História Coração de Fada - Capítulo 14


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Categorias Fairy Tail
Personagens Erza Scarlet, Gray Fullbuster, Jellal Fernandes, Lucy Heartfilia, Natsu Dragneel
Tags Fairy Tail, Guerra, Mundo Alternativo
Exibições 68
Palavras 1.417
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Ecchi, Ficção, Luta, Magia, Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 14 - Descobertas


Nós voltamos pra casa depois de à tarde chegar, todos estavam descansando, como sempre. Eu pedi a moça de cabelo cinza reservasse a próxima missão para mim, então a qualquer momento poderia sair dali daquele dia monótono, mas a maioria das missões eram muito fáceis, e também havia aqueles que cuidavam da barreira, os mais experientes, por isso falei com Levy para me emprestar um dos seus livros e eu trouxe uns da biblioteca de Fairy Tail. Passei o resto do dia lendo e acabei dormindo com a cara no livro e tentando beber o café. Mas quando acordei no outro dia eu estava na cama, mas não liguei muito pra isso e me levantei e me preparei para o dia empanturrado da comida nada muito boa de Erza.

-Bom dia rapazes e moças!-eu disse.

-Você viu? Estava caindo baba da boca dela, foi muito nojent...Oi Lucy!- Gray disse.

-Do que vocês estão falando? De mim não é?-falei.

-Se a carapuça servir, nós deveríamos ter deixado ela com a cara no livro e baba-lo todo- disse Natsu.

- Hi,hi,hi-eu ouvia risinhos vindo do lugar onde Erza estava.

-Você está babando meus queridos filhos?-Levy perguntou, nunca entendi esse seu apego por livros.

-Eu não estou babando nada, eles que são idiotas-respondi.

Eles ficaram sem graça e calaram a boca, tomamos café em silêncio e com expressões no rosto de reação a comidas azedas, amargas, doce demais, enfim, até a água estava meio alterada. Assim que chegamos em Fairy Tail, recebi a notícia de uma missão, era no Conselho, eu deveria falar com um dos prisioneiros de lá a mando do pai dele, porque infelizmente não podia ser visitado. Eu avisei a todos que iria sair e fui resolver o problema o mais rápido possível para que os iens chegassem mais rápido.

Entrei no Conselho sem transparecer que eu sou uma experiência de laboratório na qual tinha mais consciência que muitos humanos normais por ali. Fiquei tentada a ir nos computadores procurar sobre minha mãe. Então assim pedi que a secretária me deixasse ver os dados do prisioneiro primeiro antes me comunicar com o tal. E fiz isso, mas depois pesquisei sobre Lucy no computador, deu um resultado com um link ao do que era provavelmente minha mãe, abri a parte dela, e lá estava as informações que não tinha no papel, no site dizia que ela estava morta, que foi alvo da empresa que atualmente veem fazendo experiências não muito éticas, e lá estava o nome do meu “pai”, não quis ler muito sobre ele, só vi que ele conseguiu sair daquele fim de mundo e vir para cá. Depois me levantei e fui falar com o prisioneiro.

-Olá! Posso entrar?-eu disse.

-Oi, já está aqui e você pode destrancar a jaula- era um jovem com a mesma idade que eu, mesma pigmentação de cabelo e pele, o olhos deles eram meio diferentes do meu, era parecido com o de Natsu e o rosto só era um pouco idêntico, mais idêntico que Erza e Gray.

-Seu pai me mandou pra avisar que ele talvez faça uma viagem para fora do refúgio, mesmo eu particularmente ache isso uma completa doidice.

-Acredite, pra ele é melhor sair, ele disso porque iria fazer isso?

-Não, só mandou este recado e disse que se você fosse solto que as coisas estão no mesmo lugar e que você sabe o lugar da chave.

-Obrigada... qual seu nome?

-Lucy!- me lembrei do meu primeiro dia em consciência quando Natsu e Jellal me perguntaram sobre meu nome.

-Lucy? Acho que já vi esse nome em algum lugar, não me lembro. Você é uma fugitiva, não?

-Jornais noticiários sempre revelando minha vida.

- Não, eu não vejo noticiários, eu já ouvi meu pai falar sobre você. Ele era cientista daqueles laboratórios que causavam pavor.

-O que? Como ele sabe meu nome?

-Eu não sei.

-Obrigada assim mesmo, até mais, cuidado, não apronte de novo.

-Obrigada também, vou tentar.

Aproveitei que eu iria pegar a recompensa e falei com a moça de Fairy Tail de novo e perguntei quem era a pessoa que mandou o pedido, mas uma da regras de Fairy Tail é que não posso ir visitar a quem pediu a missão novamente, só que pelo que me lembro não me deixaram nem vê-lo uma vez, então convenci ela que poderia dizer o nome.

-Jude, o nome dele é esse, mas alguma coisa?

-O endereço da casa dele ou algo parecido.

-Aqui está, não posso falar, mas tenho esse bilhete.

-Obrigada, você não sabe como está me ajudando.

-Que nada, boa sorte com seja lá qual for seu objetivo.

-Está bem.

Não aguentei, fui direto para casa dele, não estava aguentando mais desconhecer minha história.  Ele morava em uma casa em grande, com vários muros cercando-a e alta segurança no portão, falei com o segurança que eu era uma da administradoras de Fairy Tail e que precisava conversar com o dono da casa. Por sorte ele me deixou entrar, mas tive que fugir do cãozinho e eu me senti vigiada por câmeras. Toquei a campainha e a empregada me atendeu.

-Olá, em que posso ajudar?

-Quero falar com seu patrão, por favor.

-Vou ver se ele está disponível a visitas.

Demorou uns cinco minutos e ela voltou e me levou até o escritório dele, tentei ser mais comportada possível.

-Pode entrar- ele disse e eu abri a porta.

-Olá senhor Jude, sou Lucy da Fairy Tail e preciso ter uma conversa particular com a sua pessoa- assim que eu falei isso a empregada fechou a porta e saiu.

-Olá, Lucy, o que deseja?

-Eu quero que o senhor me explique o que- pigarrei a garganta- VOCÊ fez com a minha mãe?

-Eu ando com muitas mulheres por ai, especifique-se.

-Layla! Você conhece?

-Layla?! Então você é a, Lucy!

-É o que eu disse no começo da conversa, então quer dizer que você conhece mesmo ela, conte me mais, agora!

-É meio difícil fazer isso agora-ele passou a mão na testa preocupado- mas vou conta-la a história.

-Conte agora!

-Calma. Você já deve saber que sua mãe era uma maga da sua academia, e que ela ajudava com a barreira de proteção e que foi procurar pessoas fora do refúgio para salvar. E também que eu sou, quer dizer, que eu era um cientista de um desses laboratórios, no qual um deles sua mãe estava. Quando eu a vi frágil e inconsciente fiquei um pouco triste e imaginei o que fariam com ela, então...

-Não me diga que é o que eu estou pensando, se não o senhor não vai sair dessa sala nunca mais.

- Não. Eu não fiz nada com ela, apenas escolhi meus genes para que ela pudesse ter a continuação da sua geração.

-Então, en...en... Pai?!

-Sim-ele parecia esperando um abraço meu, mas eu estava muito assustada.

-Então eu sou irmã daquele marginal e você me separou dele e ainda me largou na explosão do laboratório.

-Não, ele é uma versão laboratorial de fertilização e reprodução, não é filho de Layla. Eu não quis te largar lá, eu nem soube que você iria sobreviver.

-Você não sabe o quanto eu passei por todo esse tempo, e olha como está sua vida. Se você não sabe, passei pela mesma coisa que minha mãe, mas por sorte sobrevivi.

-O que? Eles te capturaram, se eu soubesse que estava viva, e cadê os jovens?

-Isso não interessa agora, eles estão felizes onde estão, eu acho. Que saber, preciso pensar, talvez, ainda essa semana eu volte aqui, ou me procure- sai e bati a porta, voltei toda casa e sai correndo do casarão, achei um transporte e peguei par voltar para casa, e em todo percurso eu chorei.

Cheguei em casa e fui direto para o banheiro, todos perceberam que estava tensa, mas só Gray foi perguntar o que aconteceu.

-O que foi Lucy? Você parece nervosa-ele falava pela porta do quarto.

-Eu não quero falar, desculpe, mas eu não quero falar, preciso deitar, amanhã converso com vocês.

E depois não ouvi mais voz nenhuma, ele deveria estar contando ao pessoal que eu estava querendo ficar sozinha, depois do banho, tranquei a porta do quarto e sentei numa cadeira acolchoada que tinha no meu quarto na direção da janela, tentei organizar as ideias e choramingar até dormir. Depois fui acordada por algumas vozes.

-Para, você vai acordar todo mundo- havia uma grande possibilidade de ser a Erza, porque Levy nunca iria estar a companhia de alguém.



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