História Coração Velho - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias One Direction
Personagens Liam Payne
Tags Diferença De Idade, Margot Robbie, Passado, Segredos
Exibições 320
Palavras 4.460
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


E aqui estou mais uma vez. Primeiro agradeço por todos os comentários, todos os favoritos, agradeço também aqueles que tem lido no secreto, agradecer aqueles que tem me ajuda nas divulgações, obrigado mesmo. Ah, e também agradeço ao site Sweet Design pelo banner que ficou incrível.
No capitulo de hoje eu já deixo avisado que terá cena de sexo, por isso, aqueles que não gostam de ler esse tipo de coisa, por favor, não leia.

Espero que gostem.

Capítulo 3 - Surprise After Work


Fanfic / Fanfiction Coração Velho - Capítulo 3 - Surprise After Work

 

 

Levantei assustada quando vi pela janela o céu ficando escuro. Procurei meu celular para ver as horas e já eram 6H10 da tarde. Dormi demais. Eram quase duas horas quando me deitei e pretendia dormir apenas uma ou duas horas, mas acabei dormindo quatro. Sai da cama me sentindo mole, usei o banheiro e depois passei um pouco de água no rosto.

 

— Dormiu, hein! — Mal cheguei à sala e fui recebida por Elliot.

 

— Estava precisando — Respondo vendo que ele estava mudando de canal insistentemente. — Está vendo o que?

 

—Não está passando nada de legal nessa bosta.

 

—Vai passar as branquelas no Telecine — Sento-me no sofá.

 

— Ah fala serio, eu já vi esse filme varias vezes.  Não tem graça ver outra vez.

 

— Mas isso não faz com que o filme deixe de ser bom! — Respondo — Vai ser depois das oito, enquanto isso você pode por no Discovery Channel — Sugeri.

 

—Nossa, só você mesmo para ver esses canais de documentários sobre ciências! — Jogou o controle para mim.

 

—Deixa de ser chato garoto! — Mandei enquanto mudava de canal — O Discovery não fala só de ciência, mas de culturas diversas, tecnologia e outras variedades.

 

— Nerd!

 

— Burro! — Devolvi.

 

—Burro o cacete! Tirei dez na prova de matemática hoje. — Gabou-se e eu dei risada.

 

— Colou de quem?

 

—De ninguém porque eu sou foda, não preciso colar. — Disse ele com um jeito marrento e desbocado. O ego desse garoto consegue ser mais alto do que ele.

 

—Mudando de assunto. Onde está seu pai?

 

—Jamie esteve aqui e os dois saíram. — Então irmão dele esteve aqui.

 

—E por que não foi com eles? — Questiono.

 

—Porque eu tive que limpar o canil lá atrás. — Sua feição se fechou. Era obvio que ele queria sair junto com o pai e o irmão e não poder ter feito isso porque tinha que limpar o canil deve ter o deixado bem nervoso. — Aquelas porras daqueles cachorros cagam pra caralho!

 

Eh garoto da boca suja!

 

— Você bem que poderia fazer umas pipocas, sabia? —Se esticou e colocou suas pernas na mesinha de centro.

 

—Eu? Vá você seu folgado! — Joguei uma almofada nele.

 

—Você vai me fazer ver um filme que eu já vi diversas vezes, então faça isso por mim. — Encarei, indignada, seu rosto pidão.

 

— Eu não estou te obrigando a nada. Levanta você e vá fazer a pipoca!

 

Findou que eu acabei indo fazer as pipocas. Assistimos as branquelas, onde eu não eu dava mais as gargalhadas que eu dei quando assisti pelas primeiras vezes, mas o filme ainda continua legal de se ver. Nove horas em ponto, tia Ellen chegou em casa. Ela é cabeleireira e tem um salão no centro.

 

—Você fez o almoço, Diana?

 

—Fiz sim. — Respondo — As panelas estão na geladeira.

 

—Ótimo! O dia foi tão corrido hoje que nem tive tempo de parar para comer. Prepara o meu prato. Eu vou subir e tomar um banho.

 

—Tudo bem!

 

— Obrigada! — Deu um beijo na bochecha de Elliot e subiu.

 

Preparei o prato dela e coloquei para esquentar no micro-ondas. Como eu sei que tia Ellen gosta de suco de limão com cenoura, preparei um pouco e pus umas pedras de gelo. Logo ela desceu com os cabelos molhados e roupas mais leves.

 

Fiquei assistindo televisão com Elliot quando Liam chegou, ele cumprimentou nós dois e perguntou onde tia Ellen estava.

 

— Ela está lá na cozinha, pai! — O filho respondeu ao pai.

 

— Valeu moleque! — E se foi para a cozinha. Até que o filme acabou. Peguei a vasilha da pipoca para levar para a cozinha e encontrei marido e mulher conversando. Acho que ela estava comentando sobre alguma cliente do salão. Às vezes eu tenho a impressão de que eles são meio distantes e não tem toda aquela cumplicidade que um casal tem. Apenas deixei a vasilha na pia e voltei para a sala.

 

Beirando às onze horas da noite, todos subiram para os seus quartos, menos eu. Como eu tinha dormido à tarde, estava sem sono. Por isso fui até meu quarto e peguei meus materiais da faculdade, voltei para a sala e fiquei lá revisando alguns conteúdos.

 

— Meia noite e quinze? Acho melhor eu ir deitar e tentar dormir — Fechei o caderno e o coloquei na bolsa. Apaguei a luz da sala e rumei para as escadas.  Passando pelo corredor, escutei barulhos estranhos vindo do quarto de Liam e tia Ellen e a porta estava fechada. Parei de andar e apurei meus ouvidos para escutar melhor. Foi quando eu tive um sobressalto ao perceber que os barulhos eram gemidos.

 

— AHHHH, Liam! Ai ai amor! Assim AHHHH! Que delicia! — Aquilo não era normal, pelo menos para mim, pois em três anos foi a primeira vez que eu os ouvia. Tia Ellen estava gemendo tanto, que meu primeiro pensamento foi: Ele deve estar acabando com ela. Eu não sou nenhuma perita no assunto, tanto que sou virgem, mas sei muito bem o que é sexo e é algo que os casais fazem. Por isso, fui para o meu quarto me deitar e me lembro de ter olhado no relógio do celular e ter visto que era uma da manha, antes deu cair no sono.

 

 

+++

 

Acordei antes do despertador tocar, mas fiquei deitada olhando para o teto enquanto acariciava Finley que estava deitado no travesseiro ao meu lado.

 

—Eu me esqueci de te dar banho ontem, hein bebê? — O gato miou se derretendo aos meus carinhos. Quando o despertador tocou, fui rápida em desliga-lo, depois fui usar o banheiro, lavei meu rosto e escovei meus dentes. Voltando para o quarto, vesti minha roupa e prendi meus cabelos num coque alto, passei perfume e peguei meu material. Descendo as escadas, escutei a televisão alta ligada no jornal. Liam devia estar na piscina.

 

Elliot comia cereais de chocolate na cozinha e me deu aquele belo bom dia com a boca cheia.

 

—Ai menino, fecha essa boca!

 

— Estou te dando bom dia, sendo educado e você ainda reclama? — Disse após engolir o cereal.

 

— Mas com a boca cheia é nojento. — Desdenhei. Fui até a geladeira e peguei o leite onde misturei com café, procurei as torradas no armário e esse foi o meu café da manha. Torradas com leite e café.

 

Como de costume, Liam me deixou na porta da faculdade e depois seguiu seu caminho para deixar Elliot na escola.

 

—Hugo está demorando, não é? — Concordei com Lexi, geralmente Hugo é o primeiro a chegar.

 

—Quem sabe ele chegue na segunda aula, ele já fez isso antes — Sussurrei pois o professor começara sua explicação. Na segunda aula, Hugo não apareceu e quando partimos para o intervalo, liguei a internet do meu celular e instantaneamente recebi uma mensagem dele no whatsApp.

 

— Ele me mandou uma mensagem.

 

—E ele disse o motivo de não ter vindo? — Perguntou.

 

— Está escrito aqui: Foi mal não ter aparecido hoje, mas eu acordei meio indisposto. Acho que vou gripar. — Li a mensagem em voz alta.

 

— Sei muito bem qual é a gripe dele. — Ela usou um tom irônico — Por certo deve ter dado para um negão que acabou com ele ontem à noite e não consegue andar.

 

Eu só pude rir e depois mandar melhoras para Hugo por áudio.

 

—Briguei com a minha mãe de novo. — Soltou Lexi.

 

—Você e sua mãe vivem em pé de guerra. Já procuraram se sentar para conversar?

 

— Ela é ocupada demais para dar-me um pingo de atenção, sempre me deixa falando sozinha e quando quer dizer alguma coisa, sempre é para me criticar. — Suspirou abatida. — Desde que se separou do meu pai que ela está assim.

 

—Vai ver ela ainda sofre com a separação e acaba descontando em você — Respondo tentando usar as palavras certas.

 

—Muito egoísmo da parte dela então. — rebateu desgostosa — Não tenho culpa se meu pai cansou dela.

 

—E por que eles se separaram, afinal?

 

—Porque minha mãe pegou meu pai na cama com outra e essa outra era a quem se dizia melhor amiga dela.

 

—Nossa! — Foi só o que eu consegui soltar. —Ai eles se separaram?

 

—Sim. Depois disso minha vida virou do avesso. Ela já era meio neurótica antes, mas ficou pior. Mas vamos mudar de assunto que eu não quero falar disso.

 

—Tudo bem! — Respeitei sua decisão.

 

 

Como hoje eu tinha que ir para o trabalho depois da faculdade, eu não pegava ônibus com Lexi e sim metrô para chegar ao bairro vizinho, o que me tomava uns dez a quinze minutos, pois eu tinha que fazer baldeação. Eu tinha que caminhar um pouco até chegar na estação de trem, coisa de um quilometro, depois disso eu andava mais um pouco. Meu percurso durava meia hora e era justinho já que no trabalho eu entro ao meio dia.  

 

Cumprimentei o segurança que fica de frente pro Buffet e usei minha chave para abrir a porta. Meu local de trabalho é grande e tem capacidade para acomodar quase quinhentas pessoas. Agradeço por não fazer parte da limpeza. Aquele buffet era para festas infantis, ou seja, tinha brinquedos por todos os lados. Tobogãs, cama elásticas, piscina de bolinha, escorredor. Também tinha área para crianças mais pequenininhas com ursos, bonecos de pelúcia e outros brinquedos.

 

Meu lugar é no escritório no andar de cima e meu trabalho se resume em atender ligações, marcar horário com clientes interessados em fazer festas aqui e conhecerem o local, encomendar os enfeites, doces, salgados, refrigerantes e o bolo, costumo fechar algumas festas também, verifico o que precisa ser comprado para o buffet como: utensílios da cozinha, banheiro ou até mesmo do salão.

 

Destranquei a porta do escritório e acendi a luz. Deixei minha bolsa em baixo da escrivaninha e liguei o notebook. Hoje eu precisava mandar alguns catálogos para os clientes que já fizeram festas aqui. A gente sempre inova na intenção de fazer o cliente fazer outras festas conosco, principalmente quando as festas são para crianças de classe media alta onde os pais são cheios de frescuras e reclamam só de ver uma cadeira fora do lugar.

 

Nas horas em que fico no escritório mandando e-mails, Eva, minha patroa, permite que eu fique com fones de ouvido escutando musica. Tirei meu celular da bolsa e desenrosquei meu fone, fui até a minha playlist e fui para aleatórios e logo a primeira musica começou a rolar. Gangsta da cantora Kehlani. Se tia Ellen me ouvisse escutando essa musica, me passaria um grande sermão por ser musica do mundo e ter muitos palavrões. Mas eu gosto bastante do ritmo da musica e a forma como a cantora canta, principalmente naquela parte: You got me hooked up on the feeling. You got me hanging from the ceiling. Got me up so high I'm barely breathing. So don't let me, don't let me, don’t let me, don't let me go.

 

Não que essa parte fale comigo, mas eu acho que assim como eu, vocês sempre tem sua parte favorita em uma musica, aquela que você sempre fica voltando varias vezes.

 

—You got me hooked up on the feeling. You got me hanging from the ceiling. Got me up so high I'm barely breathing.—Cantarolei baixinho começando a mandar os e-mails. Escutei a musica umas quatro ou cinco vezes antes de mudar para a musica Para abrir os olhos da banda brasileira Vanguart que toca indie rock. Às vezes era tão bom lembrar das minhas origens cantando musicas em Português. — O que é a dor eu não entendo, mas sinto apertar de leve o meu peito nas madrugadas quando estou a navegar. — Cantei balançando os ombros de acordo com a batida. — Não me sinto tão sozinho, eu tenho meus amigos. Só aparecem quando eu bebo. Só aparecem quando eu bebo. Só aparecem quando eu não sou eu...— Era essa a parte da musica que me deixava pensativa, mas não tinha como eu ficar pensativa ali, pois eu tinha trabalho a fazer. Continuei mandando e-mails, me arrumava sobre a cadeira e depois voltava a mandar os e-mails novamente. Chegava ser tedioso isso, pois tinha dia que eu ficava o horário de trabalho inteiro sentada. As horas de almoço eu fazia ali mesmo, só quando a cozinheira aparecia que eu ia almoçar com os outros funcionários no salão.

 

Parei de dedilhar o mouse e tirei os fones do ouvido quando o telefone começou a tocar.

 

Magic Party, boa tarde!— Atendi.

 

Boa tarde, aqui quem fala é o John.

 

— Eu sou Diana, em que posso te ajudar senhor? — Pergunto.

 

—É que mês passado o meu amigo fez a festa de dois anos do filho dele e eu fiquei interessado em fazer a festa de três anos da minha filha aí. Eu gostei do atendimento de vocês e meu amigo me indicou bem o buffet.

 

Quem seria o seu amigo, senhor?

 

— Acho que você deve se lembrar. Ele se chama Harvey Blake, a festa do filho dele foi do Batman.

 

— Ah sim, me recordo! Pois bem senhor John, eu perguntei quem foi que indicou o buffet pois temos uma politica — Digo virando a cadeira. — Quando um cliente chega aqui por intermédio de indicações, nós lhe concedemos desconto.

 

— Ah, isso é muito bom! — Riu e eu dei risada também mesmo sem ter achado graça. Ser simpática é a primeira coisa que tenho que ser quando atendo aquele telefone.

 

— O aniversario da sua filha será quando?

 

Dia sete de novembro, mas parece que o buffet de vocês não abre nas segundas, não é?

 

—Isso mesmo! — Respondo.

 

— Então eu conversei com a minha mulher e achamos bem melhor fazer a festa no dia doze que é no sábado.

 

— É até melhor mesmo por causa de familiares e amigos. —Comento. — O senhor não gostaria de vir aqui ainda essa semana para conversarmos melhor? É que coisas assim é melhor serem tratadas pessoalmente. — Sugiro.

 

— O buffet fecha que horas na quinta-feira? — Pergunta com a ligação meio cortada, mas deu para entender.

 

—Em dias de semana o Buffet fecha as sete.

 

— Perfeito! Nas quintas eu saio mais cedo do trabalho. Posso aparecer por ai umas cinco e meia da tarde?

 

— Claro! Vou deixar aqui agendado — Apoio o telefone com o ombro prensando-o no meu ouvido. — O senhor poderia me passar o seu nome todo? — Peguei a agenda que anoto as visitas de possíveis clientes e destampei a caneta azul.

 

John Smith Evans.

 

— Pois bem senhor John, estarei lhe esperando na quinta-feira.

 

— Muito obrigado mocinha!

 

—Eu quem agradeço senhor! — Ele desligou e eu pus o telefone no gancho. Estralei meus dedos e olhei as horas no notebook. Eram quase duas e meia da tarde. Já não tinha mais e-mails para mandar, então estava na hora da minha inspeção geral. Peguei o caderno de utensílios onde eu anoto o que precisa ser comprado para o buffet e depois mando por e-mail para a minha patroa. Saí do escritório e quando desci as escadas para chegar ao salão, vi Eva passando pela porta dupla. Estranho, ela só aparece aqui nas quintas em diante.

 

— Dona Eva? A senhora por aqui? —Digamos que minha patroa é bem exigente, por isso tenho que chama-la dessa forma.

 

—Olá Diana! — Me cumprimentou curta com os óculos de sol que tampavam quase todo o seu rosto.

 

—Eu estava indo fazer a vistoria — Falei e ela respirou fundo.

 

— Não precisa fazer isso. — Vendo que eu não entendi ela continuou. — Preciso conversar com você lá no escritório. Vamos subir!

 

Subimos e ao entrar na sala, ela me manda fechar a porta.

 

—Aconteceu alguma coisa? — Me adianto em perguntar, pois vai que eu fiz algo sem perceber e que ela não gostou? Eva costuma caprichar nas suas broncas, por isso já fico esperta.

 

— Diana, eu preciso ter uma conversa seria com você — Tirou seus óculos e vi que seus olhos estavam vermelhos. Ela tinha chorado? — Se sente, por favor! — Me sentei e ela se sentou no lugar onde há pouco tempo eu estava sentada. — Eu não sei como começar isso, mas... Eu vou ter que te demitir.

 

— Me demitir? — Repito surpresa — Mas por quê? Eu fiz alguma coisa de errado?

 

—Não Diana, o problema não é com você, mas sim comigo — Ela respirou fundo e passou os dedos nos olhos. — Hoje de manha minha irmã me ligou dizendo que minha mãe está com câncer.

 

—Nossa, eu... Eu cinto muito — Eu estava um tanto desconcertada. Era a primeira vez que via minha patroa abatida.

 

—É um câncer no cérebro muito raro e por isso ela pode morrer a qualquer momento. Minha mãe já é idosa e talvez não suporte passar por cirurgias e quimioterapias e é por isso que estou te demitindo. Eu vou vender o buffet e ir embora para a Rússia.

 

Fiquei parada absorvendo a noticia.

 

—Espero que entenda os meus motivos

 

— Tudo bem! — Respondo — Até porque, família vem em primeiro lugar.

 

—Você vai ter todos os seus benefícios garantidos e isso inclui os domingos que você trabalhou e eu não te paguei.

 

—Sem problemas. Vou precisar vir até quando? — Questiono.

 

— Eu já estou fechando a venda do buffet, por isso eu ia precisar que você viesse até sábado, pois temos uma festa que não poderemos cancelar. Amanha quando você vier, cancele todas as festas, visitas e encomendas e se acharem ruim e xingarem, xingue de volta! — Mesmo surpresa, sorri e concordei. —E até lá eu vou ter que ter essa conversa com todos os funcionários e vou precisar da sua ajuda porque isso aqui vai virar uma confusão.

 

—Tudo bem!

 

— Então é isso querida. Eu realmente sinto muito em fazer isso, mas é como você falou: Família em primeiro lugar.  Você trabalhou comigo por um ano, Diana e foi uma ótima funcionaria, esforçada, competente, deu alguns deslizes, mas nada que tirasse o seu mérito de excelente funcionaria.

 

— Eu agradeço pela oportunidade de ter trabalhado aqui. — Digo e ela sorri.

 

—Bom, agora eu vou te liberar mais cedo. Pode ir para casa!

 

Eu estranhei aquilo, mas não contrariei, peguei minha bolsa e joguei-a nas costas.

 

—Até amanha! — Me despedi e caminhei para a estação de trem. No meio do caminho eu fui pensando. Aquele tinha sido meu primeiro emprego e eu ganhava o suficiente para pagar minha faculdade e suprir as minhas poucas ganancias. O fato de ser demitida por ela ir embora me deixa aliviada, mas ao mesmo tempo eu fico triste pois eu vou ter que voltar a depender de tia Ellen e Liam em alguns aspectos novamente, pelo menos, até eu arranjar outro emprego.

 

Olhei em meu relógio e vi que ainda ia dar quatro horas da tarde. Eu estaria em meu horário de almoço agora. Depois do trem, peguei um ônibus e fiquei vendo as coisas correndo lá fora através da janela no coletivo.

 

Poxa, eu estou decepcionada. Ser demitido não é nada legal.

 

Desci no meu ponto e caminhei até o final da rua para chegar em casa.  Abri o portão e vi o carro de Liam estacionado na garagem. Não dei bola, pois sei que muitas vezes ele está em casa esse horário. Eu vinha caminhando lentamente, mas quando passei pela janela da sala, vi uma coisa que me deixou horrorizada.

 

Liam e a diarista estavam agarrados na sala. Ele passava a mão na bunda dela e ela apalpava o peitoral e a bunda dele. Eles sussurravam um para outro e pelos sorrisos maliciosos, coisas inocentes é que não eram. Mas minha surpresa não parou por ai. Elliot saiu da cozinha e eu achando que Liam ia largar a mulher por ser flagrado, não, ele fez foi dar um tapa na bunda dela e dizer.

 

— Já tá na hora da gente subir para o segundo andar filhão! — Elliot sorriu malicioso — Bora moleque! — Chamou puxando o filho pelo ombro e os três subiram as escadas. Quando sumiram, entrei pela porta sentindo meus dedos tremerem contra a maçaneta e segui pelo mesmo caminho que eles, só que subi as escadas bem devagar. Eu não sabia em que lugar eles estavam, mas a risada vinda do quarto de Elliot os entregou.

 

Aproximei-me devagar vendo a porta aberta. Kayla, a diarista, deitou-se na cama e foi tirando a roupa. Já pai e filho, foram tirando os tênis e as meias. Elliot foi o primeiro a tirar a camiseta mostrando seu dorso sarado. Depois foi a vez do pai. Liam tirou a camisa que usava mostrando seu peitoral fortão, com uma leve barriguinha, mas tinha um peitoral super definido e forrado de pelos que ornavam com uma corrente de ouro que ele usava. Esqueci-me de dizer que Elliot tem uma tatuagem que fez quando completou dezoito e isso deixou tia Ellen maluca. Já Liam tinha varias outras tatuagens que cobriam seus dois braços.

 

Os dois foram desafivelando os cintos, abrindo as braguilhas das vestimentas. Elliot tirou a bermuda e usava uma cueca preta, o pai tirou a calça ficando de cueca amarela. Traços semelhantes entre pai e filho eram visíveis.

 

A diarista veio ao encontro dos dois em pé no quarto, primeiro ela beijou a boca de Liam, um beijo explicito, de língua, depois repetiu o beijo com Elliot. As mãos dela percorriam o corpo dos dois, pelos peitorais e abdomens e apertava os volumes em suas cuecas.

 

Visivelmente excitados, os dois foram descendo as cuecas e dois pênis grandes caíram para fora. Eu estava tremendo com toda aquela situação, com medo de ser pega ali, mas minha curiosidade foi maior do que a minha vontade de fugir.

 

— Porra coroa, já te falei pra você aparar esses pelos!

 

—A mulherada nunca reclamou! — Comentaram pai e filho dando risadas. Liam tinha a virilha com pelos negros — O que caia bem para o seu estilo rustico — Já Elliot era depilado. — Quer chupar qual primeiro? — Liam perguntou a Kayla que estava ajoelhada no meio dos dois. Ela começou a chupar o pênis de Liam e parecia experiente no que fazia, pois arrancava bastante gemidos dele. — Agora chupa o meu filhão! — Ela obedeceu e começou a fazer a mesma coisa com Elliot. Ela ficou revezando enquanto pai e filho gemiam grosseiramente. A língua dela percorria a virilha deles, descia pelas bolas, lambia uma por uma. Ela realmente sabia o que fazer.

 

Até que Liam guiou a diarista para a cama.

 

—Vamos mostrar pra ela a pegada dos Payne moleque! — Disse Liam.

 

—Isso ai! — Elliot concordou.

 

Liam deitou-se escorado na cabeceira da cama com as pernas abertas, exibindo sua espada em riste e convidando Kayla para continuar o sexo oral.

 

—Pode começar filhão, mostra para ela o que eu te ensinei! — Liam foi todo pomposo e diante da ordem do pai, Elliot foi até o chão onde eles haviam deixado às roupas e desfilando com sua ereção entre as pernas, catou o que me pareceu ser dois preservativos. Abriu o pacote e vestiu seu pênis e levou a outra camisinha para o pai que ajeitou o preservativo no seu membro também.

 

Eu devia sair dali ou me daria mal, só que eu não consegui tirar os olhos de Elliot subindo na mulher de quatro e segurando o quadril dela com a mão esquerda e direcionando seu pênis com a mão direita, foi penetrando o anus da diarista. Ela gemeu num misto de prazer e dor, afinal, o garoto tinha um pênis avantajado.

 

—Calma gata, aguenta essa que a minha é ainda maior! — Liam comentou rindo.

 

Já dentro dela, o filho começou um vai e vem devagar que foi pouco a pouco tomando rapidez e força e Kayla se apoiava nas coxas fortes do pai para aguentar as metidas do filho. Eu via o corpo de Elliot contraindo e relaxando, ele se posicionava com destreza, tinha uma pegada bruta e a penetrava com firmeza fazendo ela gemer como louca.

 

Logo eu vi de quem ele havia puxado isso. 

 

—Tá aprendendo em garoto, mas deixa eu te mostrar como se faz. — Disse Liam se levantando. Ele deu um tapa na bunda do filho como se pedisse para que ele saísse. Os dois deram risada e o garoto saiu de trás da diarista dando lugar para o pai. Liam, parecendo um gorilão, se posicionou atrás dela com a destreza de um profissional, direcionou seu pênis para o anus dela também e entrou até o fim em Kayla que apertava as coxas de Elliot. Segurando a mulher firme enquanto ela chupava seu filho, Liam começou a penetra-la forte e ela se contorceu de prazer.

 

Aquilo estava sendo inacreditável para mim. Pai e filho com a mesma mulher. Já ouvi falar disso, mas poxa, é estranho.

 

As metidas de Liam eram selvagens, dava pra ver de quem  Elliot tinha herdado avocação para aquele tipo de coisa. Pai e filho revezavam, um era chupado enquanto o outro penetrava. Ficaram assim por um bom tempo, até que Liam pede para Kayla sentar em seu membro e ela excitadíssima obedeceu, engolindo aquilo tudo para dentro de si mesma. Com as mãos no peitoral forte e peludo de Liam, começou a subir e descer. De repente, Elliot se aproximou sentando sua bunda branquinha nas coxas do pai e penetrou a diarista na vagina, enquanto Liam tomava o outro buraco.

 

Os dois ao mesmo tempo. Eu estava impressionada e minhas pernas tremiam como bambus secos ao vento.

 

Pai e filho se embrenhavam dentro de uma única mulher, revezavam as posições com metidas fortes que faziam os três gemerem em uníssono. 

 

O vai e vem de Liam e Elliot ficava mais e mais intenso e faziam Kayla se contorcer. Até que os dois se olharam e pareceram ter o mesmo pensamento, pois se levantaram e ficaram de pé na cama, tiraram as camisinhas e lado a lado, começaram a se masturbar até que os urros denunciaram um gozo que veio forte em um grito de pai e filho, tão alto que ecoou por toda a casa.

 

Jatos de suas ejaculações atingiram a diarista e descia pelo corpo dela enquanto a mesma arfava por ter participado daquele momento. Ambos pelados, suados e ainda duros, pai e filho se olharam rindo, dando um aperto de mão como se tivessem decidido a final do futebol e depois tapas cumplices nas costas um do outro. Um momento que me pareceu terno e ao mesmo tempo me deixou assustada. A     quilo tudo tinha me deixado assustada.

 

E foi por isso que eu decidi sair dali de fininho. Desci as escadas rápido e olhando diversas vezes para trás e corri para o portão. Do lado de fora eu respirei melhor e passei a mão pela testa sentindo uma fina camada de suor grudar em meus dedos.

 

— O que foi isso meu Deus? — Me encostei no muro e respirei fundo. — Eu não acredito que Liam trai tia Ellen! — Comento comigo mesmo realmente impressionada. — Meu Deus, e o homem ainda arrasta o filho junto!

 

Eram tantas coisas que passavam pela a minha cabeça e eu nem sabia o que fazer. Mas de uma coisa eu sei, vou fazer a Kátia cega. Não vi nada e nem ouvi nada.

 

 

 

 

 

 

Continua...

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Notas Finais


Liam ta provando ser bem depravado, até o filho ele arrasta. No começo as coisas vão ser assim mesmo, Diana vai flagrar bastante coisa do Liam e digamos que ela vai começar a se apaixonar através desse jeito safado dele, enquanto ele vai se apaixonar através do jeito doce dela. Eu só peço um pouco de paciência, pois os primeiros capítulos são chatos assim mesmo.

Ah e outra coisa, vocês notaram que ela falou que Liam tem uma leve barriguinha, certo? Eu achei legal fazer ele com uma certa barriga, para dar um aspecto mais natural de um homem do dia a dia, tipo nessa época em que ele tava meio gordinho: http://www.red17.com/gallery/1406751310771_wps_23_july_30th_2014_saint_trop.jpg
http://www.red17.com/gallery/1406750895555_wps_16_july_30th_2014_saint_trop.jpg
http://2.bp.blogspot.com/-Wxdky2dRwWw/U-6HbvDzPlI/AAAAAAABNeg/tgvvzxxS0Oo/s1600/10527418_764933730231775_2667377719483430791_n.jpg
http://www.red17.com/gallery/10491078_763511740373974_6383287555239763630_n.jpg

Mas com o passar dos capítulos, ele vai dar uma emagrecida, pois se vocês perceberam, ele é um homem vaidoso e não tem sentido ele fazer um monte de exercícios e continuar com essa barriguinha.

Até sexta-feira que vem, bjss


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