História Coração de Fada - Capítulo 24


Escrita por: ~

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Categorias Fairy Tail
Personagens Erza Scarlet, Gray Fullbuster, Jellal Fernandes, Lucy Heartfilia, Natsu Dragneel
Tags Fairy Tail, Guerra, Mundo Alternativo
Exibições 46
Palavras 1.000
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Ecchi, Ficção, Luta, Magia, Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oi seres! Hoje entrou um pombo na cozinha daqui de casa, o que não é nada de interessante pra vocês, mas não foram você que saíram correndo pra ele não cagar nas suas cabeças ou no seu café. Enfim, hoje eu presenteio vocês com um pequeno parágrafo de Ecchi, porque é minha primeira fanfic que dá certo. Aproveitem e leem devagar.

Capítulo 24 - Será a felicidade? Aviso


-Entre-ele disse.

-Jude, eu queria te contar algo, não sei se vai ficar satisfeito.

-Eu já sei, eu conversei com ele, é um rapaz bom, ele me contou a história dele, se não fosse ele eu nem estaria te vendo aqui.

-De tanto falarem, acho que devo uma vida a ele.

-E eu repensei, eu poderia ter salvado Layla- ele falou cabisbaixo.

-Ela está feliz onde está, pelo menos eu estou aqui pra contar história. Então... como vai meu irmão?

-Ele ainda está preso, ele roubou várias lojas em um dia só. Vai ficar lá por mais alguns meses.

-Ele já sabe que é meu irmão?

-Sim, ele pareceu meio curioso em te conhecer, perguntou sobre seus amigos.

-Também gostaria de conhece-lo. Bem, vou para meu quarto.

-Tchau, até amanhã.

Meu quarto, felizmente, era no mesmo andar que o escritório dele, então não me cansei com as escadas. Continuei a escrever no meu diário e vasculhar algumas coisas que tinha naquele quarto, até que alguém bateu na porta.

-Natsu, o que foi?

-Nada, só achei que poderíamos passar um tempo juntos sozinhos. Sem falar dos problemas, nem de mais ninguém.

-Aqui?

-Porque não? Está escondendo algo de mim?

-Não, só achei estranho. Entre.

Ele entrou rindo e foi em direção ao diário, o pegou, passou a vista e o deixou na escrivaninha que tinha lá.

-Ainda continua escrevendo. Quando você vai parar? Acredito muito que se acabarem as folhas você irá comprar outro.

-Uma forma de não ficar louca, tenho que me desgastar com algo, não tenho amiga para espancar.

-Agora tem eu, não para espancar, claro. Essa casa é um tédio, a cara de Jude.

-Não fale assim dele, mas a casa é um tédio, exceto por ter livros.

Ele ficou olhando pra minha cara como se tivesse esquecido de prestar atenção no que eu falava e veio até mim, tão próximo que eu ouvia seus batimentos cardíacos. Ele pegou no meu queixo e ficou alguns segundos olhando para minha boca e para meus olhos, segurou na minha cintura e me beijou, não quis rejeitar, era uma sensação boa, eu não sabia onde iria parar ou como. Nos sentamos na cama e continuamos o beijo enquanto eu segurava seus cabelos e rolou algumas coisas,  e assim no final estávamos rindo bestamente e alguém bateu na porta.

-Senhorita Lucy, o jantar, Jude está chamando.

-Já estou indo- falei.

-Será que ela ouviu alguma coisa?

-Talvez, mas agora vamos descer.

Nos arrumamos e descemos juntos, todos estavam lá na mesa novamente, agora com o resto do almoço em mesa.

-Nossa, quanta demora, estou com fome e vocês demorando- Gray disse.

-Pois é, agora eles só andam juntos- Erza disse.

-A suja falando da mal lavada-eu disse.

-Ei, ei, Jude chegando-Levy disse

De repente todos se comportaram como os guardas da entrada do refúgio, parados e esperando uma ordem. Até que ele se sentou e começamos a comer. Erza começou a conversar com ele um assunto que eu não prestei atenção e Jellal estava olhando, Gray se levantou assim que acabou e foi direto pro quarto. Levy ainda continuava a suspirar, então a cutuquei e falei.

-O que há baixinha?

-Nada- ela me olhou de cara feia por chama-la de baixinha.

-Você andou o dia todo assim. Anime-se, estamos livres, e aqui não precisa arrumar nada.

-Tem razão- ela falou e tentou sorrir- vou me deitar.

-Ok. Até amanhã.

-Até.

Eu já tinha acabado de comer, só estava esperando Natsu que roía o osso da carne, uma das cenas que Jude iria surtar de tanta falta de educação. Mas ele ainda estava conversando com Erza. Assim que ele acabou eu me levantei.

-Vai pra algum lugar agora?-eu disse.

-Pretendia passar mais tempo com você, tem outros planos?-ele respondeu.

-Não, eu iria dormir agora, mas tudo bem. Vamos dar uma volta lá fora.

-Estamos indo lá fora, ok?

-Sim, cuidado se a chuva chegar- Jude disse e voltou a conversar.

Nós saímos da casa, mas não do terreno, era grande e dava pra se cansar apenas por andar do portão até a porta. Nós fomos andando até o jardim, não necessariamente perto do túmulo da minha mãe, mas no jardim.

-Ainda anda tendo pesadelos?- Natsu perguntou.

-Não, eles desapareceram. É bem melhor assim e você?

-Você sabe, tem dia que eu nem sonho nada, mas às vezes eu sonho com tudo com o que passei.

-Bem sua cara mesmo. Você acha que Levy e Gray estão meio entediados com isso tudo?

-Eu estou, você está, todos estamos, os livros de Levy ficaram em casa e Gray, você sabe, ele é ele.

-Acho que Levy se sente solitária.

-Por que? Ela tem nós, idiotas.

-Não é esse tipo de solidão, eu peguei ela suspirando.

-Hum, quero conhecer esse carinha.

-Não, ela estava triste, não feliz.

-Sabe, depois que Jellal começou a apresentar os sintomas da reações aos produtos ele vem falando com ela, e ele me contou uma história que ela tinha dito a ele.

-O que foi?

-Ela contou que tinha um fugitivo que foi parar no laboratório onde estava, ele estava meio ferido porque tentou resistir. E antes de ir pra parte, você sabe, aquela que você ficou, ela cuidava dos futuros soldados. Um dia ele começou a conversar com ela, foi como Jude e Layla, ela não conseguiu salva-lo e ele morreu no meio da guerra e meses depois nós chegamos lá.

-Nossa, como ela não me contou nada disso?

-Talvez, sei lá, ela não quis te preocupar, lembra, nada de fortes emoções.

-É, mas e Gray?

-Ele não me fala nada mesmo, quando está comigo, ou são brincadeiras ou é  pra contar como ele “está”.

-Entendo. Juvia nem tem dado tanta atenção ele, ela quase não o vê.

-Pra ele deve ser muito bom. Ela devia desistir. Ele quer viver solitário.

-Se é a escolha dele... veja, uma bomba.

-Não, espera aquela parece uma estrela cadente mesmo.

-Pensa em um pedido. Não me diga.

Eu pensei: Que tudo fique bem.


Notas Finais


Não gostaram, eu sei T.T, como eu vou voltar a me socializar, talvez eu demore mais pra postar amanhã, vou ver como o sol anda novamente.


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