História Convento Maldito- Interativa - Capítulo 2


Escrita por: ~ e ~Andry_Yoongi

Postado
Categorias American Horror Story
Tags Fantasmas, Horror, Loucos, Morte, Terror
Exibições 63
Palavras 801
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ecchi, Fantasia, Harem, Hentai, Misticismo, Orange, Poesias, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oi, amores! Espero que gostem desse prólogo! Ficou pequeno... Mas acho que dá pro gasto. Enviem suas fichas

Capítulo 2 - Meu Prólogo Maldito


Os loucos estavam agitados, disso a Irmã Junny tinha certeza.


Ela, segurando um lampião, atravessava o corretor estreito que levava até as celas dos doentes mentais, sentindo o frio sussurro dos fantasmas nos seus ouvidos. A luz não era o suficiente para iluminar tudo, deixando tudo sombrio e lambido pela escuridão. Os sussurros dos defuntos se misturavam aos trovões que tremeluziam nos céus de Londres, deixando tudo feio e sombrio. Um desconforto terrível se prendia as suas entranhas, certeiro na arte de fazê-la ter vontade de correr dali. Mas Junny não era fraca, isso era uma certeza. Ela ouviu a cantoria macabra dos loucos, e suas gargalhadas desprovidas de humanidade. Juntando toda a sua coragem ela respirou fundo e foi em direção a porta pesada de ferro a sua frente.


-Não entre aí, Irmã Junny. Eles vão comer você todinha. Deliciosa. Você não gosta quando lhe chamam desse jeito?- sussurrou uma voz masculina no seu ouvido. 


Junny sabia exatamente que fantasma estaria atrás de si antes mesmo de sentir sua aura sombria em suas costas. Jaime Leverwood, com toda sua graça macabra de seus opacos olhos cinzentos, a segurava pelos ombros, impedindo-a de avançar. Seus dedos frios tentavam procurar sua pele por baixo do uniforme religioso, tentado a acariciar sua pele nua. 


-Queime no Inferno, espírito- murmurou Junny, sem virar-se. 


Ela sacudiu-se de modo agitado quando soube que o sorriso presunçoso do morto deixará seus lábios gelados e viu-se livre quando os dedos do mesmo não mais seguravam seus ombros. Junny, agora apressada, empurrou a porta de ferro, se deparando com mais um corredor, cercado de celas fortes e recheadas de sangue seco. 


-Junny... Junny... Irmã Junny- chamou uma voz melodiosa e feminina de uma das celas. 


A freira voltou-se para a cela, onde uma garota de longos cabelos castanhos mel prensava o rosto sujo e bonito nas barras da mesma. A garota abriu um sorriso inocente em seus lábios, seus olhos castanhos estavam arregalados, e sua pele estava pálida, revelando o quanto de sangue havia perdido hoje.


-Junny... É noite de tempestade...


Junny assentiu de modo educado, sorrindo de modo tranqüilizador.


-Sim, Haysel. Agora, volte para sua cama. O barulho já vai parar. 


Haysel ficou imóvel. Perigosamente imóvel. Seus lábios rosados e secos se apertaram, ficando finos. Seu sorriso havia desaparecido. 


-Junny... Junny... O barulho só vai parar quando eu morrer... Junny... Junny... O barulho só vai parar quando eu morrer.


Ela riu maniacamente, saindo de modo brusco de perto das barras e começando a dançar e cantar com sua voz antes tão bonita... Agora maníaca e macabra. Parecia dançar em sinfonia com os trovões, rodando de braços abertos e sorriso apertado. Era um balé perturbado com uma trilha sonora sem humanidade. 


Outro som fez Junny desprender seus olhos do balé surreal de Haysel, forçando sua visão quando o lampião não conseguia iluminar muito bem. Em uma das celas sangue escorria de dois cantos das paredes de pedra e um garoto que mais parecia um espírito batia a cabeça violentamente contra o ferro da cama de metal. 


-Jake! Você sabe que isso machuca!- Junny exclamou para o garoto. Isso só serviu para fazê-lo bater a cabeça mais rápido, como um robô. - Pare! Agora!


Jake finalmente ergueu a cabeça, com uma grande ferida aberta na testa. Sangue vermelho escorria para seu rosto, cobrindo seus olhos verdes. Ele lambeu o sangue amargo que escorreu para sua boca, como uma criança normalmente engoliu ranho. 


Junny sabia que Jake era o mais agressivo e que não podia entrar em sua cela sem se machucar.


-Junny... Venha aqui dentro... Junny... Por favor... Junny... Por favor...- ele sussurrou, enrolando-se em posição fetal. Quando ele ergueu seus perigosos olhos verdes ela soube que ele começaria a gritar. - VENHA AQUI DENTRO AGORA SUA PUTINHA IDIOTA QUE SÓ SABE DAR O CU PARA HOMENS COM PÊNIS ERETOS! EU DISSE AGORA! AGORA! AGORA! AGORA! AGORA! 


Ele levantou-se e começou a correr em círculos. Seus pés descalços se machucavam no chão de pedregulhos que haviam feito especialmente para ele. Ele agarrou as barras da cela, batendo a cabeça no ferro e gritando:


-AGORA! AGORA! AGORA! AGORA! AGORA! AGORA! AGORA! AGORA! AGORA! AGORA! AGORA! AGORA! AGORA! AGORA! AGORA!


Seus gritos irracionais se misturavam a cantoria de Haysel, que continuava a girar elegantemente em sua cela, pisando leve como uma dançarina:


-Junny... Junny... O barulho só vai acabar quando eu morrer... Junny... Junny... O barulho só vai acabar quando eu morrer... Junny... Junny... O barulho só vai acabar quando eu morrer... Junny! Junny! 


Eram em tempestades assim que tanto quanto os espíritos quanto os loucos entravam em curto circuito. 


Junny, decepcionada por não poder fazer nada para acalma-los de verdade, deu-lhes as costas, sabendo que teria que informar ao padre que apenas o estriamento não era o suficiente para deixá-los calmos.

 


Notas Finais


Eu sei que nem todos os personagens apareceram nesse prólogo, mas juro que com o seu tempo todos terão um espaço nessa fanfic 😉

XOXO


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