História Coração de Fada - Capítulo 3


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Categorias Fairy Tail
Personagens Erza Scarlet, Gray Fullbuster, Jellal Fernandes, Lucy Heartfilia, Natsu Dragneel
Tags Fairy Tail, Guerra, Mundo Alternativo
Visualizações 186
Palavras 753
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Ecchi, Ficção, Luta, Magia, Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Nesse capitulo terá mais flasbacks, porque são as lembranças de Natsu quando ele era criança e de como conheceu Jellal. Eu colocarei um aviso assim ~Flashback on~ quando começar e ~Flashback off~ quando acabar. E nas partes em que não tem diálogo no flasback é Natsu que narra.

Capítulo 3 - Descobrindo-o


Logo depois Natsu me gritou e eu consegui me mover, eles lançaram algo em mim, agarrou na perna, mas parecia ser um objeto do que uma munição de arma de fogo, doeu, como resultado, quando conseguimos fugir e paramos numa loja abandonada, tive a mesma reação dos meninos quando eles colocavam remédios, só que minha voz era bem mais insuportável, e acabei dizendo uns palavrões que aprendi com eles no momento como esse. Depois procuramos algo que ainda servisse para comer e beber, achamos umas besteiras e água, sentamos no fundo da loja, estava tudo parado, assim resolvi puxar conversa com ele.

-Que pena do Jellal, ele era muito seu amigo né?- eu falei e ele ficou com uma cara meio triste.

-Sim, só me restou ele como conhecido. Perdi meus pais na 3ª Guerra.

-Oh! Deve ter sido muito ruim pra você, perder os pais, eu não sei bem o que é isso, nunca conheci os meus.

-Minha mãe, ela era muio simpática, ela sempre queria que eu ficasse feliz, mesmo com essa pressão toda, e meu pai sempre era otimista, ele acreditava  que conseguiria chegar ao refúgio. Me lembro do dia que eles foram chamados pelo exercito como se fosse ontem.

~Flashback on~

-Filho, não se preocupe, eles vão cuidar de vocês.

Minha mãe disse, até hoje não recebi os cuidados devidos, tive que me virar sozinho. Uma criança de 7 anos tendo que se defender de vários adultos autoritários e frios.

-Nós vamos tentar voltar, vou trazer brinquedos pra você e vamos treinar essa  magia que você ficou interessado, lembra, paramos a muito tempo.

-Sim papai, mas eu não quero que vocês participem da guerra, vamos ficar aqui, todos juntos- eu disse, era tão ruim me separar deles, eu já estava aos prantos antes mesmo da despedida.

-Precisamos ir, ou eles irão te capturar, lembra, estamos fazendo isso por você- minha mãe disse.

-Vamos querida, os navios já estão saindo- disse meu pai.

-Adeus! Quero vocês de volta pra mim- eu disse.

-Adeus querido!- eles disseram juntos.

Eles acenavam do navio, eu acenei para eles também, todos os três choravam, depois daquele dia nunca mais os vi,  tem sido difícil pra mim até hoje, eu nem sei se eles estão vivos.

~Flasback off~

Eu me emocionei com a história, até choraminguei um pouco, ele dizia e ao mesmo tempo tentava beber água e enxugar as lágrimas, ficou um silêncio durante alguns minutos, pra quebrar o gelo eu fiz outra pergunta a ele.

-E como você conheceu Jellal? Ele é um parente seu? Algo do tipo?

-Nós somos amigos de infância.

~Flashback on~

Ele morava perto da minha casa, seu pais conheciam os meus e também eram amigos uns dos outros, sempre nos encontrávamos para brincar, mas ele não era uma criança normal, na verdade, ele não é normal até hoje, ele tinha umas crises doidas, esse maluco começava a falar coisas como acabar com a guerra, que iria destruir os soldados...

-Parceiro, fiquei sabendo que seus pais foram para guerra- ele disse.

-Pois é, posso ficar mais vocês? Meus parentes já estão todos lá na guerra e alguns até já morreram.

-Fica um pouco difícil, provavelmente meus pais também serão chamados e acabarei sozinho também. Mas por esse tempo, enquanto eles estão aqui, até pode ser.

-Obrigado amigão, obrigado mesmo, eu não queria ficar na mão daquele pessoal, você já ouvi falar sobre os laboratórios, não?

-Já ouvi. A vontade que eu tenho é de arranjar mais de um milhão de pés de gente e arranjar munição e acabar com todos, todos, esses caras, eles não deviam fazer isso.

- Calma, um dia nós nos vingaremos.

Os dias foram passando, os pais dele foram chamados e nós ficamos sozinhos, fugimos do orfanato e decidimos seguir até o refúgio, e hoje ele acabara de ser pego pelo guardas. Era muito difícil, piorou quando começou essa guerra, estamos menos frágeis, mas já estamos começando a enlouquecer, um dia quase cheguei a esfaqueá-lo de raiva e ele só sabia rir, e sua risada não era normal. Já pegamos vários tipos de doença, mas nunca morremos, eu sempre pensei porque são doenças para humanos normais e não com poderes como nós.

~Flashback off~

-Mas agora, Lucy, você vai me ajudar, vamos enfrenta-lo, vou te treinar, você será, talvez ,até melhor que eu.

-Está bem Natsu, eu quero ser forte, vou te ajudar a chegar ao refúgio.

Ficamos sorrindo e ao mesmo tempo chorando, abraçados, ele abraçava como se precisasse disso faz um bom tempo.



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