História Coração Dividido - Capítulo 4


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Categorias Meu Coração é Teu
Personagens Ana Leal, Fernando Lascuráin Borbolla
Exibições 14
Palavras 1.817
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Droubble, Escolar, Famí­lia, Festa, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Visual Novel
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 4 - Capítulo 4


Já faz seis meses que Fernando  estava longe de casa, toda vez que voltava pra Universidade não pensava que iria sentir tanta falta da sua casa e dos seus pais, "Caralho faz anos que fico nesse vai e vem, e ainda lembro, minha mãe pedindo para usar sempre agasalho nas noites frias, não usar muita roupa pelo dia, me alimentar direito, esquecer as porcarias das frituras. Fiz tudo ao contrário, foi bom esse tempo longe de casa, pensei direito em todas as bobagens, claro, que bobagens vou continuar fazendo”.

Fernando chegou há alguns minutos na rodoviária pediu para uma pessoa ligar em sua casa e chamar seu pai, quando ele atende ele pede para não falar o seu nome e vir busca-lo, quer fazer uma surpresa, todos estão pensando que não vem mais para o Niver do Rafael, infelizmente sua transferência demorou ele só consegui voltar hoje. Ele esta no estacionamento aguardando, meio que já exausto e louco para chegar em casa tomar um belo banho, ele olha em direção à entrada do estacionamento e ver o Jeep Grand Cherokee/preto que seu pai tanto ama vindo a sua direita, ele acena e vai caminhando até lá. Pedro desce do carro e lhe dar aquele abraço, pergunta como foi à viagem, enquanto eles conversam coloca suas bagagens no fundo do carro entra e seguem viagem pra casa, no caminho seu pai para no posto de gasolina, Fernando aproveita para colocar uma música, mas tinha que ser “a música” “Smith Operador de Sade”, Eles vão conversando sobre os acontecimentos dos últimos meses com um fundo musical maravilhoso, seu pai sempre foi muito divertido, riram muito com as atrapalhadas das suas tias, seu pai o atualizou em todos os assuntos, inclusive da festa de hoje, afinal o Niver do Rafael é hoje e como sempre ele é igual ao Fernando odeia festejar aniversário.

Quando chegam seu pai o deixa na frente de casa e diz que vai ajudar sua mãe, ele assenti com a cabeça. A rua sempre muito calma só o barulho dos cantos dos pássaros o portão esta aberto, não há perigo esse condomínio é um dos mais seguros da capital, Fernando vai entrando... "Nossa! Que saudade, cheiro de família, de amor, carinho", Ele sobe as escadas quer ver o seu quarto afinal não entra nele há meses, encontro-o do mesmo jeito que deixou, coloca suas coisas no chão tira a roupa e vai para o banho, veste um jeans e uma camisa polo branca. De banho tomado, revigorado ele se encaminha pra cozinha.

Quando está descendo a escada escuta um barulho de algo quebrando e um grito feminino, corre, parece que foi algo sério pelo barulho, chegando à entrada da cozinha só consegue ver um monte de cabelos castanhos arrastando-se ao chão e um choro... Ele se aproxima ligeiro, parando de repente... Ela está no chão segurando uma das mãos, ela percebe que tem alguém, ela olha pra cima com os olhos cheios de lágrimas. "Caralho! Caralho!" Fascinado com ela, ele fica lá parado olhando feito um bobo para menina, mas fodidamente linda que já tinha visto na vida, ficou tão abobado que não percebeu que a mão dela esta sangrando muito, corre se agacha e a ajuda levantar.

— Desculpe, foi minha culpa eu sou uma desastrada, não quis quebrar a garrafa, ela escorregou tentei pegar, mas não consegui. Ela fica olhando o tempo todo para os olhos dele, fala com uma voz tão suave, tão delicada que ele tem vontade de abraça-la, coloca-la no colo e a beijar lentamente.

Ela olha para mão, fica olhando com desespero, quando ela volta a o encarar ele percebe que ela muda de cor, fica tão branca e DESMAIA, se Fernando não fosse rápido e a pegasse ela iria se esborrachar ao chão cheio de cacos de vidros. Ele a pegou nos braços, sinceramente ele não sabia o que fazer, fica hipnotizado com a visão dela nos seus braços – “Pense rápido sua anta, a menina esta desmaiada e sangrando, você tem que fazer algo!” Fala com ele mesmo.

Fernando corre com ela nos braços e a levo para um lugar mais próximo, “o sofá”, a coloca deitada e volto pra cozinha – preciso estancar aquele sangue da mão dela, procura toalhas e encontro umas três. Volta para sala, enrola a mão dela bem firme e verifica se ela esta respirando, tira os cabelos dela do rosto com cuidado, encosta seu rosto no nariz dela põe sua mão delicadamente no seu peito, ela esta respirando, mas não acorda. 

— Quem será essa moça?

Ele ouve um barulho vindo dos fundos, é o Rafael chamando alguém aos gritos.

— Ana! Ana! Cadê você, merda você disse que só vinha tomar água. Porra onde ela se meteu, Rafael pensa com ele mesmo.

— Ana! Para de brincar, caramba você esta me irritando. Rafael entra pela cozinha e o que ver, o assusta, cacos de vidros espalhado pelo chão e sangue.

– Ana!!! Ele Corre...

Rafael  encontro seu irmão debruçado sobre a ela, merda ele fica cego com aquilo o ciúme o consome, isso não podia ter acontecido Fernando  voltou e a primeira pessoa que ele ver é ela...Porra! Ele pergunta já com vontade de esganar ele:

— O que aconteceu aqui? O que você fez com ela? Porra responde caramba. — Ele diz isso já indo na direção do Fernando de punhos cerrados.

— Tenha calma, Rafael! Ela esta bem, esta respirando normalmente, porra, você acha que a machuquei, vá se ferrar... Eu jamais machucaria uma mulher, ainda mais uma assim...

— Como? — Fernando fala de um jeito e olha pra Ana como se quisesse come-la. Rafael  fica mais nervoso com ele.

— Merda, ela esta sangrando, porra Fernando ela precisa de um médico. — Muito mais nervoso Rafael corre ao telefone e liga para o Médico amigo da família pedindo que ele viesse o mais rápido possível.

— Fernando nervoso tenta explicar. — Ela cortou- se com a garrafa de água, eu não vi como foi, só ouvi o barulho, quando cheguei, ela já estava no chão. — Ele fica olhando pra ela...

Rafael manda Fernando se levantar, ele quer verificar o corte da mão dela, Fernando  levanta meio à força. Rafael  senta-se e se inclina fica a menos de um palmo de distancia do rosto dela com tanta intimidade, aquilo incomoda Fernando, teve vontade de tira-lo de lá, ele faz carinho no rosto dela, tira a toalha, Fernando olha e ver que a coisa esta feia, o sangue jorra quando ele afrouxa a toalha, ele troca o pano e continua acariciando o rosto dela com tanto ternura que Fernando fica com muita raiva, ele já ia à direção do Rafael quando ela acorda e agarra-o pelo pescoço chorando, aquilo o deixa irado, ela fica repetindo que foi culpa dela, que foi culpa dela. A intimidade deles dois só dizia uma coisa, ela pertence ao seu irmão. Ele sai da sala, em silencio, com um vazio dentro dele.

Fernando vai para frente da casa, deixando os dois sozinhos, alguma coisa nele tinha mudado, esta sentindo um vazio, ele se apoia na parede e fica olhando o jardim que sua mãe adora e cuida com tanto carinho, foi ai que percebe algo diferente, tinha flores que antes ali não existiam, esta mais colorido... Ele percebe que foi criado um canteiro de Jasmins amarelos, elas são a perfeição de tão lindas, fica admirando e perdido nos seus pensamentos escuta uma música vinda da casa vizinha “Right Here Waiting - Richard Marx” "caralho" aquela música reflete seu estado de espírito

naquele momento, fica ali parado ouvindo a melodia e pensa no que esta acontecendo com ele — Que merda é isso, porque me sinto assim em relação a esta moça, porque essa sensação de posse, porque ela mexe tanto comigo

– Porra! Sua cabeça esta uma tremenda confusão e no momento esse era o seu nome, não faz nem 3 horas que ele havia chegado e já estava em apuros — Caralho! Ele

passa as mãos nos cabelos como se quisesse se livrar das lembranças — Preciso sair trocar minhas energias.

— sai em direção à garagem, a chave estava na ignição, o Honda Civic estava o esperando, sai em disparada deixa os dois em casa.

Rafael ouve um carro sair cantando os pneus, ele tem certeza que foi o Fernando, ele sempre faz isso, já tinha se esquecido do quanto ele é imprudente. Volta sua atenção para Ana, ela esta assustada e com certeza esta sentindo dor.

— Ana, porque não me pediu para vir buscar água pra você? Sabe que largo o que estiver fazendo. Ele fala muito preocupado com ela.

— Desculpe-me, não queria atrapalhar, e posso muito bem pegar minha água sozinha não sou nenhuma inválida. Ela fala envergonhada da situação.

— Rafael sabe que ela pode se virar sozinha, mas gosta de fazer as coisas pra ela.

— Você esta bem? Esta doendo muito? O médico já esta vindo, porra você me deixou tão doido, já pensou se algo pior tivesse acontecido caramba  Ana faz isso mais não, promete que não saí mais da minha visão, promete.

— Ele repete a pergunta. — P-R-O-M-E-T-E...

— Espera um pouco não é para tanto, ai você esta exagerando, foi um acidente, tudo bem eu sou desastrada, mas isso não quer dizer que vou sofrer um acidente toda vez que sair de perto de você.

— Quando ela ia continuar a falar a Campânia da porta toca, Rafael se afasta e foi em direção à porta. Junto com ele veio um Senhor devia ter uns 50 anos, cabelos pretos alguns fios brancos, alto.

— Ana esse é o Dr. Raymundo, além de ser o médico da família é nosso amigo de muitos anos. Eles se cumprimentam, e o médico vai logo sentando ao lado dela para verificar sua mão. Ele não fez uma cara muito boa, isso preocupa o Rafael.

— O que foi Dr. Ray? está feio assim, vai precisar de pontos? Tem que ir ao hospital? Caramba homem diz logo. A essa altura a calma dele já tinha ido embora. O médico o olhou com espanto.

– Calma meu Rafael foi um corte profundo, mas não precisa de pontos, só temos que ter cuidado para ela não movimentar muito a mão, pegue minha maleta.

— Ele aponta para cadeira.

O médico fez todos os procedimentos, ela nem olha, vira o rosto para o lado, tem uma hora que parece que ia desmaiar, fica branca feito cera, faz careta de dor, principalmente quando ele retira um caco de vidro de dentro do corte. Rafael fica orgulhoso... Ela é corajosa Dr. Raymundo faz o curativo, coloca suas coisas na maleta

– Pronto Rafael, ela esta medicada, cuidado para não molhar o curativo, a troca será um dia sim outro não, tem que tomar esse antiflamatório de 8 em 8 horas e analgésico de 4 em 4 horas, qualquer coisa me ligue. Pedro o acompanha até a porta.





❤❤❤FerAna❤❤❤

Continua..... 😘😘😘😘😘

Bjos....💋💋



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