História Coração de Leão - Capítulo 1


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NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Fantasia, Ficção, Luta, Magia, Misticismo, Saga, Sobrenatural, Steampunk, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 1 - Uma história para dormir


-Era uma vez, em uma linda tarde de outono, um pássaro veio a mim e contou uma história: Ele havia voado por milhas para chegar em uma floresta, uma floresta de árvores falantes! Elas costumavam cantar sobre os pássaros e as abelhas. As abelhas declararam uma guerra contra os pássaros, e os céus não eram grandes o suficiente para as elas. Os pássaros, com muito medo, pediram ajuda para as criaturas de baixo e das criaturas da neve. e também para um amigo, um antigo monstro que na floresta habitava, O costumavam chamar de Patas Sujas!

Muitos dias passaram, Os pássaros estavam sendo derrotados. A floresta que antigamente era verde fora pintada de preto por essas máquinas de matar. Mas Patas Sujas fez um plano, e com seus aliados peludos do chão e da neve eles foram direto a colmeia das abelhas! E sabe oque eles fizeram?

-Oque eles fizeram papai?

-Vou lhe-contar: Patas Sujas Lutou bravamente com as abelhas e fez com que os raio de sol voltassem a floresta, quando todos estavam preparados para morrer, ele estava preparado para lutar. Eles invadiram a colmeia e mataram os guardas da rainha, e numa batalha épica, Patas sujas derrotou a Rainha Abelha. Durante duas semanas foi comemorada a vitória das criaturas da floresta contra as abelhas, até então invencíveis! Patas Sujas foi lembrado com um grande herói na floresta, e reza a lenda que até nos dias atuais as árvores cantam sobre suas lutas contra elas.

-Papai, podemos ir a esta floresta? Quero ouvir as árvores cantarem!

-Mas é claro que podemos, mas primeiro vamos dormir, está tarde e amanhã você precisa acordar cedo.

Me inclino para dar um beijo em sua testa. -Boa noite, meu principezinho - Eu o vejo fechar seus pequenos e brilhantes olhos, tão bonitos como cristais, cheios de determinação. Me afasto de sua cama e vou direto a porta e a fecho devagar, me dirijo até a sala e me sento na poltrona ao pé da lareira. O fogo crepita diante de mim. Depois de um período escuto passos vindo em minha direção, passos apressados e nervosos, Olho para trás e vejo dois guardas diante de mim:

-Senhor, Meu rei, Temos um Problema.- diz o primeiro guarda com uma voz trêmula e nervosa

-Meu Rei, Estamos sendo atacados, Bárbaros vindos do Norte estão nos portões da cidadela.

-OQUE!? E COMO SÓ ME DIZEM ISSO AGORA?- irrompo em raiva.

-Eu sinto muito senhor, mas eles entraram sorrateiramente na cidade fortificada, e agora estão nos nossos portões, Oque devemos fazer senhor?

- Preparem o exército, e as armas de cerco, vamos revidar, retire todos o civis de perto do portão e...

Sou interrompido por um grande estrondo, e e os guardas caímos no chão com o impacto, vejo da janela a minha frente um grande buraco feito por uma imensa rocha na parede do palácio.

-FAÇAM ISSO LOGO, ESSAS SÃO SUAS ORDENS!

Os dois saem apreçados da sala. Eu vou direto ao quarto de Darwin para garantir que ele está bem, eu chego perto de sua cama e o acordo com um pequeno chocalho:

-Darwin, meu querido, acorde vamos ter que sair.

-Vamos para a floresta das árvores cantantes?- diz ele com um sorriso no rosto.

-Não, apenas se aprece e vista-se, rápido.

Saio de seu quarto e vou direto ao quarto de sua irmã, Anna. Abro a porta e vou a cama e falo com ela num tom calmo:

-Filha, minha querida, acorde rápido e se vista.- Ela acorda rapidamente e pergunta:

-Oque aconteceu, pai?

-Estamos sendo atacados, aprece-se.

Outro estrondo, mais uma vez acertaram o palácio, vou até uma sacada para ver oque estava acontecendo. Era pior do que eu esperava, Eles já haviam derrubado os portões da cidadela e estavam ao pé do castelo. A chances de vencer esta batalha eram nulas. Chamei um guarda;

-Sim senhor meu Rei.-

-Chamem Ele.

Depois de alguns minutos um homem alto de capa preta chega a mim:

-quais são as ordens, meu senhor?

-Tire meus filhos daqui, leve-os para o norte, para o Portal

O sujeito apenas acenou com a cabeça, e foi direto onde meus filhos estavam, e eu fui atrás

-Meu queridos, Este homem os levará para fora daqui, o sigam e não o percam de vista.-

-Mas papai, e o Senhor?- Pergunta Anna

-Eu ficarei aqui.- eu agacho na frente deles e os abraço, provavelmente será a última vez que farei isso.

-Lembrem-se, eu os amo, e nunca deixarei de amar, independente das escolhas que façam. Sejam puros, sejam heróis. Eu nunca vou lhes-deixar pois sempre estarei aqui,-apontei para suas cabeças- E aqui- apontando para seus corações.- Agora vão!

Eles deixaram a sala e foram para a passagem secreta, para fora do castelo.

Ouço as portas serem esmurradas com força, ''eles haviam entrado'' pensei. Desembainhei minha espada. A porta finalmente cede, revelando muitos homens armados, ansiosos por sangue, meus sangue. Eu invisto contra aquela aquela multidão,e meu último pensamento foi:

Espero que as árvores cantem canções muito bonitas sobre mim.

 



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