História Coração de Fada - Capítulo 6


Escrita por: ~

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Categorias Fairy Tail
Personagens Erza Scarlet, Gray Fullbuster, Jellal Fernandes, Lucy Heartfilia, Natsu Dragneel
Tags Fairy Tail, Guerra, Mundo Alternativo
Visualizações 124
Palavras 1.178
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Ecchi, Ficção, Luta, Magia, Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Esse capítulo pode estar um pouco louco ou muito fora da história, mas acreditem, vai ficar muito melhor com o tempo. espero que estejam gostando.

Capítulo 6 - Onde fui parar?


-Cof, cof, cof- eu tossia, abri os olhos lentamente, quando minha visão voltou completamente enxerguei um quarto branco, igual ao do laboratório do qual eu vim. Olhei para meus braços e minha veias estavam com agulhas para injetar algum tipo de líquido, e eu me sentia ter passado por uma operação, meu braço ferido estava com curativos e eu estava com a máscara de respiração. Assim que eu acordei veio uma senhorita jovem falar comigo, parecida com as moças do laboratório.
- Você é dorminhoca, sorte sua, muitas de vocês acordam bem no meio da experiência, é uma complicação.
-Que experiência? Por que eu estou aqui? Cadê o Natsu?
-Seu amigo está no quarto ao lado, ali na nossa televisão tem as imagens da câmera do quarto dele, não se preocupe, ele está quase no mesmo estado que você-ela apontou para cima e depois fez um sorriso muito falso-como você é boba, ainda mais sendo uma das nossas experiências, o que aconteceu com a sua mãe, agora acontecerá com você.
-Não! Como vocês fizeram isso, não, eu quero sair daqui! Alguém me tira daqui!- tentei sair da cama, mas era impossível, eu me sentia mais pesada e tinha uma corrente amarrada ao meu braço e era eletrônica.
- Agora já está tudo completo, daqui a duas semanas, ou você vai morrer ou nós vamos te matar.
-Você sabe o que pretendem fazer comigo?
- Você será usada para experiência e só, você não conhece?
-Conheço o básico- eu tentava parecer calma, mas eu ainda ofegava enquanto a máquina de eletrocardiograma fazia aquele barulho irritante: ti, ti, ti, ti.
- Foram inseridos por meios de injeções genes masculinos para que fecundem em você e faça novas crias, mas nossa experiência consta também com as nossas substâncias que fazem com que elas cresçam mais rápido. Uma cria pode matar a paciente, mais de duas já é considerada morta. Tenha cuidado, não se mexa muito, isso atrapalha o processo, nada de levantar desnecessariamente e você sentirá enjoos, então temos um balde logo ali do lado.
-Vocês sabem que eu queria sair daqui agora mesmo- eu olhei para a moça de branco, meu olhos estavam cheios de raiva. Eu queria me vingar, e também queria ver como Natsu estava. Mas as dores começaram- que droga é essa, parece que estão me esmagando.
-Tchau, te vejo amanhã- ela só podia ter sangue frio pra aguentar ficar assim, sorrindo o tempo todo.
Doía muito, eu chorava de tanta dor, me debatia na maca, por algum momento parava e ai que viam os enjoos, como eu não tinha comido direito, foi mais doloroso ainda, saia sangue. Eu estava desesperada, até quando eu ouvi um grito.
-Seus desgraçados, me tirem daqui, eu sei que vocês estão me vendo, cadê meu amigo, cadê Lucy? Lucy, o que você fizeram com ela?- era Natsu, não tinha imagens dele na televisão, mas dava para ouvi-lo.
Um rapaz entrou no quarto dele como dava pra ver pela televisão, o segurou e pelo que parecia injetou um tipo de tranquilizante nele, ele acabou caindo lentamente no chão.
-Mãe, pai, Jellal, Lucy... Jellal, Lucy, Lucy, Maka...- e fechou os olhos.
A dor não tinha voltado, então quis dormir, acabei adormecendo, quando acordei eu estava pior do que antes. Natsu parecia mais calmo, também parecia fragilizado, tentei levantar, não consegui, então o gritei.
- Natsu!
-Lucy? Cadê você?-ele parecia desorientado.
-Aqui, na televisão. Estão nos filmando.
-O que fizeram com você?
-Você não vai acreditar, estão fazendo comigo o mesmo que fizeram com a minha mãe.
-O que? Não, eles vão me pagar, Jellal sempre tem razão, eu devia ter estourado os miolos deles faz muito tempo. Você está se sentindo bem?
-Não muito. Estou cansando e não consigo me movimentar às vezes. Será que morrerei como minha mãe?
-Não, você não vai morrer, você é forte, vai aguentar, não os desobedeçam, será melhor pra você.
-Eu vou tentar, eles já disseram o que vão fazer com você?
-Sim. Me disseram que iriam me alimentar com uma comida que eles produzem aqui, que faz a pessoas ter uma boa disposição, bom porte físico, que aguente a guerra. Prefiro ficar com fome. Mas se rejeitar eles vão me sedar e vão fazer com que eu coma a força.
-Desculpa Natsu, mas eu não estou passando muito bem.
-Lucy! Ei! Algum bunda mole, venha ajuda-la.
-Não, eles não virão, isso é normal pra eles, não se...- outro vômito.
-Preciso parar de olhar, por favor, tirem a imagem daqui.
Depois disso não o vi mais, e nem repuseram as imagens, pensei ter sido um pedido dele.
Todo dia era a mesma coisa, durante essas duas semanas, só que os últimos dias foram os mais cruéis, consegui sair do quarto, mas ainda estava presa e só tinha saído para fazer exames, e não eram pra mim e sim para as crias. Pelo o que eu consegui perceber eram duas, muito perigoso. Uma menina e um menino, a menina se salvaria porque ela não fugiria e ficaria por lá mesmo e iria para o exercito e o menino seguiria o ciclo normal. Não era a mesma coisa de uma gestação normal, era muito estranho, não como se tivesse pequenas crianças dentro de mim e sim, quase crianças de um ano, mesmo com o tamanho normal, mas a força era maior. Eu nem enxergava direito, e estava muito lerda pra reagir a qualquer coisa. Tiveram que me levar de cadeira de rodas até o quarto. Eu não sabia se eu iria resistir ou não.
Na última manhã da semana do combinado, os funcionários estavam tão animados, eu estava tão desesperada, eu queria me livrar daquilo, e queria ver como Natsu estava, mal sabia se ele já tinha sido recrutado. Logo depois de ter ido ao banheiro, quando voltei, senti uma dor mais insuportável do que a primeira, não tinha como segurar em grunhidos, eu gritava.
-AAAAAAAAAA, socorro!!!!-eu gritava várias vezes.
Já estava cansada, foi quando os médicos chegaram e eu ouvi algumas batidas na parede do quarto ao lado, como se alguém quisesse fugir. Eles me levaram e me deram uma anestesia muito forte. Novamente eu só podia ver de relance. A sala de cirurgia, os médicos, os cientistas lá fora olhando. Uma médica de cabelo azul, ela era a única a não parecer satisfeita com a situação. Ela tinha cara de boa pessoa, depois disso, mais nada vi. Quando acordei lá estava eu no quarto de novo, dessa vez a televisão estava ligada, e dessa vez a havia duas incubadoras no quarto com duas criancinhas, que já tinham cabelos. Eu já conseguia me levantar sem me esforçar muito, só precisava comer e esperar com que sarasse a operação, eu acho. Fui em direção as incubadoras, e lá estavam as duas criaturas na qual eu não conseguia denominar como filhos. Eu passei a mão na cabeça do menino, na qual a pulseira havia escrito Gray. A garota não calava a boca, então comecei a assobiar e ela parou, na pulseira dela tinha escrito Erza, e seus cabelos eram vermelhos.



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