História Coração Mecânico - Capítulo 12


Escrita por: ~ e ~Fada_Diva

Visualizações 28
Palavras 732
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Hentai, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Sobrenatural, Super Power, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Desculpem o cap pequeno gente, eu e a outra autora estaos com uns problemas pra se comunicar ent vai diminuir um pouco ;-; sorry

Capítulo 12 - Capítulo XII


P.O.V Agatha


Hey, vem brincar comigo?

Brincadeira e sonífero

Da prisão não escapa

Da tortura que rouba sua alma

Seu corpo perecera em carcaça

Jogada.

Cantarolou uma musica ao fundo enquanto as lâmpadas do corredor piscavam. Poderia ouvir as cobras rastejando nos canos de ventilação deixando um barulho parecido de garras arranhando a superfície da parede.

- Você esta aqui?!! Saiba que não jogarei seu jogo! – Falei rindo do modo mais irritante que poderia, para demostrar soberania. – Você é completamente irritante!

- Irmã...zinha. – Falou pausadamente com a voz do idiota, com o mesmo tom de antes. – Vejo que veio me visitar! – Rio.

- Desculpe, mas não sei se rio ou me mato. – Falei séria me encostando na parede.

- Porque se mataria? – Riu cheio de sarcasmo, revirei os olhos.

- Ninguém merece ver sua cara estupidamente feiosa. – Falei sorrindo.

- Fingindo que a sua é das melhores. - Falou ele ofendido, somente ri e olhei para ele.

- Cale-se! Não pedi sua opinião. – Falo.

- Você quer morrer? – Ele perguntou indo para cima de mim segurando meu pescoço.

- Morrendo ou não, para mim não importa! Nada vai melhorar, só ficará o eterno ciclo de uma vida infernal. Uma certeza que tenho em meu destino é a morte. – Falei olhando em seus olhos de felino Dourados e pude ver seu olhar irritado sobre mim. Ele queria que eu o temesse, mas não daria esse gostinho para ele. Há poucas horas compreendi o sentido de viver naquele mundo.

Se tornar parar pra pensar bem, a mentira poderia salvar, matar, trazer sofrimento e a ira de variados tipos de pessoas.

Mas estava mentindo a muito tempo que me perdi nelas. O mundo sempre foi uma mentira?

Obviamente que sim!



P.O.V Ally


- Olá Ally. – Diz a garota

- O-oi. – Respondo confusa, como o bicho sabe meu nome?

- Você é amiga da Agatha? – Ela pergunta me encarando através de apenas alguns fios que cobria seu rosto.

- Sou, por que? – Perguntei.

- Ah? Que eu saiba você não é amiga dela! – Ela já te me enchendo a paciência.

- E quem você pensa que é? Um projeto falho da Samara? – Pergunto rindo.

- Você só quer matar ela, nada de mais. – Ela fala convencida de seu pensamento.

- Huhum, até parece q mataria aquela praga. – Respondo revirando os olhos.

- Ela vai morrer! – Cantarolou.

- Eu sei, todos vamos morrer um dia. – Reviro os olhos.

A criança sorriu abertamente, uma nevoa densa e cinza formou a Agatha, em questão de minutos a sombra se desintegrou formando uma sombra maligna vermelha.

- Agora vê? A Agatha vai morrer para ressuscitar Lúcifer, e por fim Zalgo reinar em poder supremo. – A sombra some.

- E como ela morrendo vai fazer o satã reencarnar? – Pergunto.

- Exatamente! Agatha é uma chave para o selo. Ela morrerá de qualquer maneira quando completar 25 anos. – A garota da de ombros.

- E como uma simples garota de olhos vermelhos é a chave pra algo tão grandioso? – A criança começa a rir.

- Ela é neta de Lúcifer, o sangue de um dos reis do inferno corre na veias dela.

- Neta? Tipo... O avô dela é o satã? – Fico surpresa.

- Exatamente, como todo descendendo de Satã, Agatha vai enlouquecer, Ally. Chegará ao ponto de não se importar com ninguém, ao ponto de matar todos em busca de saciar sua fome por poder. – Dou pulinhos.

- Ebaaa, ela vai virar uma creepy! – Muahaha.

- Errado, ela será como o filho de satã. – Ela fala.

- Lembro dele não. – Digo baixo revirando minha memoria a procura de algo.

- Um devorador de almas. Um demônio impulsivo que sua parte humana como pensamentos racionais, sentimentos, memórias... tudo sumirá.

- Eita.

- De qualquer jeito, Agatha morrerá. É melhor entregar ela a Zalgo... – A criança se aproxima. – É sua melhor opção.

- Quero não, valeu.

- Aquele ser patético não vai fazer nenhuma diferença! – Gritou a criança e logo aquele ser que gritava foi lançado contra a parede.

- Ser patético é aquele que quer fazer cosplay de Samara na versão falsificada. – Falou Agatha segurando uma cadeira nas mãos.

- Agora podemos ir embora? Esse lugar me da tédio. – Digo olhando pra Agatha.

- Já conversei com meu odiado irmão. Nem precisa pergunta a parte de ir embora. – Ela murmura.

- Ok. – Começo a correr na direção da janela por onde entramos.



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