História Coração Dividido - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Meu Coração é Teu
Personagens Ana Leal, Fernando Lascuráin Borbolla
Exibições 21
Palavras 1.852
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Droubble, Escolar, Famí­lia, Festa, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Visual Novel
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 2 - Capítulo 2


Ana

"Puts! Hoje foi o cão para chegar aqui, ônibus quebrou os outros só passavam socados, ainda por cima esta chovendo, estou toda amassada e molhada, sabe aqueles pintos molhados, visualize minha pessoa nesse momento".

Ela tem cabelos na altura da cintura castanhos, com ondas  nas pontas deles, usa uma franja isso a ajudou bastante para ficar muito parecida com um pintinho molhado, ela tem certeza que isso será motivo para as patricinhas rirem dela.

Ela entra na sala da boa tarde esta pingando água, nem olha ao seu redor, senta na primeira cadeira que ver na frente. Alguém toca no seu ombro e lhe oferece um casaco, olha para trás e quem ela ver, o garoto com olhos  negros como a escuridão, um cheiro bom passou do casaco quando ele lhe deu.

— Oi... É melhor você trocar a camisa, vai ficar resfriada, não tem problema pode ficar com o casaco depois me devolve você esta encharcada peça licença e vá ao banheiro mudar a roupa.

Nem espera ele terminar levanta apanha o casaco pede licença e sai... No banheiro troca a blusa pelo casaco, "nossa! Que cheiro gostoso", fica sentindo aquele aroma, sente até um frio na barriga, "ele tem bom gosto em termo de perfume esse tem cara de caro e bom, acho que não vou esquecer esse cheiro nunca mais". Ela não teve outra opção solta os cabelos, pois a presilha quebrou quando tirou a blusa, ficou parecendo uma leoa com frio. Volta para sala rapidamente, quando senta agradece ao Rafael.

— Obrigado, você salvou minha vida estava tremendo de frio, sem contar que ia começar os espirros intermináveis se continuasse molhada daquele jeito, valeu, bonitão! — Ops! O que eu disse droga. Ele a olha esquisito.

— Do que me chamou? – Rafael a olha com um sorriso de canto de boca.

Nesse momento ela percebe que ele é um rapaz muito lindo, deve ter uns 18 anos ou mais, é muito decidido, não tem vergonha de se expor, parece ter personalidade forte e é bem diferente dos outros rapazes riquinhos, fica olhando para ele e pensa! "Eu gosto dele, será um bom amigo nesse curso de cão".Quando foi responder a pergunta dele o professor chama atenção deles. Voltam atenção para aula até terminar, mais uma tarde cheia de dúvidas.

— Você esta com uma cara de que não entendeu nada do assunto – Indaga um rapaz que sentou do seu lado, já tinha notado que ele não tirava os olhos dela a aula inteira, ela já estava ficando incomodada.

— Pois é hoje foi osso, nunca vi tanto número na minha vida, parece uma armadilha para os sem noção em matemática, mas vou superar isso, logo aprendo as formulas e tudo fica bem. Responde para ele andando em direção a porta.

— Ei espere, posso te ajudar se quiser... Eu sei um pouco desse assunto, podemos marcar no final de semana o que acha?

— Ele fala cheio de dentes pro seu lado.

— Ela já tem com quem estudar Thiago, ok! – "Nossa, ele foi rápido à resposta, acho que percebeu que demorei a achar uma saída pra dispensar o Thiago, mais uma vez ele me salvou". Pensa ela.

Thiago saiu da sala com cara de tacho, ficou bravo, mas engoliu seco e deu o fora rápido.

— Me salvou mais uma vez, obrigado! – Disse ela meio sem graça

— Falei a verdade, você realmente tem com quem estudar, não inventei nada.

Encostado na mesa do professor com aquele sorriso de canto de boca e a cara mais sínica ele responde para ela. Ela olha pra ele meio incrédula.

— Não entendi o que quis dizer? Pode me explicar com quem? Fez cara de sem noção.

— Comigo! Ele riu e saí a levando pela mão. Foi arrastada pelo corredor até a biblioteca, ele puxa a

cadeira e a fez sentar, pega seu caderno abre e pergunta?

— Quais são as suas dúvidas? Quero lhe ajudar, ajudando você, também vou me ajudar, vou te propor uma saída: A aula termina às 16 horas, podemos estudar das 16 às 19 horas lá em casa, e antes que reclame que mora longe, minha mãe ou eu levamos você, o que acha? Fica ali olhando pra ele, não acreditando que ouvia aquilo.

— Espera Rafael, a proposta é ótima, você só esqueceu um pequeno detalhe, eu moro do outro lado da cidade, e tem mais sua mãe deve ter mais o que fazer e você também do que ficar me levando para casa todas as noites. Ela estava meio atordoada, com rapidez dos fatos.

— Deixa que com isso eu me preocupe, minha mãe adora dirigir eu também, ela vai gostar da nova tarefa, quanto a mim não preciso nem falar esta na minha cara, vou amar! Responde ele.

— Como você sabe que ela vai aceitar Rafael? E tem mais minha mãe não vão me deixar fazer isso, ela é muito cuidadosa, sua mãe teria que ir conversar com ela. Tenta dificultar um pouco para ele desistir.

— Então está combinado, hoje mesmo minha mãe vai conversar com sua mãe, vamos, precisamos começar as revisões. Pegou a sua mão e saíram em direção à saída do cursinho, eles pegaram um táxi, isso tudo sem lhe falar nada, simplesmente tomou as rédeas do seu caminho.

Pegaram um táxi em frente ao curso, não demorou muito para chegarem a casa dele, mais ou menos 5 minutos, é um condomínio fechado às ruas são arborizadas com casas grandes e elegantes a rua onde ele mora é a mais bonita as casas tem cercas baixas e uma amendoeira em frente de cada uma, a casa é linda, na frente tem um jardim lindo cheio de flores vermelhas, amarelas algumas brancas, uma palmeira enorme três mesas e quatro bancos de ferro espalhados ao redor todos pintados de branco, a casa tem dois andares com portas de correr de vidro vamos considerar ela é majestosa.

— Mãe! Temos visitas, Mãe! Grita ele logo na entrada. Por dentro a casa não é diferente, elegante e com estilo, espaçosa e muito aconchegante, decorada com elegância e charme, tem um cheiro muito bom, cheiro de amor. Ouve uma voz vinda do andar de cima.

— Rafael, quantas vezes já te disseram para não gritar, meus ouvidos são sensíveis, afinal a distância não é tanta, para gritos, menino! Uma mulher muito bonita aparece no topo da escada e foi descendo com uma elegância, ela tem cabelos pretos  e olhos... Olhos de TIGRE. Fica olhando para Ana boquiaberta. Ana fica hipnotizada com sua beleza, a mãe do Rafael chega perto dela e diz:

— Você é linda! Olha em direção ao Rafael e pergunta?

— Quem é ela filho? Sua namorada? Olha para ele cheia de sorriso. Ela também sorrir com os olhos.

— Que é isso mãe, quer deixar a moça sem graça, é minha amiga de curso, vamos estudar todos os dias após o horário do cursinho. Ele olha para ela e pisca com aquele sorriso lindo que já está adorando.

— Ana esta é Carol minha mãe, mãe esta é Ana minha mais nova amiga! Apresenta-as e vai a puxa pela mão, como se ela fosse uma criança que precisa ser guiada. Ela solta a mão dele em um só puxão, ele a olha meio estático, e fica a observando.

— Prazer em conhecê-la dona Carol, sua casa é linda! Alias tudo aqui é maravilhoso, desculpe incomoda-la, não foi ideia minha não tive nem tempo de dizer não. Estende a mão para ela e a cumprimenta. Ela pega mão da Ana e fica segurando carinhosamente, sorrindo todo tempo sem parar de olhá-la, Ana fica com vontade de abraça-la e sentir aquele amor que ela esta lhe oferecendo. Sabe, quando você encontra alguém e tem a impressão que já conhece há muito tempo, que vocês já são íntimos sem segredos nenhum, foi o caso com a mãe do Rafael, Ana sente amor à primeira vista.

— O prazer é todo meu, minha querida pode ter certeza disto, tenho certeza que seremos grandes amigas, afinal não é todo dia que o Rafael traz uma moça tão linda aqui. Brincou com ela, tentando deixa-la mais a vontade.

— Obrigado, dona Carol a senhora é muito gentil. Ana já esta vermelha de tanta vergonha, ela é muito tímida e não esta acostumada a tantos elogios.

— Nada de dona, me chame de Carol, ou como quiser menos de DONA, vocês querem comer algo ou beber? Preparo rapidinho.

— Agora não mãe, vamos para o meu quarto, quando der fome ou sede eu desço e providencio, não

se preocupa ok? Ele foi dizendo isso e a puxa escada acima, Ana para no meio, olha para ele assustada, desce de volta a sala, já esta pronta para sair correndo porta a fora.

— Espera Rafael, por que não podemos estudar aqui na sala? Por que tem que ser no seu quarto? Algum problema de ficarmos aqui na sala dona Carol? Olhou para ela meio que suplicando ajuda, fica torcendo as mãos e mordendo seus lábios. Ela vendo aflição dela, entendeu seu recado, a pega pelo braço e a encaminha até a mesa da sala de jantar.

— Nenhum problema filha, pode estudar aqui, não é Rafael? Ela olha para ele e pisca o olho.

— Ok, mas não vejo o porquê de não irmos para o meu quarto, lá é mais tranquilo e tem tudo que precisamos, mas se prefere ficar aqui por mim tudo bem, vou buscar o material. Sobe as escadas de dois em dois degraus, demora cerca de alguns minutos para voltar.Ficam estudando um tempão, passa alguns exercícios para ela fazer e foi até a cozinha, ela não quis admitir, mas estava com fome.

— Vocês estão com muita fome ou dar para esperar o jantar? Pergunta Carol.

— Mãe, preciso lhe pedir um favor, na realidade um favorzão... Promete que vai me ajudar? Ele precisa argumentar com exatidão, tem que ser convincente, afinal só assim ficará mais tempo com a Ana.

— É o seguinte, Ana mora no subúrbio, ela entrou agora no curso e esta toda atrapalhada, eu me ofereci para ajuda-la e prometi que a levaria para casa todos os dias, quer dizer a senhora a levaria quando adquirir a confiança da mãe dela eu mesmo a levarei, não acabou... A senhora terá que ir até a casa dela e pedir permissão a mãe para que ela fique aqui após o curso, ela é antiquada e não a deixa sair sem uma supervisão de um adulto. Por favor, mãe diz que sim, é muito importante para mim, você sabe que se não fosse importante não estaria suplicando.

— Só me responde uma coisa, você esta gostando dela, ou só esta sendo um bom samaritano? Fica olhando nos olhos dele enquanto espera a resposta.

— Mãe! Ela é só uma amiga que quero ajudar, apenas isso, não viaja ok? Foi rápido na resposta, Carol é terrível, quando sabe que esta certa.

— Está bem filho pode fugir da minha pergunta, eu a levo para casa e vou pedir autorização a mãe dela e que Deus nos ajude. Responde ela sorrindo entrega dois hambúrgueres e dois sucos de abacaxis.





Continua....  😙😙😙😙

Bjos... 💋💋💋💋💋💋


   ❤❤FerAna❤❤



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