História Coração de Fada - Capítulo 25


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Categorias Fairy Tail
Personagens Erza Scarlet, Gray Fullbuster, Jellal Fernandes, Lucy Heartfilia, Natsu Dragneel
Tags Fairy Tail, Guerra, Mundo Alternativo
Visualizações 52
Palavras 1.074
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Ecchi, Ficção, Luta, Magia, Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


E ai pessoas!! Como eu fui ver o sol, não deu tempo de escrever o capítulo de ontem, mas hoje fiquei até o final do dia pra postar. Esse capítulo está louco pra uns e desvenda alguns segredos do final para outros, pra mim está os dois(é claro, que que escrevi :P). Aproveitem ^ ^

Capítulo 25 - Seu corpo e minha sanidade mental


Eu estava rindo daquilo tudo. O segundo dia foi tranquilo, não houve brigas, não estava tão nublado quanto o anterior, então ficamos todos lá fora aproveitando o sol. À tarde nos começamos arrumar as coisas e a noite Juvia nos levou de volta pra casa.

Passaram duas semanas de trabalho em Fairy Tail, de ida sozinha a casa de Jude e de momentos de ensino com Natsu e Jellal. Mas justo no fim dessas semanas aconteceu um imprevisto, ou previsto.

-Eu não sinto minhas pernas- disse Jellal, isso era tão esperado por ele que ele agia como se tivesse pegado uma gripe.

-Essa hora que não podemos usar as injeções, não vai funcionar, ou pode até piorar, vamos esperar até que ele esteja totalmente inconsciente- Levy disse.

-Espera, ainda estou aqui-ele disse.

-Calma amigão, ela está falando a verdade- Natsu disse.

-Quanto tempo isso vai durar?-perguntei.

-Daqui pra metade do ano ele vai ficar sem movimento de nada, nem facial- Erza disse, aparentava ser a companheira de uma pessoa que estava com tuberculose, mas eu não podia fazer nada, estava do mesmo jeito.

-Ei, ainda não perdi a audição, conversem comigo também- Jellal disse.

-Isso mesmo Erza, ainda não sei direito quanto tempo vai levar para você sabe o que acontecer- Levy falou.

-Morrer. Eu sei, podem falar essa palavra, não ligo-Jellal interrompeu a conversa.

-Então temos que arranjar uma cadeira de rodas não é mesmo?-Gray disse.

-Sim e depois teremos que falar ao mestre sobre isso-eu disse.

-Eu já falei tudo para ele, e disse que a qualquer problema Fairy Tail poderá ajudar.

-Que tal aumentar as recompensas das nossas missões-Gray brincou.

Fomos a cidade e compramos a cadeiras de rodas, não foi nada legal quanto comprar uma roupa ou sapato novo, imagino o quanto foi doloroso para Jellal e o quanto está confusa a cabeça de Erza, eu sei que ela é forte, mas por vê-la observar as pessoas morrendo na fuga nada disso a agradava. Assim que chegamos colocamos Jellal sentado na cadeira, então eu pensei: “E se eu desse minha cadeira acolchoada para ele”. Fui até meu quarto e busquei-a e o ofereci.

-Não precisa Lucy-ele disse.

-Aceite, e eu sei que você gostou muito dessa cadeira-eu disse.

-Está bem, eu aceito- ele tentou rir.

-E também essa cadeira está muito pesada pra eu levar de volta, já estou até ficando tonta de cansaço- e me sentei.

-Mais uma dando problema-Levy disse mexendo na televisão.

-Cruzes, não fala assim-Erza disse- cuidar de Jellal é uma coisa, cuidar dessa gorda é uma coisa muito diferente.

-Você e a senhora da guilda são um doce de pessoa, hum, doce, quero doce.

-Espera, não, agora ela vai ficar maluca primeiro, é tipo um ciclo-Gray disse.

-A única pessoa que está falando besteiras aqui é você, ainda não percebeu, ninguém está rindo- Natsu disse.

-Enfim, eu também quero doce, principalmente se for bolo de morango-Erza disse.

-Levy! Vá comprar!- a peguei pela gola da blusa e percebi que estava sendo louca demais e a soltei-Desculpa.

-Está bem-ela suspirou de novo, e isso já estava me irritando, e foi pegar as coisas para sair.

-Lucy, você está bem mesmo?-Jellal perguntou.

-Sim, porque não? Mesmo tendo sequelas das coisas que fizeram comigo.

-Você está muito pra frente hoje-Jellal disse.

-Por que eu fui mostrar aquele dicionário de gírias antigas pra eles?- murmurei-Eu nunca mais comi doce, o que tem?

-Nada, apenas desfrute do seu vicio com sua amiga Erza-ele disse.

Depois de um momento, finalmente Levy chegou, sem os doces e sem o dinheiro.

-Cadê o bolo?-Erza perguntou com uma cara nada muito satisfeita.

-Fui roubada-Levy disse, com seus óculos tortos nos olhos e assustada.

-O que? Sem doces- eu disse e de repente comecei a chorar e Erza também. E Levy se juntou a nós ao lembrar que teria que pegar segunda via de todos os documento no dia seguinte.

-Eu sentia gosto de tragédia desde o começo-Gray disse.

-Lucy? Você andou falando com seu irmão, ele está vendendo drogas agora?-Natsu disse.

-Não, eu não quero drogas, eu quero doce-eu disse, e sim, eu não estava maluca.

-Vamos Lucy, acho que sobrou um pedaço na geladeira-Erza disse e eu fiquei esperançosa.

Felizmente achamos um pedaço de bolo que ela havia deixado no fundo da geladeira, e em cinco minutos, nós acabamos com a vida do pobre bolinho.

-Me sinto tão melhor agora-eu disse.

-E eu quero mais, você pegou tudo-Erza disse, quando foi ela que pegou um pedaço da minha mão.

O resto do dia foi tirado para falarem da nossa façanha e eu comecei a perceber que não tinha nada a ver com nada, nunca implorei por comida, ainda mais quando se tem de esperar dois dias de um local a outro na fuga. O que seria isso? Um vírus das pessoas normais do refúgio que fazem as pessoas ficarem famintas? Mas deixe pra lá quando fui escrever no meu diário. O qual eu não consegui escrever a segunda folha e dormi em cima de novo.

Passando-se um mês essa tal ”doença” só piorava, era pão puro, frango, sorvete, bolo de morango de novo e o pior era que Natsu passou a me acompanhar. Acabei virando freguesa da loja dos cupcakes que Juvia comprava, e acabei encontrado ela muitas vezes por lá ou a chamando para ir lá quando nos encontrávamos em Fairy Tail. E ao mesmo tempo em que meu sono chegava mais cedo, Jellal perdia os sentidos dos membros superiores. Até que chegou o grande dia das descobertas.

Era um fim de dia e estávamos chegando em casa, e a nossa porta estava arrombada, fomos correndo saber o que foi. Era um vizinho que veio ajudar porque Jellal não conseguia mexer em nada e então como ele não conseguiu abri-la o vizinho teve de dever uma porta as nossas pessoas. 

-Erza, eu não consigo mexer meus braços- Jellal disse, agora ele estava com a cara mais triste.

-Jellal, tenha calma, eu sei que nós vamos estar juntos até o dia do nosso fim, nem que você não consiga falar-ela disse.

-E a história passa novamente na minha cabeça-Levy disse, aproveitando que só eu ouvi.

-Ei vocês, parem de se mexer, não estamos num gira-gira- eu disse.

-Mas nós não estamos mesmo- Erza disse com uma cara confusa ou algo parecido porque não consegui enxergar direito.

-Então por...- eu tentei falar o resto, mas não consegui e acordei com todos sorrindo pra mim.



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