História Coração de Fogo - (Segunda Temporada de Meu Amor de Seda) - Capítulo 21


Escrita por: ~

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Categorias Diabolik Lovers
Personagens Ayato Sakamaki, Azusa Mukami, Beatrix, Christa, Cordelia, Kanato Sakamaki, Kou Mukami, Laito Sakamaki, Personagens Originais, Ruki Mukami, Shu Sakamaki, Subaru Sakamaki, Tougo Sakamaki "Karlheinz", Yui Komori, Yuma Mukami
Tags Comedia, Drama, Magia, Romance
Exibições 32
Palavras 1.746
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Musical (Songfic), Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Violência, Visual Novel
Avisos: Adultério, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


HELLO GENTE!! Tudo bem com vocês? ❤️
Estou mega feliz por estar postando esse capítulo, estava bem anciosa por hoje.
Tem hentai (ou hot, como preferirem) hoje! Minhas safadinhas preferidas. ❤️
Espero que aproveitem e comentem lá embaixo!

Capítulo 21 - Capítulo XXI - Sem Arrependimentos


 Aiko P.O.V

 — Meu preguiçoso maravilhoso — Chamei Shu com a voz manhosa.

 Shu, por sua vez, continuou a dormir calmamente ao meu lado. Tentei outra vez, agora o balançando delicadamente, e novamente, ele não respondeu. Me irritei e o empurrei da cama, o fazendo cair bruscamente no chão.

 — Idiota, inútil! — Exclamei magoada e desci da cama.

 Será que ele não consegue notar? Faz dois dias que estamos na nossa lua de mel na cidade de Osaka, e não nos tocamos em nenhum momento. Após chegarmos no hotel luxuoso, nós fomos jantar e depois voltamos para o hotel novamente.

 Me despi rapidamente e entrei dentro da banheira, me arrepiando com a temperatura quente da água. Prendi meus cabelos em um coque folgado, com alguns fios caindo sobre minhas bochechas avermelhadas.

 Como fiquei durante vários meses em forma humana, eu acabei me acostumando. Bom, eu adorei porque tinha momentos em que eu queria fazer algo e minhas caudas atrapalhavam, mas teve aquela que não gostou da minha mudança, como minha mãe.

 Durante a festa do casamente, Cordélia me puxou em um canto afastado de todos e me deu várias dicas de como seduzir um homem. Apesar de todas as coisas cruéis que fez no passado, ela está tentando mudar agora.

 Ayato tenta se manter distante dela e isso a deixa triste, mas ela sabe que a conquista da confiança dele não será fácil. Laito e Kanato também tentam manter distância, o que a deixa..., digamos, solitária.

 Realmente não será fácil, para nenhum dos irmãos, já que suas mães foram ressuscitadas por Yui.

 Acho que o único que está tendo uma boa relação com a mãe é o Subaru.

 Beatrix vive se lamentando, dizendo que Shu se tornou um preguiçoso e dorminhoco, mas por outro lado, está feliz e se gabando por ser a primeira vovó da família.

 Cordélia me deu dicas boas junto com Beatrix, que chegou logo depois, no começo eu estava envergonhada por tratar de assuntos sexuais com a minha sogra, mas logo me soltei na conversa e aceitei as dicas de bom grado.

 Sai da banheira com cuidado para não escorregar e me enrolei na toalha. Caminhei para fora do banheiro calmamente, sentindo a brisa fria fresca tocar as partes do meu corpo que estavam expostas, e me fazendo arrepiar da cabeça aos pés.

 Shu estava deitado na cama, provavelmente ainda dormindo. Revirei os olhos e bufei, caminhei em direção a mala que estava no pé da cama. Abri com brutalmente e logo recebi uma risadinha de Shu.

 Olhei para ele, encontrando seus olhos azuis me encarando. Trinquei os dentes e voltei minha atenção à minha procura por algo descente para vestir. Digamos que Cordélia, Beatrix e Christa arrumaram as malas. Deu muita merda.

 Revirei a mala, não encontrando nada, comente camisolas e lingeries provocantes. Como trouxe duas malas, a outra estava recheada de calças apertadas e shorts curtos, o que me salvava era as blusas grandes e largas, provavelmente foi Christa, já que ela conhecia muito bem os meus gostos e desgostos.

 Resmunguei xingamentos à Cordélia e Beatriz. Desistindo de procurar, peguei uma camisola de renda na cor vinho e uma calcinha preta de fio dental, que fazia conjunto.

 Voltei para o banheiro, meio que no desespero. Fechei a porta e deixei a toalha deslizar pelo meu corpo até chegar aos meus pés. Comecei a me vestir com a camisola e logo depois a calcinha, ambas as peças eram desconfortáveis.

 Me encarei no espelho. A camisola ficou ótima no meu corpo, destacando meus seios grandes. Meus cabelos, que se soltaram do coque enquanto me vestia, caiam sobre meus ombros, levemente bagunçados.

 Eu estava sexy, e por um momento me deu vontade de casar comigo mesma.

 Vou marcar na minha agenda de compromissos: agradecer a Cordélia e Beatrix, assim que voltarmos da viagem, e depois a matarmos novamente.

 Batidas na porta fizeram o meu transe se esvair. Alcancei a maçaneta dourada da porta e a abri, revelando meu maravilhoso marido. Seus olhos estavam sonolentos, mas logo trataram de se arregalarem ao me verem.

 Shu, sem pensar duas vezes, agarrou minha cintura e me puxou contra seu peito. Uma de suas mãos desceu até a minha nádega esquerda, enquanto a outra segurava minha cintura firmemente. Ofeguei ao sentir o aperto de ambos os lugares.

 Levantei minha cabeça e olhei para Shu, vendo que seus olhos estavam transbordando luxúria. Minhas bochechas esquentaram e eu repousei minha cabeça em seu ombro para esconde-las.

 — Olhe para mim — ele ordenou com o tom sério.

 Arregalei os olhos levemente em surpresa e levantei minha cabeça, o olhando novamente. Sua mão saiu da minha cintura e segurou meu queixo, acariciando meu lábio inferior com o dedo.

 Ele aproximou nossos rostos, até os narizes roçarem.

 — Não gosto quando outros homens desejam você — ele sussurrou. — Tenho vontade de quebra-los ao meio.

 Logo percebi o motivo dessa frase e do porque ele estava me ignorando.

 Quando fomos jantar no restaurante do hotel, o homem que estava em uma mesa próxima ficou me encarando com o olhar malicioso, durante todo o jantar. E quando eu estava indo ao banheiro, eu sem querer esbarrei no homem, que se levantava para ir embora junto de uma mulher muito bonita, por sinal.

 Eu me desculpei e segui meu caminho para o banheiro. Depois de voltar, tentei conversar com Shu, mas ele me ignorava descaradamente ou era muito idiota para não me ouvir o chamando, bem ao seu lado.

 — Você está bravo por que eu esbarrei naquele homem? — Perguntei e levantei minha mão até o seu rosto, o acariciando.

 — Estou bravo por ter lido os pensamentos impuros que ele teve em relação a você — Shu rosnou.

 Sem esperar mais, Shu colou nossos lábios em um beijo faminto. Soltei um gemido entre o beijo ao sentir sua língua entrando e explorando minha boca. Ele segurou minhas coxas e me impulsionou para cima, me fazendo entrelaçar minhas pernas em sua cintura.

 Enrosquei meus dedos entre seu cabelo loiro e puxei levemente, o fazendo quebrar o beijo e rosnar baixinho. Ele deslizou os lábios em minha pele, até chegar no meu pescoço, onde começou a lamber a região.

 Soltei um gemido alto ao sentir suas presas roçando em minha pele. Shu saiu do banheiro a passos apressados e caminhou até a cama, onde me deitou. Ele se deitou por cima de mim e me olhou, abrindo um sorriso malicioso.

 Ele segurou minha cintura e inverteu as posições, me deixando por cima.

 Me ajeitei em cima de seu membro e rebolei, sentindo a elevação crescer e cutucar a minha região. Shu segurou meu quadril e me fez parar com os movimentos em uma risadinha sacana.

 — Tem algo você quer me pedir? — Ele perguntou em deboche.

 Eu estava ofegante e tendo vários pensamentos impuros, então provavelmente ele estava lendo esses pensamentos.

 Os bicos dos meus seios estavam rígidos por conta do prazer que eu sentia. Levei minhas mãos até as alças finas da camisola e a puxei para baixo, deixando a camisola deslizar até a minha cintura.

 — Me faça gozar e gritar seu nome — respondi, ofegante.

 Shu se sentou, me posicionando em seu colo. Ele atacou o bico do meu seio esquerdo, o lambendo, mordendo, puxando e se deliciando. Enquanto isso, eu gemia, quase gritava, com a sensação recebida.

 Ele sugou o bico e em seguida o mordeu, me fazendo arfar. Shu passou para o lado direito, fazendo os mesmos movimentos, sendo eles a maioria puxões.

 Segurei a barra de camiseta preta e a tirei dele, interrompendo o seu trabalho e jogando a camiseta em algum lugar do quarto. Colei nossos lábios novamente, sentindo os meus seios roçarem em seu peitoral.

 Shu inverteu as posições e tirou minha camisola por inteiro. Ele quebrou o beijo e tirou a calça de moletom que vestia, junto com sua cueca. Ele enroscou os dedos nas bordas da minha calcinha e a tirou lentamente, me provocando.

 Soltei um gemido baixo arrastado.

 Ele se pôs sobre mim e se encaixou na minha entrada, empurrando seu membro para dentro de mim. Enquanto ele se segurava na cabeceira da cama, eu arranhava suas costas, provavelmente deixando marcas.

 Gritei seu nome só com esse pequeno ato, e isso me fez ver como eu estava sedenta.

 — Porque não consigo resistir a você? — Shu murmurou e começou a distribuir beijos em meu ombro direito.

 Soltei uma risadinha manhosa e me aproximei de seu ouvido.

 — Porque eu sou maravilhosa—

 Interrompi a fala ao sentir suas presas entrarem em meu ombro. Ele começou a se mover lentamente, batendo em mim com força. Soltei um gemido alto e arranhei sua nuca.

 O quarto estava preenchido com gemidos e o som de nossos corpos se chocando um contra o outro. O cheiro de sexo quente também se fazia presente no local abafado, já que a janela entreaberta não estava dando conta de distribuir vento o suficiente.

 Senti o membro de Shu engrossar e pulsar, sabia que estava prestes a vir. E foi exatamente isso o que aconteceu. Seu orgasmo me atingiu em cheio, me fazendo gritar seu nome novamente e gozar junto.

 Ofegante, Shu parou de sugar meu sangue e saiu de dentro de mim. O vazio e a fraca brisa tocando minha região me fez resmungar e soltar um gemido baixinho.

 Shu se deitou ao meu lado, virado para mim. Seus olhos azuis me encaravam profundamente, provavelmente algum vestígio de arrependimento da minha parte. Era sempre assim, sempre que fazíamos sexo, ele me olhava, achando que me arrependeria.

 Mas ele estava enganado.

 — Não me arrependo do que fizemos — disse e me virei para ele.

 Shu acariciou minha bochecha e grudou nossos lábios em um breve selinho. Ele sorriu e fechou os olhos, sendo seguida por mim. O sono logo tomou conta do meu corpo cansado, me fazendo dormir rapidamente.

 

 No outro dia

 — O que achou do almoço? — Shu perguntou.

 Entramos no apartamento e eu fui logo correndo para o banheiro. Joguei para fora tudo o que havia almoçado. Tudo ao meu redor girava, exatamente como aconteceu uma vez, há dezesseis anos atrás.

 Lá estava eu novamente, sentada no chão do banheiro, com os pensamentos em milhões de possibilidades. Mas apenas uma me assustava.

 — Shu — o chamei em um resmungo.

 Ele apareceu na porta do banheiro, me olhando preocupado e um pouco apavorado. Provavelmente ele já sabe o que eu quero falar, já que conversamos sobre termos mais filho. Ter mais um bebê estava fora de cogitação, pelo menos para Shu.

 — Talvez..., aumentar a família não seja ruim — disse empolgada.


Notas Finais


Eu sei, eu sei...
O hentai não ficou bom e foi rápido, mas eu realmente estava sem criatividade.
Na verdade, eu morro de vergonha por escrever coisas assim...
Espero que tenham gostado, comentem aqui embaixo e obrigado por acompanharem a fanfic! ❤️ ❤️ #35Favoritos ❤️


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