História Corações de gelo - Capítulo 20


Escrita por: ~

Postado
Categorias Inuyasha
Exibições 115
Palavras 1.317
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Hentai, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


desculpem os erros e boa leitura...

Capítulo 20 - Capitulo 20- Seu cheiro


Capitulo 20- Seu cheiro

Sesshoumaru – deixa que eu limpo – pegou um guardanapo e passou delicadamente no rosto de Rin, a limpando com cuidado.

E de repente o clima perfeito estava formado. Parecia que tudo em volta tinha desaparecido e apenas restasse os dois ali. Presos na imensidão do olhar. E como imã... se aproximara, e seus lábios se tocaram em um beijo.

Um beijo suave, envolvente, saboreando aquele momento, que parecia feito só para os dois. Nada em volta existia ou importava.

Mas as pessoas ainda estavam ali, passando por eles como se fossem um casal de namorados, todo o cotidiano continuava, e uma pessoa via aquilo com um enorme sorriso nos lábios.

Era Samara, que estava feliz, sim, a ideia dela de que Rin deveria se casar com seu pai não era uma coisa absurda, pelo beijo ela teve a certeza disso, tinha algo “rolando” entre os dois, e ela teria que se esforça ainda mais para eles percebem isso logo.

E quando o beijo foi cessado, os dois se encaram, confusos pelo o que tinha acontecido, se perguntando o que estava acontecendo entre os dois.

Samara – então, quando será o casamento? – trazendo os dois de volta a realidade.

Rin – oi? O quê? Do que você está falando?

Samara – ora, vocês dois estavam se beijando tão apaixonadamente, que pensei que decidiram aceitar a minha ideia de vocês se casarem.

Rin – nos não... não... estávamos nos beijando. Não é mesmo?

Sesshoumaru – eu acho que não, não sei de onde Samara tira essas ideias – os dois tentaram disfarçar – é melhor voltarmos para casa.

Rin – concordo, estou com pouco de dor de cabeça.

Samara – não sabem de onde tiro essas ideias? Certo... vocês dois vão se casar, ou eu não me chamo Samara Taisho.

E é claro que ela não desistiria de ter Rin como sua madrasta. E não era só por ela, mas Samara tinha certeza que Sesshoumaru não se arrependeria de casar com Rin. Eles pareciam apaixonados, só não sabiam disso, e Samara tinha a missão de fazer os dois se darem conta dessa paixão.

#-#

E os três voltaram para a mansão Taisho, Rin e Sesshoumaru evitaram trocar olhares, ainda estavam confusos pelo o que tinha acontecido. Eles já tinham se beijado antes, mas parecia que dessa vez foi diferente. Foi um sentimento diferente que sentiram na hora do beijo, algo quente nascendo no coração.

E quando chegaram em casa, Sesshoumaru se trancou no escritório. E Rin foi ajudar Samara com o dever de casa. Mas a tutora não tinha cabeça para muita coisa naquele momento.

Samara – Rin... Rin... – chamava a tutora.

Rin – o que foi Samara?

Samara – você está distraída, está pensando no meu pai.

Rin – claro que não Samara... eu só não estou entendo muito bem esse seu dever de casa. Não sou muito boa em matemática.

Samara – isso eu já sabia. Mas você ta com cara de boba, com certeza está pensando no beijo.

Rin – esqueça esse beijo Samara, não fique comentando dele por ai. Não quero que os outros empregados pesem mal de mim.

Samara – ninguém vai pensar mal de você. Logo você mandará em tudo aqui.

Rin – Samara, eu vou falar pela ultima vez, não insista, não há nada entre mim e o seu pai – bufou – agora termine o seu dever.

#-#

Já era altas horas da madrugada, e estranhamente Rin não conseguia dormi. rolou de um lado para o outro na cama, mas nada do sono aparecer. Pelo contrario, só conseguia pensar em Sesshoumaru e em todas as bobagens que Samara falava.

É claro que Rin não acreditava que um dia Sesshoumaru pudesse se casar com ela. afinal, ele era rico, poderoso, poderia ter qualquer mulher que quisesse, ate super modelos. Já Rin não era ninguém, sem família, sem estudos, sem dinheiro, ninguém. Ou melhor, alguem a quem ele pudesse se divertir, e provavelmente era somente isso que Sesshoumaru queria, se divertir com a tutora, passar o tempo.

E Rin não, não se rebaixaria a esse papel. Ou o negocio de ficarem se beijando acabava, ou ela teria que ir embora, por mais duro que isso fosse. E por isso ela tomou uma decisão.

Levantou-se cedo, como virou habito desde que fora morar naquela casa, as cinco já estava de pé e arrumada para o trabalho. enquanto Samara ainda dormia, Rin esperava Sesshoumaru voltar da sua caminhada matinal para conversar com o homem.

E foi logo falando com ele assim que entrou pela porta da cozinha, com sua camisa molhada de suor, a respiração ofegante, e pegando um copo de água para beber.

Rin – eu queria falar com o senhor.

Sesshoumaru – depois... – a ignorou, passando por ela.

Rin – não, tem que ser agora... – foi atrás do homem – antes de Samara acordar.

Sesshoumaru – algum problema com minha filha? – parou para encara-la.

Rin – não, não é nada com Samara.

Sesshoumaru – então deixe para depois – voltou a andar em direção ao seu quarto.

Rin – mas é importante... – indo atrás dele pelos corredores – é sobre o que aconteceu ontem – quando viu já estava dentro do quarto do homem.

Sesshoumaru – eu não tenho tempo agora, tenho compromissos no laboratório, muitas reuniões.

Rin – não vai levar mais do que cinco minutos.

Sesshoumaru – então diga.

Rin – sobre ontem... o que aconteceu entre nos dois.

Sesshoumaru – eu pensei que havia acontecido nada entre nos dois.

Rin – ora, não se faça de desentendido. O senhor sabe muito bem, o beijo... os beijos não poderiam ter acontecido.

Sesshoumaru – você tem razão... – tirou a camisa suada – não poderiam ter acontecido.

Rin – o que está fazendo? – já estava perdendo completamente o juízo de ve-lo sem camisa.

Sesshoumaru – tirando minha roupa para tomar banho... – falando de forma mais natural possível – era só isso o que tinha para dizer?

Rin – anh?... não... tem mais uma coisa... – tentando manter sua concentração – eu queria dizer que... que... – mas era difícil, ele se aproximava da garota com um olhar enigmático – ou o senhor para de me beijar, ou eu vou embora dessa casa.

Sesshoumaru – você me beijou também... – ficou tão aproximo a ela que Rin podia sentir seu cheiro – e não tente negar, porque sei que gostou.

Isso era verdade, cada vez mais Rin gostava dos beijos de Sesshoumaru. E não só do beijo, do sorriso raro, dos olhos penetrantes, do toque da pele, daquele cheiro inebriante.

Rin – eu... eu... ora, isso não vem ao caso. O que importa é que não vou ser um brinquedos em suas mãos, só por trabalho para você, não lhe dar o direto de fazer comigo o que bem quer.

Sesshoumaru – é só isso?

Rin – si-sim... – não conseguia tirar os olhos dos lábios do homem.

Sesshoumaru – então você não quer mais que eu lhe beije? – ela nem conseguiu responder, pois foi logo jogada na grande cama do homem, e logo em seguida ele subiu nela, a beijando com luxuria.

E Rin não pode resistir, logo estava entregue aos beijos ardentes do homem. Todo o seu discurso, toda a coragem que tomou durante a noite, sumiu em um piscar de olhos.

Ele estava ali, lhe beijando com um desejo descomunal. Sem camisa, exalando masculinidade, tomando sua boca com ferocidade.  Sem dar a ela nem tempo para respirar.

Jaken – senhor Sesshoumaru... – mas tinha alguém para atrapalhar – desculpa... eu ... – os dois logo se recompuseram.

Sesshoumaru – o que quer Jaken? – furioso.

Jaken – é que... o senhor pediu para avisar quando o carro tivesse pronto para ir ao laboratório – com certo medo.

Rin – eu tenho que ir acordar Samara... – queria sair daquela situação.

Sesshoumaru – Rin... nossa conversa ainda não terminou.

Um frio percorreu todo o seu corpo, aquela voz, aquele jeito de falar... tudo a hipnotizava. Então ela saiu o mais depressa possível dali.

Rin – droga... – mas antes de ir acordar Samara, ela foi para o seu quarto – droga!!! Agora preciso de outro banho... – lembrando do que havia acontecido no quarto de Sesshoumaru – o cheiro dele grudou em mim... – deixou escapar um pequeno sorriso.

Continua...


Notas Finais


bjs e ate...


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