História Coração em Fogo 🔥. Aconteceu. - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias 2 Broke Girls, Apartment 23
Tags Casal, Lesbian, Lesbicas, Romance
Exibições 87
Palavras 2.130
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Mistério, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Como prometido voltei hoje com um novo capitulo....
Boa leitura^^

Capítulo 3 - Choque


Fanfic / Fanfiction Coração em Fogo 🔥. Aconteceu. - Capítulo 3 - Choque

POV’ S EDUARDA

 

Entro na casa e novamente encho minha garrafinha com água do filtro mesmo, bem gelada. Quando saio de volta na frente da casa, não vejo mais os carros dos vacilões.

— Cade os vacilões?!

— Eles foram na frente, assim já vão arrumando tudo, quando chegar podemos nos divertir mais.

— Ata. Onde você vai?! Pensei que já tivesse tudo pronto pra nos partir também.

— Tá sim, só vou buscar o óculos da Manu. - Manu ou Manuela como preferir é a namorada da Bru.

— Não demora Bru, você é enrolada.

— Chata.

E assim ela entra na casa, saio no portão e fico mexendo no celular, quando minha garrafinha escorrega da mão descendo rolando pelo meio-fio rua abaixo, quando alcanço e vou me abaixar pra catar, como se fosse um fantasma aparece do nada uma cachorra da raça labrador, latindo e catando minha garrafinha numa bocada. Não fico irritada com o belo susto que levei, e com o acabou de acontecer, ao contrário sorrio muito por sinal quando a cachorra senta e fica abanando o rabo pra mim toda cara de sapeca.

— MALB, devolve agora a garrafinha da moca. Anda, sua teimosa.

Eu me agacho perto da cachorra e faco carinho em sua cabeça que balaca mais ainda seu rabo, pego em sua coleira vejo seu nome MALB.

— Malb, lindo nome sapeca.

— Anda Malb, devolve a garrafinha da moça.

— Não precisa se preocupar, deixa a garra….

Quando levanto e viro pra voz que por sinal e marcante e tem um tom sensual, que está advertindo a cachorra, minha voz some como o sol some pra lua ganhar seu espaço. Minha boca seca, minha respiração parece que acabou neste momento pro resto da vida. Meus lábios formam um belo CARACA.

Se anjo existissem, ou existem, eu acho que estou no momento bem de frente, cara a cara com o mais belo que poderia vê, melhor muito linda. Seus olhos verdes brilham ao sol ainda mais, me fazendo me perder naquela imensidão verde, chega a doer de olhar naquele olhar, marcante, tentador, provocante. Que mulher é essa bem na minha frente?!

— Desculpa pelo ocorrido, Malb é teimosa mesmo.

— N… Nã… Não – Droga! Se concentra Eduarda – Não precisa se preocupar tudo bem deixa a garrafinha com ela.

— Desculpa mesmo. Da aqui Malb a garrafa teimosa…

— Não chama ela de teimosa, é linda sua cachorra.

— Obrigado, olha eu tenho na casa dos meus pais – ela aponta pra casa que acertei onde esta tendo festa, fica bem de frente com a casa da Bruna – aguá com gás mesma marca que essa, se quiser eu providencio uma pra você.

Enquanto ela fala eu não consigo para de olhar pra aquela maldita boca, angelical e suculenta, tentadora com aquele batom salmão vivo. Como seria beijar aqueles lábios tão lindos?! Balanco a cabeça tentando jogar bem longes esses pensamentos.

— Não precisa eu já tinha bebido a água com gás, ela só tá com água que peguei do filtro da casa aqui da minha amiga.

— Quando nos chegar em casa, vamos conversar mocinha.

Ela fica mais sexy e sensual pra caralho quando faz de conta que está falando bravinha com a cachorra, que está sentada agora do seu lado.

- … Desculpa nem me apresentei, que falta de educação da minha parte, prazer me chamo Amanda.

— Prazer – E que prazer meu santo Deus – Eduarda, melhor Duda.

Ela me lança a mão, quando eu aperto, e como se meu corpo tivesse sido ligado a uma rede elétrica de 250 V, da cabeça aos pés tomo choque com seu toque. Com ela apenas pegando em minha mão e apertando levemente.

Quando ela sorri no meio do aperto de mão, ai que vejo que me faltou o ar da atmosfera todinha. Eu preciso de água gelada senão vou ter o meu primeiro ataque cárdico com apenas 19 anos de idade, essa mulher e muito linda, gata, perfeita, sexy, gostosa. Ou eu to perdida no meio do deserto e to tendo miragem do paraíso, ou ela é a mulher mais linda que já vi na minha vida. Quando sorri e mais linda pra cacete. Mais perfeito que o sorriso da lua.

Quando ela solta minha mão, ainda sinto o toque dela. Seus olhos me encaram e eu não consigo desviar, nem se eu quisesse por todas as forcas que tenho em meu corpo todo. Ela tem o poder de fuder com a vida de uma pessoa literalmente só num piscar.

— Vamos DUDAAA - Saio da hipnose daquele olhar matador com o grito da Bru – Oe Amanda.

— Oi Bruna, saindo?!

— Sim estamos indo pro condomínio, dá uma olhadinha no meu dog vai que ele escapa novamente, como daquela vez.

— Pode deixar Bruna, olho sim. Vamos né babe, cuidar do Marle – ela fala com a cachorra que late e pula em sua cintura – eu vou levar essa teimosa pra casa, eu olho sim Bruna, tchau Eduarda. Desculpa pelo inconivente.

— Não foi nada, tchau Malb – agacho – me e faco carinho nela que late toda feliz.

— Vamos Malb.

— Tchau Amanda.

Ela nem deve ter escutado porque já estava atravessando a rua em direção a casa dos seus pais. Enquanto observo ela já longe não pude deixar de olhar aquele corpo dos deuses. Que corpo. Que mulher. Santo Deus. Não deve ser coisa do destino, falar com uma mulher tão linda dessa tao cedo.

Bruna me puxa pelo braco me tirando os pensamentos, enquanto dirijo ate o condomínio fora da cidade quase uma hora de estrada, aqueles malditos olhos não saem da minha cabeça um segundo sequer. Aquela voz sedutora e sexy, fica repetindo a todo momento ao meu redor. A boca dela entre aberta enquanto cada palavra saia dali, que gosto teriam aqueles lábios?! Tentação certeza.

— Que mulher!!!

— Falou alguma coisa Duda?!

— Não Bru.

Agradeço pelo som tá muito alto, senão Bru era capaz de fazer eu parar o carro e contar tudo o que sentir sobre a tal Amanda. Foco na estrada e não demora muito chegamos ao condomínio, me identifico na portaria e logo somos liberadas para entrar. A casa do tio da Bruna e bem linda e grande também logo de cara na portaria dá pra avistar ela, mais dois minutos ate chegar no terreno dela, assim que desligo o carro, todos saltam dele entrando na casa.

Descanso a cabeça no banco e fecho os olhos, quando vem aqueles malditos olhos, aquelas esmeraldas. Tiro o óculos, fechos os olhos com força tentando tirar aquilo da minha cabeça. Mais que inferno que aconteceu comigo é só uma mulher, que mulher na verdade.

— Droga – Solto um soco contra o volante, fazendo a buzina soar alto.

— Tá, tudo bem Duda.

— Desculpa Bru, não sabia que estava por perto.

— Eu só esqueci meu Ray Ban no carro, aconteceu alguma coisa?!

— Não aconteceu nada, só tava descontando essa droga de raiva de ressaca.

Dou uma desculpa qualquer e desço do carro e vou entrando na enorme casa, que é perigoso eu me perder entre os andares e cômodos. Não quero a Bru me enchendo sobre algo que apenas é passageiro. Vou tirar aqueles malditos olhos da minha cabeça.

A casa tá maior bagunça com os vacilões, enquanto fico sentada na beirada da piscina com as pernas dentro da água tomando sol, alguém me pega de surpresa e me lança bem no meio da piscina me fazendo ir pro fundo rapidamente, quando volto pra superfície vejo que foi Danielle que me jogou que está rindo com Bruna, jogo água nas duas e caio na risada também. Já que estou aqui mesmo deito na água e fico suspensa, quando abro os olhos, e olho pro sol brilhante do dia, lá esta a maldição que peguei hoje, vejo o rosto de tirar qualquer um da órbita terrestre. Ela literalmente me tirou os pensamentos de qualquer outra coisa. Me fudeu.

 

POV’ S AMANDA

 

— MALB VOLTA AQUI….

Malb sai correndo quando escuta o portão da garagem abrindo pro pai sair de camionete pra comprar mais bebida. Vou atrás dela porque sei que a danada adorar fugir ate o final da rua. Saio no portão assoviando, olhos pros lados da rua sobe e desce nada de avistar ela. Penso que desceu correndo ate a esquina quando o pai virou com a camionete e deve tá la sentada olhando, pois Malb nunca vai mais longe que isso.

Quando olho pra frente da casa da vizinha de frente dos pais, vejo Malb correndo e pegando uma garrafinha de água de uma moca de costa. Ai que cadela terrível as vezes. Vejo a moca agachar e fazer carinho nela que fica la toda sentada e com cara de que é santa. Eu bem conheço a santidade de dona Malb.

— MALB, devolve agora a garrafinha da moça. Anda, sua teimosa.

Vou indo em direção a moca que olha o pingente com o nome dela. A garota permanece agachada brincando com Malb, quando me aproximo.

— Malb, lindo nome sapeca.

— Anda Malb devolve a garrafinha da moça.

— Não precisa se preocupar, deixa a garra…

Quando a moca se levanta e se vira, se eu pudesse sentir meu coração certeza que ele parou por alguns bons segundos, ou eu subi da terra pro céu cumprimentei São Pedro e voltei pro planeta. Me perco naqueles olhos escuros, e marcantes. Meu Deus, eu devo ter morrido e to no céu vendo meu anjo da guarda bem na minha frente preste a me castigar pelos meus pecados.

— Desculpa pelo ocorrido, Malb é teimosa mesmo. - Por sorte a voz não falhou.

— N… Nã… Não – Ela fica mais sexy ainda quando fala – Não precisa se preocupar tudo bem deixa ela com a garrafinha.

— Desculpa mesmo, da aqui Malb a garrafa sua teimosa…

— Não chama ela de teimosa, é linda sua cachorra.

— Obrigado, olha eu tenho na casa dos meus pais – apenas aponto pra casa logo do outro lado da rua e olho o rotulo da garrafinha – água com gás dessa mesma marca, se quiser eu providencio uma pra você.

Nossa que mulher angelical, parece que a qualquer toque, palavra, ou um mero sobro ela vai se despedaçar em milhares de pedaços incontáveis. Não pude controlar meu olhar sedento por seu corpo, que por sinal está muito sexy e atraente neste shorts rasgado e curto, numa regata larga despojada, não puder deixar de nota sua tatuagem descendo o braco todo terminando em cima da mão. Linda.

Seus cabelos longos caem por seus ombros pressos em um rabo de cavalo bem-feito, minha mão formiga querendo saber como seria tocar eles junto a sua nuca. Que gostosa pra caralho de garota. Mulher.

— Não precisa eu já tinha bebida a água com gás, ela só tá com água que peguei do filtro da casa aqui da minha amiga.

Tento tirar meu olhar de sua boca que é muito mais sexy que qualquer boca que beijei e já vi. Quero beija – lá.

— Quando nós chegar em casa, vamos conversar mocinha – saio daquele pensamento tentador e olho pra Malb que está sentada do me lado – Desculpa nem me apresentei, que falta de educação da minha parte, prazer me chamo Amanda.

Com sua beleza angelical bem na minha frente e bem capaz mesmo deu ser mal educada e avançar em sua boca. Penso comigo mesmo.

— Prazer Eduarda, melhor Duda.

Em minha cabeça repito seu nome. Que por sinal fica mais sexy sendo falado, como seria ouvir ela gemendo meu nome. Quando ela pega em minha mão meu corpo todo parece que passou uma corrente elétrica por aquele toque, sua mão é macia. Eu a encarro por alguns longos segundos, me prendendo na profundeza daqueles olhos, passando olhar por sua boca, descendo por seu corpo. Belo busto, sorri quando começo a pensar como seria ela sendo minha.

— Vamos DUDAAA…. - Saio desses pensamentos malditos quando Bruna surge – Oe Amanda.

— Oi bruna. Saindo?!

— Sim estamos indo pro condomínio. Dá uma olhadinha no meu dog, vai que ele escapa novamente como aquela vez.

— Pode deixar, olho sim. Vamos né, babe cuidar do Marle – Olha pra Malb que esta do meu lado, coço sua cabeça que faz ela pular em mim – Eu vou levar essa teimosa pra casa, eu olho sim Bruna, tchau Eduarda. Desculpa pelo inconivente.

— Não foi nada, tchau Malb – Quando ela se abaixa eu não consigo desviar meu olhar de seu corpo. To ficando obcecada.

— Vamos Malb.

— Tchau Amanda.

Escuto aquela voz angelical ao mesmo tempo bem la arras, enquanto atravesso a rua e entro em casa, pego uma água e sento no balção da cozinha, quando vejo estou perdida lembrando daquele rosto, daquela boca vermelha de batom, daquela escuridão misteriosa, perfeita de seus olhos. Quando levo a mão em meu piercing no nariz, sinto que seu cheiro está ali, é doce, traz paz, gostoso.

Gostosa ela é em todos os ângulos, sentidos e jeitos que eu poderia imaginar. Quem é era aquela garota?!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Notas Finais


Comeco de um novo sentimentos entre as duas.
Volto em breve..


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