História Coração de Fada - Capítulo 17


Escrita por: ~

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Categorias Fairy Tail
Personagens Erza Scarlet, Gray Fullbuster, Jellal Fernandes, Lucy Heartfilia, Natsu Dragneel
Tags Fairy Tail, Guerra, Mundo Alternativo
Visualizações 61
Palavras 1.298
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ficção, Romance e Novela, Universo Alternativo, Ação, Drama (Tragédia), Ecchi, Magia, Aventura, Luta, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olá pessoas! Estou muito feliz por comentarem a fanfic e a favoritarem, muito obrigada, continuem lendo e gostando, há muita coisa por vim ainda. E se quiserem falar algo que quer que mude ou explique, pode pedir, eu não mordo.

Capítulo 17 - Um talvez adeus


- Erza! Eu disse, eu avisei- eu disse ao ver a cena do meu pesadelo se repetir.

-Lucy, você sabe, é tudo culpa sua- Jellal disse, enlouquecido.

Natsu tentava puxa-lo, mas ele resistia, Gray estava com raiva, então falei com ele.

-Eu sei que não devo pedir pra ficar calmo, mas, por favor, não bata nele.

-Jellal, me ouve, eu sei que não é você, você nunca faria isso, por favor, perceba o que... cof cof... está fazendo, me largue- Erza disse.

Levy parecia muito assustada pra reagir, então apenas ficou atenta a situação.

-Ei! Não faça isso, você não quer fazer isso. Todos aqui gostam de você, até eu, e assim que você nos trata, fere quem ama.

-Alguém me ama?-ele disse e riu sarcasticamente-São todos falsos, preocupados se eu vou machucar alguém.

-Jellal!

-Cala boca! Maluca! Ou como dizia Natsu. Monstrinho- ele disse a Erza e apertou seu pescoço mais forte.

-Você que pediu amigo, eu não queria fazer isso- Natsu pegou a espada de Erza, que estava visível e alcançável para ele e passou no rosto de Jellal, que sangrou imediatamente, foi um corte profundo na bochecha, quase fazendo um buraco no lado da boca. E largou a espada imediatamente, enquanto Jellal soltou Erza e ela aproveitou para sair e pegar sua espada.

-Droga! O que você fez? Seu idiota. Então é assim- Jellal gritou e foi em minha direção, fiquei com medo, ele vinha correndo, então me encolhi e desejei que aquele momento acabasse logo, mas não acabou, apareceu uma barreira dourada em minha volta o que fez rebate-lo e provavelmente a ficar normal de novo.

Fiquei impressionada. Eu sei que sabia fazer isso, mas não assim, na verdade, todos ficaram surpresos, foi uma clarão maior que ligar uma lanterna na frente de seu olho( não que eu tenha tentado fazer isso) e logo depois que desapareceu, Levy trouxe os curativos para estancar o sangue de Jellal, enquanto Erza tinha fugido para seu quarto e Natsu estava lavando as mãos, psicologicamente porque achou que fez algo que é horrível. Gray estava bebendo água para acalmar-se e para aceitar o que tinha acontecido. Eu fui até o quarto de Erza.

-Quantas vezes eu te falei para se afastar dele, muitas né? Você ouviu? Não. E agora viu o que aconteceu?

-Desculpe, e devia ter te ouvido, mas isso não quer dizer que vai me fazer me distanciar dele. Ele está só precisando de tratamento. Eu nunca imaginei que ele enlouqueceria de novo.

-Se você quer tentar se arriscar de novo? Pode, não vou mais alertar, você quem sabe. Seja Erza, a sabida e eu vou ser a Lucy, a que só faz reclamar. Sorte Natsu ter feito aquilo, você ia morrer.

-Sai do meu quarto- ela virou os rosto pra não olhar na minha cara.

-Já estou fazendo isso.

Fui até a cozinha, onde estavam Gray e Natsu, que ainda estavam lavando a mãe e bebendo água.

- Com certeza esse não é a melhor hora de eu me mudar, mas pelo bem ou quase bem de vocês vou ter que ir, quero que vocês fiquem de olho em Jellal.

-Não vá Lucy, fale com ele, converse, de um jeito ou de outro, se ele se importa com você, ele ficará feliz ao te ver feliz, então explique isso a ele-disse Gray.

-É Lucy, faça isso, amanhã. Não vá, você viu o que você fez, mostre a ele.

- Não! Ele vai ficar impressionado e vai ficar com mais vontade de me prender naquele casarão.

-Faça o que quiser, contato que faça bem a você- Gray disse.

Eu sai da cozinha e fui falar com Jellal. Levy já tinha acabado de colocar curativos, mas ele ainda gemia pela dor que sentia na bochecha.

-Jellal, você precisa se tratar.

-Desculpa Lucy, não quero falar com você, estou com vergonha- ele sussurrou.

- Quando quiser falar comigo estou aqui, mas você sabe que extrapolou, eu já ficaria irritada se você atacasse uma pessoa qualquer e sendo a Erza só piora a situação, estou muito desapontada com você. Não sei que relação de amizade você tem com ela ou com Natsu, mas eu quero que você pense bem antes de fazer certas coisas. Que saber, faça o que você quiser. Na verdade façam o que quiser, não vou mandar ninguém fazer mais nada.

-Seu poder é interessante- ele falou desviando da conversa, mas soou pra mim como um “Você tem razão”.

-É, nem eu sabia que podia fazer isso.

- Você sabe que existem pessoas que estão procurando por isso, ainda mais pelo sumiço de Layla.

-Ela é minha mãe. Acabei esquecendo de falar com todo mundo.

-Ela era de Fairy Tail também?

-Sim. Ainda penso na possibilidade de fica no lugar dela, mas Jude não concorda com isso.

-Fale com ele sobre tudo isso, o poder, sua vontade de proteger refúgio, seus amigos.

-Se vocês insistem. Se você me aprontar mais uma dessa de novo eu juro que te interno num manicômio.

Como já era noite, fui me deitar para me preparar para o dia de amanhã e também fiquei um pouco cansada depois de ter dado susto em todo mundo. Me senti vigiada nessa noite, talvez estivessem indo visitar o meu quarto como sempre faço com eles, mas só que mais perto, não só da porta, talvez todos já estavam com saudades. Depois de um tempo eu abri os olhos, mas só Natsu estava lá, sentado na minha cadeira, dormindo. Eu peguei uma coberta e coloquei nele e fui dormir de novo. Quando acordei todos estavam com humor de despedida e Natsu já tinha se levantado. Fui tomar o café da manhã e ninguém falou nada, juntei algumas coisas minhas que faltavam e coloquei na mala, ninguém veio falar comigo, almoçamos e a casa continuava um silêncio profundo, a única diferença era que Erza estava evitando Jellal. E enfim chegou a hora de ir. Um carro parou na frente da casa enquanto víamos tv.

- Lucy, o carro chegou- Levy disse- Tchau amiga, você vai fazer muita falta, será uma pena não poder continuar na Fairy Tail para nós conversarmos- e me abraçou.

-Tchau Levy, muito obrigada por ter me ajudado todo esse tempo. Se não fosse você eu já tinha morrido- falei e nós duas começamos a chorar.

-Lucy, essa casa é cheia de loucos, eu só conheço gente louca, me salve daqui- Gray disse- me leve.

- Tchau Gray- falei como entendesse que isso era uma brincadeira.

-Tchau.

-Desculpa por tudo que fiz, prometo mudar daqui pra frente, mas você não vai estar aqui para ver- Jellal falou.

-Se você fizer isso de novo eu volto correndo pra descontar- eu falei e apertei a ferida dele como aviso.

-Tchau Lucy, eu sei que você é lerda, não é tão bonita quanto eu, nem tão esperta, mas mesmo assim eu gosto de você e não queria que você fosse.

-Tá Erza, já entendi, vem cá- abracei-a.

Eu fiquei parada olhando a cara de Natsu que não tinha se levantado e nem dito nada. Ele realmente estava triste e zangado, porque ele é assim, sei lá, ele fica parecendo uma criança quando não compram o brinquedo que quer.

-Natsu?! Não vai se despedir.

- Não, você vai voltar.

-Não tenho tanta certeza disso, venha falar comigo.

-Não.

Dei de ombros e fui em direção a porta enquanto os outros me seguiam e ele também, coloquei a mala no porta-malas e quando eu fui abrir a porta do carro uma mão me puxou, era Natsu.

-Não é caso de medo, e sim do coração, o coração de fada que você tem- do mesmo jeito que ele se baseou em uma frase que eu havia dito a ele, ele também pegou minha mão e pôs no seu coração.



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