História Coração Descarrilhado - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Bobby, Exo, Got7, Ikon, Monstax, Myteen, Wonho, Zelo
Visualizações 62
Palavras 5.994
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Festa, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Dedico esta mini Fic a todas as fãs de K-groups que estão na faixa etária de 25 a 40 anos e estão se lixando se alguém vai reclamar de seus gostos musicais.
E também dedico a um trio bem louco e especial de amigas. ( Lina,Willa e Esther.)

Capítulo 1 - Véspera de Aniversário Conturbada.


Fanfic / Fanfiction Coração Descarrilhado - Capítulo 1 - Véspera de Aniversário Conturbada.

 

(Pov’s) S-N (vulgo) Tiazinha

 

Coréia do Sul – Seul.

Como todas as manhãs eu sempre acordava mais cedo do que todo mundo por ter aquele mal das virginianas roxas por prazos e horários, mas em especial eu estava com o meu lado de instinto gritando para não usar o meu horário de almoço para ir cobrir a ‘’Ji Hee’’ naquele Fansigh do Jay Park.

E eu nem iria se a Lina, Willa e a Esther não tivessem me ameaçado em favor de eu aproveitar esta deixa para também trazer o autógrafo dele para elas. Lê-se isto sem que Chanyeol, Lay e D.O soubessem desse segredinho ou dariam crias só ante a sugestão de que elas estavam pensando no ‘’Jaebi. ’’

 Tinha urticárias sobre quaisquer eventos envolvendo agítos ao redor de idols, embora trabalhasse diretamente como tradutora circulando ao redor de inúmeros deles. Claro que as situações já eram diferentes nesse contexto porque fazia o meu serviço e depois me mandava.

— Bilbo! Não! Devolva agora mesmo! — esganicei para o meu mini porco que estava mastigando o meu Iphone descaradamente.

E ele fez a linha pêssego rosado ao me ignorar e correr para a sala.

— Que nojo! Seu porquinho! — resmunguei o devolvendo ao chão depois de conseguir pegar o aparelho que acabou todo babado e meio desconfigurado, mas eu não tinha muito tempo para perder o arrumando porque precisava pegar a caixinha de brigadeiros e ainda usar o megafone para acordar as três atrasildas de minhas afilhadas.

 Eu tinha dez anos de idade quando a minha melhor amiga e filha de meu padrinho engravidara aos treze anos de idade de um ficante Zé mané que nunca as assumira.

E Brigite no fundo também era outra desmiolada e sem o psicológico formado para dar conta de trigêmeas. Portanto ela fugira com outro cara na primeira oportunidade que tivera quando as meninas contavam com seis anos de idade e eu praticamente crescera me dividindo entre meus estudos e a criação delas porque toda a vida sempre morara com o meu padrinho que na época já era divorciado de minha madrinha que era outra doida varrida que resolvera partir com um leiteiro para Minas Gerais e nunca mais dera as caras em São Paulo.

— Atenção! É hora de aparecer! O café da manhã estará saindo agora e não darei carona a ninguém se não... — fiz uma pausa estratégica e não demorou muito para que todas surgissem já arrumadas em combinação com seus respectivos gostos musicais.

 Lala a mais velha era fã de K-pop e costumava a viver infernizando a minha vida por aumentos de mesada para gastar no sustento desse vício de fazer parte do Fandom do Myteen.

E Cereja era a do meio vivendo em função de participar do Fandom do grupo de pagode japonês Y-no e de outros grupos genéricos desse porte, pois ela gostava de sambar. O que sempre gerava brigas entre nós duas, pois nunca a deixava viajar ao Japão para ver esses shows.

E por último vinha a Fofinha e sua obsessão por música Country raiz, mas ao invés de querer voltar ao Brasil para ver os shows de suas duplas favoritas, ela gostava era de viver comprando itens do campo para enfiar em seu quarto que já não cabia mais nada.

 Todas estavam estudando para os exames de admissão para conseguir bolsas em faculdades conceituadas da Coréia e a minha preocupação era em mantê-las na linha para que isso desse certo e elas não acabassem descarrilhadas como a mãe.

— Tiazinha! Esse megafone é desnecessário. — resmungaram caminhando até o balcão da cozinha. E guardei o aparelho no armário antes de encostar ao fogão para me servir de uma xícara de chá.

— Eu não quero confusões durante o dia. E.. — fiz uma pausa para beber uma boa golada de chá verde, mas acabei quase me engasgando com algo e ao cuspir aquilo no chão. Descobri que era uma peça de lego vermelha.

— Fofinha a tiazinha achou o seu lego perdido. — Lala provocou rindo e Cereja tossiu.

— Ah! Obrigada por achá-lo. Estava tentando montar uma replica de fazendinha e...

— Vocês duas não riam! E você seja mais cuidadosa! Quer me matar? Porque se eu morrer vocês terão de ir morar com o seu avô em Hongdae, pois ele não vai querer bancar uma república. — citei o meu padrinho que se casara há dez anos com uma coreana e mantinha um restaurante de comida brasileira junto com ela.

— Não! — elas gemeram, pois não queriam ficar com eles. Já que sempre foram grudadas em mim.

— Fico feliz em saber que ainda me querem viva. E Fofinha seu eu receber outra reclamação do...

— E eu com isso que o vizinho K-idol ligou para a polícia porque achou que tinha um boi preso no nosso apartamento. Eu tocarei o meu berrante de modão sertanejo o quanto eu quiser! — teimou cruzando os braços em referência a James Lee ex integrante do Royal Pirates do qual nós todas eramos as novas vizinhas em menos de três semanas.

 O homem era um cavalheiro do tipo que segurava o elevador e toda a vez que me lembrasse deste incidente teria a vontade de morrer de vergonha.

— Não. Não irá porque escondi aquela coisa e se eu souber que o usou irei me livrar daquilo. Agora andem logo! Porque eu não tenho tempo a perder e...

— Tiazinha já leu o seu horóscopo hoje? Como é sua véspera de aniversário seria divertido ter alguma perspectiva de que o seu humor vai mudar por alguma coisa positiva. — Lala soou pentelha como sempre.

— Está cansada de saber que não acredito nessas boba...

— Hum! Aqui está dizendo que... — Cereja fez uma pausa antes de começar a ler em seu celular. — Signo de virgem de 23 de agosto a 22 de setembro. Amiga as energias cármicas estão agitadas e coisas loucas ou boas poderão acontecer, mas o desfecho final dependerá de você. E tenha cuidado com alguém que se diz seu amigo. Cor do dia branco. E evite conversas constrangedoras em público e também não jogue pragas nas pessoas. E quanto ao amor. O homem que ‘’não’’ é o dos seus sonhos irá finalmente sair de cima do muro para se declarar. Veja se o agarre, pois o mar não está para peixe e ele realmente será o certo. Agora estufe o peito e vá atrás da vida.

— Nossa! Quanta abobrinha em uma só leitura. Uma pessoa discreta como eu não é dada a se envolver em confusões. E desde quando eu ficaria com algum cara nada a ver comigo?

— Tenho de concordar sobre a menção do cara, pois nem os errados aguentam este seu humor. Você deveria caçar algum baile da saudade para se divertir. — Fofinha e Lala riram.

— Divertidas! Estou procurando a graça. Andem logo! E não se esqueçam de que uma de vocês tem de ficar com o Bilbo hoje. Portanto não o percam de vista e não o deixem comer porcarias. Verei todas no final do dia e espero sinceramente que estejam em casa antes da meia noite ou cabeças irão rolar.

— Tia madrinha nós oramos pelo dia em que deixará de ser uma velha de duzentos anos no corpo de uma jovem. — debocharam em coro.

— Oh! Estão retrucando? Tomara que ao invés do meu dia... O de ambas seja tudo isso o que leram no meu horoscopo. Senhoritas leoninas do mal. — devolvi o deboche e elas fizeram caretas.

 

Quebra de tempo

 

Depois de dar carona para aquelas gralhas as deixando em seus respectivos cursos preparatórios, eu fui para o trabalho que na primeira parte da manhã consistia em fazer traduções de contratos, telegramas e E-mails com a equipe de relações públicas.

 Nunca achei que seria oficialmente contratada pela Big Hit, mas o dono da ‘’boca’’ gostava dos meus serviços pela porrada de idiomas que eu sabia. Pelo meu jogo de cintura em resolver problemas diplomáticos e a minha desenvoltura de ainda fazer bicos para as outras empresas de K-pop quando o chefe decidia me emprestar. E acho que ele fazia isso pelo prazer de esfregar nas caras deles que era bonzinho o suficiente para isso e depois dar uma de ‘’ Don Corleone’’ para cobrar esses favores dos vizinhos.

— Senhorita Grifo depois do almoço o pessoal a estará esperando no estúdio 9 para aquela revisão de letras. — a secretária Jo avisou quando passei por ela na saída para o saguão.

— Ok. Estarei aqui. — tagarelei antes de agradecê-la fazendo uma reverência e logo me retirei a passos apressados.

 E levei menos de dez minutos para chegar à cafeteria cedida pelo espaço no exato momento em que as portas para as fãs estavam sendo escancaradas com seguranças indicando os lugares em que elas deveriam se sentar.

— Senhorita por aqui. — uma segurança toda vestida de preto me indicou na direção de um patamar na qual estava a mesa em que o homem cederia os autógrafos.

— Obrigada. — agradeci quando ela me devolveu a credencial que lhe mostrei. E imediatamente fui me sentar na cadeira de frente a mesa.

‘’ Se isso for rápido. Ainda terei tempo de ir até a reunião do clube do livro com as garotas para levar os autógrafos e poderei almoçar. ’’ — pensei ao fitar o horário em meu Kindle que segurava para dar uma espiadinha naquele romance da M. Duras que eu deixara pela metade ontem à noite.

 Sabia que o final estava próximo e por isso queria saber logo o que aconteceria a coitada da Marguerite com o seu rico amante chinês que tinha pegada, mas desde o começo qualquer um saberia que ele não era para ela.

— Ai não! O irmão dela vai pegar os...

— Rum. Rum. — alguém pigarreou e automaticamente olhei para frente para encarar Jay Park me observando com ar de riso e certa intensidade já esperada, pois fazia parte do ‘’Fan Service’’ flertar com as gurias.

‘’ Ele deve estar achando que sou uma fã.’’ — eu queria rir,mas fiquei na minha para não pagar de louca.

 E tinha de admitir que ele era mais bonito pessoalmente do que por foto e possuía aquela áurea de Bad Boy.

— Olá! Estou honrada em conhecê-lo e lhe trouxe... — fiz uma pausa atrapalhada ao colocar meu aparelho sobre a mesa para abrir a minha grande bolsa e alcançar o potinho de brigadeiros. — Aqui. São brigadeiros Gourmet. — emendei ao entregar o objeto azul com as duas mãos para ele que abriu um sorriso brilhante.

— Obrigado! Eu já tinha ouvido falar desses doces e sempre quis experimentar. A senhorita é? — fez uma pergunta sobre a minha nacionalidade.

— Brasileira. O sotaque deve me denunciar. — dei uma risada nervosa, embora soubesse que não tinha sotaque porque nesse negócio de aprender vários idiomas. Era importante conseguir pegar o máximo possível do sotaque de cada língua.

— Não. Isso não fica evidente. Hum. Eu devo escrever o que em seu nome no...

— Ah! Não. Não. Eu gostaria que apenas assinasse nos nomes de minhas quatro amigas,pois vim até aqui em favor delas.

— Então não é uma fã? — arqueou a sobrancelha e eu fiquei morta de vergonha.

— Não é que eu não goste de Hip Hop. Ok. Eu não sou exatamente uma fã do estilo. Claro que isso não quer dizer que não ache a sua voz incrível e imagino que poderia até mesmo cantar qualquer canção cover do Marvin Gaye e todos os críticos lhe crivariam de elogios pelo desempenho. Ah! Eu estou falando demais e tempo é poder. — balbuciei falando de uma vez ao voltar a abrir a minha bolsa para pegar o caderno e a caneta ao som dos risos dele.

— A senhorita é realmente mais divertida do que parece. Digo. Obrigado pela comparação. — disse sem parecer irritado com minha conversa sem nexo.

— De nada e aqui está o caderno e a caneta. — agradeci cada vez mais sem jeito e ao tentar puxar a tampa. Sem querer a fiz voar na testa do homem e nessa hora de neguinha,eu quase fiquei branca.

‘’ Puta merda! Acidentei o Jay Park!’’

— Ai meu Deus! Não! Eu sinto... Sinto e sinto muito mesmo! — exclamei ao ficar de pé para acudi-lo ao inclinar a mão e lhe esfregar a fronte enquanto ele seguia rindo de chorar.

— Senhorita eu estou bem. Não foi nada. — conseguiu dizer já mais controlado e me sentei querendo afundar no chão enquanto ele segurava a caneta sobre a folha colorida do caderno.

— Com licença. Senhor Park o tempo. — um manager surgiu com cara de relógio e dei graças a Deus ao fato dele ficar atrás do idol, pois assim logo aquela tortura que para mim era pior do que assistir a um episódio de ‘’ We got Married. ’’ Hum. Logo acabaria.

  E meditando nisso repeti os nomes das ditas cujas e consegui as assinaturas.

— Muito obrigado senhor Park e desculpe as travessuras. — fiz uma reverência atrapalhada e saí da presença dele antes mesmo que o homem pudesse ter respondido a frase.

‘’ O que está acontecendo comigo? Eu sou distraída em vida, mas não com os outros a ponto de oferecer riscos.’’ — pensei desistindo de encontrar as garotas no clube Books e decidi pegar o meu carro e seguir pela estrada da humilhação a procura do Fast Food mais próximo.

 E no caminho do centro reparei que uma das confeitarias que minhas afilhadas frequentavam estava com as portas lotadas de meninas.

— Ou deve ser uma promoção imperdível ou K-idols estão enfurnados por lá para esse montante de gente. — cochichei antes de acelerar.

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(Pov’s) S-N (vulgo) Fofinha

 

Estava no banheiro da Angel's Cupecake's tentando baixar a versão do ‘’Rick e Renner’’ de Pneuzinho para a minha Play List enquanto a treta entre minhas irmãs seguia bem escandalosa.

— Você não está me entendendo! Eu não economizei até o dinheiro de comprar calcinhas para você me aparecer aqui com ingressos gratuitos para o show do BTS. E quero ir ao Fansigh do Myteen! Carai de asa! — Cereja estava se esgoelando porque a Lala tinha gasto o dinheiro dela num álbum dos japoneses do pagode Y-no.

 E nossa irmã viera a descobrir este fato só agora no dia do evento em que não poderia ir sem a pulseirinha.

— Eu peguei emprestado por uma boa causa. Esses coreanos de K-pop são todos iguais. Os cabelos coloridos e as vozes miadas são as mesmas coisas. A tiazinha me deu os ingressos de boa vontade. E olha que ela nunca pede nada na Big Hit. Seria uma desfeita...

— Lala, eu vou dar na sua cara! — a mulher estava soltando fogo pelas ventas de ódio por confiar na pessoa errada para pedir um favor.

— Meninas não olhem agora, mas o Bilbo sumiu. — quase gritei ao perceber que o mini porco da nossa madrinha não estava fuçando o chão anti higiênico do banheiro.

— Puta que pariu! A nossa tiazinha vai arrancar as nossas cabeças! — elas praguejaram parando a confusão e passamos a vasculhar o cômodo inteiro.

 De qualquer forma a nossa madrinha poderia nos matar, pois nós três tínhamos bolado o dia de estudos nos cursos e retornado para o apartamento para pegar o Bilbo e ficar rodando por Seul num passeio para que a Cereja achasse o moletom do Tae Bin para usar no Fansigh que ela nem mesmo sabia que não iria.

 E no final não achamos a peça e ainda perdemos a coisa rosa.

— Ele deve estar em algum canto da Angels. O Tekko deve ter achado o Bil e vai nos devolvê-lo. — sugeri ao me referir ao garçom que era nosso amigo devido as nossas visitas de arroz de festa de sempre estar ali pelos doces e o Wi-Fi. — Vamos logo! E Cereja depois você mata a Lala. — emendei puxando as duas.

 E saímos olhando pelo corredor e só faltando ir ao banheiro masculino, mas não o fizemos porque isso aqui era a Coréia do Sul e não queríamos ser taxadas de loucas.

— Cadê o raio do... — Lala começou a resmungar quando chegamos ao salão de entrada na qual ficavam as mesas que estavam completamente vazias e até as as vitrines da loja estavam cobertas por cortinas esverdeadas.

 Ok. Não tão vazias, pois três coreanos estavam sentados numa mesa e até que eles eram bonitinhos, mas estavam em poder daquele mal parido cor de rosa e dando doces para ele.

— Não! O Bilbo está comendo açúcar! — nós três gritamos tão alto que o trio passou a nos encarar com expressões surpresas.

— Hey! Com licença! — Cereja saiu na nossa frente e praticamente trombamos nela.

— Este porquinho que está em cima da mesa pertence a nós três e ele não pode comer doces. — falei ignorando o olhar de um de um deles que tinha os cabelos repletos de cachinhos como miojinhos antes de irem à panela.

— Como vocês três conseguiram entrar aqui? — um deles que estava usando um boné preto para trás e tinha os dentes um pouquinho a mostra nos indagou olhando a Cereja de cima abaixo.

— Boa pergunta bonequinhas estrangeiras. — o terceiro que parecia o mais velho emendou secando a Lala.

— Isso aqui não é uma loja livre que qualquer um pode entrar? E passem logo este porco para... — Cereja começou a querer dar show,mas Tekko surgiu na nossa frente com as bochechas avermelhadas.

— Com licença. Estas senhoritas não são fãs e sempre frequentam este estabelecimento. — se dirigiu ao trio antes de piscar para nós em estado de alerta e se inclinou para pegar o Bilbo que rosnou para ele e se refugiu nos braço do garoto miojinho.

‘’ Oi?’’ — eu não estava entendendo nada.

— Ah! Vocês são de algum K- group recém debutado que ninguém conhece ainda? — Cereja tagarelou e os caras ficaram boquiabertos.

— Bonequinha está chamando a gente de flopados. Não tem Internet em casa dona moça? — o do boné disse abismado e minha irmã riu.

— Eu tenho. Sou recém iniciada no mundo do K-pop e decidi não entrar em outros Fandon's porque não sou rica para estar em milhares de lugares ou para comprar N-bugigangas. Por isso escolhi o Myteen para cultuar. — respondeu deixando eu e a Lala boiando. — E a proposito estas duas aqui nem sabem o que é K-pop e são figuras representativas no cenário desta conversa. — emendou nos inserindo naquilo e o trio de repente começou a rir para valer.

— Gostei de vocês! — o miojinho exclamou ainda abraçando o Bilbo.

— Estão convidadas para se sentar conosco e o porquinho. E senhorita deveria começar me chamando de Oppa por educação hierárquica. — o do boné tagarelou olhando para a Cereja.

‘’ Ele disse isso mesmo? Então que se prepare para o coice. ’’ — pensei trocando um olhar de aviso com a Lala.

— Hey cara K-idol não sei das quantas! Não sou obrigada a ficar me lembrando da área da saúde. Porque que eu saiba a pronúncia de ‘’Oppa’’ no meu país quer dizer uma sigla para um mini hospital de pronto atendimento para a população do batente. — cuspiu debochada, mas puxou a cadeira e se sentou ao som das gargalhadas dos amigos dele e das nossas.

 O homem fez cara de tacho.

E em vinte minutos de papos eles se apresentaram como Bobby, Wonho e Zelo. Sendo o último o menino miojo. E não chegaram a explicar de qual K-group realmente participavam. Se bem que aquilo não fez muita diferença porque nenhuma de nós estava interessada nos status deles, mas sim em reaver o Bilbo e de quebra fazer novas amizades.

— Não precisam pagar a conta! — protestamos quando o povo se manifestou sobre aquilo ao final da reunião, mas se fizeram de surdos.

— Menina bravinha de lábios de cereja o que acha de participar de um evento e conhecer o pessoal do Myteen? — Bobby ofereceu todo solicito e minha irmã se assanhou.

— Só se for agora! — respondeu de imediato e Bobby piscou.

— Ai não! — eu e Lala gememos ao som da risadinha de Wonho.

— Acompanha-me? — Zelo perguntou ao ficar de pé para me oferecer seu braço. E só então percebi o quanto o homem era alto e eu uma garrafinha de Yakut perto dele.

— Sem objeções. — fui obrigada a concordar, pois não podia deixar a Cereja longe porque nós três ainda precisávamos confirmar algumas coisas sobre o aniversário de nossa madrinha.

 Zelo então abriu um sorrisinho infantil e quis me benzer, pois algo estava me avisando que ele era um diabinho disfarçado de anjo.

 

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Kim Ji Hee

É certo de que quando você nasce perfeita, maravilhosa e sem qualquer falha que todas as pessoas irão te amar. E cresci fixada nisso. Portanto nada foi difícil de se conseguir ao longo do caminho e mal tive de me esforçar muito porque tudo sempre chegara a minha mão com ou sem a influência de minha família porque eu me garantia.

 A melhor na escola. A melhor no balé. A que tinha mais pretendentes do que se poderia contar nos dedos e a dona do melhor emprego de todos os tempos que era a gerencia de promoção da Big Hit com uma parceria aleatória a SM Entertainment em consultorias em alguns casos urgentes de trabalhos em grupos entre as duas empresas.

E tudo era mais do que imaculado. Era! Até o dia em que aquela brasileira sem sal de pele escura chegara para tentar roubar o meu reinado. Não que ela se mostrasse interessada em meu cargo ou prestígio, mas sim viera para roubar a atenção do grupo inteiro e para tirar a única coisa que eu mais queria. E isso eu jamais a deixaria ter porque aquele homem era meu!

 

Você precisa desistir

Já teve o suficiente

Não é difícil de perceber que

O garoto é meu

Sinto muito já que você

Parece confusa

Ele pertence a mim

O garoto é meu! (Music: The Boy Is Mine- Brandy feat Monica)

 

 Um dia nós nos casaríamos e eu provavelmente acabaria sendo a agente de sua carreira solo e entraria para a historia como a segunda Yoko Ono versão sul coreana e musa do disband.

‘’ Tudo está correndo como eu planejei e agora é só comprar a pipoca e esperar o espetáculo de camarote enquanto ela descerá descarrilhada ladeira a baixo. ’’ — este pensamento me alegrou enquanto estava em meu apartamento olhando para todas as inúmeras fotos do meu homem coladas em todas as minhas paredes.

 

(Nota da autora: Quem será o homem que essa psico louca ama? ’’

 

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(Pov’s) S-N (vulgo) Tiazinha.

Já tinha conseguido aceitar melhor o mico recém passado e estava até mais conformada de que nunca mais veria aquele homem para ser obrigada a me lembrar.

— Ah! Não! — quase gritei ao passar no corredor que dava para o estúdio e enxergar o quadro de avisos com a data do meu aniversário colada nele.

 Era comum que a Big Hit fizesse esse apanhado de comemorações do povo da equipe,mas era a primeira vez que o meu nome caía ali. E como eu não era fã de holofotes olhei para um lado e depois para o outro antes de arrancar a nota com o dia e o meu nome antes de jogá-los fora.

‘’ Prontinho! Agora eles irão comemorar a festa da Lee Tee. ’’ — assoviei antes de me dirigir a porta correta.

 E mal adentrei o cômodo para ouvir os sons do BTS cantarolando através da sala vidrada de isolamento acústico.

 Hit Man não estava sentado em sua costumeira cadeira de controle de mixagens,mas a minha papelada estava na mesa atrás do painel que ficava bem de frente para a placa de vidro.

 Os meninos estavam distraídos e fui o mais ágil possível em me sentar para começar a analise, mas ao abrir minha bolsa para trocar meus óculos de descanso pelos outros com a armação avermelhada me dei conta de uma pequena coisinha que me fez gritar.

E isso justamente aconteceu quando os meninos do GOT7 entraram na sala.

— S-N? — todos chamaram por mim com caretas engraçadas.

— Olá senhores. Não é nada. Eu perdi o meu Kindle em algum lugar, mas isso não é relevante. E... E... Bom trabalho. — respondi fazendo uma reverência atrapalhada e recebi sorrisos amistosos.

 Eles sempre eram simpáticos comigo.

— Para a senhorita também. — disseram devolvendo a reverência. E Mark, Bambam e Jackson piscaram para mim como de costume.

 E uma vez que todos eles se dirigiram a porta acústica, eu me sentei começando a dar uma de uma louca para repassar os meus passos desde o começo da manhã até chegar à resposta absoluta de que o meu ‘’filho’’ tinha ficado na mesa de Jay Park.

— Não! — voltei gritar e atirei meus óculos para longe e soltei meu coque sempre bem disciplinado para começar a me descabelar por aquela mancada.

‘’ Meus três mil E-books foram para o vinagre. ’’ — lamentei começando a sentir calor pela raiva.

 E aquilo estava me corroendo tanto que tive de puxar o laço de minha blusa social branca porque me senti sufocada.

— Eu sou muito burra! Burra! Minha leitura noturna de hoje já era. Puta que pariu! — esganicei nem ao menos pensando em cogitar a ideia de ir atrás daquilo.

 Não depois dos micos.

— O jeito vai ser então chorar e ler pelo Iphone o final daquele...

— Com licença. Senhorita S-N. — um dos funcionários disse ao adentrar o espaço. E dei outro pulinho para voltar a agir normalmente.

— Sim? — perguntei amena e notei que nas mãos dele havia um buquê de rosas amarelas e o meu Kindle, pois eu reconheceria aquela case de porquinho em feltro rosado que o cobria em qualquer lugar.

— Oh! Senhor Chuan! Obrigado! — exclamei agradecida e ele até sorriu.

 O que era inédito, pois o homem vivia chupando limão.

— O pessoal da corporação do senhor CEO Park enviou estes itens e...

‘’ Deus abençõe o senhor Park e sua equipe! Aleluia!’’

— O responsável já foi?

— Acho que ele parou para tomar um chá no saguão.

— Ah! Por favor, diga a ele que eu agradeço por esse favor e que também sou grata ao chefe dele. — tagarelei ao pegar o aparelho.

— Hum. Senhorita o buquê também.

— Oi?

— Sim. As rosas são suas. — disse ao me entregá-las antes de pedir licençar e sair.

‘’ Ouxe! Eu nem gosto de plantas. A gente ganha tantas quando morre e não vejo essa necessidade. ’’ — pensei ao depositar aquilo sobre a mesa e em seguida fui tomada por um ataque de alívio e de emoção por ter a minha joia anti estresse de volta em minha vida.

 Tanto que passei a saltitar uma dancinha enquanto beijava a case de feltro apaixonadamente como uma daquelas mocinhas de novela mexicana que tem uma crise de monguices ao descobrir que está caída por algum protagonista com um nome bem tosco, mas cheio das notas e que todas as mulheres querem ter a sua chance. Incluindo ela. Só que não têm cacife para isso.

— Nós nunca mais iremos nos separar meu amor. Eu juro que... — parei de falar ao me virar e me dar conta de que ambos os grupos de K-idols estavam me encarando através do vidro com expressões que iam de surpresa, diversão ou de WTF foi isso?

‘’ Ai não! Hoje é sem dúvida o dia do King Kong.’’ — pensei sentindo a minha cara cair no chão antes de apenas dar um sorrisinho murcho e juntar minhas tralhas que incluíam bolsa, óculos,laço,grampos e os papeis antes de sair daquele local o mais rápido possível.

 

Quebra de Tempo

 

Não consegui falar com as meninas e terminei a tarefa com as revisões e o fiz evitando ao máximo me reencontrar com os meninos, pois estava com medo de que eles achassem que eu andava me drogando.

— Acho que fazer um pouquinho daquela leitura nessa pausa de cinco minutos para o chá não vai matar ninguém. — sussurrei sentada na sala já vazia da presença da equipe e mal abri o Kindle para encontrar um pedaço de papel com o número de alguém,mas sem identificação.

 E como eu não era dada a ser enxerida. A não ser que fosse sobre espionar as minhas afilhadas. Eu apenas joguei aquilo fora por achar que fora parar ali por engano.

— Hum. Agora vamos voltar ao chinês da sarrada boa em...

 A porta foi escancarada e meus sete passarinhos. Como gostava de chamá-los invadiram o lugar.

— Poxa! S-N, quem te enviou flores? — Namjoon e Suga perguntaram.

— Você nem gosta de plantas. — Hoseok comentou pensativo.

— Tanto que deixou isso na sala. — Jin tagarelou ao depositar o buquê sobre a minha mesa.

— Por que estava saltitando daquele jeito? — V e Kookie perguntaram.

— Hum. Existe alguém a rondando? — Jimin completou a série de perguntas.

— Ok! Marias Cidas fofoqueiras! Eu perdi o meu Kindle hoje num Fansigh quando fui fazer um favor a uma amiga e ele foi devolvido por alguém gentil e as flores com certeza foram de uma das ''meninas'' para tirar um sarro de mim. E fim. Agora sumam daqui porque preciso voltar ao trabalho. — respondi editando o nome do dito cujo, pois não achei relevante contar o meu vexame e ouvir risos.

— Desde quando vai a Fansighs? Não vai nem nos nossos. — se queixaram.

— Aff! Vocês parecem velhas. Eu estava fazendo um favor! Sabem o que é isso? — provoquei e recebi caretas endiabradas de seis deles, pois o sétimo estava me olhando com cara de paisagem.

— Já que insiste em falar de favor. Hoje à noite teremos o evento KPM no hotel Seul City e todos os grupos que você ajuda no ‘’  S-N Help's’’ estarão lá para apresentações. E como você não comemora seus aniversários seria muita camaradagem de sua parte se fosse como nossa convidada de Staff e depois se juntasse a nós e ao pessoal para o jantar privado dos idols. O que acha de nos fazer esse favor? — Namjoon me encurralou com aquele pedido e ele sabia ser bem persuasivo quando queria algo.

 Ok. Todos eles eram assim e bem manipuladorezinhos demais para o meu gosto.

— Vocês sabem que eu não vou a esses eventos se não for por questão de trabalho. E tenho de ficar de olho nas meninas e...

— Suas afilhadas provavelmente irão concordar com isso se fizermos ligações para elas. — todos disseram em coro.

 ‘’ Elas iriam é tirar um sarro da minha cara se soubessem de algo assim e seria a zoação do ano!’’ — pensei balançando a cabeça.

— Ajudo vocês no grupo Online porque amo a cada um e ainda assim querem sugar o restante da minha energia com...

 Comecei a citar o grupo de apoio no What’s que era usado quando eles precisavam de um Help meu como a moça do Google tradutor para os jogos alemães, dinamarqueses ou japoneses que compravam. E aos poucos a coisa foi se tornando uma máfia que incluiu um monte de amigos de outros K-groups no tutorial. O que me rendeu um monte de presentinhos que incluíam chocolates, balas Finis, pelúcias de porquinhos ou objetos em formato dos mesmos. Porque segundo os senhores do Bangtan a escravidão tinha acabado e eu não era obrigada a trabalhar de graça.

— Noona ou você vai ou nós iremos aparecer na sua porta com aquele carro de som que um dia mencionou que os brasileiros fazem para homenagear as pessoas em datas especiais. — Hoseok tossiu e foi automático atirar o buquê nele.

E claro que ele se esquivou rindo e a coisa acertou a cara do Jimin.

— Oh! Perdão Chimchim! — me desculpei ao me levantar da cadeira e dei a volta indo até ele para ficar na ponta dos pés e esticar as mãos lhe apertando as bochechas macias de levinho.

 E ele piscou todo bonzinho como de costume.

— Hey! Noona eu quem merecia esses apertões. — Hoseok brincou.

— Eu também! — os outros riram.

— Só ele merece essa tortura disfarçada de carinho. Humm. E eu não irei. Estou falando sério sobre...

— Ou nos dá um apoio ou terá um carro de som em sua porta amanhã com milhares de ARMY’S fazendo cosplay de animadoras. — tossiram.

‘’ Deus me livre disso!’’

— Ok! Se for para vocês sumirem da minha frente, eu irei aceitar, mas assim que o jantar terminar. Virei para casa sem idas a nenhum barzinho doido com vocês a tira colo.

— Esta é a nossa garota! — exclamaram batendo palmas.

— Não adianta flertarem comigo porque não sou uma fã. — cruzei os braços.

— Estraga prazeres! — Namjoon piscou antes de se retirar.

— Fique mais bonita do que já é para hoje. — V tagarelou acenando antes de seguir o líder.

— Não fique brava senhorita super Noona. — Suga sorriu de canto e também saiu.

— Estou ansioso para vê-la sentada na primeira fila tendo uma noite de ARMY. — Kookie cutucou ao acenar em despedida.

— Eu também estou ansioso para jantar com a melhor doceira do mundo. — Jin exagerou ao se referir aos meus doces brasileiros.

— Noona nós iremos nos divertir até você surtar. — Jimin disse cheio de promessas.

— Eu esperava mais animação. Vamos nos animar, S-N! — Hoseok disse abrindo mais um daqueles sorrisos de sol irritante dele.

— Eu não consigo ficar happy como você quando sou convidada em cima da hora para um evento e nem mesmo fiz as unhas. Seu coreano malvado. — lhe mostrei a língua depois de olhar minhas unhas apenas cobertas por uma base comum.

Não é que eu fosse vaidosa, mas para ir a um lugar daquele era preciso estar arrumadinha e nem a roupa para isso,eu tinha em meu closet que era constituído por conjuntos sociais para o trabalho e calças jeans e blusinhas básicas para as situações fora do círculo.

‘’ Aquela calça social preta. Hum será que combina com aquela blusa de cetim? Isso vai ser um horror!Ok. Terei de vasculhar melhor minhas opções loucas.’’

— Está pensativa demais. — tossiu mostrando aquelas covinhas matreiras.

— Suma! — o espantei antes de voltar ao trabalho e faltava meia hora para o final do expediente quando o mesmo retornou trazendo consigo uma sacola azul e uma enorme caixa dourada.

— O que é agora?

— Os meninos e eu estamos lhe dando seus presentes em adiantado.

— Oh! Não! Nada disso e...

 Ele colocou os objetos sobre a mesa com cuidado antes de me puxar da cadeira para logo me empurrar com jeitinho contra o sofá de dois lugares do cômodo.

— O Namjoon e o Jin ficaram brigando pela cor que acharam que combinaria mais. O Jimin, Jeon e Tae também discursaram sobre isso, mas eu e o Suga batemos o pé de que você se estressaria menos com um azul da meia noite. — tagarelou me deixando boiante na maionese dele.

— Como disse?

— S-N,eu vou resolver o seu problema.

— Mas de que...

— Este aqui. — revirou os olhos puxadinhos ao se ajoelhar em minha frente e em seguida retirou do bolso de seu casaco um sachê de acetona; um palito,algodão e um vidro de esmalte azul numa cor belíssima.

— Ai meu Deus! Um J-Hope manicure existe? — eu tive um acesso de risos ao invés de esbravejá-lo como deveria fazer. E não só com ele, mas com os outros por terem perturbado uma das gerentes para irem atrás de presentes para mim.

— Existo e mostrarei meus préstimos. Fiz as unhas da minha irmã uma vez quando ela tinha quinze anos. Hum. Acho que ainda sei como pintar. — respondeu sorridente ao puxar o meu pé direito e o livrou do salto baixo e fechado para iniciar o processo delicado de limpeza do esmalte base antigo.

 — Socorro. — tossi ainda rindo, mas aos poucos o seu trabalho foi se mostrando ágil e dedicado em sua atenção quando o mesmo se sentou no sofá e levou meus pés a sua coxa.

— Fique quietinha, pois se eu borrar o serviço você será...

— Você é bem lerdo! — Tae e Jimin exclamaram ao surgirem trazendo mais duas sacolas menores. E uma delas era da Nina Ricci a minha marca de perfumes predileta.

— Eu sou perfectionista e...

— Eu a ajudarei na limpeza das mãos. — Jimin se ofereceu.

— Se afaste do meu trabalho! — J-Hope rosnou e recebeu um olhar feio.

— Ok. S-N, o que acha de nesse meio tempo traduzir um novo jogo que eu tirei Prints? — Tae perguntou.

— Deixe-me vê-lo. — assenti já rindo pelo malabarismo que teríamos de fazer para não termos o Hoseok praguejando.

E assim o meu fim de expediente se tornou abonado dos micos anteriores comigo sendo mimada e agradecendo a todos eles por toda aquela atenção.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Notas Finais


Quem será o membro do BTS apaixonado pela S-N? E o que este evento promete? E as afilhadas vão se meter em rolos?


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