História Convivendo com lobos: Enzo (livro 2) - Capítulo 18


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Angela, Angie, Enzo, Lobos, Romance, Vampiros
Exibições 47
Palavras 1.015
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Fantasia, Hentai, Romance e Novela, Saga, Sobrenatural, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Oi oi mais cedo que o previsto, mas eu to feliz demais e felicidade causa inspiração agradeçam ao meu boy, meu Enzo de mentirinha
Enfim boa leitura
★☆★Kissos★☆★

Capítulo 18 - A vampira que tenho que ser


Fanfic / Fanfiction Convivendo com lobos: Enzo (livro 2) - Capítulo 18 - A vampira que tenho que ser

Consegui enrolar Gabriel por três dias com a desculpa da minha doença, fazer o que intoxicação por sangue é uma coisa difícil.

Isso me deu tempo livre pra aprender as habilidades de um vampiro e aprimorar as minhas, agora eu podia não só projetar a minha mente como também a minha alma em lugares distantes e por muito mais tempo, descobri a minha afinidade com o fogo e as sombras e aprendi a controla-los, as fendas que Draco costumava fazer estavam ficando cada vez mais fáceis, o problema é que eu não consigo fazer ninguém passar, como isso é possível, sinceramente estou frustrada. 

- não posso manter mais isso, eu vou cumprir a missão, a essa altura os lobos já saíram da casa. É hora de trabalhar- disse terminando de vestir a roupa que o Kook tinha conseguido pra mim

-tenha cuidado Angie, por favor

- esteja aqui quando voltar-disse quando alcancei a porta

-eu sempre vou estar- sai do quarto sem consegui olhar pra trás. Era hora de ser a vampira insensível, sádica e filha da puta que eles queriam. 

- encobrir, não sentir, não deixar saber- dei um sorriso mínimo antes de seguir pra sala onde Gabriel costumava ficar

-por mim já teríamos matado os três, ela está te enrolando, mate eles e nos resolvemos com os lobos

-aqueles dois estão sob minha proteção, se toca-los pode se considerar morto -disse abrindo a porta

-então desistiu da sua mentira-disse Draco

- mentira o carralho, pedi a um dos seus que me trouxesse sangue e o maldito miserável trouxe sangue de um morto, sabe o trabalho que eu tive pra por aquilo pra fora, tudo por que eu quebrei o pescoço dele- falei fazendo cara de inocente, Gabriel riu e se levantando da cadeira

-parece que você achou seu senso de humor vampirico

-Enzo me disse que estava me procurando, então vamos direto ao ponto, a sua presença ainda me irrita

-mate os lobos

-certo. Vamos logo, estou com sono- disse com a voz mais fria possível dando as costas pra ele

-parece que alguém está de TPM- invoquei as trevas em mim fazendo uma adaga com a minha energia maligna

-cale essa maldita boca- lancei a faca que passou raspando pelo rosto do Draco fazendo um pequeno talho- quer os lobos mortos Ok, eu faço, mas se continuar me irritando, eu te mato

-leve ela Draco, não quero meu carpete sujo de sangue- disse Gabriel, Draco ergueu a mão em direção a parede gesto que eu aprendi ser completamente desnecessário 

-vamos nessa -passamos pelo portal saindo em frente a casa- pode ir

- fogo- soprei a palma da minha mão sentindo ela aquecer e brilhar com o fogo que corria sob minha pele

-desde quando...

-queime- virei a palma da mão em direção a casa e ela foi consumida completamente em poucos segundos. Dei as costas pro meu trabalho pronta pra partir, mas Draco me impediu

-espere, eu quero assistir

-que seja, eu vou me sentar- andei até a árvore mais próxima e me sentei.

Tinham se passado meses desde que eu tinha tido aquela visão, mas mesmo assim eu não pude evita-la. Eu a fiz acontecer

-fez um excelente trabalho minha bonequinha- disse Draco subindo na árvore e passando a mão na minha cabeça enquanto eu assistia a casa que morei por tanto tempo ser reduzida a cinzas 

-ele vai me odiar por isso- minha voz estava tão morta. Sem emoção alguma, eu era apenas uma sombra da Angie que eu costumava ser

-ainda se importa? 

-ele é meu companheiro o que espera que eu faça. Alem do mais ele é o único motivo por eu não tirar a sua cabeça fora- disse espantando sua mão da minha cabeça. Estava frio, a noite estava tão calma quanto eu observa do meu poleiro na árvore. Embora a casa estivesse sendo consumida pelo fogo selvagem tudo estava em paz- vamos embora, estou com fome

-podemos pegar um humano no caminho

-o sangue humano não me agrada, são sujos e amargos, se quer ir fique a vontade eu estou de saída- fiquei de pé sobre o tronco e saltei caindo confortavelmente no chão

-tão puritana- disse Draco rindo

-cuidado meu caro, pelo tanto que você sorri posso ficar tentada a arrancar seus dentes- desapareci facilmente nas sombras voltando pra casa do "meu príncipe". Esse com certeza estava como prioridade na lista das pessoas que eu quero matar 

-voltou cedo meu amor

-faça-me o favor de ir para o inferno sim Gabriel- disse entediada

-não me trate assim, éramos amigos lembra? 

-disse bem, éramos amigos, até você me trair, me enganar e sequestrar o meu companheiro. Eu tinha um amigo muito querido, mas ele está morto- disse o empurrando da minha frente

-Angie...

-Se me chamar de Angie outra vez você vai ter uma estaca no traseiro- subi as escadas levando tudo o que estava no meu caminho e entrei no meu quarto. As lágrimas caindo livremente pelo meu rosto enquanto me deixava escorregar até o chão

-Angie? -senti os braços de Enzo ao meu redor e aquilo só fez eu me sentir pior

-eu destruí, destruí a nossa casa

-amor não foi culpa sua, não se torture com isso- eu me sentia tão destruída por dentro, eu não tinha machucado ninguém, mas parecia que eu tinha levado o mundo pra merda. Eu só queria um alívio, um descanso. Um botão de desligar, um modo foda-se o mundo. -Eu amo você minha vampirinha

-eu quero que isso pare, não quero sentir toda essa culpa, dói muito

- se você desligar nao tem garantia de que vá voltar, é muito arriscado 

-eu sei, mas eu estou com medo, todo esse, teatro, eu ainda sinto como se eu pudesse me perder, não posso ser eu mesma

- então diga não

-você sabe a minha resposta quanto a isso- disse saindo do seu abraço por mais que me doesse -preciso de um banho

-Angie

- me faça esquecer, por favor, só me faça esquecer- Enzo me ajudou a tirar a roupa e me levou pro banheiro. 

Entrei na água sentando entre as pernas do Enzo, tentei apagar o calor do fogo do meu rosto, as memórias que insistiam em me assombrar. 

- quer alguma coisa?

- só não me solte- disse encostando meu corpo no dele enquanto ele me abraçava.


Notas Finais


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até terça feira


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