História Coração Valente - Capítulo 10


Escrita por: ~

Postado
Categorias Dragon Ball
Personagens Brolly, Bulma, Chichi, Goku, Kuririn, Tenshinhan, Vegeta
Tags Aventura, Romance, Universo Alternativo
Visualizações 60
Palavras 1.178
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Fantasia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá pessoas. Obrigada por esperarem e pela força que me deram , meu note já está bom, meu curso acabou e estou de volta, vamos lá desenrolar esse carretel? Desculpem pelos erros.
Obrigada pelos comentários amados e boa leitura.

Capítulo 10 - Capítulo X .


 

Finalmente já havia amanhecido, Goku já havia se despedido de Kame e apanhado um bom cavalo, ao deixar o velhinho para traz ele atravessou a floresta ansioso para chegar ao povoado. Avistou as primeiras casas e com receio foi dando margem ao cavalo negro aproximar-se; avistou as crianças correndo em volta das cabras e algumas mulheres que voltavam com cestas cheias, provavelmente; lavadas. Um garotinho, que adorava passar tardes com ele e vegeta o viu, com os olhos arregalados correu até a mãe, uma das antigas amas de leite do rapaz; ela tinha uns quarenta e dois anos.

- Mamãe! MAMÃE; depressa! – Ofegante puxava-lhe a barra do vestido gastado pelo tempo. A mulher deixou o cesto ao lado, e pôs o menino a sentar nas escadas.

- O que houve Eliot? Por que está assim assustado?

- É o Goku, ele voltou mamãe. Eu sabia, eu sabia que ele não havia morrido. – Pulava em círculos. – Venha, venha.

- Está bem Eliot, mas do que está falando filho? Sei que gostava muito do meu menino, mas ele se foi. Terá que crescer primeiro para ser forte e guerreiro feito ele, certo?

- Mas do que fala mãe? VAMOS LOGO! – Puxou a mãe e ela sem dizer mais nada acompanhou, tão grande foi sua surpresa ao avistar o jovem descendo do cavalo e sendo rodeado rapidamente por camponeses surpresos, ele estava sendo bombardeado de perguntas.

Aproximou-se e cortou lugar por eles; sendo acompanhada pelo pequeno de dez anos.

- Certo, certo. JÁ BASTA PESSOAL, o rapaz acabou de chegar; pelo rosto vermos que está desnorteado, na certa tem fome e sede.

- É verdade, responderei as perguntas de vocês em breve; mas agora preciso descansar.

- Goku! Mal posso acreditar que estais mesmo vivo, meu menino. – O abraçou forte, enquanto deixava a emoção escorrer pela face por alguns segundos.

- Seripa; senti saudades. Na verdade, de todos; também não sei como pode. Mas estou aqui e mais forte que nunca. Onde está Wesex?

- Estou aqui meu filho, mal posso acreditar. Meu mais nobre guerreiro valente voltou.

Quando a mulher ia abrir a boca para responde-lhe, o rei já se aproximava com os braços abertos e um enorme sorriso no rosto. Seripa deu espaço para ele e se pôs a caminhar para encontrar sua irmã mais nova, Bulma.

- Vou atrás de minha irmã e deixá-los a sós, Bulma vai adorar vê-lo. – O jovem afirmou com a cabeça e se despediu, envolvendo seu pai adotivo também nos braços e dando um breve abraço.

Vegeta Wesex colocou as mãos sobre cada ombro de Goku e deu duas batidinhas de leve, eram boas vindas.

- Fico feliz de vê-lo novamente meu pai.  Mas onde está vegeta? Por que não veio ver-me?

- Oh, Vegeta foi ao outro lado do canal , até o reino de Flypan. Sei que parece absurdo, mas há muito estou sozinho, Flypan e Aragon agora serão companheiras, teremos um tratado e foi me oferecido a jovem princesa para esposa, seu irmão foi busca-la, dentro de dois dias ela chegará.

- Nossa, agora estou realmente surpreso, mas feliz pelo senhor, vossa alteza. Vejo o brilho em seus olhos.

- Diga-me filho. Acha que ainda estou em condições? Digo, será que ela vai gostar de mim?

- És um rei muito melhor que o pai dela pode ter certeza, ouvi estórias que ele é péssimo para seu povo; podemos tirar coisas cruéis como verdade, a partir do último acontecimento aqui.

- Oh, é verdade. Mas isso tudo ficará para traz; felizmente fui obrigado a aceitar o acordo para que ele os deixe em paz, não precisaremos entrar em guerra.

- Verdade, mas algo está incerto nisso tudo. Não confio no Rei Cutelo tanto quanto você; agora que estou aqui, voltarei a treinar os que ficaram até Vegeta voltar e me ajudar. Para qualquer eventualidade, precisamos estar preparados.

- Sim, está bem. Faça como achar melhor. Mas venha, precisa comer e você há muito que contar-me sobre onde esteve. - Os dois saíram lado a lado e conversando.

 

Caiu a noite e estava frio demais, Chichi estava sentada e observando além da pequena e redonda janela do quarto que seria sua estadia durante a viagem. Estava se sentindo mais leve após constatar que as pessoas que a levariam eram boas, aparentemente feliz por não precisar bolar um plano de fuga; bem ou mal, seu destino traçado teria que aceitar, o seu futuro esposo, no entanto era uma incógnita para ela. Sabia que o filho era boa pessoa, porém ela também era e seu pai, no entanto, não. Apesar de estar chateada; não odiava ao genitor. Por anos, quando criança ele a mimava, a levava para passear e fazia questão de plantar diversas flores no enorme jardim do palácio. Chichi adorava, vendo que a filha estava feliz, Cutelo mandou que fizessem uma passagem secreta para um enorme jardim de flores do campo; a entrada tinha um enorme arco feito das mesmas plantas e mais a fundo uma cerejeira com um enorme balanço; onde ela passava tardes a brincar. Eram boas lembranças, com certeza preferia pensar no pai assim do que no que se tornou com o tempo. Sorriu e avistou um gavião ao fundo com uma presa nas mãos, seu estomago roncou diante a visão. Estava com fome, porém não deu tempo de levantar-se quando bateram à porta.

Suno que estava bordando e cantarolando enquanto se balançava na cadeira de balanço do quarto, levantou-se.

- Pode deixar Suno, volte para seus afazeres; não precisas mais me servir em tudo mulher.

- Tudo bem, ama. Estou mesmo tentando fazer-lhe um enxoval lindo senhorita.

Ela sorriu para a moça e aproximou da porta. - Quem deseja?

- Hãm, Grrr! – Com a respiração pesada e encostado na parede, cruzou os braços e desmanchou a carranca.

- Sou eu, princesa. Receio ter batido sem comunica-la, mas precisas comer e tomei direito de trazer algo.

- Oh Vegeta, não precisas formalidades, já falamos sobre isso. – Ela saiu e o abraçou forte, o mesmo surpreso diante gesto balançou a cabeça e retribuiu.

- Desculpe-se pelo que fiz, mas temo que só tenha você e minha criada de família agora, posto que papai não é muito assim de carinhos para comigo.

- Não precisa disso, entendo perfeitamente. Confie em mim, tens um amigo e protetor agora, venha vamos logo; antes que esses bandos de mastodontes acabem com toda a comida.

- Rsrsrs, você me alegra com seu jeito. – Deu batidinhas nas costas do moreno carrancudo.

- Ei! Não me bata assim. Podes ser uma mulher, bela e delicada, mas tens a força de um guerreiro. Qualquer dia vou desafia-la. Ainda acho um absurdo você querer comer no meio desses retardados. – Soltou uma gargalhada e deu o braço para ela segurar. A morena envolveu o braço ao dele e o seguiu.

- Ora, vamos. Eles não são tão ruins, e até gostam das minhas histórias, principalmente as da mil e uma noites; me sinto segura com você e eles por perto. – O moreno corou e balançou a cabeça em afirmação.

 


Notas Finais


Então nosso herói finalmente retornou, como será quando ele descubrir quem é a noiva do pai adotivo hem?
Comentem XD.


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...