História Contrato selado - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Alexandre Nero, Giovana Antonelli
Personagens Alexandre Nero, Giovana Antonelli, Personagens Originais
Exibições 114
Palavras 1.289
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Escolar, Ficção, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Os comentários, estou amando.. É uma ótima forma de "pagamento"! É gratificante saber que vocês estão gostando.

Capítulo não revisado

Boa leitura

Capítulo 3 - "Namoro de mentirinha"


Não consigo acreditar no que acabei de ouvir. Esse cara é maluco? Fumou orégano? Quem ele pensa que é pra me pedir algo assim? Se ele tá achando que vou cair de pernas abertas pra ele por 50 mil, está bem enganado! Eu acho que ele escovou os dentes com algo tóxico hoje pela manhã. Ele me arrasa desde sempre, mas aquilo foi um pouco demais. Senti uma raiva ainda maior do que pela manhã ao terminar com Leonardo, nunca me senti tão irritada como agora (e olha que eu não me irrito facilmente).

Olho para meu pulso que Alexandre ainda segurava com as mãos extremamente gélidas. O copo de suco que eu tomava ainda pousava sobre a mesa, minha única reação foi pegar o mesmo com a mão que ainda estava livre, despejando o líquido diretamente na cabeça de dele.

- Idiota! - gritei antes de me livrar de suas mãos saindo do estabelecimento  a passos firmes. Consigo ouvir risos de algumas pessoas que ali estavam, e protestos roucos de raiva da parte de Alexandre.

Sentia meu rosto queimar de tanta raiva, nunca pensei que Alexandre pudesse fazer uma coisa dessas COMIGO. Sei bem que ele é um galinha, mas ele sempre me respeitou na medida do possível. Nunca havia feito uma insinuação tão suja. E eu pensando que esse babaca tava apaixonadinho pela pônei.

- Giovanna, espera aí! - ouvi seu grito de protesto em minhas costas, acelerei ainda mais meus passos, não estava afim de falar com ele agora. - Antonelli! - gritou ofegante, na certa tentando me alcançar. - Caralho, espera! - segurou meu braço com força, me fazendo parar de andar.

- O que você quer agora? - dei um tranco no braço tentando me livrar de suas mãos, em vão, ele tinha mais força que eu.

- Será que você pode pelo menos me ouvi? - olhei rapidamente para a cabeça dele, sentindo vontade de rir. Mas estava com tanta raiva que me controlei.

- Tu tá achando o que? - gritei irritada. - Tá pensando que vou me vender por 50 mil? Tu tá achando que eu sou uma puta qualquer?

- Puta cara essa, né? - sorri falso, sei que ele fez isso pra prender minha atenção. - Eu já disse que não quero te comer! - gritou de volta. - Me escuta por favor!

- Cinco minutos, te dou cinco minutos! - não sei se queria ouvir o que ele tinha pra dizer, mas achei justo depois de ter jogado suco na cabeça dele.

- Você é uma filha da puta! - falou, me fazendo  arregalar os olhos. - Tinha necessidade de jogar suco em mim? - seus olhos estavam mais escuros que o normal, sua voz grave, as mãos gélidas apertando meu braço esquerdo com força. Ele estava furioso.

- Deu sorte que não peguei a cadeira! - dei de ombros. - Vai falar ou não? Seu tempo tá correndo... - virei o rosto para o lado, porém meu queixo estava empinado. Não baixaria minha cabeça nunca, jamais.

- Vamos pelo menos entrar no carro, não posso falar com você assim, nervosa desse jeito! - ah claro, como se a única nervosa por aqui fosse eu.

- Entrar no carro pra que? Pra tu tentar alguma gracinha? - bati o pé no chão, tentando novamente me livrar de seus braços. - Se quiser falar comigo, vai falar aqui!

- Vem logo! - começou a caminha me puxando pelo braço. Que audácia, me puxar como se eu fosse uma cadela qualquer.

- Eu não vou entrar! - avisei quando já estávamos ao lado do carro.

- Vai sim! - em um movimento rápido me segura pela cabeça, abrindo a porta com a mão livre e me empurrando para dentro do veículo.

Não tive tempo para protestar, ele simplesmente travou a porta do lado de fora e deu a volta no carro, entrando no motorista.

Ficamos em silêncio por alguns minitos. Tentando controlar as respirações que estavam pra lá de passadas. Alexandre me olha com uma expressão indecifrável. Tenho que admitir que nunca o vi assim em toda a minha vida.

- Vai falar logo ou vai ficar me olhando com essa cara de cu? - quebrei aquele silêncio ensurdecedor. - Já me tirou de puta, trouxa, fácil.. qual o próximo elogio?

- Eu quero sim namorar você! - pareceu não ter ouvido o que acabei de dizer. Levantei a mão com vontade de dar na cara dele, mas perdi a coragem quando ele prosseguiu com a explicação. - Não é um namoro de verdade.. Abaixa a mão, não ouse bater na minha cara.

- Oi? - franzi o cenho confusa, abaixando a mão como ele havia dito. Quem ele pensa que é pra me dar ordens? - Pode ser mais claro?

- Eu quero te contratar pra ser minha namorada! - seu tom de voz é passível.

- Alexandre, você tá me tirando de prostituta! - alterei meu tom de voz, passando as mãos nos cabelos. - Eu não estou a venda, eu não vou ficar com você por 50 mil!

- Eu não quero ficar com você! - ele rebateu. Juro que nunca fiquei tão confusa em toda minha vida, qual é o problema dele em falar direto? - Pelo menos não de verdade!

- Como assim? - foi a única coisa que consegui dizer.

- Eu quero fazer ciúmes na Karen! - nesse momento tenho certeza que meu queixo cai no chão, ele tá querendo me contratar pra fazer ciúme na pônei?

- Tu tá falando sério? - ele fez que sim, sem querer me interromper. - Não tô acreditando nisso... - negativei pasma. Sabia que ele tinha uma quedinha por ela, mas aí me oferecer 50 mil só pra fazer ciúme nela é demais. Gente, essa garota não vale nem 5 reais.

- Eu poderia pedir pra qualquer garota que já transei, mas não quero magoar ninguém. - oh sim, ele está preocupado com os sentimentos das vadias que já comeu. Isso é tão comovente, só que não!

- E o que eu tenho a ver como isso? - meu tom soa rude. - Por que você não chega nela? Já fez isso muitas vezes, não é nenhum virgem que não sabe ao certo que buraco deve furar!

- Eu não consigo.. - negou com a cabeça. - O pai dela tem uma péssima primeira impressão minha. Eu quero selar esse trato contigo pra ver se consigo mudar isso. Você é a única que pode me ajudar nisso, sei que não vai idealizar coisas que nunca poderão existir entre a gente!

- Jamais ficaria com você! - afirmei. - Jamais séria ingênua ao ponto de me apaixonar! - as coisas que ele falou começam a fazer sentido para mim, realmente eu era a única pessoa que poderia ajudá-lo.

- Eu quero contratar você, quero que você me ajude a mudar a impressão que eles tem de mim!

- E tu vai fazer tudo isso pra ficar com ela uma vez e pronto, vai dar o pé na bunda da garota! - reviro os olhos, sei muito bem como ele é. - Você acha que vale o esforço? Você acha que vale o dinheiro?

- Eu quero ficar com ela, Antonelli... - fez uma breve pausa, voltando a falar depois de um suspiro alto. - Eu quero ficar só com ela! E eu não ofereci o dinheiro querendo te comprar...  - novamente ele nega com a cabeça. - Eu preciso da sua ajuda, você precisa ajudar seu pai.. aceita vai, vamos fazer dar certo!

- Um namoro de mentirinha? - mordi o lábio tentada, olhei pro teto do carro negando. - Me leva pra casa, eu preciso pensar!


Notas Finais


Gente, escrever em primeira pessoa é complicado pra mim.. vocês se importaram se eu escrevesse em terceira pessoa ? Me respondam nos comentários.


Obs: NÃO ME MATEM (PQ AÍ NÃO VAI TER QUEM DÊ CONTINUIDADE A HISTÓRIA..)

Agora tchau, mereço dormir


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