História Coração de Yiruma - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Bangtan Boys, Bts, Cdy, Coração De Yiruma, Jikook, Jinuest, Kookmin, Menção Yoonmin, Namjin, Vhope
Visualizações 34
Palavras 919
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ecchi, Fluffy, Lemon, Mistério, Romance e Novela, Shonen-Ai, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Eu costumo falar muito nas notas, mas dessa vez eu poupo vocês, tá bom??
Tudo que falo é que plotei, postei minha novo xodó e tô jogando com todo carinho pra vocês.
" Joy, mas você não para"

ALERTA: O universo se passa em memórias e momentos atuais, o começo se trata de uma explicação do que aconteceu e o resto será meio a meio, tá bom? Em itálico está as memórias que talvez afetem ou não na formação do plot, rs, e em escrita normal a atualidade, ok?

Boa leitura, docinhos!1 Até as notas finais.

Capítulo 1 - Prologue


 

 

Um coração não costuma falhar em suas batidas.

 

Mas o coração de Park ao passar perto de uma loja de música falhou miseravelmente, vendo um garoto sentar-se ao piano e tocar, mesmo que o vidro os separassem, era possível ouvir cada nota. Não parecia um humano a tocar do instrumento, mas como um anjo encarregado de dar melodia aos céus, seus dedos delicadamente tocavam as teclas que de imediato se afundavam de maneira que soava surreal, era o momento mais lindo que o menino de fios ruivos, carregando uma expressão curiosa e uma vontade de tocar no castanho que nem parecia notar sua presença de tão concentrado que estava.  

 

Quando o último som vindo do piano soou lentamente anunciando o fim, o rosto alheio voltou-se para si, ganhando uma expressão de surpresa e ao mesmo tempo envergonhada.

 

O que faria? Os olhos que esbanjava um brilho incomum que nunca vira entre outros olhares havia se encontrado aos seus. Podia sentir suas bochechas queimarem levemente como o sol daquela manhã que havia acabado de se pôr ao céu. Seu coração não estava falho, estava rápido, agitado demais em seu peito e parecia querer fugir dali quando a mão alheia acenou para si, enquanto os lábios se moldavam em um sorriso.

 

Mesmo que hesitante, acenou e tentou retribuir o sorriso.

 

Mas o garoto de dentro da loja havia abaixado a cabeça, ainda sorrindo e, sem mais nem menos, se levantado do assento, deixando o piano.  Deixando Jimin confuso em frente daquela loja e ao mesmo tempo tão curioso sobre ele, foi-se embora com o pensamento de voltar ali e vê-lo outra vez.

 

Dias depois, era possível ver os mesmos cabelos ruivos pelo centro da cidade em destino aquela loja, se agitavam conforme a velocidade que os pés ganhavam em direção da cidade, sem se importar. Diferente daquele dia, não havia sol. A cidade era coberta por um lindo manto branco e gelado, a neve caía em grande quantidade e as pessoas estavam aquecidas em suas vestimentas ideais para a época invernal. Mesmo com toda aquela neve, corria, mesmo que seus pés afundassem e corresse o risco de esbarrar na multidão.

 

Parou na calçada e olhou para o outro lado da rua, atravessou chegando em frente a mesma loja e outra vez seu coração havia falhado, e lá estava o outro, tocando piano, e de repente, o notando, sorrindo, acenando timidamente com uma mão enquanto tocava do instrumento com a outra e assim retornando a tocar com ambas. Mesmo que o vidro impedisse, era possível ouvir.

 

E todos os dias, aquilo vinha acontecendo. Dependente das estações e dos meses, sempre iria para a mesma loja, sempre veria ele lá, a tocar e o notar, a sorrir e acenar, a continuar e sair sem aviso.  E Jimin continuaria a ir ao seu encontro, sempre e sempre.

 

Houve um dia, época de outono, a cidade inteira era da cor dos fios ruivos do garoto que andava animado até a loja, quase chegando lá.

 

Quando em alguns passos, ficou frente a vitrine e viu o piano sozinho, intocado.

 

Estranhou, e pela primeira vez, ultrapassou da porta para dentro.

 

Aquele lugar tinha uma aura diferente do que aparentava por fora, andou pelos instrumentos e admirou cada um deles, se rumando ao piano. E ao se deparar com o mesmo, subiu da pequena escada sentou-se no banco, havia um vazio em seu peito e sua destra foi até o piano, onde tocou uma nota com um dedo só.

 

— Olá, pequeno, posso ajudar?

 

Uma voz ao seu lado se fez presente, o dando um susto, levantou-se da cadeira às pressas e quando olhou para o lado, viu uma mulher loira, de olhos cor-de-mel, sua pele era tão branca quanto uma porcelana e seu sorriso era meigo.

 

— A-Acho que sim. — Respondeu um tanto tímido, tremendo em nervosismo.

 

— Procura algo? Ah, gostou do piano? — Ela passou os dedos por cada tecla, fazendo deles o som ressoar do instrumento em vez, do fino ao mais grave.

 

— Gostei, mas —

 

— Procura o garoto que vivia a tocar, não é mesmo? — Jimin arregalou os olhos e a mulher riu, acariciando seus fios. — Sinto muito, aquele garoto veio mais cedo, se despedir de mim, do piano, ele o adorava, vivia tocando.

 

— Ele se despediu? Por quê?  — Park questionou.

 

— Viajou, meu querido, não acho que volte cedo. — Disse simplista.

 

Aquilo deixou uma saudade imensa no ruivo, que abaixou a cabeça e encarou os próprios pés, por nunca ter tido coragem de entrar na loja, de ter falado com o garoto.

 

— Ei, pequeno! — A mulher se ajoelhou a sua frente, segurou do seu queixo e levantou da sua cabeça o suficiente para o olhar nos olhos.

 

Engoliu seco, com aquela aproximação.

 

— Ici, c'est qu'une fois Yiruma, toujours Yiruma, sons du piano jusqu'à ce que ton coeur échoue pour une dernière fois et la seule condition est de toucher quelqu'un avec l'amour, le seul que touché*. — Não compreendia aquelas palavras no sotaque estranho, mas pode sentir delas, cada uma mexia consigo e não entendia, muito menos a cor dos olhos alheios que se tornaram reluzentes em um segundo e depois normais. — É bom que vá para casa e descanse, haverá um presente meu para você lá, ok?

 

Assentiu para a mulher que lhe sorriu, logo saiu daquele lugar, sentindo que algo estava diferente e que realmente tinha mudado, andou pelas ruas meio desnorteado quanto ao ocorrido.

 

Se ele tivesse tomado mais cuidado na época, sabia que estaria livre da maldição, mas uma pena que tinha feito o contrário.

 


Notas Finais


* Tradução: "Eis que uma vez Yiruma, sempre Yiruma, tocará do piano até seu coração falhar por uma última vez e a única condição é tocar alguém com amor, a única que de alguma forma lhe tocou. "

Uh làlà, postei e corri, rs.
Histórias com pianos, amor e aff, romance, rs.
Do OTP ( ou um provável shipp de alguém )!1
Sabem onde me encontrar!1 Na próxima att, viu?? Bjos.

Twitter: https://twitter.com/eatmebts


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