História Corações de Vidro - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS), Girls' Generation
Personagens Jin, Taeyeon
Tags Novela, Romance
Exibições 4
Palavras 1.391
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Nossa! Acabei de perceber que sou um tanto atrasado, né nom? DESCULPEM A DEMORA. (DE NOVO).

Capítulo 5 - Sim


  Anoitecia. Eu observava o soro que era enviado para minhas veias. Eu não recebia notícias dos meus pais, não sabia se algo preocupante estava acontecendo, isso me irritava.

   Fiquei em coma por três meses, muitas coisas podiam ter acontecido. E eu estava aqui, em uma sala, sem poder fazer nada.

  Mas parte de mim estava alegre, porque me sentia melhor, não estava tão confuso. Meu relacionamento com TaeYeon estava ótimo.

 Mesmo não podendo sair daquela sala, passávamos o dia inteiro junto.  Ela conversava comigo, dormia e acordava ao meu lado, comíamos, cantávamos, assistíamos a Doramas juntos. Era como se estivéssemos ligados de alguma forma.

  Ouvi a porta se abrir, era TaeYeon.

  - Tenho notícias para o meu JinJin! – ela falou, dando um longo sorriso.

  - E quais são as notícias? Que parecem ser boas, pelo seu sorriso.

  - Aish. Não era para eu sorrir, era para eu fazer uma cara séria, de suspense – ela riu.

  - TaeTae, você não tem cara séria.

  - Enfim. JinJin, se alegre mais ainda, você está de alta, não terá que ficar mais nessa sala chata e sem graça, vai poder sair e ver a cidade, e tudo mais.

  Eu pulei da cama e a abracei. Suas mãos me acariciavam enquanto meus braços a prendiam. Eu fechei os olhos para entrar melhor no clima. Tudo aquilo que eu estava sentindo era tão bom.

   Poder saber que eu estava acompanhado de uma pessoa de bom caráter, que é linda, e que pensa o mesmo de mim.

  - É reconfortante saber disso, – eu disse – saber que posso confiar em você, isso me dá mais segurança, e me faz querer fazer, experimentar e até viver coisas que nunca vivi.

  Ela me beijou na bochecha.

  - Você também me faz sentir assim. Nós damos energia um para o outro.

---------------     *   *   *   -------------------

 O relógio marcava 21:00. Já havíamos saído do hospital há um tempo. Eu e TaeYeon estávamos em um restaurante local, comendo kimbap.

  - Então, está melhor agora que saiu do hospital? – ela me perguntou.

  - Bem melhor! Aquela sala cheirava coisa velha – eu respondi.

   - Concordo com você, a sala não era tão perfumada.

  A preocupação com meus pais voltou.

  - E meus pais? Algo aconteceu com eles?

  - Não. Está tudo bem.  Eles vinham te visitar, mas no tempo em que você estava desacordado. Eles até tiraram licença do trabalho para cuidar de você, mas infelizmente tiveram que voltar, então eu fiquei com você,

  - Mas e quanto à escola?

  Ela riu.

  - Ah. Esqueci que você ficou apagado por um tempo. Você perdeu dois meses de aula, JinJIn, mas depois entramos de férias. Pelo menos poderá descansar.

  - Na verdade, estava pensado em viajar.

  - Viajar para onde? – ela perguntou num tom de curiosidade.

  - Não sei. Para um lugar tranquilo, que eu possa ver a natureza, e estar ao lado de uma maravilha – eu olhei para ela e peguei em suas mãos.

  - E posso saber quem é essa maravilha?

  - Não se faça de boba, é óbvio que é você. Claro, só se você aceitar vir comigo.

  Suas mãos apertaram as minhas. Mesmo estando do outro lado da mesa em que jantávamos, ela se aproximou de mim.

  - Mas é claro que aceito, JinJin. Quero que saiba que aonde você for eu também irei com você.

  Acabamos de jantar, e eu havia pagado a conta. Caminhávamos de mãos dadas perto do rio Han, aquilo tudo era uma paisagem maravilhosa.

  - Ah! Minhas pernas já estão doendo – TaeYeon disse.

  Pelo jeito ela estava cansada, já que havia passado o dia inteiro no hospital comigo. Mas eu não estava tão cansado, pois já havia me acostumado com aquela rotina.

  Nós nos sentamos no gramado, e contemplávamos o rio. Sua cabeça se deitou em meu ombro. Minha mão acariciava seu braço.

  Soltei uma risada.

  - Que loucura – disse.

  - O quê? O que é uma loucura?

  - Há alguns meses eu não pensava em nada, não fazia nada. Hoje estou aqui, fora de casa, conversando com alguém que me faz sentir melhor, me recuperando de um atropelamento, e pensando em viajar. Eu mudei tanto em pouco tempo.

  TaeYeon levantou a cabeça, e acariciou meus cabelos.

  - JInIn, esta mudança foi boa para você, pelo que sua mãe me disse, ela está muito segura em relação a isso. E ainda há muito do que vivermos, muito do que arriscarmos.

  Eu peguei suas mãos.

  - TaeTae, eu preciso te pedir uma coisa – meus olhos estavam profundamente concentrados nos dela. Suas mãos apertavam as minhas com mais força, como se estivesse ansiosa.

  - O quê?

  - Durante esses tempos em que ficamos eu comecei a sentir algo diferente, que veio junto com minha mudança.

  Chegamos mais perto um do outro.

  - Jin, isso é felicidade, eu sei que...

  - Não, não é só felicidade. É um sentimento que tem a ver com você, algo que quero compartilhar com você.

  - JinJI...

  - TaeYeon – eu a interrompi – isso é amor, e eu quero compartilhá-lo, e por tudo o que passamos, não pude pedir isso de uma forma mais adequada .

  Nossas bocas estavam se tocando, quase para um beijo.

   - Kim TaeYeon – eu sussurrei – você deseja namorar comigo?

  Suas mãos se apoiaram em meu pescoço, ela levou sua boca até meu ouvido.

   -Sim.

  Ah! Que sensação boa. O alívio. Estava com medo de um  ``não``, mas tinha confiança de um ``sim``. Foram poucas as vezes que eu fiz essa pergunta.

  As namoradas que tive foram na escola primária, com uns 5 anos (nós só dávamos beijo nas bochechas), e depois no ensino fundamental, com 15, quando dei meu primeiro beijo. Ela se chamava Lia, era estrangeira, namoramos por 2 meses, mas ela foi embora do país.

Eu não sei o que elas viam em mim, pelo fato de eu não gostar muito delas, já que antes eu não tinha sentimentos desse jeito. Mas TaeYeon era diferente, eu tinha sentimentos por ela.

  Sua boca colava na minha, nossas línguas se encontravam e se mexiam num ritmo envolvente. Eu a puxei para mais perto. O beijo começou a ficar mais quente.

  Foi quando senti um baque em minha cabeça.

--------------*   *   *   --------------

  Olhei para frente, uma velhinha estava com uma sombrinha na mão, e com cara de brava.

  - Vocês não têm vergonha, isso é totalmente desrespeitoso. Vão fazer esta barbaridade em outro lugar! – ela reclamou, ameaçando me bater com a sombrinha de volta.

  Nós nos levantamos e saímos do gramado, e corremos para a calçada.

  Fomos rindo o caminho inteiro até a casa de TaeYeon. Até que paramos na porta de sua casa.

  - Boa noite, Tae. Saranghae– disse, dando-lhe um beijo.

   - Ah, não. Fica aqui – ela disse, abrindo a porta.

  - Não posso, nem conheço seus pais, e...

  - Eles não estão aqui, JinJin. Saíram, só voltam de madrugada, eu acho. Você não quer ficar?

  Não houve respostas, eu simplesmente a peguei pela cintura e a empurrei para dentro de casa, fechando a porta depois. Estávamos praticamente colados um no outro, eu podia sentir seu corpo encostado no meu.

  Começamos a nos beijar desesperadamente, como se não houvesse amanhã. Minhas mãos que estavam em sua cintura subiram para seus cabelos, eu os puxei, ela parecia gostar disso.

  Fomos nos beijando até seu quarto, onde a prensei na parede. Estava ficando quente, ela tirou minha camisa, que estava molhada devido ao suor do meu corpo.

  TaeYeon passava suas mão em meu peito e minhas costas, enquanto eu a mordia nos ombros e pescoço. Ela ofegava, perdendo a respiração.

  Eu a tirei da parede e a joguei na cama, ela retribuiu com um sorriso de pura malícia, eu mordi meus lábios. Pulei em cima dela.

  Tirei sua blusa, que também estava molhada. Comecei a beijar todo o seu corpo. Suas mãos me puxaram para que meu corpo colasse novamente ao seu. Aquele sentimento era tão bom!

   Ela arranhava minhas costas enquanto eu mordia seus lábios. Ela passou suas mãos em meu zíper da calça, abrindo ele. Eu passei minha boca em seu pescoço, descendo no seu corpo.

  Estava tudo indo bem, até que ouvimos a porta do andar de baixo se abrir.

  - TaeYeon, filha. É seu pai, tivemos de vir mais cedo. Está aí?– era a voz de seu pai, vindo da sala, lá embaixo, porém se aproximava.

 


Notas Finais


Então...
Que situação constrangedora, né nom, monamu?Não percam o próximo capítulo pra ver o que os dois fizeram para sair dessa enrascada! Que eu acho que sai na sexta que vem. EU ACHO tá, monas. <3


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