História Cool Kids - Capítulo 5


Escrita por: ~

Postado
Categorias Boku no Hero Academia (My Hero Academia)
Tags Bakudeku, Todobakudeku, Tododeku
Visualizações 139
Palavras 1.683
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Fantasia, Fluffy, Mistério, Romance e Novela, Shonen-Ai, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


*autora de fanfic acaba por quebrar tudo após probleminhas técnicos*
aaaaaaa, aconteceu de tudo na hora de postar esse capítulo! Esse capítulo já tá na minha lista negra de tanto coiso que me aconteceu.
Boa leitura (・_・ヾ

Capítulo 5 - Like the cool kids


"Like the cool kids"

 

O diretor chama um dos que estavam atrás de si, um dos professores, Izuku descobriu enquanto o mesmo era apresentado. Parecia um homem normal, tirando o fato que parecia não dormir há dias, e estava descabelado. Era chamado de Eraser-Head, achou o nome estranho, até ridículo, ninguém inventa nomes assim para usá-los, parece coisa de histórias em quadrinhos. O que parecia ainda menos lógico.

O tal Eraser-Head estava ali, no meio, anteriormente ocupado pelo diretor, que já tinha sumido dali antes que alguém pudesse notar – esperto, quem iria querer aguentar um monte de adolescentes, não é?

— Eu sou um dos professores dessa instituição, podem me chamar de Aizawa, se quiserem, Eraser-Head é meu nome de “trabalho”. – Ele parecia o mais entediado de todos ali presentes. — Vamos logo com isso, certo? Estou cansado. Na hora do almoço teremos as apresentações de vocês, podem se exibir um pouco como sempre, sem exageros ou alguém terá que intervir, e se for eu, sintam-se expulsos.

Um silêncio. Alguém se olharam assustados, porém o professor seguiu falando.

— Os veteranos podem sair agora, levem suas coisas e logo vocês acham outro professor para auxiliar, eu irei junto também.

Boa parte saiu dali, alguns pegavam suas mochilas e outras malas, saindo dali. Izuku olhou pelos lados e notou aqueles mesmos olhos vermelhos de antes, dessa vez pode ver bem o garoto, os cabelos espetados e louros, com uma carranca no rosto. Tremeu um pouco com a memória daquele mesmo garoto, Bakugou Katsuki. Lembrava-se perfeitamente daquele nome, mesmo que tivessem se passado muitos anos desde que tinha o visto pela última vez.

Estremeceu, as memórias que possuía daquele garoto não eram agradáveis. Lembrava apenas do bullying interminável que sofreu nas mãos dele até o dia que a família de Bakugou fôra embora. Agradeceu tanto aos céus, era como se sua vida tivesse recomeçado após todo aquele trauma. O medo de que tudo viesse atormentá-lo novamente veio com tudo, e ele queria sumir dali.

Talvez nem fosse ele, caramba, faziam uns dez anos já, pensou. Provavelmente tinha se enganado, como ele iria se lembrar de um garotinho que agora era um adolescente? Muito diferente?

Estava maluco mesmo.

Alguém passou ali, parando na frente dele e dos outros, rindo um pouco.

— Eu não queria ser vocês agora! – Izuku não sabia identificar se era algo sério ou pura zombaria. Todavia, mais alguns foram ali dizendo esse tipo de piada, até Todoroki decidir interferir.

— Saíam logo daqui. – Novamente estava muito próximo de Izuku. — Estão nos incomodando.

Eles foram embora, rindo e se empurrando, como adolescentes normais – presumiu, mas ainda pareciam anormais para si –, Todoroki continuava bastante próximo de si.

— Eles não te deixaram nervoso, não é? – Perguntou. — Seria péssimo se você voltasse a ficar assustado agora.

— Eu estou bem. – Tranquilizou o “cabeça-duas-cores”. — E você está agindo como um stalker, sabia? Isso sim é assustador.

— Ah… – Ele abriu a boca, porém logo fechou. — Tudo bem então.

Obrigado por finalmente me dar espaço pessoal!”, agradeceu mentalmente, assim que ele estava uma distância agradável de si. Decidiu andar até perto dos outros, e ficou próximo as janelas do salão. Tentando se acalmar sozinho desta vez, ainda tinha a parte dos novatos para suportar. Grande maioria já tinha ido embora, estava aliviado ao ver alguns rostos conhecidos do ônibus. Iida, Uraraka e a garota sapo, Asui, também estavam ali ainda, juntos ao que parecia. Todoroki também continuava ali, esse parecia olhar para todos com uma expressão neutra, sua personalidade parecia uma lacuna para Izuku, às vezes ele parecia querer ajudá-lo (e também ser um stalker/intrometido) porém com todos os outros parecia alguém tão insensível e frio.

— Agora eu tomarei conta dos calouros! – Um homem alto e musculoso estava ali, vestido de super-herói? Para que a capa e todos aqueles adereços? Realmente, um diretor rato não era tão anormal comparado as roupas daquele professor. — Sou All Might, um de seus novos professores!

O professor de antes passou ali entre eles, olhando atentamente cada um deles. Por fim avisou que o outro, All Might, fizesse logo o que devia para dispensar todos.

— Quem sabe os reais motivos de estarem aqui podem ir junto conosco. – Avisou. — Quem está olhando para os lados como um rato tonto – Izuku quase tropeçou. — Fique com o Yagi e ele explicará tudo, mesmo que eu tenha minhas dúvidas sobre a inteligência dele.

Sobrou apenas ele ali? Olhou para os lados vendo mais rostos desconhecidos, reconheceu apenas o garoto de cabelos violetas, com sua expressão mal-humorado que espantava qualquer um. Então ficou ali, esperando pelas orientações daquele professor brutamontes – já que não tinha muitas opções mesmo.

— Certo, certo. Vejo que não temos muitos aqui e..

— Você parece estar nos enrolando, sabia?

— Não precisam me interromper! – Ele disse. — Me sigam apenas, vamos para um lugar mais calmo, talvez não será fácil para vocês quando eu contar tudo.

Acho que esse homem está louco. Até parece que ele irá dizer que estamos morrendo.”, pensava Izuku, enquanto seguia o professor, junto dos outros calouros que pareciam tão perdidos quanto ele próprio.

 

Acabaram por chegar na frente de uma porta gigantesca, constatando pela altura do professor não parecia tão anormal. Por fim todos entraram ali dentro, um lugar simples, para descanso provavelmente. Logo todos estavam em um semi círculo, a sala parecia cheia em comparação ao imenso salão onde estavam antes. All Might estava no meio de todos, bateu as mãos para chamar a atenção de todos – como se todos já não estivessem encarando-o cheios de curiosidade nos olhos.

— Meus jovens, vocês conhecem as histórias em quadrinhos? Aquelas de super-heróis? – Perguntou.

— O que isso têm haver com isso tudo? – Alguém perguntou.

— Isso é totalmente aleatório! – Outro frisou.

— Estão errados! Não tem nada de aleatório nesta pergunta. – Ele respondeu. — Nessas histórias existem heróis, usando suas capas e defendendo a paz no mundo de vilões. Parece simples para mim e vocês?

— Aonde você gostaria de chegar com esse assunto? – Izuku decide se pronunciar.

— Oras, é simples! Vocês são os heróis dessas histórias, entretanto, vocês não existem naqueles quadrinhos, vocês existem de verdade no mundo real. – Explicou. — Cada um de vocês possui uma individualidade, um dom único, o “super-poder” de vocês. Neste mundo existem muitas pessoas com peculiaridades, as mais diversas, desde o simples que vocês conhecem em histórias à dons extraordinários.

Izuku parecia estar em um novo mundo, digo, dons? Uma peculiaridade? Individualidade? Super-heróis? Defensores da paz? Derrotar vilões de planos mirabolantes? Usar roupas colantes e cueca por cima das calças? Que tipo de mundo aquele homem estava falando com um grande sorriso no rosto? Que tipo de instituto permitia um professor nesse nível de insanidade ou nesse nível de drogas no organismo? Ele até perguntava-se o que ele tinha usado a ponto de estar criando uma história tão desvairada como aquela!

Que idiota! Eles estavam no mundo real, REAL, tudo é absolutamente normal, não existia essas histórias de super-poderes ou heróis de capas, nada disso! Existiam vilões, é claro, também existe a polícia e outros. Ninguém nunca gritou por socorro e talvez o Super-Homem tenho vindo ajudar ou talvez o Batman com seu cinto de utilidades? Isso era improvável, não acontecia no mundo normal. Eram histórias para crianças, apenas!

— Isso são historinhas sem nexo algum. – Izuku reclamou, entretanto, era de fato o mais cético dali.

— Super-poder? Uau, isso é incrível! – Uma garota parecia satisfeita com aquela explicação louca. — Então eu tenho um poder? Uma individualidade como o senhor chamou? O que é?

— Isso minha jovem, vocês irão descobrir durante as aulas, é por isso que vocês estão aqui. – Ele respondeu. — Todos vocês, talvez alguns tenham uma ideia de sua peculiaridade agora, mas não temam aqueles que não sabem, todos nós, os professores os ajudarão nessa grande transição em suas vidas.

Todos parecem satisfeitos com aquilo, conversando com o professor sobre coisas que sequer entravam na cabeça de Izuku. Realmente estava no lugar errado, se aquela boba história fosse real em uma porcentagem minúscula – afinal ele pensava que logo que saíssem por aquela porta de novo seriam sedados e passariam um ano letivo deitados à base de drogas e tratados como loucos de pedra –, pensava também no que aquele garoto fã de Melanie Martinez lhe tinha dito, ele era absolutamente normal, então o que um normal fazia no meio dos anormais? Não teria entrado no ônibus errado? Quais as chances de existirem duas U.A alguns metros de distância uma da outra?

Aquilo tudo parecia um teste para sua loucura. E ele estava perto de uma epifania com tudo.

Chegou a conclusão de tentar aceitar aquela história tosca, logo que o professor All Might continuou conversando sobre, sem sequer dizer um “é brincadeira pessoal!”, olhou para suas mãos, ele era normal, não é? Não tinha poder algum! Bobagem, também não seria agradável usar uma cueca por cima das calças! Principalmente se sua roupa fosse demasiada colante no corpo.

— Professor – Foi até All Might. — Se essa sua história toda for mesmo real.. como alguém como eu está aqui? Eu não possuo nenhum desses poderes. Sou a pessoa mais normal que você pode conhecer, eu juro! Eu acabei aqui por acidente, tenho certeza!

O professor deu dois tapinhas em sua cabeça – “tapinhas” entre aspas, afinal ele quase caiu desmontado no chão com o excesso de força que aquele homem possuía –, e com um sorriso enorme e uma gargalhada exagerada ele começou a falar:

— Jovem! Você realmente acredita que está aqui por puro acidente? Você deve possuir uma peculiaridade incrível! Eu tenho certeza! – Gritava. — Mas já que se mantém cético depois de tudo.. posso mostrar-lhe do que nós, heróis, somos capazes.

— Mostrar-me?

— Sim, sim. Tudo bem para você?

— Por que não? – Deu de ombros. — Acho que nessa situação, “só acredito vendo”, se encaixa perfeitamente.

— Ótimo, irei mostrar do que eu, All Might, sou capaz. – Anunciou. — Se vocês – Apontou para os outros calouros. — Desejam ver também, sinta-se a vontade para ficar. Aqueles que querem ir logo com o Aizawa estão liberados.

Alguns alunos saíram da sala, outros, assim como Izuku mostraram-se curiosos – ou céticos – sobre o assunto, e ficaram ali para a tal demonstração de All Might.

— Então, aqui começa a demonstração!


Notas Finais


Eu parei em um momento bom para suspense? Espero que sim.
Esse capítulo não está muito longo, eu sei, eu fico variando muito às vezes. Mas está bem explicativo sobre, bem, sobre o internato acho que sai mais coisas sobre, podem relaxar.

Eu achei um pouco que o capítulo ficou corrido, não sei ao certo, eu tive horrores de problemas na hora de escrever. Afinal eu sempre faço uma notinha sobre o que terá no capítulo e tals, nesse capítulo a notinha não ficou pronta, mas o capítulo sim. Ficou confuso? Espero que não.

Enfim, espero que tenham gostado. Sugestões? Opiniões? Um tapa na cara? Tô aceitando tudo, eu acho, só não xingamentos, tô no fiozonho de tudo.
Beijocas ♥

/scrr, eu pus algumas tags para vocês.
obs: elas estão sujeitas à alterações, antes de eu ser morta < 3


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