História Coração de Fada - Capítulo 9


Escrita por: ~

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Categorias Fairy Tail
Personagens Erza Scarlet, Gray Fullbuster, Jellal Fernandes, Lucy Heartfilia, Natsu Dragneel
Tags Fairy Tail, Guerra, Mundo Alternativo
Visualizações 106
Palavras 1.000
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Ecchi, Ficção, Luta, Magia, Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 9 - Tive um pesadelo


Eu abri o portão de aquário, o que não foi muito legal, porque ela espirrou água na cara do velho. Natsu tacou fogo na mão dele, o que fez o velhinho ficar surpreso. Levy, conseguiu ler um dos livros da estante dele com rapidez  e depois escreveu algo como xícara de chá e logo após apareceu em cima da sua mesa uma xícara de chá. Gray fez uma chave de gelo, o que era uma indireta para o chefão barbudo e Erza acertou a sua espada bem no olho de uma das pinturas que ele tinha na sala.

-Está bem, não precisa mais me provar, mas ainda vocês precisam passa por testes. Menos você- o velho disse apontando para mim.

Eu achei que ele iria me expulsar dali, mas lembrei do que os meninos me disseram algum tempo atrás em relação aos magos celestiais.

“Dizem que eles são importantes, são liberados facilmente para passar pelo refúgio”.

Fomos liberados, assim que chegamos à frente da cidade um carro apareceu, era uma moça de cabelo azul que estava dirigindo, ela não tinha uma cara bem simpática e me olhou de cima a baixo e fez uma cara de rejeição, mas quando olhou para Gray seus olhos brilharam, o que foi bastante engraçado porque ele não estava nem ai. Nós entramos no carro, e enquanto íamos em direção a nossa nova casa ela mostrava os lugares e contava as informações sobre eles. Ficamos tão fascinados que nem perguntamos nada. Nós enfim chegamos em casa, ela era um pouco grande, caberia perfeitamente cinco pessoas, lá já tinha roupas, comida, tudo feito especialmente para gente. Em cima da mesinha de centro da casa tinham panfletos das academias, mas nós ignoramos, depois de termos achado o dinheiro e termos pagado a moça estranha, ela se foi.

Eram cinco suítes, três de meninas e duas de meninos, uma cozinha, uma sala, um área de limpeza, uma varanda, uma sala de estar e um quintal bastante espaçoso. Nós tomamos banho e vestimos as roupas que nos deram, era meio difícil desfazer da capa, mas eu estava alegre a voltar a minhas vestimentas normais e meu cabelo estava quase todo normal devido aos cortes e efeitos da experiência. Eu cheguei na sala por último enquanto Levy estava conversando com Erza sobre algo de Fairy Tail, olhando o folheto em cima da mesa de centro enquanto Gray e Natsu estavam tentando entender como ligar aquela televisão, discutindo é claro.

-Larga seu idiota, é aqui nesse botão, eu tentei e foi, ai você clicou de novo e desligou- Natsu apertou o botão da legenda da televisão o que fez Gray rir e eu também.

-Viu! A culpa não é minha, você que é muito burro, espere até a Lucy chegar e nós vamos ver.

-O que é que tem eu?-perguntei, e me dirigi para frente da televisão, tomei o controle da mão de Natsu e apertei qualquer botão aleatório e ela ligou-Viu, assim que se faz.

Mais áreas foram afetadas por bombas e as constantes procuras de voluntários aumenta cada vez mais, será que os inimigos conseguirão chegar até aqui?”-diz a jornalista do jornal no qual estava a televisão. ”Temos informações que tudo está sob controle, será muito difícil um ataque ao refúgio.”

-Nenhum de você tem vontade de virar voluntário, não é?-perguntei.

-Claro que não-disseram em coro, até Levy que viveu esse tempo todo nos laboratórios passou pelo trauma de enfrentar os soldados.

“Agora vamos mudar de assunto, acabamos de receber a notícia que novos fugitivos chegaram hoje ao refúgio, segundo informações se chamam: Lucy, Levy, Erza, Gray e Natsu, e olhem, eles são magos. Que eles tenha uma boa sorte por aqui e que comecem as apostas para qual academia eles irão, pelo que venho sabendo eles querem ir a Fairy Tail. Pois é, mal sabem eles que...”-a jornalista deu risos e passou para a previsão do tempo.

-Você sabe de alguma coisa, Levy?-perguntou Erza.

-Não, mas acho que ouvi um rumor espalhado que muito deles se ofereceram para ir a guerra, por conta do descontentamento-ela respondeu e colocou a mão nos olhos.

-Legal, agora todos sabem nossos nomes-Gray disse, indignado.

-Sorte que eles não desconfiaram de nada ou fingem que não desconfiam- eu disse.

-Vocês já tem ideia de quando vamos a Fairy Tail?-perguntou Natsu.

-Amanhã, logo após o café, quero me certificar das coisas-disse Erza.

-Mas por enquanto, hoje, nós poderíamos fazer algo divertido no final da tarde- eu sugeri, mas discordaram disseram que estavam muitos cansados, e eles tinha razão, devia ser bem legal dormi numa cama que não esteja parcialmente queimada ou no chão.  Então alguns pararam pra comer algo e outros, como eu, foram dormir.

Passei no quarto de todos antes de realmente me deitar, pra ver como estava as coisas e eu me sentia na obrigação de fazer isso. Natsu estava dormindo, o que não era algo inédito, Levy estava dormindo em cima de um rabiscos e seu óculos estava coberto pela sua bochecha, cutuquei-a e avisei para se deitar, mesmo de olhos fechados ela me obedeceu. Gray estava parado sentado na cama olhando algo, como se parasse para pensar na razão da vida, ele percebeu minha presença e fez um aceno que respondi com sorriso, Erza estava limpando sua capa, e eu já estava achando que ela usaria no dia seguinte. Depois fui me deitar, mas fiquei maior parte da noite olhando pro teto, cochilando e tendo sonhos diversos a cada piscada de olho, até um no qual Jellal estava, ele parecia realmente furioso e estava analisando o espaço, todo ensanguentado, mas não era a cara que ele fazia de desprezível, parecia alguém muito diferente dele. Por um momento ele estava indo em minha direção, mas depois eu estava numa posição de que modo eu estivesse assistindo tudo aquilo e a garota na qual estava no meu lugar era Erza. Ela gritava olhando pra mim assim que ele enroscou suas mãos no pescoço dela e eu não conseguia me mover para ajuda-la.



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