História Coração Angelical - Capítulo 25


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Anjos, Aventura, Escolar, Magia, Poderes, Suspense
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Palavras 706
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Escolar, Fantasia, Magia, Romance e Novela, Suspense, Universo Alternativo
Avisos: Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Redenção
"Cada pequeno detalhe pode mudar o curso de um rio e o curso que ele fizer pode ter resultados ruins."
Tem mais uma mensagem escondida nesse capítulo, será que vocês acharão? Essa é diferente. (Dica: não são as palavras em negrito)

Capítulo 25 - Uma missão arriscada


Fanfic / Fanfiction Coração Angelical - Capítulo 25 - Uma missão arriscada

O corpo da mulher cai sem vida no chão. O sangue dela estava cobrindo o chão inteiro. Eu fecho meus olhos, viro e começo a andar, sem olhar para trás. Eu estava arrependida, mas aquilo era necessário para evitar uma catástrofe maior. Um arrependimento enorme criou uma marca no meu coração.
      - Me perdoe por favor....
      As frases que eu escutei naquele dia voltaram a minha mente. Assassina, monstro, demônio... aquelas palavras eram as que me descreviam melhor.
      Eu não podia fazer isso, ela não merecia morrer por algo que não foi sua culpa. Eu não deveria ter feito aquilo.
      Não tinha nenhuma escolha, não podia deixa-la viver, mas também seria injusto matá-la. Mesmo se eu for embora agora algum outro inseto transmitirá a mesma doença ou algo novo e pior, matar o transmissor não era uma opção.
      Eu saio correndo para o corpo da mulher, eu tinha que revivê-la. Não importa se eu tenha que procurar outra solução em menos de dois dias, mesmo que o fim da humanidade esteja próximo, mesmo que a paz seja muito breve, eu não consigo matar alguém que não fez nada ruim para ninguém.
      Meus companheiros me olhavam confusos, seus pensamentos deveriam ser o que ela pretende fazer?
      Ao chegar no corpo da mulher meu olho revela a solução: em sua mão estava um remédio. A única coisa que pode resultar em um final feliz era achar um remédio alternativo.
      Eu estendo minha mão e revivo a mulher do jeito que Ada me ensinou. Eu coloco o tapa olho novamente e levanto minha cabeça.
      - Nós precisamos achar um remédio alternativo, de qualquer jeito matar o transmissor não mudaria nada. Em algum momento outro inseto fará o mesmo.- Eu falo firmemente.
      - Tá mas.... Como?- Diz Anna.
      - Não possuímos nenhum conhecimento em medicina ou ciência para fazer um remédio alternativo.- Completa David.
      - Então nós vamos achar um jeito.-Falo.
      - Uh? Mas como?
      - Vamos invadir o laboratório que está pesquisando sobre o remédio. Que tal? -Sugere Cinder. 
      - Você está lou-
      - Parece um plano ótimo!- Interrompe Anna.
      - Como que parece um plano ótimo!?- Pergunto.
      - Parece muito perigoso, e se alguém nos ver?- Completa David. 
      - Pelo menos alguém com algum senso aqui.- Falo.
      - Mas não tem nenhum outro jeito de saber sobre a pesquisa. O único jeito é invadir.- Fala Alyx. 
      - Então tá... mas eu não me responsabilizo por nada.
      - Nem eu.- Fala David.
      - Então vamos fazer uma plano.- Fala Alyx.- Assim vocês ficam mais tranquilos.
      Voltamos para o presente e esperamos anoitecer para invadir o laboratório que estava pesquisando sobre a cura.
      Eu retiro meu tapa olho para ver onde estavam todos os guardas.
      - Tem dois na porta de entrada, dois na de saída e três andando pelos corredores.
      - Caramba, se tem algo que eles sabem é sobre segurança.- Afirma Alyx.
      - Acho que podemos nos teletransportar para a sala da pesquisa né? Não precisamos passar por tudo isso.- Sugere Anna.
      - Si- Não!
      - Não?
      - Um dos guardas acabou de entar lá.
      - Nossa.... estamos ferrados.- Assumi Cinder.
      - Nós podemos entar pela tubulação, que nem em filmes de terror!- Fala Anna animada.
      - Isso só acontece em film-
      - Boa idéia.- Diz Alyx.
      - Da para parar de me interromper?
      Antes de conseguir terminar minha frase elas já estavam entrando na tubulação.
      - Fazer o que né....
      Enquanto estávamos rastejando pela tubulação eu perco a visão dos guardas.
      - É aqui, podemos descer?
      - Eu não sei...
      - Como assim?
      - Eu não consigo ver onde os guardas estão mais!- Sussurro.
      Meu olho voltou a ser castanho novamente. Sem saber o que fazer nós procuramos por guardas com nossos próprios olhos, um guarda passa com a lanterna de baixo da tubulação e vai embora.
      - Agora!
      Nós descemos da tubulação e chegamos na sala, mas acabamos fazendo tanto barulho que o guarda volta.
      - Parados aí!
     


Notas Finais


Que tensão! Encontraram a mensagem? Se sim coloque nos comentários. Obrigada por ler! Se tiver algo que vocês querem que eu melhore me avise, espero que estejam gostando!


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