História Cool Holidays Interativa - Capítulo 8


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Tags Férias De Verão, Interativa, Sexta-feira 13, Terror
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Palavras 3.513
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Drama (Tragédia), Ecchi, Escolar, Fantasia, Festa, Harem, Hentai, Luta, Mistério, Romance e Novela, Sci-Fi, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Terror e Horror, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Oi oi
ADIVINHA QUEM DEMOROU
EU
Desculpem :v Minha aulas voltaram, tava meio sem tempo, fiquei doente, tive que ir no hospital e talz, MAS eu voltei!
Juro que vou tentar não demorar tanto!

Espero que gostem! <3

Capítulo 8 - Máscaras


Tom

Meu corpo tremia e meus olhos arregalados não queriam mais assistir aquela cena de horror, mas eu estava paralisado e nada que eu fizesse conseguia me fazer criar forças para me mexer. Aquele homem era alto, musculoso e careca. Ele usava uma máscara de porco e se vestia todo de preto.

-Shh! Odeio crianças barulhentas! -Uma voz grossa e perturbadora percorreu a sala num sussurro vindo do tal assassino. Ele soltou o corpo de Crystal no chão, andou para o lado de fora e fechou a porta.

O barulho do impacto do corpo da garota caindo no chão me fez acordar e eu corri até ela.

-Crystal! Crystal! Acorda, por favor! -Eu gritava, mas sem sucesso. -Por favor, Crystal. -Eu sussurrei e senti algumas lágrimas rolarem pelo meu rosto e caírem no rosto delicado da menina. Abracei ela e nada além de lembranças passavam pela minha cabeça.

-Tom. -Gui veio até mim e colocou a mão no meu braço. -Temos quer sair de perto da porta. -Sua voz estava trêmula, mas ele mantinha a calma. Eu engoli seco.

-Não podemos deixar elas jogadas no chão desse jeito. -Eu fitava um pedaço de madeira que compunha o piso.

Todos ficaram em silencio por um tempo, até Rob descer as escadas cheio de lágrimas nos olhos. Ele olhou Crystal em meus braços aterrorizado.

-Quem -Falou baixo. -Quem fez ISSO TUDO? -Socou a parede.

-Não adianta ficar irritado. -Hide respondeu calmo.

-E o que eu vou fazer? -Rob se aproximou do menor e o segurou pela blusa. -Ficar ai parado que nem você? Parece que nem liga pro que aconteceu!

-Me solta. -Hideki apenas desviou o olhar e falou baixo.

-Não tem nem coragem de olhar pra mim agora? Olha e diz que eu to errado eu ficar pelo menos comovido que duas das minhas melhores amigas morreram hoje! -O moreno levantou o outro alguns centímetros do chão.

-Me solta! -Hide empurrou o moreno e se soltou. -Só quero te informar que, caso você não saiba, ficar nervosinho não vai adiantar nada.

-E tacar o foda-se pros dos cadáveres no chão vai? -Rob estava quase explodindo.

-Chega disso, não vai ajudar ficar discutindo. -Yumi interferiu.

-Ah, chegou a rainha da razão! -Ouvi alguém dizer e logo, quase todos começaram a discutir.

-PAREM! -Hil, que ainda estava a abraçar Ay, gritou e fez todos pararem de falar. -Gritar assim só vai nos distrair do foco, nós temos que nos acalmar e sair daqui. Não sabemos quem é aquele cara la fora, mas se ele quer algo com a gente, não vamos conseguir descobrir se vocês ficarem agindo como idiotas. -Um silencio tomou conta do lugar e todos se acalmaram.

-Então o que podemos fazer? Não da pra ficar aqui dentro pra sempre, e também não da pra sair da casa. -Ay observou com um certo medo o corpo de Crystal em minhas mãos.

-Primeiro de tudo, vamos fechar todas as entradas, vamos ficar bem se ele não conseguir nos alcançar. -Hil disse determinado.

 

Hil

Nos dividimos em grupos, Anne, Gui, Yumi e Hide foram para o andar de cima, já eu, Ay, Tom e Rob ficamos aqui em baixo. A casa toda era uma zona de perigo, haviam várias janelas e portas de vidro, então seria difícil decidir o que fazer.

Me virei para trás ao ouvir um choramingo vindo da mesa. Ay estava la, então me sentei ao lado dele.

-Ay? -Ela não se voltou para mim, apenas ficou a olhar suas mãos. Pensei em algo para falar. -Vai ficar tudo bem. -Tentei animá-la.

-Acha mesmo que vai? -Ela me olhou com os olhos marejados.

-Ei -Eu peguei suas mãos. -Vai ficar tudo bem. Lembra do que eu falei? Eu vou te proteger, Ay. Nada vai te machucar.

Nós sorrimos e ela me abraçou.

-Obrigado, Hil.

-Acabamos. -Ouvi Anne dizer e eu e Ay desfizemos o abraço e a olhamos.

-Aqui também, fechamos tudo. -Rob e Tom voltaram da cozinha e todos se sentaram na mesa.

-E agora? -Tom perguntou.

-Precisamos de ajuda. -Hide falou sério e pegou o celular no bolso. -Sem sinal. -Jogou o celular na mesa e esperou todos testarem e fazerem o mesmo que ele.

-Por que ta sem sinal? A gente tinha até poucos minutos atrás! -Rob batia o celular na mão na tentativa de obter resultados.

-Podem ter usado um bloqueador de sinal, é ilegal mas, não é muito difícil arrumar um. -Yumi explicou.

-Ta de brincadeira! -Ele colocou a mão na testa. -Então não tem como chamar a polícia?

-Talvez tenha! -Anne pegou seu celular e começou a digitar algo. -Alguns dispositivos tem um modo de emergência, geralmente ninguém usa isso então não ficam muitas pessoas procurando alguma mensagem, mas é uma chance de pedir ajuda! -Ela disse com um sorriso forçado.

-Melhor que nada. -Tom disse.

-Precisamos sair da sala. -Hide se levantou. -Aqui ele pode nos ver com facilidade.

-E pra onde vamos? -Gui perguntou. -Todo lugar tem janelas e portas.

- O único lugar que tem é o porão. -Yumi falou baixo e corou um pouco. -Mas não podemos ir la, é completamente fechado, ficaria fácil matar todo mundo.

-Você ajuda muito desse jeito. -Rob reclamou.

-Pode ficar la se quiser, eu só quis avisar. -Yumi retrucou e mostrou a língua.

-Quantos anos você tem? -O garoto com cabelos enrolados perguntou sarcástico.

Pouco antes de receber uma resposta, as luzes se apagaram e todos levaram um susto.

Peguei meu celular e liguei a lanterna, não estava muito escuro ainda, mas a luz do sol estava quase completamente fora alcance. Logo todos me imitaram e se entreolharam. Um mau pressentimento percorreu meu corpo, se tem uma coisa que eu aprendi com todos os filmes que a Mad nos fez assistir foi que, quando não tem luz, algo ruim acontece.

Ay colocou a mão na boca e recuou alguns passos assustada.

-O quadro de luz fica -Seus olhos se arregalaram e ela fez uma pequena pausa. -Aqui dentro.

Ela falou a última parte baixo, mas foi o suficiente para desesperar a todos.

-Calma, tem como ele desligar la de fora, não tem? -Gui perguntou.

-Não, a energia da casa toda vem de um gerador la no porão. -Anne respondeu.

-Temos que ligar. -Rob andou até uma pequena porta de baixo das escadas.

-Pera! Você não pode descer! -Ay gritou.

-Não tem como ele estar la embaixo, vimos ele do lado de fora da casa, passar pela sala seria o único jeito.

-Leva isso. -Yumi entregou uma faca para ele.

 

Rob

Eu peguei a faca e agradeci. Me virei para a escadaria e iluminei o que pude com a lanterna do celular, era assustador, mas engoli seco e comecei a descer.

-Cuidado. -Ay disse com a voz fraca.

Desci todos os degraus e olhei em volta. Meu coração estava muito acelerado. Eu estava com medo, medo de encontrar alguém la embaixo, medo de perder mais pessoas, mas principalmente, medo de morrer.

Suspirei, aparentemente, não havia ninguém. Procurei o gerador e, assim que o encontrei, me aproximei um pouco.

-Voltou! -Ouvi Tom gritar la de cima. -Deu certo, Rob! Pode voltar.

-Deu certo? Mas nem fiz nada! -Gritei e senti alguém me agarrar. -Aaah! -Gritei e pisei no pé do homem atrás de mim. Eu caí no chão e meu celular e faca voaram longe.

O homem se aproximou de mim enquanto eu procurava minha faca no chão e recuava. Bati as costas na parede e gelei. Eu não tinha para onde ir e ele se aproximava cada vez mais.

-Aaaaah! -Ouvi um grito e vi um vulto de cabelos castanhos atacou com uma faca o homem mascarado a minha frente. -Vamos! -Era Gui. Ele ajudou a levantar e me levou la para a sala.

-Como ele entrou aqui? -Tom e Hide seguravam a porta, onde o assassino batia e gritava.

-Não tem chave! -Anne estava procurando em um pequeno porta chaves na parede.

-Como assim não tem chave? -Tom dizia com certa dificuldade. -Tem que ter chave!

-AAAAH! -O assassino gritou e enfiou um fação na porta, que passou de raspão de acertar a cabeça do Hide.

Os dois se afastaram da porta e ela se abriu, revelando um homem magro com máscara de macaco. Ele sangrava no braço direito, onde Gui havia o acertado. Ele se aproximou do moreno e sussurrou.

-Alguém vai pagar por isso. -Apontou para seu braço e andou até a porta da frente. Quebrou a fechadura com o cabo de sua faca e saiu andando.

-O que foi isso? Por que ele não matou ninguém? -Tom parecia incrédulo. -A Crystal morreu sem nem fazer nada, ele teve a oportunidade agora, por que não fez nada?

-Para de reclamar, queria que ele me matasse? -Gui estava assustado.

-Claro que não, mas a questão é outra!

-Crystal tentou fugir. -Hide disse simples. Ele realmente me incomodava falando assim. -Talvez tenha sido por isso.

-Então eles não vãos nos matar se ficarmos aqui? Engraçado, porque a Mad morreu aqui dentro. -Olhei para ele sarcástico.

-Pode ter sido só pra começar tudo. -Yumi sugeriu.

-Ah, então ela foi o prato de entrada dessa brincadeira? -Eu gritei.

-Eu não disse isso! Nem acho que tenha sido, mas não temos muitas opções aqui.

 

Ay

Todos ficaram em silencio por um tempo, até Gui falar.

-Não podemos ficar descuidados. -Ele se levantou e foi até a cozinha, de onde tirou algumas facas e espetos de churrasco. -Aqui, cada um pega um.

-Pera, quer que a gente faça o que com isso? -Tom o encarou.

-Precisamos de defesa. -Ele disse sério, parecia estar com medo.

-Quer que a gente mate alguém? -Hide perguntou sério.

-Se alguém tentar enfiar uma faca na sua cabeça, eu acho melhor você ter como se defender. -Gui tinha a voz trêmula.

-Precisamos olhar os quartos. -Yumi pegou minha faca na mesa.

-O-olhar? -Eu perguntei.

-Assim como tinha alguém no porão, pode ter de baixo da cama ou em algum armário, não vamos conseguir fazer nada se algum deles estiver na casa. -Hil suspirou nervoso.

-Algum deles? -Rob o encarou.

-O cara que matou a Mad tinha mascará de porco. -Hide explicou. -O do porão tinha uma de macaco.

-Quer dizer que tem dois? -Meus olhos se arregalaram.

-Pode ter mais que dois. -Gui colocou as mãos tampando o rosto e apoiou na mesa.

Meu corpo gelou. Parando para pensar, é verdade, nós não temos ideia de quem são eles, podem tem 20 caras lá fora, não tem como adivinhar.

Eu peguei um espeto a churrasco e passei de leve o dedo na ponta.

“Eu vou te proteger, Ay.”

A voz suave de Hil percorreu minha cabeça. Ela soava calma e confiante, embora eu tenha quase certeza que ele não estava. Um sorriso de lado involuntário cresceu em meus lábios. Eu havia acabado de ver duas das minhas melhores amigas mortas e dois dos meus melhores amigos quase seguirem o mesmo caminho, mas eu me sentia segura ao lembrar daquelas palavras.

-Vamos então. -Me levantei e falei em tom baixo. Todos pareceram surpresos e receosos, mas me imitaram.

Logo começamos a vasculhar toda casa. Por sorte não achamos ninguém.

-Ta tudo bem? -Hil me assustou um pouco chegando ao meu lado de repente.

-Sim. -Respondi com dúvida. -Bom, não. -Ri sem graça. -Mas vai ficar.

Recebi um sorriso de lado como resposta, e logo o albino deu alguns passos para frente, se afastando.

-AAAAAAAAAAH! -Ouvi uma voz estridente vindo do quarto ao lado, tinha 100% de certeza que era Anne.

Todos correram até ela, e se depararam com uma morena chorando ao pé de uma grande gaiola aberta. Ela segurava forte algo contra o peito.

-Chilla! Não, não, não!

Observei a cena com olhos marejados, eu sabia que Anne amava aquele pequeno roedor. Ela estava com a roupa suja pelo sangue do animal, mas continuava la se esperneando.

-Anne. -Gui tentava tirar ela do quarto, ou pelo menos de perto do animal, mas sem sucesso.

 

Gui

Depois de muito tempo, Anne se acalmou. Levei ela para outro quarto e ela se deitou na cama. Já havíamos terminado de olhar toda casa, não tinha ninguém la dentro, o que acalmou a todos. A maioria desceu, mas eu fiquei no quarto com Anne.

-Não chora. -Eu limpava algumas lágrimas do rosto angelical e infantil da menina. -Vem cá. -Eu abracei ela.

Não recebi resposta por um tempo, mas quando ia me afastar, ela me apertou forte.

-Não entendo porque estão fazendo isso.

-Não acho que tenha motivo, mas vamos sair dessa. -Me afastei e depositei um beijo em sua testa. Ela me olhou por um tempo e me puxou para um beijo.

Subi em cima dela e afastei seus cabelos de perto do pescoço, onde dei chupões e mordidas fortes.

-Onii-chan. -Ela gemeu em meu ouvido. Eu sabia que era a hora errada, mas mesmo que eu quisesse, não ia conseguir para agora. Tirei a blusa da mesma e comecei a beijar seu colo de leve, enquanto passava a mão nas coxas e bunda, expostas devido a saia rodada.

Voltei a me concentrar em seus lábios, onde temos mais um beijo, desta vez, muito mais quente.

-Ah! -Suas mãos começaram a passear em meu abdômen e me arranhar de leve. Sorri com aquilo e tirei minha camiseta. Me abaixei um pouco até chegar a calcinha de Anne. Tirei delicadamente a peça, junto com a saia e encostei de leve minha língua.

-Ah, Onii-chan! Ai não! -Ela gemeu alto. Aquilo me fez ficar muito animado, então comecei a passar minha língua pelo seu sexo. -Onii-chan! Ah! -Ela praticamente gritou quando eu comecei a ameaçar enfiar minha língua dentro dela.

-Não gosta? -Sorri e levantei a cabeça. Ela estava corada.

-G-gosto. -Ela respondeu tímida. -Onii-chan -Ela me chamou e eu subi até ela para ouvir suas palavras em meu ouvido. -Quero sentir você dentro de mim. -Sua voz era doce como a de uma criança pedindo doce para os pais, mas suas palavras, picantes e improprias.

Senti suas mãos desabotoarem minha calça e massagearem meu membro duro de leve.

-A-Anne! -Mordi meu lábio inferior, impedindo muitos gemidos.

-Assim esta bom? -Ela perguntou inocentemente, e a única coisa que consegui dizer foi um sim abafado.

Me afastei um pouco, não ia mais aguentar por muito tempo. Me posicionei e encarei ela. Sorrimos um para o outro e eu penetrei com força.

-Ah! Onii-chan! -Ela gemia cada vez mais alto. -Mais!

-Anne! -Eu a acompanhava.

Passado um tempo, gozamos juntos e eu deitei do lado dela.

 

Hide

Revirei os olhos ao passar na frente do quarto que Anne e Gui estavam. Foi ver se ela tinha melhorado, mas tudo que ganhei foi o constrangimento de ouvir gemidos.

-Eles estão bem. -Me sentei na mesa onde todos estavam esperando.

-Queria falar o que? -Rob me perguntou grosso.

-Bom -Comecei, era melhor abrir o jogo logo. -Outro dia

Comecei a me lembrar de uma conversa que tive com Yumi.

Flashback on

“-Posso contar uma coisa? -Ela perguntou me encarando de forma preocupada.

-Diga. -Respondi e olhei para ela.

-Ontem quando eu fui tomar banho, eu ouvi uns barulhos estranhos vindo do quarto do lado, achei que era minha imaginação e ignorei, mas quando sai do banheiro, ouvi passos vindo do quarto trancado. Eu fiquei curiosa, fui ver o que era. A porta estava aberta e tinha duas máscaras estranhas la, umas armas e a janela estava aberta. Eu -engoliu seco e fez uma pausa. -O livro da Ay estava la -. Meus olhos se arregalaram e meu coração acelerou.

-O-o que? -Pronunciei baixo.

-Pensei que fosse uma brincadeira da Mad, mas andei um pouco mais. Não tinha nada, então eu sai. Voltei mais tarde pra ter certeza, mas estava trancada. Eu tenho certeza que não era um sonho. -Ela me olhou preocupada.

-Não pegou o livro? -Perguntei.

-Não pareceu algo importante na hora.

-Não acho que tenha passado de um pesadelo. -Suspirei. -Yumi, não tem ninguém além de nós na casa, não precisa se preocupar. ”

Flashback off

-Eu achei que era loucura na hora, mas acabou fazendo sentido. -Me virei para os olhares arregalados a minha frente.

-Então tinha alguém aqui dentro o tempo todo? -Ay colocou a mão na boca e eu assenti. -Gui e Anne estão la em cima! -Ela se levantou. -Alguém pode entrar por la!

-Não acho que vai acontecer. -Eu respondi simples. -Um deles é grande demais para passar pela janela sem quebrar e o outro está machucado.

-E se tiver mais algum? -Foi a vez do Tom.

-Só vi duas máscaras quando entrei no quarto. -Yumi respondeu receosa. -Mas, acho melhor tomarmos cuidado.

-Se alguém tem a chance de entrar por la, temos que vigiar o segundo andar também. -Hil suspirou. -Quem se voluntaria? -Nos entreolhamos, ninguém parecia querer ir.

-Eu vou. -Rob se levantou com uma faca e andou sem dar ouvidos a mais nada.

-Vou com você. -Tom o seguiu.

-Ótimo. O resto fica aqui em baixo e protege as portas e janelas. -Eu disse.

 

Anne

-Acho melhor descermos, eles logo vão nos procurar. -Ouvi Gui dizer enquanto o mesmo se vestia.

-Certo. -Respondi baixo. Por um breve momento, havia me esquecido da nossa situação atual. Colocamos nossas roupas e, assim que abrimos a porta, demos de cara com Tom e Rob. -O que estão fazendo? -Olhei curiosa para os dois, que estavam segurando facas.

Eles nos explicaram o que estava acontecendo com calma, e então, eu e Gui descemos para pegar algo para nos defender caso fosse preciso. Eu optei por uma faca pequena, e ele pegou o facão que o assassino havia deixado na porta de porão.

-Não acha uma má ideia? -Eu perguntei.

-Não! -Ele deu um leve sorriso. -É mais eficiente e, se aquele cara estava usando, é por que é uma boa arma.

Eu não respondi nada, apenas subimos as escadas e nos sentamos no chão, assim como Tom e Rob faziam.

-E pensar que esse tempo todo, tinha alguém com a gente. -Rob fitava a última porta do corredor com raiva. -Se ele tivesse contado logo, talvez ninguém tivesse morrido.

-Hide? -Gui arqueou a sobrancelha. -Acha que ele queria tudo isso?

-Não é questão de querer, é questão de não se importar em evitar. -O moreno de cabelos encaracolados começou a bater a ponta da faca no chão.

-Não precisa falar assim, Rob. Sabe que o Hide não é de ficar contando as coisas pra todo mundo. -Tom suspirou derrotado.

-É esse jeito dele que me irrita! O que custa avisar que algo não ta certo? -Uma parte de mim concordava com Rob.

-Eu não acho que ele tenha tomado a decisão certa escondendo algo de nós. -Eu finalmente disse. -Mas não podemos apontar dedos assim.

-Vai dizer que não acha suspeito ele e a Yumi saberem que tem um quarto trancado que aparece aberto, cheio de máscaras e o livro que a Ay estava procurando? -Ele se exaltou um pouco.

Eu parei para pensar, fazia sentido no final. Eles sabiam de algo, mas optaram por não falar. A pior, e talvez mais suspeita, parte disso tudo é como Hide se mostrou frio perante as mortes. Mesmo parecendo assustado no começo, ele ficou calmo, parecia tão indiferente em relação as mortes ocorridas, chegava a me dar calafrios.

Abri minha boca para dar uma resposta em concordância, mas fechei ao lembrar que não levaria a nada ficar acusando meus amigos.

-Chega. -Tom disse. -Não podemos acusar ninguém, muito menos porque não temos prova alguma. -Isso encerrou de vez o assunto, então todos ficaram em silencio.

 

Yumi

-Ainda não temos sinal. -Ay olhava o celular decepcionada.

-Não acho que vamos ter sinal tão cedo. -Hil suspirou.

-E se -Eu comecei a falar.

-Se? -Ay perguntou.

-Nada, era uma ideia idiota e suicida. -Eu fechei meus olhos e encostei a cabeça na mesa.

-Qual era? -Hide pareceu levemente interessado.

-Bloqueadores raramente passam o raio de 1km. -Eu levantei a cabeça. -Existe a possibilidade de só terem dois caras, se eles estiverem distraídos, alguém podia sair da casa e correr atrás de sinal, as unidades policiais não ficam tão longe assim. -Todos me olharam com uma esperança. -Mas seria imprudente fazer isso. Podem ter mais pessoas, um bloqueador de alta qualidade, ou até mesmo, vários espalhados.

Ouvi suspiros decepcionados vindos dos presentes. As chances de um plano assim dar certo eram de apenas 10%, é quase impossível.

-Não é uma boa opção. -Hil murmurou. -Nenhuma outra ideia? -Balançamos a cabeça negativamente.

-Nosso plano é ficar esperando algo acontecer? -Ay tinha um ar triste e preocupado.

-N-!

Blam!

Um barulho de algo pesado caindo no andar de cima me interrompeu e nos entreolhamos procurando respostas. O silencio prevaleceu por um tempo, até ouvirmos um grito estridente e muitos passos descendo as escadas. Rostos assustados se revelaram, porém, nada mais indicava o que poderia ter acontecido.

-O que aconteceu? -Ay perguntou assustada.

-O máscara de porco entrou! -Rob segurou sua faca com força.

-Pelo quarto? -Eu perguntei. Esperava um sim como resposta, mas para minha infelicidade, não aconteceu.

-Não. -Tom me encarou. -Ele entrou pelo sótão.


Notas Finais


PERGUNTAS

1) Seu personagem pode:
( ) Ser sequestrado
( ) Ser estuprado
( ) Perder um membro
( ) Matar um amigo

2) Seu personagem tem um bom senso de direção?
a) Sim
b) Não

3) Se alguém se machuca seriamente e não pode correr, mas vcs precisam fugir do assassino, o que sua personagem faz?
a) Deixa a pessoa para morrer
b) Ajuda ela a fugir (tipo, carregando ela)
c) Se finge de isca para a pessoa se salvar


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