História Coração de Fada - Capítulo 8


Escrita por: ~

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Categorias Fairy Tail
Personagens Erza Scarlet, Gray Fullbuster, Jellal Fernandes, Lucy Heartfilia, Natsu Dragneel
Tags Fairy Tail, Guerra, Mundo Alternativo
Visualizações 109
Palavras 1.179
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Ecchi, Ficção, Luta, Magia, Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Espero que estejam gostando da fanfic, eu queria que se manifestassem, não estou implorando por comentários, só queria opiniões de como continuar a fanfic, vocês já devem saber que isso é uma motivação pra quem escreve, ver que alguém quer discutir sobre algum ponto da história. Desde já agradeço por estarem lendo.

Capítulo 8 - Enfim chegamos


-Você acha mesmo que eu vou treinar mais alguém, eu aprendi sozinho, ele pode muito bem aprender sozinho também.

-Façam como quiser. Mas não precisam brigar.

-Gostei mais da ruivinha, seja qual for sua magia gostaria de enfrenta-la um dia, tomara que ela cresça rápido.

Os dois dias passaram tão rápido como uma bala, e eu sou bem experiente em saber qual o tempo que à bala leva pra chegar ao alvo. Gray aprendeu a falar depois que Erza, o que fez Natsu caçoar da cara dele e eu tinha que receber ainda aquelas injeções por uns três dias. Nós tentamos descobrir qual era a magia dos pequenos. O que não foi muito fácil. Primeiro tentamos com Gray.

-Oi!- Levy disse.

-Oi moça de cabelo azul e voz engraçada- disse ele e Natsu o olhou como se estivesse falando: ”Nossa, quanta originalidade”.

-Vou te fazer algumas perguntas, tudo bem?

-Sim.

-Como está se sentindo agora?

-Me sinto como nunca fizesse calor, e de que não preciso de um casaco para uma nevasca, mas suo do mesmo jeito.

-Como que ele sabe o que é uma nevasca?-perguntei.

-Do mesmo jeito que você sabe o que é um paralelepípedo-Levy respondeu- Ah tá, frio né, Como neve ou gelo?

-Gelo- ele lançou uma rajada de gelo numa borboleta muito estranha que voava por ali.

-Magia do gelo, Natsu não tem jeito, você poderia pelo menos ensinar a base.

-Não-ele respondeu e saiu como se evitasse que sobrasse pra ele.

-Ok, agora vamos testar a menina- eu disse.

-Meu nome não é menina, meu nome é Erza, você mesma me ensinou- disse ela com braços cruzados, sentada na mesa daquela casa.

-Então... Erza, como você está se sentindo agora?

-Pouco satisfeita com a companhia de vocês. Quero comer algo.

-Algo como o que?

-Bolo, bolo de morango, você tem algum?

-Não.

-Então continuarei assim.

-Eu também quero bolo- Natsu disse, que ao ouvir falar de comida voltou.

-Nada de bolo, não podemos pensar em comida  agora- eu disse.

-Loirinha, você não me dá ordens-Erza disse.

- Mas o que?  Eu sou sua...

-Minha... se nem tem coragem de dizer, imagine  agir como- ela começou a levitar uma das facas que estavam em cima da banca da cozinha, e colocou ela no pescoço de Levy.

-Traga-me bolo, ou tchau pra essa cientista de quinta categoria- corri para olhar na geladeira, só havia um bolo quase estragado de laranja.

-Tem de laranja, serve?-eu perguntei e todos ficaram ansiosamente esperando sua resposta.

-Serve.

-Ok, ela equipa armas-Levy afirmou desesperada.

-Gostei ainda mais dessa ruivinha, sério- Natsu disse.

-O que você estão tramando? – Erza perguntou desconfiada.

-Estamos tentando salvar nossas vidas- eu respondi.

-Eu estava perguntando a Levy, mas você respondeu.

Depois de alguns dias nós tivemos que nos afastar do local, eu já não precisava das injeções. Gray e Erza já haviam crescido, Gray passou a andar mais com Natsu, e Erza sempre seguia eu e Levy com seu temperamento muito anormal, às vezes ela me dava medo. Nós estávamos na metade do caminho, segundo Levy, iriamos enfrentar ainda muitas tropas, mas agora tínhamos reforços, meu período de treinamento com a Erza não foi muito legal. E ela sempre me chamava de Lucy. Mas consegui ensina-la algumas coisas inicialmente, mas depois ela treinava acompanhada por Gray ou vice-versa. Todos éramos páreos um para outro, ninguém era mais forte.

Nas nossas fugas era mais ou menos assim:

Nós tínhamos que sair do local onde estávamos, por exemplo, numa casa, pela porta de frente, porque os soldados sempre invadiam pela porta de trás. Depois nós saiamos rapidamente para um local que servisse de esconderijo, depois que eles passassem, nós continuávamos o nosso caminho tranquilamente, mas quando eles nos achava era bem diferente. Erza possuía um tipo de escudo e nos protegia, depois tínhamos que atacar, Levy sempre ia na frente para levar nossas coisas e informações, ela tinha o carro dela, mas ele faria muito barulho nas fugas à noite, então ela teve de deixar naquela casa onde ficamos. Quando os soldados desistiam nós, parávamos em algum lugar e ficávamos por ali. Cada vez mais perto do refúgio. E a cada vez a fuga ficava mais calma, porque perto do refúgio existia uma barreira para que não fosse atingindo por bombas. Assim nós ficávamos mais felizes, mas ainda havia a pressão de que se iriam permitir que eu, Erza, Gray e Levy entrássemos, o povo do refúgio poderia considerar que somos intrusos, mesmo que negássemos, decidimos mentir. Eu iria falar que todos nós somos irmãos fugitivos e Levy nos ajudou a sair do bairro onde morávamos, se iria funcionar eu não sei.

E enfim, chegou o dia, podíamos avistar o refúgio de longe, eu nunca tinha visto um lugar tão vivo como aquele. Natsu talvez, Levy deve ter ouvido falar e os outros dois nem sonhavam em ver isso.

-Lucy, conseguimos!-Natsu falou, seus olhos brilhavam como de criança após ganhar um doce.

-Sim, conseguimos, eu não acredito- eu falei.

-Que pena Jellal não estar aqui pra ver isso-ele falou.

-Quem é Jellal?- Gray perguntou.

-Um amigo de Natsu que foi preso pelos soldados, e adivinhe quem deixou isso acontecer- Erza falou. A muito tempo eu venho percebendo que ela tem uma ligação mais forte com Natsu do que comigo.

-Acho melhor eu não falar - ele falou, olhando pra mim- mas como você sabe?

-Nós estávamos conversando uma vez e ele me contou-Erza respondeu e fez uma cara bem estranha como se estivesse lembrando da conversa.

Sem olhar pode andava Levy se bateu com uma guarda que ficava na entrada do refúgio, que era bem mais alto que ela, o que era bem costumeiro por causa do seu tamanho. Ele parecia bem frio.

-O que vocês estão querendo fazer?-ele perguntou.

-Nós queremos passar para o refúgio-Levy respondeu.

-Não é tão fácil assim, vocês precisam falar com o líder do conselho.

-Conselho, mas que dro...-Natsu quase acabava com a nossa chance de conseguir passar.

-Cala boca Natsu, você quer arranjar encrenca antes de entrar no refúgio, está louco?- resmunguei.

-Sim, quando ele chega?-perguntou Erza, encarando o guarda, como se fizessem a disputa de qual cara de gente ruim era a melhor.

-Ele está logo ali à frente, é só vocês seguirem, mas tenho que avisar a vocês que vão ter que deixar suas armas por aqui.

Largamos todas nossas armas, ele nos deixou passar, Erza precisava ficar com sua espada, então ela a trouxe a sua mão, do mesmo jeito que ela fez com a faca. Só que o guarda não viu. Entramos em um lugar parecido com  uma câmara de vereadores, fomos guiados a entrar numa sala enorme, muitos livros, muitos objetos de magia, com um cara barbudo sentado numa enorme mesa e cadeira.

-Jovens fugitivos, todos os anos aparecem mais e mais, esses idiotas deviam parar de guerrear seria mais fácil pra mim controlar a quantidade de cidadãos dessa “enorme” cidade. Sim, primeiramente vocês são magos?

-Sim, todos nós-disse Levy.

 

-Me provem- ele nos olhou e nos fez sentir como se não obtivesse poder perto dele.


Notas Finais


Lembrem do meu recadinho, beijos e pedaços de bolo de morango pra vocês.


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