História Coração de Leão - Capítulo 2


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NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Fantasia, Ficção, Luta, Magia, Misticismo, Saga, Sobrenatural, Steampunk, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 2 - Uma vida normal


10 Anos depois.

Acordo com o som do despertador. Segunda-feira, quem não ama? luto intensamente para mover meu braço para desligar o despertador, até um movimento desse parece ser impossível. Quando eu estava quase chegando ao despertador uma mão pesada o desliga, eu me assustei e me levantei com um pulo da cama.

-Viu como é fácil levantar da cama?- Perguntou a figura a minha frente, minha visão ainda estava um pouco turva, mas percebi que era apenas meu tio, Simon.

-Você poderia ter batido na porta antes de entrar, ao invés de aparecer que nem um fantasma no meu quarto.

-Eu poderia, mas isso não teria graça nenhuma. Agora, levante-se. Você não ia querer perder  penúltimo dia de aula, não é mesmo?

-Ah, Simon, por favor! Metade dos meus colegas de classe já estão de férias! Porque eu não posso?

-Porque você é um aluno exemplar, agora levante-se e vá acordar sua irmã.

Bufo, ainda me pergunto porque ele não foi acordar ela, se ele me acordou. 

O quarto dela ficava do lado do meu, eu bato na porta para ver se ela já estava acordada, e para minha surpresa ela abre a porta, já estava vestida, parecia ansiosa. Minha irmã, Anna, ela tem 19 anos, é 3 anos mais velha do que eu. Ela é alta, 1.70, era um pouco forte demais para uma garota, tinha longos cabelos negros como carvão que iam até seus ombros. Ela era totalmente extrovertida e aventureira. Totalmente diferente de mim.

Estava um dia ótimo, é claro que na minha visão, estava frio, com uma garoa bem leve.

Algumas horas depois...

Estávamos na minha aula preferida, história. Sim, eu gosto de história. 

Eu olho a para a janela ao meu lado. Fico imaginando oque poderia ter lá fora, oque me esperava? talvez eu seja um pouco parecido com minha irmã na questão de aventuras... Sempre imaginava as coisas espalhadas pelo mundo, esperando para serem descobertas... Talvez até outros mundos.

Depois de algum tempo o sinal toca, era recreio, finalmente livre de estar sentado numa cadeira escrevendo. Eu estava ansioso, Meu amigo Carter havia encontrado uma coisa no bosque perto da quadra de futebol. Sim a minha escola tinha um bosque. Vou até o local marcado por ele. Carter tinha mais ou menos 1.80, era um pouco musculoso pois fazia academia,olhos verdes claros tinha um cabelo médio e preto, ele era bem branco assim como eu (nós dois eramos quase vampiros, nunca saíamos de casa) Ele tinha 17 anos, mesmo assim estava na mesmo ano que eu, mas não na mesma sala, já que os anos eram divididos em 4 turmas.

-Então, Caramelos?- ele diz brincando comigo.

Eu tinha os cabelos meio encaracolados e com um marrom meio claro tipo... caramelo. Eu tinha 16 anos, 1.70 de altura, olhos pretos, eu não era nenhum maromba, não pratico muitos esportes, mas eu até que era bem magro.

-Então maromba, oque você encontrou?

-calma, caramelos, vamos esperar sua irmã talvez? 

-Ah, achei que fosse só nós dois...

-Ei, pega leve com ela. Tenho certeza que ela vai adorar ver aquilo, e afinal somos um trio, se lembra?

-ok, só espere que ela não demore muito.

Depois de uns 10 minutos esperando ela finalmente aparece.

- Ei, sabia que vocês dois formam um casal perfeito?- Ela diz zombando

- Cala essa boca Anna, é a melhor coisa que você pode fazer com ela.- Eu digo

-Gente... Vocês não querem ver oque eu encontrei?

Caminhamos até o local. era embaixo da árvore mais velha da escola. nós a chamamos de ''Velha Betty'' ara um nome estranho, mas era uma coisa antiga dos estudantes. Seguimos Carter até a parte de trás da árvore, havia um lugar onde a terra estava remexida e fofa, como se estivessem cavado ali a pouco tempo atrás.

- É aqui.- Diz Carter retirando uma pequena pá de jardinagem da mochila.

-Você sempre anda com essas coisas na mochila?- pergunta minha irmã.

-Quase sempre, nunca se sabe quando vai precisar, não é mesmo?- Ele diz.

Ele começa a cavar, até que chega em alguma coisa sólida, uma pequena caixa.

Era um pequeno baú com um pequeno cadeado, que por sorte o maromba do Carter retirou com a pá. Abrimos devagar o baú e logo vimos:

Um livro bem velho cheio de símbolos estranhos.


Notas Finais


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