História Coração de Fada - Capítulo 12


Escrita por: ~

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Categorias Fairy Tail
Personagens Erza Scarlet, Gray Fullbuster, Jellal Fernandes, Lucy Heartfilia, Natsu Dragneel
Tags Fairy Tail, Guerra, Mundo Alternativo
Exibições 85
Palavras 1.457
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Ecchi, Ficção, Luta, Magia, Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Desculpa pessoal, eu demorei de postar porque tiveram essa volta das festas, eu viajei, fiquei nervosa por causa do resultado de uma prova que fiz, sai muito e não tive muita cabeça pra vir ao computador, mas aqui está mais um capítulo, espero que estejam gostando.

Capítulo 12 - Fragmentos de todo nosso final


-Ei! O que você está tentando fazer de novo?- e lá estava Erza e Gray parados na frente da sala, Erza adentrou-se enquanto Gray ficou por lá mesmo e Levy aproveitou para sair da sala e fingir querer conversar com ele. Mas ele parecia vidrado na conversa

-Você de novo, já não cansou de proteger seus “irmãos”- disse Jellal rindo da cara dela.

- Olha aqui, se você quiser que eu ferre com sua vida, então toque neles-Erza disse, o que não era uma boa referência ao meu poder de defesa, indiretamente.

-E eu estarei sempre aqui pra ajudar também-disse Gray.

-Veja só, não é mesmo que eles gostam de vocês, e eu aqui atrapalhando a vida da família feliz- Jellal disse.

- Jellal você nunca amou sua família?- eu perguntei, mas não foi uma boa ideia.

-Aqueles, minha família, se fossem, eles teriam recusado o mandado do exército, eles sempre me odiaram, por que eu gostaria de alguém que me odeia? Ilógico. Mas você coitada, nem deve ter conhecido o miserável do seu pai e a coitadinha da sua mãe.

-Já chega! Ela não precisa ouvir isso seu idiota, você é mau, eu não gosto de você- disse Erza, quase chorando, mas acabou resistindo e suas lágrimas desapareceram dos olhos, mas estava com a aparência de raiva.

Parecia que Jellal voltou a si depois do que ela falou, ele ficou com a mão na cabeça e depois foi sentar na grama do quintal, o que foi bem estranho. Eu fui até a cozinha e bebi um copo d’água, tentei fazer com que não tivesse acontecido nada, mas acabei lembrando do pesadelo, do dia em que Jellal foi capturado, no dia em que nos prenderam e também na possibilidade de aquele barbudo descobrir tudo e nos mandar pra guerra. Respirei fundo algumas vezes e fui ao meu quarto tomar banho, voltei para sala, ainda era de tarde, todos estavam na sala, todos em silêncio, pareciam assustados e quietos demais para o que era de costume, então eu liguei a TV para distração e alguns riram discretamente do programa de comédia que passava, e assim foi no jantar e antes de dormir. Natsu tinha deixado um travesseiro e um cobertor para Jellal na sala. E eu repeti o novo ritual que criei de olhar todos antes de dormir.

Natsu dessa vez estava acordado e ele estava olhando para sua capa, quando me viu, disse, fechando lentamente a porta:

-Desculpe por hoje, já aguentei isso várias vezes- ele olhou para baixo, arrependido.

E eu assenti. Depois vi Levy fingindo estar dormindo no seu quarto e acenei pra ela, mas ela não respondeu só piscou os olhos, Gray estava no banheiro fazendo algo, e Erza estava fazendo uma coisa que eu nunca imaginei que ela faria na minha frente, chorar. Eu fui até ela para perguntar.

-O que foi?-perguntei.

-Eu sempre tento fazer com que as coisas sigam corretamente, mas sempre acontece algo-ela fungava- aquele maldito do Jellal, o jeito que Natsu o descreveu não é nada parecido com o que ele realmente é. Eu pensei que ele seria um bom amigo e ele odeia pessoas como nós.

-Eu sei que você quer que tudo dê certo, eu também quero, mas nem tudo que a gente quer a gente pode. Cadê aquela durona que me xinga? Que grita com todos? Que quase matou umas das suas amigas. Enxugue as lágrimas.

-Está bem. Obrigada.

-Não tem de que, até porque eu tenho que agir como uma ...

-Não precisa dizer- ela sorriu e eu sai do quarto, pulando, e depois observei se alguém estava olhando.

Fui dormir e tive mais um pesadelo de novo. Eu estava em lugar deserto como quando estávamos em fuga. Mas parecia recentemente atacado, eu olhava de um lado para outro buscando por sinal de vida e não encontrando, até que uma vozes apareciam, primeiro a de Jellal, ele dizia: ”Não me leve a mal, mas você sabe com tudo isso vai acabar, veja”. Depois foi a de Levy: ”Lucy, você me ajudou a descobrir o que é estar na companhia de pessoas confiantes, isso em troca por eu ter te salvado”. Depois veio a de Erza: “Realmente, não temos o que queremos e sim o que podemos”. A de Gray: “ Eu me culpo por você está se sentindo assim, não queria que ficasse mal, desculpa”. E finalmente a de Natsu: “Acorda Lucy!”. Quando abri os olhos lá estava ele abrindo as janelas pra que o sol entrasse, eu grunhir de estresse, mas depois me levantei com uma cara de zumbi e fui direto para o banheiro. De lá mesmo eu conversei com ele.

-Um bom dia seria mais viável, sabia?

-Um bom dia seria mais viável, sabia?-disse ele imitando minha voz de um jeito horroroso- Nós temos que ir a Fairy Tail acertar as coisas e falar sobre Jellal com o mestre.

-Você acha mesmo que Jellal quer isso?

-Não muito bem, mas ele é meu amigo, talvez se eu conversar com ele, quem sabe.

-Eu tenho maus pressentimentos em relação à ele-falei saindo do banheiro vestida na minha nova roupa, a qual todas eram iguais só mudava de uma azul e branca pra um conjunto com uma blusa rosa e uma saia preta.

-Sim, mas, por quê?

-Eu tive um pesadelo e ele estava estrangulando a Erza-quando acabei de contar a ele, sua expressão de rosto foi sutilmente de susto, mas depois voltou ao normal. Até porque, como ele já havia dito, uma vez Jellal já tentou ataca-lo.

-Mas como eu disse, eu vou conversar com ele- assim que acabou de falar, ele saiu pela porta e eu fui para a cozinha.

-Cadê Levy?-perguntei a Erza que estava pegando um pedaço de bolo de morango que estava na geladeira, que é claro que ela pediu pra viagem naquela lanchonete.

-Ela ainda está dormindo, não acordei-a porque eu achei que ela vai se lembrar dos velhos tempos e acordar assustada.

- Então sou eu que vou ter que preparar tudo.

-Se quiser tem algumas coisas instantâneas na prateleira, café, misto congelado, polpa de fruta. Mas ainda prefiro meu bolo de morango.

Eu peguei alguns ovos e fritei, e peguei o pão que nós recebíamos diariamente e o cortei como torrada, fiz suco com polpas e tentei fazer um café, depois chamei todos para irem tomar café, e claro que tive de acordar Levy.

-Que dor de cabeça-Jellal disse- Espera, isso é cheiro de café?

-Sim-respondi.

-Obrigada e, desculpa mais uma vez, acho que vacilei de novo-ele disse passando a mão na nuca.

-Desculpas aceitas, por enquanto-eu disse, e ele já sabia que eu não ia com a cara dele e ele o mesmo.

Então agora estavam todos sentados na mesa, tivemos que pegar uma cadeira da sala de estar para Jellal, mas era mais confortável que a nossa. Erza o evitou até ela sair da mesa, já que ela começou a comer primeiro, mas o resto estava agindo como se nada houvesse acontecido. Quando terminamos de comer eu liguei para Juvia nos buscar, achei que nós já estávamos formando uma amizade, pelo menos ela não me odeia com me odiava antes. Ela ficou tentando conversar com Gray, mas só deu pra conversa realmente quando chegamos na academia, e nem tivemos tanto tempo assim, como nós erámos novatos tínhamos que aprender alguma coisa primeiro, como a história do refúgio, como os magos protegem, como se fez a barreira, entre outros, enquanto Natsu estava mais o mestre e Jellal planejando algo.

Nós aprendemos que foi logo após a segunda guerra mundial, aqueles ataques a nossa terra que destrói-se até hoje deixaram todos assustados, foi quando criaram o refúgio, vieram alguns magos para cá, que poderiam ser avós ou bisavós do que estão agora comandando. Eles fizeram uma barreira com a mistura de todos os poderes dos magos e com a força de uma maga celestial que foi passada para um aprendiz dela e que depois acabou sumida, mas ainda havia outros, isso me interessou, esperei até o final da aula pra perguntar.

-Com licença, eu sou uma maga celestial e queria saber por que essa aprendiz sumiu.

-Tivemos notícias que ela saiu para tentar resgatar pessoas impossibilitadas e nunca mais votou, foi a pouco menos de uma ano atrás.

-Um ano atrás? Então...

-O que foi?

-Nada, nada, obrigada por responder.

-Não há de que, boa sorte- disse a moça com cabelo cinzento, que foi quem me atendeu.

Fui correndo falar com Natsu, mas ele ainda estava ocupado, então falei com Erza, Gray e Levy quando nos encontramos, estávamos sentados numa mesa.

-Então você quer dizer que sua mãe poderia estar aqui e que talvez eles insistam para que você fique no lugar dela,-disse Gray-interessante, nada mal.



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