História Control - Capítulo 9


Escrita por: ~

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Categorias Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton, Personagens Originais
Tags Allybrooke, Camilacabello, Camren, Dinahjane, Fifthharmony, Larry, Laurenjauregui, Normanikordei, Norminah, Semi
Visualizações 183
Palavras 5.258
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Antes de tudo, eu sei que demorei, me desculpem, mas eu tenho algumas responsabilidades, sabe? kkk e estou levemente perdida e entupida de compromissos. Eu quero deixar claro que essa fanfic tem como foco principal: MOSTRAR COMO ALGUÉM PODE MUDAR PELO AMOR DA SUA VIDA. Por isso, o cu doce não foi usado por aqui, porque meu objetivo nunca foi esse. Aqui, logo elas passaram por problemas e terão que fazer uso da compreensão e confiança para ficarem juntas. Aguardem para a emoção. Aproveitem e gozem como Camren agora.

Capítulo 9 - IX


 

 

 

Lauren Point Of View:

 

Depois de deixar Camila em casa, por volta das doze da noite, eu fui direto para a cama, a fim de não esbarrar em Normani, aliás amanhã mesmo iremos procurar um hotel para ela ficar, não quero saber de preocupações, principalmente a Hamilton que era uma caixa de problemas abulante. Ainda consigo me lembrar da época da universidade, uma mente brilhante, mas louca e descontrolada. E eu sempre tinha aquele pingo de compaixão e ia buscá-la bêbada nops locais ou jogada em um buraco qualquer. Ela precisava de alguém para colocar ordem nela, porque ao que parece ela não nasceu para comandar e sim, para ser supervisionada e mandada. Vesti o blazer e abotoei apenas uma casa dos botões deixando a mostra, parcialmente, minha blusa branca. Saí do quarto e caminhei tranquilamente pelos corredores, indo em direção à sala de jantar, ao chegar lá Normani já estava sentada a mesa, comendo tranquilamente algo que parecia ser uma salada. Como sempre tudo estava farto da forma como eu gosto, e com diferentes opções de escolha. 

 

—Bom dia — saudei ao sentar-me à mesa. 

 

—Bom dia, major — disse ela, e eu arqueei uma sobrancelha. 

 

—Bebeu logo pela manhã? 

 

—Quê? Não, só mais tarde — respondeu, dando um sorriso cafajeste. 

 

—Com licença — disse Joana, chamando minha atenção —O que quer para o café, Senhora Jauregui? 

 

—Pode me fazer uma salada de frutas com melão, banana, maçã sem a casca e mamão, para beber eu quero um suco de cajá. Ah, e me traga um sanduíche com pão integral, queijo e mussarela antes da salada de frutas pedi, e ela assentiu. 

 

—Como com um caminhoneiro e olha o corpo que você tem, amiga — disse, admirada. 

 

—Eu tenho uma academia nesta casa e um personal, o qual me auxilia todos os dias nos horários que tenho de folga — falei, dando de ombros, enquanto observava Joana colocar meu sanduíche e meu suco bem a frente. 

 

—Assim que a Senhora acabar, eu trarei a salada. Com licença — dito isso, saiu. 

 

Peguei o guardanapo ao meu lado e o sacudi violentamente, em seguida coloquei-o em meu colo de maneira confortável. Peguei os talheres e os posicionei frente ao prato, cortando um pedaço do sanduíche e capturando-o com o garfo para levar até a boca. Mastiguei, contando mentalmente as mordidas, seriam trinta para que eu pudesse fazer uma boa digestão. 

 

—Você é controladora até nesses pontos, Jauregui. Quem em pleno século XXI comeria um sanduíche com garfo e faca? Por Deus! Relaxa! 

 

—Faça-me o favor e não se meta na minha vida — respondi, encarando-a séria.

 

—Qual é? 

 

—Pare de falar gírias na minha presença — repreendi-a calma, enquanto levava outra pedaço do sanduíche até a boca —Já está pronta? Espero, porque depois do café iremos procurar um hotel para você ficar — dito isso, coloquei o pedaço em minha boca e o mastiguei.  

 

—Nada disso! Eu ficarei aqui com você, e iremos nos divertir durante isso — firmou e levantou-se, dando-me um beijo na bochecha ao se aproximar —Marquei de sair com Anastácia, mas estarei na empresa às duas para almoçarmos juntas, Ok? Bye, Honey — dito isso, se retirou, deixando-me atordoada.  

 

Mulher maluca! 

 

O celular vibrou em meu bolso e eu já sabia de quem se tratava. Assim que acordei, mandei uma mensagem de Bom dia para Camila e agora seria ela com minha resposta. Sorri ao ler a mensagem e então deixei a comida de lado para dar atenção somente a ela. 

 

[Lauren Jauregui]: Dormiu bem? 

 

Deixei o aparelho sobre a mesa e voltei a desfrutar do meu sanduíche até que eu ouvi o barulho agradável da notificação. 

 

[Camila Cabello]: Muito bem, e você? 

 

[Lauren Jauregui]: Bem também. 

 

[Camila Cabello]: Eu pensei em você *--* 

 

Me sinto como uma adolescente em seu primeiro relacionamento. O sorriso parecia rasgar meus lábios. 

 

[Lauren Jauregui]: Também pensei em você haha

 

[Lauren Jauregui]: Gostaria de sair comigo hoje? 

 

[Camila Cabello]: Adoraria ^^ 

 

 

Camila Point Of View:

 

Horas mais tarde... 

 

Lauren havia me pegado em casa às sete e já estávamos em sua casa por minha escolha, pois por ela estaríamos jantando em algum lugar chique, mas eu não servia para isso, não me sentia bem em lugares assim. Sua casa era onde poderíamos conversar em paz e sem o estresse das pessoas e das fofocas. Já estávamos sendo rotuladas como um casal em todos os sites que eu tinha conhecimento. Tudo bem, talvez eu e Lauren estivéssemos indo rápido demais, ou talvez não, eu realmente não sei, só estou apenas me deixando levar. A questão é: Somos realmente um casal? Vocês se beijam na boca, não é? Então a resposta é sim! 

 

—Eu só espero que Normani não esteja por aqui — murmurou, ao sentar-se no sofá ao meu lado. 

 

—Eu acho ela legal — falei, dando de ombros. 

 

—É porque você não a conhece como eu — respondeu, cruzando a perna. 

 

—Como a conheceu? — Questionei, aproximando-me dela. 

 

—Longa história — disse ela, soltando um suspiro, enquanto fitava o nada. 

 

—Sou toda ouvidos — incentivei, dando um sorriso. 

 

—Tudo bem. — Ela sorriu, fitando-me —Nos conhecemos no primeiro dia de Faculdade, ambas fazíamos Administração em Yale. Nós dividimos o mesmo quarto e eu sempre a achei uma estranha idiota, e nem ao menos entendia como ela teria entrado em uma Universidade séria como aquela. Normani sempre foi muito sociável e tentava a todo custo puxar assunto comigo, ela disse que eu era um desafio pessoal dela e que não importava como ela conseguiria minha amizade, até que um dia eu cansei de fugir dela e decidi que ela poderia entrar em minha vida. Aos poucos fomos nos tornando intimas e logo contávamos tudo uma para a outra, mesmo que as vezes eu me negasse a falar coisas para ela, minha vida nunca foi muito agitada depois que.. Hm... Bem — Ela havia ficado tensa, e eu queria muito que ela não filtrasse aquela história para me contar. —Normani sempre foi muito problemática, enquanto eu ficava estudando no quarto, ela ia para as festas do campus ou das boates que haviam na cidade. Ela era um alambique, apesar da genialidade. Eu quem ia buscá-la depois dela ficar inconsciente, após muitos copos de vodka. Enfim, perdemos contato após a formatura e então, cada um seguiu seu caminho, ela foi para Londres e eu decidi voltar para Miami e em seguida, vim para cá. Acabamos nos encontrando em um desfile importante em Madrid, na época eu estava acompanhando Sara e eu a encontrei outra vez, tomamos algumas doses de uísque juntas e trocamos telefones. — Um sorriso surgiu em seus lábios quando ela concluiu. 

 

Sara, a Modelo gostosa com quem Lauren saia. Ótimo. Controle seu ciúme desnecessário.

 

—Talvez Normani iria adorar Dinah — falei, dando um sorriso. 

 

—Provavelmente — disse, passando seu braço em volta de meu pescoço —Normani não pode ver um rabo de saia que já fica ouriçada — comentou, em um tom risonho. 

 

—Acho que Dinah não curte muito garotas —falei entre risos. 

 

—Por que estamos falando delas quando poderíamos estar fazendo coisas mais interessantes? — Perguntou sugestivamente, enquanto se aproximava.

 

—Que tipo de coisas interessantes? — Questionei, entrando em seu jogo. 

 

—Coisas como... — O toque de meu celular a interrompeu, fazendo-a recuar. 

 

Droga!

 

—Atenda! — ordenou de modo frio, fitando o lado contrário ao meu. 

 

As mudanças de humor dela de assustam...

 

Peguei o celular em meu bolso e atendi ao telefonema, sabendo que se tratava de alguma coisa. 

 

—Mila. — Afastei o celular o ouvido pelo barulho de som alto e seu grito abafado. 

 

—Onde você esta?

 

—Em uma boate com alguém — disse ela —Você não vai acreditar — acrescentou. 

 

—Você está bêbada? Eu vou te buscar — falei, atraindo o olhar de Lauren. 

 

—Não venha, eu estou sóbria, e você sabe que eu não bebo muito em boates. 

 

—Para que ligou então? 

 

—Para avisar que não irei dormir e Matthew também não. Não se preocupe, ele está comigo. 

 

—Porque não irão dormir em casa? — Questionei, arqueando uma sobrancelha. 

 

—Porque nos demos bem por aqui e você já sabe, não é? 

 

Oh sim, eles vão transar. Quem será o homem da vez, Dinah? Espero que Matt pegue uma mulher bonita a altura dele. 

 

—Oh sim, entendi. Volte inteira e de preferência conseguindo andar, agradeço. Boa sorte com a sua noite — falei, risonha. 

 

—Valeu, até mais, mana. Te amo — dito isso, desligou. 

 

—Quem era? — Perguntou Lauren, assim que voltei a guardar meu celular no bolso. 

 

—Dinah — respondi, suspirando. 

 

—O que ela queria — Questionou, aproximando-se. 

 

—Avisar que eu iria dormir sozinha em casa hoje. — Nossos narizes se encontraram e eu podia sentir sua respiração bater contra a minha —Terei de ir embora cedo hoje. 

 

—Por quê? 

 

—Tenho medo de dormir sozinha — sussurrei a confissão. 

 

Tenho muito medo de dormir sozinha. 

 

—Durma comigo hoje — pediu, juntando nossos lábios por um instante. 

 

—Não posso — falei, após desgrudar nossos lábios. 

 

—Por que não?

 

—Não quero abusar da sua hospitalidade — murmurei, dando-a um selinho. 

 

—Você fica — disse ela, já decidida, para logo em seguida, domar meus lábios. 

 

Não há como discutir com ela nessa situação, pois no fundo eu também queria ficar aqui. Aproveitei de seus lábios ao máximo que pude até que o ar se fez necessário entre nós. 

 

—Preciso me certificar de algo antes — disse e se afastou um pouco —Joana — chamou-a e logo a mulher surgiu. 

 

Ela estava ali o tempo todo? Que vergonha! 

 

—Sim, Senhora Jauregui? 

 

—Sabe para onde Normani foi? — Questionou, arrumando a gola de sua blusa. 

 

—Ela disse que iria à uma boate e não iria dormir em casa hoje — informou. 

 

—Obrigada, Joana. Pode se retirar — Falou, voltando sua atenção para mim. 

 

—Joana, é bom ver você — falei, antes de ela se retirar. 

 

—É bom ver a senhorita também — dito isso e se retirou, com um sorriso. 

 

—Tem certeza de que não quer sair para jantar? — Questionou quando o silêncio se fez presente. 

 

—Não estou com fome — murmurei, acariciando seus cabelos. 

 

—Mas você precisa comer! — Ela elevou seu tom de voz, como se aquilo fosse uma ordem. 

 

—Se for pra falar assim comigo, eu vou embora — falei, levantando-me. 

 

—Ei, calma — pediu, segurando minha mão, enquanto ficava de pé também —Me desculpe. 

 

Respirei fundo e fechei os olhos por um instante. Ela teria que aprender a lidar comigo, teria que parar de querer me mandar como se eu fosse sua funcionária. 

 

—Tudo bem — falei, tocando seu rosto, o que a fez relaxar. 

 

—Tem certeza de que não quer comer? — Questionou, fechando os olhos. 

 

—Não, estou sem fome — respondi-a, dando um sorriso e em seguida, um selinho em seus lábios. 

 

—Tudo bem — suspirou derrotada, retribuindo ao meu sorriso —Quer ir para o quarto? 

 

—Sim. 

 

Ela pegou-me pela mão e guiou-me pelos corredores, até chegarmos ao quarto dela, o mesmo que eu havia dormido no dia em que fiquei bêbada e ela foi me buscar naquela boate. Tudo era impecável ali, e não me admiraria em nunca encontrar este lugar desarrumado. 

 

—Já que você se sente bem em meu quarto, eu ficarei com o de hospedes — disse ela, fazendo-me virar para fitá-la com uma expressão um tanto questionadora. 

 

—Por que não dorme aqui comigo? — Questionei, mas logo me arrependi, pois minhas bochechas começaram a esquentar —Digo, eu... bem, você... nós... — Limpei a garganta e coloquei as mãos atrás de meu corpo, entrelaçando-as —Bom, esse é o seu quarto, nada mais justo do que dormir nele, e eu posso ficar no de hospedes. 

 

Ela parecia receosa sobre a proposta, parecia analisá-la com calma, enquanto sua mão repousava em seu queixo.  

 

—Tudo bem, vamos dormir juntas — dito isso, sorriu, fazendo-me sorrir também. 

 

Eu não sabia o que dizer quanto à isso, mas o nervosismo acabara de me domar por completo, tirando-me a habilidade de falar. 

 

—Preciso falar com James sobre algo, mas já volto. Tome banho e pegue algum de meus pijamas — falou, dando-me um beijo na testa, antes de se retirar do quarto em passos calmos que exalavam confiança. 

 

Virei-me e respirei fundo, caminhando para o banheiro. Mesmo já tendo tomado banho lá, eu nunca cansaria de admirar aquele luxuoso chuveiro, era tão bonito. O banho foi rápido, logo sai de lá, enrolada em uma roupão felpudo e confortável. Dei uma olhada no quarto, Lauren ainda não havia voltado. Caminhei até o closet e perdi-me em meio há tantas roupas, aposto que ela não havia usado nem metade de tudo aquilo. Aproximei de um espaço, no qual havia uma placa média, escrita "pijamas", peguei o primeiro que vi, que consistia em um short e uma blusa de alças na cor preta. Quando notei o tamanho daquelas peças eu já estava vestida, eram realmente pequenas. Lauren usa isso? Pensamentos impuros me vieram a mente e eu logo balancei a cabeça freneticamente, a fim de espantá-los. Sentei na cama, esconrando minhas costas na cabeceira da cama, completamente perdida em pensamentos, quando a porta foi aberta, exibindo Lauren, ela já não usava as peças as quais estava vestida quando saiu, ela usava um hobby, em um tom escuro de vermelho, ele estava aberto, exibindo uma linda camisola branca, quase transparente. Deus, eu estava salivando. Que sexy. Foco, Camila! 

 

—Desculpe pela demora, eu achei que fosse melhor eu me adiantar e tomar banho, então fui até o quarto de hospedes — informou, sentado-se na beirada da cama. 

 

—Está tudo bem — falei, dando de ombros, enquanto sorria. 

 

Ela retribuiu ao sorriso e sentou-se ao meu lado na cama, esticou os pés e pegou o óculos que estava sobre a comoda e colocou-o em seu rosto, pegando em seguida, o livro que também estava sobre a comoda. Ela bateu palmas, apagando as luzes, restando apenas a luz do abajur, que logo foi cessada. Deitei-me na cama, virando para o lado oposto ao dela. Escolhi as pernas e arrumei as mãos entre minha cabeça e o travesseiro, então fechei os olhos, na tentativa do sono vir. Droga, eu não estava conseguindo me concentrar, é muito difícil quando se tem Lauren Jauregui ao seu lado usando poucas roupas, minha vontade era de agarrá-la ali mesmo. Mordi meu lábio inferior e fechei os olhos com força ao imaginar como seria tocá-la. Virei-me para Lauren e chamei-a. 

 

—Lauren... — Para a minha surpresa ela ainda estava acordada e me fitava. 

 

Ela rapidamente acendeu a luz do abajur e voltou a olhar-me. 

 

—Sim? 

 

Suas esmeraldas opacas agora tinham um brilho especial, enquanto fitavam-me com atenção. Ter aqueles olhos sobre mim era um privilegio. Ela me dirigia um olhar quente e terno, que no fundo havia um pitada de desejo. Deus, eu não estava mais aguentando. Em um movimento rápido, passei uma perna sobre seu quadril, sentando-me sobre o mesmo, enquanto ela ajustava-se sobre a cama e sentava-se parcialmente. Seus lábios foram de encontro aos meus em uma busca sedenta por controle, e pela primeira vez eu a deixei domar. Eu só a queria e não importava como. Ela parou o beijo e fitou-me. 

 

—Tem ideia do muito que a quero, Camila Cabello? — sussurra-me.

 

Minharespiração fica presa. Não posso tirar meus olhos dos seus. Ele chega paraperto e suavemente passa os dedos do meu rosto para o meu queixo. 

 

  Eu também a queria, e como a queria, talvez a quisesse mesmo antes de conhecê-la, de diferentes maneiras e em diferentes universos paralelos.     

 

 

—Tem ideia do que eu vou fazer com você? — acrescenta, meacariciando o queixo.Os músculos de minha parte mais profunda e escura se esticam cominfinito prazer.

 

—Seu olhos, seus lábios, seu corpo... tudo seu é atrativo para mim — falou, arrastando seus lábios até minha orelha —Seja minha, Camila.

 

Meu corpo inteiro reagiu aquela simples frase. Deus, eu quero ser dela, eu quero muito.  A unica coisa que consegui fazer foi assentir, os olhos arregalados, o coração saltando, o sangue latejando nas veias. Ela inclina-se e me beija novamente. Seus lábios sãoexigentes, firmes e lentos ao se acoplarem aos meus. Ela arrasta suas mãos lentamente por meus ombros, levando consigo as alças da blusa, que cai, exibindo meus seios. Por um instante, eu senti vergonha por seu olhar atento, e mesmo com todas as luzes apagadas eu não me sentia totalmente segura.

 

— Oh, Camila... – ela respirou. —Você é linda. Eu quero beijar você centímetro por centímetro. 

 

Ruborizo-me. Oh, meu Deus... Eu farei tudo o que ela quiser.

 

  —Minha, — ela murmurou e colocou as duas mãos entremeus cabelos, segurando em cada lado da minha cabeça. 

 

Seu beijo é exigente, sua língua e seus lábios, persuadindo os meus. Gemi e minhalíngua indecisa se encontra com a sua. Ela abraçou-me e aproximou-me de seucorpo e me apertou muito forte. Uma mão seguia em meu cabelo, a outra mepercorria a coluna até a cintura e seguia avançando, seguia a curva de meutraseiro. Ela flexionou sobre a minha bunda e a apertou gentilmente.Apertou-me contra os seus quadris.Volto a gemer sem separar os lábios de sua boca. Logo, não possoresistir às desenfreadas sensações, ou são hormônios, que me devastam ocorpo. Desejo-a com loucura.Agarrei-a pelos braços e sinto seus bíceps. Com um gesto indeciso, subo as mãos até seu rosto e seus cabelos. Santo Céus. É tão suave, rebelde. Acariciei com cuidado e Lauren gemeu em aprovação. Ela soltou-me, e de repente, caisobre os joelhos, invertendo as posições. Sujeita meus quadris com as duas mãos e desliza a línguapor meu umbigo, avança até o quadril me mordiscando e depois me percorrea barriga em direção ao outro lado do quadril. 

 

—Ah, — eu gemi.

 

Vendo-a de joelhos na minha frente, sentindo sua língua percorrendomeu corpo, é tão excitante e sexy. Apoiei as mãos em seus cabelos e puxogentilmente tentando acalmar minha respiração acelerada.  Ela me olha através dos, impossivelmente, cílios longos, comseus ardentes olhos esverdeados. Então, subiu as mãos, puxou meu short e o baixou lentamente. Não posso deixar de olhá-la. Ela detém-se e, sem tirar os olhos de mim nempor um segundo, lambeu os lábios. Inclinou-se para frente e passou o nariz pelovértice onde se unem minhas coxas. Sinto-o...Lá. 

 

—Que cheiro gostoso, — ela murmurou e fecha os olhos, com umaexpressão de puro prazer, e eu praticamente tenho uma convulsão. 

 

Apoiei-me nos cotovelos e me levantei parcialmente para ver o que faz, ofegante... morta de desejo. Agarrou-me o pé pelo calcanhar e me percorreu a panturrilha com a unha do polegar. É quase doloroso, mas sinto que o percurso se projeta sobre minha virilha. Gemi. Sem tirar os olhos de mim, voltou a percorrer a panturrilha, desta vez com a língua, e depois com os dentes. Merda. Eu gemi... como eu posso sentir isso, lá. Cai sobre a cama gemendo. Ouço sua risada afogada.

 

— Camila, não imagina como me deixa louca — ela sussurrou para mim. 

 

Estou tombada em sua cama, em calcinhas, ela me olha atentamente.

 

— É muito linda, Camila Cabello. 

 

Merda. Suas palavras. Ela é tão sedutora. Corta-me a respiração. Ela tirou devagar sua camisola e seu hobby sem separar os olhos dos meus. Inclinou-se sobre mim, agarrou-me pelos tornozelos, separou-me rapidamente as perna. Ela ficou suspensa sobre mim. Retorci-me de desejo.

 

— Não se mova — ele murmurou antes de inclinar-se e beijar-me a parte interior de uma coxa e foi subindo, sem deixar de me beijar, até o encaixe das minhas calcinhas.

 

Oh... Não posso ficar quieta. Como não vou mover-me? Retorci-me de baixo dela. Ela segue me beijando a barriga e introduz a língua no umbigo. Seus lábios subiram para o norte, beijando através do meu tronco. Minha pele arde. Estou ruborizada, muito quente, com frio. Lauren se deitou ao meu lado e percorreu com a mão do meu quadril até o meu peito, passando pela cintura. Observou-me com expressão impenetrável e me rodeou brandamente os seios com as mãos.

 

—Se encaixam perfeitamente em minha mão, Anastásia — murmurou.

 

Meus seios incharam e os mamilos se endureceram sob seu insistente olhar. 

 

—Muito bonitos — sussurra admirada, e os mamilos endurecem ainda mais. 

 

Ela chupou gentilmente um mamilo, deslizando uma mão ao outro seio e com o polegar rodeia muito devagar o outro mamilo, alongando-o. Gemi e senti uma doce sensação descer até a minha virilha. Estou muito úmida. Oh, por favor, suplico internamente, agarrando com força o lençol. Seus lábios fecham ao redor de meu outro mamilo, quando o lambe, quase sinto uma convulsão. Meus seios sentem seus hábeis dedos e seus lábios, que acendem minhas terminações nervosas até o ponto em que todo o meu corpo geme em uma doce agonia. Ela não se detém.

 

— Oh... por favor, — suplico-lhe, jogando a cabeça para trás, com a boca aberta e gemi, sentindo minhas pernas endurecerem. 

 

Apertou-me um mamilo com os dentes, com o polegar e o indicador aperta forte o outro, me deixo cair em suas mãos, meu corpo convulsiona e estala em mil pedaços. Ela beijou-me, profundamente, colocando a língua na minha boca para absorver meus gritos. Meu deus! Isso foi fantástico. Agora eu sei que todo o alarido é sobre a minha reação. Ela me olha com um sorriso satisfeito. Estou me sentindo como na primeira vez, ela mal me tocou e eu já desmanchei-o ao pouco toque, gozando de maneira patética. Ela me beija outra vez. Minha respiração ainda está irregular, enquanto me recupero do orgasmo. Deslizou uma mão até minha cintura, meus quadris, para as minhas partes íntimas... caramba. Introduz um dedo pela renda e lentamente começa a riscar círculos ao redor do meu clitóris. Ela fecha os olhos por um instante e contém a respiração.

 

— Você está tão deliciosamente úmida. Deus, quanto eu te desejo. 

 

Introduziu um dedo dentro de mim e eu grito, enquanto o tira e volta a colocá-lo. Esfregou-me o clitóris com a palma da mão. Segue me introduzindo o dedo, cada vez com mais força. Gemi. De repente se sentou, tirou-me a calcinha e a joga no chão. Ela tira também sua calcinha e libera sua vagina livre de pelos. Minha nossa! Eu estou maravilhada com isso. Ajoelhou-se e encaixou-se entre minhas pernas. Oh, não... Será que vai? Como?

 

—Não se preocupe, — sussurra, me olhando nos olhos. 

 

Estava na cara que eu nunca havia feito sexo com uma mulher antes, mas confesso que a sensação é bem melhor do que com homens, ou talvez o fato de eu sentir algo por ela faça isso ser tão especial.

 

Olha-me nos olhos com a mandíbula apertada e os olhos ardentes. 

 

—Tem certeza que quer fazê-lo? — pergunta-me em voz baixa.

 

— Por favor, — suplico-lhe.

 

—Vou mover-me, querida, — sussurra-me um momento depois, em tom firme. 

 

Oh. Ela retrocede com deliciosa lentidão. Fechou os olhos, geme e volta a se mover eroticamente.

 

—Mias rápido — sussurrei-me com voz selvagem. 

 

E à medida que vou me acostumando à estranha sensação, começo a mover os quadris com os seus. Ela acelera. Gemi e ela passou a mover-se com força, cada vez mais depressa, sem piedade, a um ritmo implacável, eu mantenho o ritmo de suas reboladas. Vou me pondo esticada à medida que se esfrega em mim uma e outra vez. Meu corpo treme, arqueio-me, estou banhada em suor. Oh, meu Deus... Eu não sabia que iria me sentir assim... Não sabia que a sensação podia ser tão agradável, é muito melhor do que todas as minhas experiências já vividas. Meus pensamentos se dispersam... Não há mais que sensações... Só ela... Só eu...Oh, por favor... Meu corpo fica rígido.

 

— Goze para mim, Camila, — ela sussurra sem fôlego e me deixo gozar assim que diz, explodindo ao seu redor com meu clímax e me dividindo em mil pedaços sob seu corpo. E enquanto ela também goza, grita meu nome, dá uma última rebolada e fica imóvel, como se tivesse se esvaziado sobre de mim. 

 

Ainda estou ofegante, tentando acalmar a minha respiração e os batimentos do meu coração, e meus pensamentos estão em desordem desenfreada. Uau... foi algo incrível. Abro os olhos e ela apoiou sua testa na minha. Tem os olhos fechados e sua respiração é irregular. Lauren piscou, abriu os olhos e me lançou um olhar turvo, embora doce. Logo ela cai ao meu lado na cama e eu suspiro profundamente, permitindo-me relaxar.

 

—Eu te machuquei? — Lauren pergunta-me, apoiando-se em um cotovelo. 

 

Passou-me uma mecha de cabelo por detrás da orelha. E não posso evitar esboçar um amplo sorriso.

 

— Você está, realmente, perguntando se me machucou?

 

— Não me venha com ironias, — diz-me com um sorriso zombador. —Sério, você está bem? — Seus olhos são intensos, perspicazes, inclusive exigentes. 

 

Eu me estico ao seu lado, sentindo os membros enfraquecidos, com os ossos como se fossem de borracha, mas estou relaxada, muito relaxada. Sorrio-lhe. Não posso deixar de sorrir. Agora eu sei o porquê de tanto barulho. Dois orgasmos... todo o seu ser completamente descontrolado, como se estivesse dentro da centrifuga de uma secadora. Uau. Não tinha nem ideia do que meu corpo era capaz, de que podia esticar-se tanto e liberar-se de forma tão violenta, tão gratificante. O prazer foi indescritível.

 

—Você ainda não me respondeu. — Ela franziu atesta. 

 

Eu sorrio para ele de forma travessa. Ela parece gloriosa com seu cabelo desgrenhado, seus ardentes olhos verdes estavam entrecerrados e sua expressão sombria.  

 

—Claro que estou bem — respondi-a finalmente, aconchegando-me em seus braços. 

 

—Ótimo — disse —Eu só espero que não tenham nos ouvido — murmurou, fazendo-me rir. 

 

Bocejei, sentindo seus braços apertarem mais minha cintura. 

 

—Boa noite, doce Camila — sussurrou próximo ao meu ouvido e beijou-me o pescoço. 

 

Sorri, sorri feito uma idiota de sempre. Sempre serei uma tola por Lauren Jauregui. 

 

—Boa noite, Lolo — sussurrei de volta, fechando os olhos e deixando o sono me invadir. 

 

Manhã seguinte... 

 

Despertei de meu sono, remexendo-me sobre a cama. Agarrei-me mais ao corpo de Lauren, escondendo meu rosto na curvatura de seu pescoço. 

 

—Bom dia — ouvi-a sussurrar. 

 

—Hm... Bom dia — murmurei, passando uma perna sobre seu quadril. 

 

Nuas, cobertas apenas pelo lençol. Por sorte, hoje era sexta-feira. Se eu pudesse, ficaria a minha vida inteira assim, abraçada com ela e sentindo o calor de seu corpo. Batidas na porta soaram pelo quarto, e eu realmente não queria 

 

—Não quero levantar — choraminguei. 

 

—Eu preciso atender — disse Lauren, sua voz era carregada de doçura. 

 

Respirei fundo e me afastei. 

 

—Tudo bem. — Lancei-a um sorriso. 

 

Ela aproximou-se, ficando sobre mim, e eu acabei por não entender, já que ela iria abrir a porta. 

 

—Onde está meu bom dia? Não posso começar meu dia sem ele — brincou, fazendo-me rir levemente. 

 

Juntei nossos lábios por alguns instantes e quando estava perto de aprofundar o beijos as batidas na porta se tornaram mais intensas, o que fez com que eu me afastasse. 

 

—Vai logo, antes que quebrem a porta — murmurei risonha e ela assentiu sorrindo. 

 

Lauren levantou-se e vestiu seu hobby, caminhou em direção à porta e a abriu. Enrolei-me nas cobertas. James era quem batia. 

 

—O que houve? Você sabe que eu odeio quando batem insistentemente na minha porta — disse ríspida. 

 

Lauren não precisa falar assim com ele.

 

—Desculpe, Senhora. Bom dia. Bem, sua mãe está aqui — informou.

 

—Bom dia — murmurou, passando a mão pelos cabelos —Diga a ela que não quero vê-lá, que estou ocupada e com muito trabalho. 

 

—Senhora, você sabe como sua mãe é, eu já tentei avisar que você estava dormindo, mas a mesma disse que iria arrombar a porta se não viesse atende-lá — disse, cauteloso —Ela queria vir aqui e fazer isso, mas eu a impedi. 

 

—Tudo bem, James. Diga a mamãe que já estou indo, tudo bem? E o mais importante, não deixe que ela ande pela casa, porque ela pode encontrar aquilo que não queria ver — falou.

 

Encontrar aquilo queria ver? Do que ela está falando? 

 

—Tudo bem, Senhora. 

 

—Ah, você sabe se Normani já chegou?

 

—Não, Senhora. 

 

—Oh sim, obrigada. 

 

—Com licença — dito isso, se retirou. 

 

Lauren caminhou até a cama e sentou-se sobre a mesma, inclinando-se e passando a mão pelos cabelos. Ela estava preocupada. Engatinhei pela cama até chegar ao encontro dela e fiquei ajoelhada, apoiando minhas mãos sobre seus ombros. 

 

—O que houve? — Perguntei, massageando seus ombros. 

 

—Minha mãe está aí — disse. 

 

—Vá lá e a atenda, Laur. Eu fico aqui e espero. — Ela virou bruscamente ao me ouvir. 

E

—Claro que não. Eu quero te apresentar para ela e esse é o momento — argumentou. 

 

—Mas... 

 

—Mas nada. — Beijou-me os lábios —Vou tomar banho e em seguida, você, tudo bem? 

 

—Mas e se ela não gostar de mim? — insisti. 

 

—O que importa é que eu gosto — rebateu. 

 

—Tudo bem. — Respirei fundo e ela levantou-se. 

 

—Vou lá, não demoro. — Deu-me um beijo e se foi, em direção ao banheiro. 

 

Dentro de meia hora nós havíamos ficado prontas. Lauren vestia uma camisa branca com botões, e uma saia lápis e o óculos ocupava seu rosto, pois ela lia algo em seu IPad. 

 

—Vamos logo, Laur. Sua mãe está esperando — falei, retirando o aparelho de suas mãos. 

 

—Ei, devolva! — pediu, avançando em minha direção. 

 

Eu usava as mesmas roupas com as quais cheguei aqui, Lauren até insistiu para que eu usasse uma de suas roupas, mas eu recusei. 

Desviei de suas mãos ágeis, mas ela agarrou minha cintura, colando nossos corpos e fazendo-me prender a respiração. Seus olhos penetrantes se conectaram aos meu castanhos. Seu olhar não é mais tão sombrio como antes e eu senti uma pontada de felicidade por saber que talvez eu seria a causadora dessa mudança. 

 

—Precisamos ir — murmurei perdida. 

 

—Sim — concordou e deu-me um selinho. 

 

Ela afastou-se ao pegar seu iPad e então, pegou em minha mão. Que gesto espontâneo. A sensação de ter sua mão na minha é maravilhosa. Caminhamos até a saída do quarto, ela abriu a porta e me deixou sair na frente, em passos lentos seguimos pelo corredor. Deus, eu estava perto de conhecer sua mãe e nunca me senti tão nervosa por isso. 

 

—Filha! — Um grito afobado soou ao meio da sala assim que chegamos na mesma. 

 

A mulher loira que se encontrava sentada, levantou-se e correu de encontro a filha, dando-lhe um abraço, o qual não foi tão retribuído por Lauren. Ela é sua mão, retribua de bom grado. 

 

—Mamãe, já chega de contato — disse Lauren, separando-se dela. 

 

—Não vai me apresentar, filha?  — Perguntou, fitando-me. 

 

—Sou Camila Cabello. — Antecipei-me, estendendo a mão para ela —É um prazer conhecê-la, Senhora Jauregui. 

 

—Clara Jauregui. É um prazer conhecer uma garota linda e educada como você — disse, apertando levemente minha mão.

 

Corei, dando um sorriso tímido. Eu não mais uma adolescente, mas me sinto como uma. 

 

—Lauren, deveria ter me apresentado sua namorada antes — repreendeu-a. 

 

—Desculpe — pediu secamente. 

 

—Vim avisar que faremos um jantar em família no domingo. Vocês irão, certo? — Agora ela fitava-me. 

 

—Nã... — Apertei a mão de Lauren, que ainda estava entrelaçada a minha, cortando sua fala. 

 

—Oh sim, iremos— respondi, rapidamente. 

 

—Ótimo! — exclamou empolgada —Estou indo, tenho manicure às nove — comentou, olhando as horas em seu celular —Foi um prazer conhecer você, Camila. Estou realmente feliz por Lauren ter encontrado alguém descente. 

 

Lauren resmungou algo inaudível, enquanto Clara se despedia de mim com dois beijos no rosto. 

 

—Amo você, filha — disse com uma voz manhosa e beijou-lhe o rosto. 

 

Observamos ela sumir do campo de visão e pude ouvir o suspiro de Lauren. 

 

—Sua mãe é... adorável. 

 

—Ela me trata como um bebê — murmurou secamente. 

 

—Você vai a empresa hoje? — Questionei, tratando logo de mudar de assunto. 

 

—Não, quero passar o dia de hoje com você — disse, segurando minha cintura —Vale ressaltar que só iremos a esse jantar porque você quer, porque eu realmente não estou com vontade de ir. 

 

—Temos que ir. É sua família, Laur. Nunca abandonamos a família.

 

—Não é abandonar, porque se não fosse por minha causa eles já teriam falido — murmurou, secamente. 

 

—Tudo bem. — respondi-a, passando os braços por seu pescoço. 

 

Não queria dar continuidade aquele assunto, só queria curtir os meus últimos minutos com Lauren. Depois eu teria de ir para casa, nem sei porque Dinah ainda não me ligou para me levar de volta para casa.



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