pude deixar de notar que nós dois juntos chamávamos atenção. Apesar de ser chata, marreta, magrela e irritante, ela era linda.

- Você avisou pró seu pai que iria almoçar comigo? - ela fez que não. - Por que não, tem vergonha de mim?

- Claro! - soltou um sorrisinho provocativo. - Tu acha que ele gostaria de saber que a filhinha inocente dele tá indo almoçar com o garoto mais canalha da galáxia?

- Ah claro, mataria o velho de desgosto! - entro totalmente na onda dela, esse era o bom entre nós dois; não levávamos nada para o pessoal. Era um zoando o outro. - Ele não vai almoçar em casa hoje? - perguntei como quem não queira nada, Giovanna me encara desconfiada.

- Isso te interessa desde quando mermo?

- Você é muito grossa! - revirei os olhos. - Somos amigos, não somos?!

- Claro.. QUE NÃO! - negou com a cabeça. - O que você quer de mim? - me questiona de repente, sua curiosidade era algo surpreendente.

- Não posso simplesmente te dar o prazer de almoçar comigo? - ela estreitou os olhos fazendo que não. - Ah Antonelli, qual é?!

- Eu te conheço! - bateu com as costas da mão em meu peito. - Já te disse que aqui você não arruma nada, né?!

- Pra sua informação... - parei de andar, segurando seu pulso para que ela faça o mesmo. - Eu não tenho interesse nenhum em comer você! - sussurrei em seu ouvido, cheirando sua bochecha antes de se afastar. - Você tem cara de quem trepa mal! - completei, vendo seus olhos escurecer de raiva.

- Te garanto que séria a melhor transa da sua vida... - puxou o braço que eu ainda segurava com brutalidade, voltando a caminhar, agora na minha frente. - Mas... - olhou pra trás, me vendo sorrir. - Tu tem cara de quem tem o pau pequeno! - sim, ela sempre tinha uma resposta na ponta da língua.

Pensei em rebater a provocação e mostrar pra ela quem tinha o pau pequeno, mas achei que por hora não precisávamos de uma "DR" desnecessária. Eu tinha que fazer de tudo para que ela dissesse sim, ela tinha que me ajudar.

Continuamos o trajeto até o carro em silêncio, não tínhamos muito o que falar. Era eu puxar assunto com ela, que ela me tratava com a grosseria costumeira.

- Caralho, por que tu estaciona tão longe? - bufou irritada. - Tava mais fácil ir andando!

- Cala a boca! - destravei o carro, entrando do lado do motorista.

- Você não vai abrir a porta pra mim? - fingiu estar brava, com um sorrisinho no canto da boca. Ela sabia bem que eu não fazia a linha cavaleiro, e nem muito menos ela fazia a donzela.

- Você por algum acaso é aleijada? - ela fez um gesto obsceno com a mão, dando a volta e sentando no passageiro. - Pra onde você quer ir?

- Copacabana Palace! - ironizou, mal sabia ela que pra ver ela dizendo "sim", eu a levaria pra lua. - Toca pro MCdonalds!

- Pra onde? - explodi numa gargalhada alta. 

- Qual é a graça? - sua voz soa indignada.

- A garota acaba de falar que ela séria o melhor sexo da minha vida, e agora tá pedindo pra ir no MCdonalds? - falo dela na terceira pessoa, sabia que isso a irritava. - Você é engraçada as vezes!

- Sabe o cu? Então, vai tomar nele! - cruzou os braços como uma criança mimada.

P.O.V Narrador

Durante o trajeto não muito curto, Giovanna ouvia Alexandre cantar uma música qualquer que tocava em uma estação de rádio. Ela não pode deixar de notar o quanto ele cantava bem, mas nunca chegou a confessar para ele que achava sua voz bonita. Conhecendo Alexandre como ela conhecia, sabia que ele iria ficar se achando.

- Você não consegue calar a boca? - aproveitou que ele estava com as mãos ocupadas no volante para colocar a mão sobre a boca dele. - Bem melhor assim! - solta um suspiro, seguido de um grito quando ele mordisca a palma de sua mão. - Filha da puta!

- Me deixa cantar! - ouviu ela bufar de raiva, se virando para a janela.
....

Eles entram no Mcdonalds exatamente as 13:47, o lugar estava pouco movimentado. Giovanna tagarelava sem parar sobre o lanche que iria querer, fazendo com que Alexandre a zoe cada minuto mais.

- Ali.. vamos sentar ali! - apontou com o queixo para uma mesa, guiando a colega até a mesma. - Aqui é descrito e poderemos ficar mais a vontade.

- Eu só quero saber quanto esse "almoço" vai me custar... - resmungou consigo mesma, se sentando em uma cadeira de frente para ele.

- O que você vai querer? - fingiu não ter ouvido o que ela disse.

- Mano, tu tá estranho real.. - apertou os olhos, tentando entender pelo menos um pouco do que se passava ali. - Por que você me chamou aqui? O que tá acontecendo?

- Vamos fazer os pedidos? - de fez de desentendido.

- Já sabe né?! - falou de repente. - Se vim com alguma gracinha eu jogo o que tiver na mão encima de você!

- Você desperdiçando comida? - joga a cabeça pra trás num gesto exagerado, sorrindo alto. - Essa eu pagaria pra ver!

- Quem foi que disse que eu jogaria comida? - torceu os lábios, tombando a cabeça pró lado. - Pode ser uma cadeira, mesa, faca...

- Impiedosa!

- Acho bom não brincar comigo! - jogou uma piscadela.

....

Quando já estão com os lanches em mãos, Alexandre fica olhando a outra comer sem tocar no próprio lanche.

- Fala vai, o que foi! - largou o lanche ao notar que ele não tirava os olhos de cima de si.

- Eu quero fazer um acordo com você! - levou a mão até o rosto, apoiando o cotovelo na mesa.

- Acordo comigo? - tomou um gole do suco natural, olhando atentamente para ele.

- Semana passada eu peguei o jornal da faculdade pra ler... - começou a falar, procurando as palavras certas.

- E o que eu tenho a ver com isso? - pergunta com desdém.

- Em meios as notas aleatórias eu vi uma que me chamou atenção... - continua seu raciocínio, sem se importar com a ignorância dela. - Seu pai tá com problemas no escritório? - foi direto, vendo-a arregalar os olhos e largar o lanche novamente.

- Quem disse isso? - falou mais alto do que pretendia, chamando atenção de algumas pessoas que ali estavam. - Saiu isso no jornal!! - ela mesmo responde. - Qual é o problema daquela puta? - se levantou exasperada, passando as mãos pelos cabelos.

- Antonelli, olha o show! - sussurrou envergonhado, algumas pessoas já olhavam pra ela. - Tá todo mundo olhando!

- Foda-se que estão olhando! - bateu na mesa com a mão aberta, encarando Alexandre com raiva. - Isso não é problema de ninguém!

- Giovanna, parô! - puxou-a para sentar novamente. - Para de fazer show, caralho!

- Você me chamou aqui pra isso? - soltou um grunhido entre os dentes. - Pra zoar a desgraça do meu pai?

- Claro que não! - negativou sério. - Qual é Antonelli, até parece que não me conhece!

- Eu acho melhor eu ir embora! - se levantou novamente, fazendo menção de andar e sendo impedida por ele que segura seu pulso esquerdo. - Me solta, pra mim já deu!

- Eu te dou os 50 mil que precisa! - ela arregalou os olhos estática com o que acabou de ouvir. - Namora comigo, eu te dou o dinheiro!


Notas Finais


Uma amiga me disse uma coisa que me fez refletir. Ela me disse que eu mal atualizo a outra e comecei a postar essa agora. Gente, eu não vou parar de escrever a outra fic, vou continuar com ela até o fim. Vou tentar conciliar tudo, pra não deixar vocês na mão..

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