História Coração Solitário - Capítulo 8


Escrita por: ~

Postado
Categorias Inuyasha
Personagens Inuyasha, Jaken, Kaede, Kagome, Kirara, Miroku, Naraku, Personagens Originais, Rin, Sango, Sesshoumaru
Exibições 24
Palavras 2.455
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Hentai, Sobrenatural, Violência

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá fofos !! Perdoem -me por demorar tanto para postar, mas fiquei sem Wi-Fi. Mas agora vai. Aviso : essa fan, tem hentai. Espero que gostem ! Bjinhos
😘

Capítulo 8 - Lembranças roubadas - Parte 1


Fanfic / Fanfiction Coração Solitário - Capítulo 8 - Lembranças roubadas - Parte 1

Hanna lança um olhar incrédulo para o yokai a sua frente, parecendo não entender.
- Sesshoumaru, como pode querer que eu vá no festival sem saber o que tenho a dizer ?
- Se caso não gostar do que eu contar, o que fará?
- Ainda assim terei que ir ?

O lorde se afasta e com semblante inexpressivo apenas diz :
- Vc pergunta de mais mestiça, este Sesshoumaru que deseja respostas.

A garota suspira enquanto olha para o céu azul. O dia estava lindo, com sol brilhante e quente.
O silêncio pairou naquele lugar, sendo quebrado pelo cântico dos pássaros que ali viviam.
Mais calma, Hanna reparou em volta constatando a beleza daquele local.
As montanhas ao fundo, a pequena floresta de sakuras, a brisa suave que lhe tocava suavemente, fazendo a fechar os olhos para sentir a paz que emanava deste lugar.
Sesshoumaru a fitava com ar de impaciência, mas não queria tira -la de sua concentração.

- Ela deve está reunindo os pensamentos. Calculou o lorde.
- O que será de tão importante que esta mestiça esconde deste Sesshoumaru? Indaga para si.

A jovem general abre os olhos, que se fixam nos do yokai a sua frente. Seu rosto mostra uma seriedade e preocupação visíveis.
Logo começa a andar passando pelo lorde que a segue com o olhar, esperando por seu consentimento de segui -la.
A garota para a uma certa distância, junta as mãos em seu peito. Uma luz ofuscante faz se presente, sua armadura some como por encanto e em seu pescoço aparece um lindo colar com pequeno pingente em forma retangular. Prendeu sua espada na yukata.

- Vamos ? Diz ao se virar para o lorde.
- Não vamos conversar aqui, quero que veja um lugar antes.

E impulsiona o corpo batendo as asas ganhando altura. Logo é seguida pelo yokai.
Seguem para o norte passando por um pequeno vale, em direção a uma fileira de montanhas.
Em alguns minutos avistam um lindo e intocado bosque. Não havia nada, além de uma grande clareira.
A garota sinalizou e desceu próximo ao início daquele espaço vazio. Sesshoumaru fez o mesmo. Não entendia o porquê de estarem ali, no meio do nada, mas nada disse.
Hanna começa a caminhar em direção ao vazio. O lorde pôs- se a observa- la.
Parou em im ponto. Estendeu o braço como se fosse colocar a palma da mão em algo. Uma suave e quase transparente luz surgiu, mostrando uma fenda que se expandiu, transformando- se em uma passagem.

- Vamos ?! Perguntou ao lorde.

Sesshoumaru caminhou até a entrada da passagem, virou -se para moça com ar argumentativo, mas nada disse, somente entrou.
Após a passagem de Hanna, a fenda se desfez e a passagem se fechou.
Caminhou até o lorde que parecia abismado com a beleza e paz que emanava daquele lugar.
Era impressionante a harmonia que reinava.
O som dos pássaros parecia mais melodioso, um riacho que aparentava ter as  águas mais cristalinas que ja vira, as cores das flores de um pequeno campo que ficava atras da pequena cabana à frente, pareciam mais vivas. Era um lindo lugar.
A jovem olhou em volta suspirando esboçando um leve sorriso.

- Estava com saudades daqui, a tempo que não vinha.

O yokai sem mudar a expressão pergunta :

- A quanto tempo esse lugar existe ?

Hanna muda a feição, demonstrando nostalgia e tristeza:

- Eu nasci aqui. Responde triste.

Sesshoumaru sente que a energia da jovem mudou, tornou-se sombria e melancólica. Preferiu não tocar no assunto. Começou a caminhar em direção a cabana :

- Venha ! Ordenou sem olhar para trás:
- Você tens muito a explicar! 

Completou já abrindo a porta e adentrando no pequeno alojamento.
A moça suspira tentando acalmar -se.

- Não posso mais esconder, me ajude Pai Celestial! !

E segue em direção à porta aberta.

Ao entrar, o lorde logo percebe o perfume que emana do local.

- O mesmo cheiro da garota. Murmura.

A sensação de familiaridade do local e enorme.
A cabana é bem organizada. Dividida em dois pequenos cômodos, uma espécie de cozinha,  com uma pequena mesa com dois bancos, alguns potes, frutas já bem passadas, e um fogão à lenha.
O outro era um quarto, com uma cama improvisada com peles de animais e um grosso e macio cobertor de lã.
Havia algumas jarras de flores enfeitando uma rústica cômoda próxima.
Tudo simples, mas muito limpo e arrumado.

A jovem entra um pouco agitada na cabana, fechando a porta em seguida.
A tarde extinguira -se rapidamente, com prenúncios de uma tempestade próxima.
Hanna olha as frutas já estragadas em cima da mesa e os potes vazios. Mumura :

- Estamos sem comida e água.

Antes que pudesse fazer algo a respeito, Sesshoumaru já saía pela porta com um dos potes a mão.

- Não saia ! Ordenou.
-Voltarei em seguida, logo a tempestade cairá.
E saiu.

A tempestade não demorou a cair, feroz e impetuosa.
A jovem foi obrigada a desfazer a barreira para evitar que Sesshoumaru ficasse preso pelo lado de fora.
Somente usou seu poder para ocultar aquele lugar de qualquer outro que não fossem eles.
Os demais passariam sem nada perceber.
Decidiu acender o fogão para aquecer o lugar, agora gelado pela friagem do temporal. Logo o ambiente ficou mais agradável.
Passados alguns minutos, a porta se abre de supetão. Uma figura ensopada adentra colocando diferentes frutas na mesa, juntamente com o jarro de água.
Hanna solta um risinho que é logo interrompido por um rosnado de insatisfação:

- Calma ! Diz a garota levantando as mãos.
- Só achei engraçado a maneira que entrou, não precisa se aborrecer.
-Venha, vamos tirar essas roupas. Tenho algumas na comoda que devem servir até as suas secarem.

E se dirigiu até o quarto.
Quando voltou com uma leve yukata, seu coração acelerou e por um minuto parou de respirar ao se deparar com aquele yokai nu a sua frente.
Simplesmente paralisou.
O lorde sentindo a mudança de energia da jovem deu um impercetível sorriso:

- Este Sesshoumaru estava com as vestes molhadas, você disse pra tirar. Diz sorrindo  ironicamente.

Hanna tentou se recompor lhe estendendo a vestimenta, abaixando a cabeça se retirando em seguida.
Sentou -se na cama para se acalmar do susto que tomara.
Ao levantar a cabeça, se depara com aqueles lindos olhos ambares a observá -la :

- Não precisa ter medo, este Sesshoumaru não irá machucá -la. Sorri maliciosamente.

- Não antes de me contar o que escondes.

A jovem se levanta em direção ao yokai que se encontrava a sua frente, desviando lateralmente para passar  ao outro cômodo:

- Vamos nos alimentar e em seguida respondo a qualquer pergunta sua.

Segue até a mesa onde estão postas as frutas e decide fazer um chá com ervas que encontrou por ali.
Hanna comia cabisbaixa, pois sabia que era observada sem cerimônia.
Ao terminar, retirou as tigelas de chá e pois a disposição das perguntas do lorde :

- O que deseja saber ? Pergunta a jovem.

O yokai estreita os olhos, deixando -a ainda mais apreensiva:

- Tudo que diz respeito a esse Sesshoumaru. Responde frio.

A arcanjo se ajeita no banco, respira fundo e começa :

- Bem, então vamos ao início. Aconteceu algo no passado, mais ou menos 300 anos atrás de que não se lembre, por mais que tente ?

O lorde arqueou uma das sobrancelhas:

- Tenho imagens fragmentadas. Que parecem sonhos. Não consigo distinguir o que seja.

Depois de alguns minutos de silêncio a jovem continua:

- Posso dizer que sou culpada disso. Diz quase em um murmúrio.

- O que quer dizer com isso, mestiça. Rosna o lorde.

Hanna expõe um semblante sério e triste.

- Nos conhcemos desde que nascemos. Na verdade, sou bem mais velha que você. Posso afirmar que lhe vi recém-nascido  nos braços de seu otosan(papai). Apesar de aparentar ter apenas 21 anos humanos, tenho quase mil anos.
- Envelheço mais de vagar que você.
- Os outros arcanjos, nascidos das mãos de Kami, não envelhecem, ja nascem adultos. -- Nós, nefelins envelhecemos até a idade adulta humana, depois paramos.
- Seu pai, ajudou o meu a salvar minha vida.
- Eles eram amigos. Não me pergunte como, porque essa parte, somente meu kateikyoshi (tutor) sabe.

Sesshoumaru ajeitou- se mais no banco.

- E porque seu masuta (mestre) ainda não contou ? A história de sua vida lhe pertence! 

A garota suspira.

- Sim, mas me disse que me contaria na ocasião certa. Então, paciência! Diz chateada.

Formou-se  um silêncio perturbador, que foi quebrado pelo som de um trovão que caira a pouco, pela chuva que novamente se fortalecia e o vento forte se chocando contra os galhos das árvores.
Sesshoumaru observava atentamente a garota, que parecia incomodada ou temerosa com algo. Sua energia oscilava diminuindo e almentando, mas controladamente.
De repente, ela se levanta e o olha, firme e decidida.

- Eu fui responsável por tirar algumas de suas memórias!

O lorde sentindo uma irritação mais pelos rodeios da garota do que qualquer coisa.

- Que direito tinha para fazer tal feito ?
- E porque? Ordeno que me diga mestiça! ! Vocifera levantando e dando um soco na pequena mesa.

Hanna estreia o olhar e diz melancólica.

- Nos apaixonamos e iríamos fugir juntos!

Sesshoumaru se cala e abranda o semblante que agora era misto de perplexidade e dúvidas.
Torna a sentar no banco, sem tirar os olhos dos dela, que aparentavam tristeza, amargura e sofrimento.

- Eu... tomou folego para não chorar, continuando em seguida.
- Fui forçada a trancar suas memórias referente a nós, todas elas.
- Éramos  jovem, pode se dizer que tinha 17 e eu 21 anos humanos. - Não poderia arriscar sua vida, já que eu possuia mais experiência de guerra que você.
- Não suportaria vê- lo quase morto de novo. Choramingou.

O lorde tentou juntar dentro de sua mente, algo que ajudasse alembrar, mas nada aparecia.
- Como pode amar uma pessoa e não se lembrar !?
- Que poder é esse que essa garota possui?

Nem ele, o mais forte de todos os yokais do Japão conseguia quebrar o bloqueio!
Balançou a cabeça tentando afastar a frustração de nada lembrar.

- Desfaça ! Ordenou frio.

A jovem levantou a cabeça olhando -o sem entender

- Desfaça !! Repetiu .

Levantou do banco e aproximou da garota agachando a seu lado.

- Este Sesshoumaru passou todo esse tempo sem entender o que acontecia por dentro. O vazio que me consumia era desesperador.
- Quero minhas lembranças! Disse aproximando de seu rosto.
- Não temo a ninguém! Sussurrou em seu ouvido a fazendo se arrepiar.
- Quero ser completo novamente. Roçou os lábios nos delas.

Puxou a fita que prendia a yukata que ela usava.
Hanna não se movia, estava enfeitiçada por aquele provocante yokai. Não conseguia tirar os olhos dele.
Quando pensou em se levantar pra escapar, ele a segurou e a prensou contra si, fazendo a olhar em seus olhos.

- Se eu a amava tanto assim, a ponto de largar tudo, não me prive disso. Disse de maneira tão suave que a fez esquentar .

Seu corpo novamente grudado ao dele, tão juntos que seus corações pareciam um só. Sua respiração acelerou. Suas bocas se imploravam.
Ele via nos olhos dela o desejo se incendiando e não resistindo mais a beijou com paixão que foi prontamente correspondido.
Suas línguas bailavam em um beijo que començou singelo e tornou-se devasso.
As mãos dele corriam aquele corpo, sedentas por cada detalhes, cada curva.
Desceu a parte de cima de yukata da garota, deixando seus fartos seios a mostra a deixando corada.
Tornou a beija- la, apalpando os mamilos, arranhando levemente suas nadegas por cima do restante de suas vestimentas, a puxando  mais para si.
Sentou -se no chão e a aninhou em seu colo, fazendo -a o enlaçar  as pernas envoltade sua cintura.
As carícias estavam ficando mais intesas. Afastou para tomar ar, mas o cheiro que sentia do desejo dela o estava enlouquecendo.
Voltou a beija -la, descendo para o pescoço, dando leves mordiscadas, enquando massageava um de seus seios, fazendo a gemer e o tirando ainda mais do controle.
Ela puxava seus cabelos, e arranhava suas costas, enquanto ele sugava um de seus mamilos, estimulando o outro com a mão.
Hanna já podia sentir o quanto ele estava excitado. E ela também. Suas intimidades se encontravam por conta da maneira que estavam sentados.
O lorde se levantou puxando - a, encostando na parede.
A jovem arfante pode então observar que os olhos de Sesshoumaru estavam vermelhos e seus caninos bem visiveis:

- É melhor pararmos ! Disse arfante, tentando se controlar.

- Não pode ser deste jeito, há muitas coisas não esclarecidas.

E voltou a beija -la.

- Quero me lembrar de você.

Rosnou em seu ouvido, passando seus caninos no pescoço de Hanna que gemeu baixinho.

- Sesshoumaru...  Eu amo você!

Escutando isso, seu sangue yokai ferveu. Deu um rosnado alto e um  soco na parede. Tentou se controlar, pois não queria possuí -la, não agora.
Se afastou da garota abriu a porta e saiu na tempestade.
Hanna sem nada entender, ficou por alguns minutos imóvel, olhando para porta.

- Será que eu disse algo errado ? Murmurou

- Ou será que realmente esqueceu que me ama? Perguntou a si mesma triste.

A jovem escorrega pela parede e se senta no chão frio da cabana, temerosa e pensativa.
O silêncio é quebrado por um uivo estridente e sombrio, fazendo a se arrepiar.
A tempestade diminuiu de intensidade. Hanna olha para fora preocupada.

- Ja é madrugada e Sesshoumaru não voltou.
-Será que está bem? Pergunta para si em voz alta.

Resolve se deitar, estava frio.
Nova trovoada, a chuva começa novamente.
A jovem levanta da cama e vai até a janela. Nesse momento porta é aberta abruptamente.
Sesshoumaru aparece com as vestimentas  resgadas e molhadas. Ela nada fala, corre até a cômoda e pega um cobertor e lhe entrega.
Desta vez, ele se afasta para tirar as roupas, já que as anteriores ainda não secaram.
Hanna vai para a cama se deitar e logo o lorde aparece enrolado no cobertor e deita a seu lado. A garota estremece.

- Não se preocupe, não tocarei em você. Diz frio.

A arcanjo sente uma ponta de decepção e tristeza.

- Não deveria ter dito nada ! Murmura.

Deu as costas para ele, se afastando um pouco para dar mais espaço.
De repente, ela leva um susto ao sentir-se puxada para os braços do yokai.

- Não pense bobagens mestiça. Apenas não era a hora. Agora durma ! Ordenou o lorde, aconchegando -a mais contra si.

😻😻😻😻😻😻😻😻😻😻😻








Notas Finais


🎀🎀🎀🎀🎀🎀🎀🎀🎀
Bem, foi fraquinho mas... vamos esperar o próximo capítulo terá mais emoção.
Obg a todos que favoritaram a Fic, bjux
💖💖💖💖💖💖💖💖💎😘❤


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