História Corações divididos - Sakura e Itachi (Itasaku) - Capítulo 21


Escrita por: ~

Postado
Categorias Naruto
Personagens Deidara, Ino Yamanaka, Itachi Uchiha, Kin Tsuchi, Kisame Hoshigaki, Kizashi Haruno, Mebuki Haruno, Sakura Haruno, Sasori
Tags Deidara, Hentai, Ino, Itachi, Itasaku, Naruto, Romance, Sakura, Sasori, Sasuke
Exibições 305
Palavras 6.126
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Hentai, Luta, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oi pessoas!!! Tudo certo???

Gente, quero agradecer as pessoas que tem favoritado a história e enviado comentários incríveis! Quando leio o que vocês escrevem sobre a história fico radiante o resto do dia inteiro!!!

Mas também quero aproveitar para pedir a todos um pouco de atenção para algo. Se você recebeu um convite para ler a história, isso não significa que você está intimado, e que é obrigado a ler! Leia se quiser, se gostar da história e se você se identificar com a fanfic.
Não estou querendo ofender ninguém, muito pelo contrário só quero deixar claro que ninguém precisa ler a história por causa de uma mensagem de divulgação. E se você não está gostando da história não fique me enviando comentários dizendo que não gosta do personagem, ou de como o personagem age. Porque eu não vou mudar nenhum ponto da fanfic por conta de ninguém.
Ah... mas a Sakura é muito boba. Sim, ela é boba, e existe um proposito por trás disso.
Quem já assistiu Naruto, sabe bem que Itachi não é o "culpado" direto pela morte do clã. E se a minha personagem fosse no minimo, espertinha ela não acreditaria nele. Então gente... Por favor, se você tem uma critica a fazer, me mande uma MENSAGEM PRIVADA. Porque eu vou ler com atenção, te responder e procurar melhorar. Mas jamais me mande COMENTÁRIOS infantis, porque isso é uma forma de humilhação. E eu nunca fiz e nunca farei isso com ninguém, justamente por saber o peso que isso é na cabeça de alguém.
Quem me conhece, e já pediu para que eu lesse a história que fez e avaliar, sabe muito bem do que eu estou falando. Eu nunca enviei minha analise como comentário, sempre como mensagem para ajudar e não atrapalhar o escritor. E eu acredito que o respeito é algo muito importante. E ele funciona assim: Eu respeito vocês, e vocês me respeitam!
Eu chego cansada em casa, trabalho seis dias por semana, e ainda assim arranjo tempo, do nada, para escrever pra vocês. E nós, autores não ganhamos nada por isso. Fazemos porque gostamos. E eu particularmente, faço porque amo e acredito no meu trabalho. É como se fosse um presente de fã para fã, e não um lixo que você amassa e joga na primeira lixeira que encontra pela frente, então por favor entenda... Eu também tenho sentimentos.

Quero pedir perdão, caso alguém tenha se sentido ofendido, pois essa não foi minha intenção. Acontece que as vezes por causa de uma pessoa, todos acabam tendo que passar por algo constrangedor. E isso não é uma indireta, porque tenho certeza que a pessoa que me criticou de maneira horrível, sabe muito bem que isso foi para ela.

Bjs a todos.

Capítulo 21 - Meu dia



   Sentir alguém que amamos tão próximo e entregue é como um sonho, ou uma realidade alternativa. E sinto que amarei ele para sempre, mesmo sabendo que esse sentimento é proibido. Mas eu não me importo com todas as coisas ruins que ele fez, não me interessa nenhum de seus erros, a única coisa que quero é ter certeza de que ele ao menos se lembrará de mim, pois sinto que nunca poderei esquece-lo.
   Se Ino e Asami soubessem sobre tudo que tenho passado com ele, elas me chamariam de burra. Mas Konan me entenderia muito bem, eu posso ver nos olhos dela o quanto ela ama Yahiko. E quando se tem um sentimento tão grande, sentimos que nosso peito esta se sufocando de tanta tristeza, quando não podemos ao menos estar perto da pessoa amada.
   Eu não posso mais sentir tanta dor. Meu coração já foi quebrado tantas vezes que sei que se passar por mais coisas ruins não irei aguentar. Ele tem sido para mim o paraíso e o inferno ao mesmo tempo. E mesmo que muitas das vezes ele me desça até o fogo ardente do ciclo mais profundo da dor, não me importo. Porque quando ele me sobe, é pura magia, como se meus sonhos mais secretos estivessem sendo realizados, e sinto que poderia tocar as estrelas caso esticasse meus braços.
   Uma lágrima solitária escorreu de meu olho direito, enquanto nos beijávamos. Agarrei suas costas, enfincando minhas unhas nela, não posso mais vê-lo ir embora nunca mais, não permitirei. Seus lábios macios, se movimentavam lentamente, e nossos corpos estavam tão próximos, que sei que se quer uma agulha passaria entre nós.
   Para evitar que nos apartássemos, mesmo que apenas por segundos, puxávamos o ar pelas narinas dificultosamente. Meu coração estava acelerado, e o silêncio na sala era enorme, intensificando ainda mais nosso desejo. Tremi, me soltando de sua boca momentaneamente, quando ele tocou minha face com uma das mãos.
   Estava sentindo tanto carinho da parte dele, que tive até medo de abrir os olhos e acordar na minha cama, percebendo que aquilo tudo não se passava de um sonho. Um sorriso se formou em minha boca, quando ele selou novamente seus lábios nos meus, enquanto passava o polegar, de maneira meiga em meu rosto.
   Eu queria poder pôr em palavras meus sentimentos por ele. Mas ainda não encontrei uma palavra que pudesse descrever o que eu sentia, e se isso é amor, então eu quero esse sentimento durante todos os dias da minha vida. E quando ficarmos velhinhos, quero morrer primeiro, só para não ter que ficar sem ele, mesmo que por segundos.
   Ele me abraçou, apertando ainda mais seu braço sobre minha cintura, e com a outra mão apoiava minha nuca, recostando minha cabeça em seu peito. Estávamos excitados, mas da minha parte, o que eu sentia era diferente. Era como se meu corpo necessitasse do dele para continuar funcionando. Tudo nele, causava um efeito tóxico em mim, e eu já não tinha medo de nada, só por estar em seus braços. Nós éramos radioativos quando juntos.
   - Você é só minha Sakura. - Seu sussurro eriçou todos os pelos do meu corpo, e eu senti mais lágrimas se formando em meus olhos, não queria que esse momento acabasse nunca. - Eu já te falei isso. - Concluiu, separando minimamente nossos corpos para me olhar.
   Ele parecia estar viajando, e eu queria poder entrar em sua mente e explorar cada pensamento que ele tinha. Tinha muitas perguntas, muitas questões mal resolvidas nos rodeavam e eu não poderia viver as cegas para sempre, precisava dele, mas o queria por inteiro e só para mim.
   - Por que Itachi? - Ele franziu a testa, como se não entendesse minha pergunta. - Por que você me diz que sou sua, enquanto você está com outra? - Ele fechou os olhos, mas não parecia impaciente. Era como se estivesse puxando algo bem do fundo de sua memória, e ao me olhar de volta senti um frio em minha espinha, imaginando que enfim teria a resposta de tudo.
   - Sa-Sakura... - Ele começou hesitante, e eu arqueei uma das sobrancelhas a espera de suas palavras. - Você confia em mim?
   Essa era, definitivamente uma questão difícil de responder. Eu o amava, sem dúvidas, porém confiar eu não sei direito. Ele me olhava como se fosse a primeira vez que me visse na vida. Seus olhos estavam tristes e suas mãos apertavam minha cintura. Como poderia amar sem confiar? Isso seria hipócrita demais da minha parte.
   - Sim. - Sussurrei, observando o suspiro que ele deu após ouvir essa resposta.
   - Então me da um tempo. Preciso de um tempo, só isso. - Eu não entendi porquê ele falou desse jeito, não sei por que respondeu minha pergunta de maneira tão vaga. E também não sabia o que significava esse tempo que ele queria, e para quê um tempo. Mas via sinceridade em seu timbre de voz. Ele fechou os olhos e suas mãos me apertaram ainda mais forte, quando ia me afastar dele. Era como se ele estivesse com medo de que eu saísse dali.
   Lentamente encostei minha cabeça em seu peito, sentindo o corpo dele relaxar um pouco mais. Senti seus lábios tocarem o topo da minha cabeça, enquanto uma de suas mãos subia até minha nuca. Ele estava, mais uma vez brincando com meus cabelos, enquanto eu ouvia as batidas de seu coração acelerado.
   E por mais que ele não dissesse, tinha quase certeza de que o sentimento que eu tinha por ele era compartilhado por nós dois naquele momento. Entregaria minha vida nas mãos dele, sem medo algum, alguma coisa dentro de mim tinha plena certeza de que ele era uma pessoa muito melhor do que demonstrava ser.
   - Eu confio em você Itachi. - Minha voz soou pura segurança, e eu senti sua boca, que estava apoiada em minha cabeça se mover, tinha quase certeza que ele estava sorrindo.
   - Eu... - Ele começou, e meu coração pareceu querer sair pela boca imaginando que ele talvez fosse realmente capaz de amar. - Obrigado. - Sussurrou ainda mais baixo, quase que para ele mesmo.
   Aquela não era a palavra que eu estava esperando. Mas ele não é o tipo de homem que pede desculpas, muito menos que agradece, então me conformei em pensar que aquilo, talvez já tenha sido um passo enorme para ele. E meu coração gritava, pedindo para que eu abrisse logo o jogo, e dissesse sobre meus sentimentos, porém ainda estava receosa quanto a isso.
   Nos separamos rapidamente ao ouvir passos, que vinham na direção da sala. Olhei para ele preocupada, mas ele ria descaradamente, parecia estar voltando a si, e eu não sabia se ficava satisfeita ou não com isso. Ele começou a caminhar lentamente para fora da sala, se esbarrando com Ino na porta. Minha amiga me olhou surpresa, e eu dei de ombros, me fazendo de boba.
   Apesar de ainda me sentir mal por nunca ter falado sobre meu romance atrapalhado com minha amiga, ficava ainda mais culpada por gostar de ficar com Itachi escondido. Era uma sensação gostosa, saber que nossos momentos estavam sendo divididos apensas por nós dois. É claro que queria ter algo diferente com ele, mas o que eu faria? Chegaria aos meus pais, minha mestra e minha amiga e diria que estou namorando com um criminoso?
   Depois de dar uma desculpa esfarrapada para minha Ino, fui para o quarto dormir um pouco. Ainda estava exausta por conta do tratamento de Deidara, que para minha felicidade era o ultimo. Poderia enfim, dormir uma noite de sono adequada. Minha excitação por estar com Itachi novamente era tremenda, e se quer conseguia tirar o sorriso de meu rosto.
   Quando entrei no quarto, Itachi estava lá, deitado me esperando. E a vontade que tive, foi de correr e me jogar em cima dele, mas me contive. Ficamos juntos a manhã inteira, e por mais que ele insistisse para que eu dormisse, simplesmente não conseguia. Ele estava tão amoroso, e seus olhos me devoravam com tanta paixão que não queria perder um segundo se quer daquilo.


   A pior parte desse dia foi ter que me despedir de dele e ir para casa. Meu final de semana foi tranquilo, estava feliz, e tudo parecia agradável. Nem mesmo as loucuras dos meus pais me tiraram do sério. Fui treinar no domingo, e depois assisti um filme de romance com Ino. Choramos bastante, quando vimos o par romântico da atriz principal morrer, mas logo esquecemos daquilo. Minha amiga começou a fazer uma limpa em seu guarda roupas, e me deu algumas peças de presente. Ela tinha tanta coisa que nem fiz questão de recusar.
   Ino e eu, vimos Asami conversando com Kisame na quarta feira, ela gritava alguma coisa com ele, e pensamos em interrompe-los, por preocupação, já que a garota estava parecendo louca. Porém, nesse momento vimos Kisami agarrar a garota em um beijo e tanto. Ficamos boquiabertas com a cena. Konan chegou na hora, e quase pulou de alegria, sempre foi claro para mim que ela torcia pelo casal. E eu também estava feliz por eles terem finalmente se acertado.
   Ino e Sasori pareciam ter virado amigos, mas eu sabia que ela ainda ficava com ele as vezes. Mesmo que ela tentasse esconder era difícil, aparecendo com um chupão enorme no pescoço. Mas a garota mentirosa, negava veementemente seu envolvimento com o rapaz, e eu apenas fingia que acreditava. Afinal não podia cobrar a verdade sobre nada dela, escondendo meu relacionamento com Itachi também.
   O grande empecilho da minha vida tinha nome e sobrenome, e essa era Kin Tsuchi. Eu não sei por que, mas a garota simplesmente não me deixava em paz, estava sempre jogando piadinhas e esbarrando em mim "sem querer"! Ino vivia enfrentando ela, enquanto eu ficava me fazendo de sonsa, mas minha paciência já acabou a muito tempo, e a partir de agora não vou mais engolir sapo de ninguém.
   Itachi me pediu um tempo, e eu estou dando, mas é complicado demais estar com uma pessoa, sabendo que ela tem outra. A verdade é que muitas vezes ainda me sentia insegura com relação a ele. Pensava que sim... ele poderia estar me usando ainda. Mas qual seria o proposito disso, se quando estávamos juntos sentia honestidade fluir de seus movimentos.
   Passávamos todas as noites juntos, já que o tratamento de Deidara terminou. Ele se dizia satisfeito com isso, falava já não aguentar mais me ver cuidando do garoto. Deidara, em contrapartida vivia encontrando motivos para se aproximar de mim, e apesar de não ter nada, pessoal, contra ele eu tentava evitá-lo. Não poderia dar falsas esperanças, já que meu coração pertencia a outro.
   E ainda tinha que me contorcer de raiva vendo Kin junto de Itachi, mas o meu consolo era saber que ele dormia na minha cama agora. E apesar do espaço ser apertado, ele parecia gostar tanto quanto eu, de ficarmos coladinhos. Continuava sendo difícil e sufocante rejeitar suas carícias mais intimas, mas fazia isso com a certeza em meu coração de que estava certa.
   Porém agora, ele já não agia feito um estúpido incontrolável, parecia me entender, apesar de eu ver um pouco de insatisfação em seu rosto ainda. O que ele talvez não soubesse é que depois do momento que tivemos a pouco mais de um mês atrás em meu quarto, na instalação, meu corpo mudou drasticamente, a vontade que eu tinha de me entregar a ele só era maior do que o fato de querer tê-lo apenas pra mim.
   Todas as vezes que acordava, sentia uma solidão imensa por ele não mais ao meu lado. O medo que eu tinha era de ele se levantar assim que eu dormia, correndo para os braços da garota que tinha o título de sua namorada. Continuava a me sentir mal por ser "a outra", mas eu já estava submissa aos desejos dele, e presa, como em uma teia de aranha gigante, eu não sabia como escapar daquilo.
   A verdade é que eu nem sei se queria escapar. Eu só queria poder viver aquilo enquanto estivesse durando, e independente do resultado final, não vou me arrepender depois, tendo a certeza em meu coração de que tentei de tudo. E apesar dos meus enormes esforços para sempre mantê-lo ao meu lado, eu não sabia ao certo se isso funcionaria.
   Ele é um renegado, e não vejo uma maneira de nosso relacionamento ir pra frente. Como ficaria com ele, se todas as pessoas o caçam por ai? Eram tantas as minhas dúvidas, que tentava ignorar todos os pensamentos, desse gênero, que vinha a minha mente. Não vou me martirizar tanto por conta disso, o futuro ainda está por vir, e nós não sabemos o que ele prepara para nós.

   Ino e Konan insistiram que meu aniversário não deveria passar em branco, e depois de muita persistência, da parte delas eu acabei concordando com um bolinho! Konan prometeu que ela ia fazer o bolo, e que não deixaria Yahiko chegar perto da cozinha enquanto ela não terminasse. E eu agradecia muito por isso, vendo Asami e Ino rirem. O garoto, metido a cozinheiro, é horrível comandando panelas.
   Como meu aniversário caiu numa sexta feira, Ino e eu concordamos que iríamos para casa no sábado pela manhã, e comemoraríamos meu aniversário a noite. Seria algo pequeno, apenas entre nós, ali do esconderijo mesmo. E eu já estava cansada de esperar de olhos fechados pelo presente que Asumi insistiu em me dar.
  - Pode abrir os olhos Sakura! - Senti um grande alivio ao ouvir Ino, e quando olhei vi não apenas Asumi, mas também minha amiga e Konan segurando um embrulho cada uma.
   - Ah gente... Eu falei que não precisava! - Disse sem graça, enquanto Ino, se sentava ao meu lado, me dando um beijo no rosto e estendendo seu presente para que eu pegasse.
   - Primeiro o meu testuda! - Ela falou animada, batendo palminhas e pulando na cama.
   - O primeiro deveria ser o meu né! Mas tá bom. - Asami cruzou os braços ao falar, mas ela estava rindo da situação.
   Abri o embrulho de Ino, que continha um estojo de sombras opacas dentro. Eu não sei muito bem o porque de ela sempre me dar maquiagens em todos os meus aniversários, mesmo sabendo que eu quase não uso nada. Porém fiquei feliz, pois ultimamente tenho tido mais vontade de me arrumar do que em qualquer outro momento de minha vida. Em seguida foi o de Asami, que ficou radiante enquanto eu abria o pacote que ela me entregou.
   Dentro dele havia um vidro muito bonito, e quando abri a tampa do mesmo fiquei maravilhada ao sentir o aroma doce do perfume que tinha no frasco. Seu cheiro era semelhante ao da flor de cerejeira, e eu fiquei mais encantada ainda quando ela me disse que foi feito por ela mesma. A garota tinha muitos talentos, e eu disse que ela deveria ganhar dinheiro com aquilo.
   O presente de Konan foi o ultimo, mas não menos empolgante. Ela estava vermelha, enquanto me via olhar os detalhes perfeitos de seu trabalho. Ela fez um retrato 3D de todos da instalação, e emoldurou. Todos estavam no origami, menos Kin, para minha felicidade. Segundo ela não retratou a garota porque ela não pertence a organização.
   Me levantei da cama abraçando uma por uma, agradecendo em seguida pelos presentes maravilhosos que elas haviam me dado. Estávamos sempre juntas, e sentia que elas já eram como as irmãs que nunca tive. Sempre estavam ao meu lado, e mesmo Asami e Konan conhecendo Kin a mais tempo do que me conheciam, sempre me apoiavam ao ver a garota implicando comigo.
   - Gente, a Kin não vai vir hoje né? - Asami perguntou, colocando a língua para fora em sinal de nojo.
   - Eu não sei, mas acho que não. Yahiko me contou que viu Itachi brigando com ela hoje cedo. - Um frio percorreu minha barriga ao ouvir aquilo, não sei o motivo de eles terem brigado, mas estava satisfeita com isso. Fingi que não estava prestando atenção na conversa das meninas, e comecei a guardar os presentes que ganhei delas.
   - Aquela vaca vive implicando com a Sakura, quero mais que ela e Itachi se lasquem, os dois são farinha do mesmo saco se vocês ainda não perceberam! - As palavras de Ino como sempre, me incomodaram um pouco, mas eu jamais poderia me manifestar sobre aquilo.
   - Eu acho que ela tem  ciúmes de Sakura com o namorado.
   - O quê? - Gritei, me virando para Asami, com os olhos arregalados. Não sei porque ela disse aquilo, mas me pegou desprevenida. O meu medo era de ela saber que Itachi e eu estamos juntos, já que ela está com Kisami outra vez, e ele sabe de tudo sobre os encontros escondidos que Itachi e eu temos. Mas para meu alivio a garota começou a rir, quando viu minha cara de espanto, e as gargalhadas das três agora ecoavam pelo meu quarto, me fazendo ficar ainda mais sem graça.
   - Fica tranquila Sakura! - Konan começou a falar, se espreguiçando um pouco. - Aquela menina é maluca. E na cabeça doentia dela, todas as mulheres são uma ameaça.
   - Verdade, uma vez ela implicou com Konan. Dá para acreditar? - Asami falou num tom irônico. - Mas eu não sei porque ela continua com essas coisas. Já tem bastante tempo que ele não fica com ninguém. Pelo menos foi o que Kisame me disse. - Bom, ao menos me aliviei um pouco. Se Kisame disse para Asami isso mesmo, então significa que ele está guardando bem o segredo do amigo. Mas por outro lado ser taxada com uma "ninguém" também não é algo legal.
   - Vocês sabem que eu não ligo pra essa garota né. - Falei, me sentando na cama ao lado de Ino e Konan, ficando de frente para Asami, que estava estirada no chão.
   Mas como quase tudo o que eu falava, estava mentindo. Me importava com Kin muito mais do que eu gostava de admitir, mas ficar apenas me lamentando não ia adiantar nada. Tentava me focar nos momentos que tinha com Itachi ao meu lado, pensando que era só nisso que deveria me focar agora.
   Não estava satisfeita, e não ficaria nunca, enquanto ele continuasse com ela. E o pior, era não entender porque os dois tinham que permanecer juntos mesmo que o relacionamento deles fosse visivelmente fracassado. Mas disse que confiaria nele, e vou continuar a fazer isso, só não sei por quanto tempo vou conseguir aguentar.
   Cada uma foi para seu quarto, depois de conversarmos mais um pouco. Como a comemoração seria apenas entre nós, não achei muita necessidade de me arrumar muito, mas também não fiquei tão simples. Não queria que Itachi me visse desarrumada, isso me faria ficar com vergonha. Como no dia que ele foi me buscar, para me trazer para a instalação pela primeira vez, e ele me viu com os cabelos bagunçados.
   Coloquei uma saia e blusa simples, passei uma maquiagem leve, e um gloss labial. Calcei minhas sandálias respirando fundo antes de sair do meu quarto. Não sei bem o motivo, mas me sentia nervosa e com vergonha do pessoal. Sei que isso é bobagem, mas eu não sei como me comportar em situações assim.
   E ainda tem o fato de que ainda não tinha visto Itachi hoje, já que ele saiu com Kisame para uma missão, e deve ter chegado a pouco. Ainda no corredor, já podia ouvir as vozes animadas que vinham da cozinha. Yahiko, como sempre era o destaque daquilo tudo, com sua risada alta.
   - Até que enfim aniversariante!!! - O garoto me disse ao me ver entrando na cozinha. E enquanto Yahico me abraçava, via Itachi, sentado numa cadeira conversando com Kisame e Asume. Ele me deu uma pequena olhadinha de canto, mas entendi que não dava para dar mole na frente de todo mundo, então não levei a sério.
   Todos, menos Deidara e Itachi que continuaram sentados, me cumprimentaram. A mesa estava muito bonita, com um bolo no meio, salgadinhos e docinhos espalhados pelo resto de sua extensão. E eu realmente estava feliz com tudo aquilo. Porém o fato de Deidara não ter ido falar comigo me incomodou bastante.
    Sentei perto das meninas, enquanto os garotos, estavam mais afastados, como de costume. Estávamos bebendo, e apesar de saber que Itachi bebia quase todos os dias, me sentia preocupada. Já que na ultima festa que ele bebeu falou tantas besteiras que ficamos duas semanas sem nos falarmos. E desse vez se ele me magoasse de novo não ia mais ceder.
   - Sakura, o que aconteceu que Deidara não te cumprimentou? - Konan perguntou, aproximando seu corpo para a rodinha que nossas cadeiras faziam, afim dos meninos não ouvirem o que falávamos.
   - Não sei. Também achei estranho. - Respondi, olhando discretamente o garoto que ria com Sasori.
   - Ele deve estar cansado. Chegou tarde da missão com o parceiro. - Asami disse, bebericando um pouco de sua batida de frutas, que tinha cinco por centro fruta e noventa e cinco por cento álcool.
   - Deve ser! - Disse dando de ombros, vendo agora Itachi que conversava com Yahiko.
   Ficamos falando sobre assuntos bobos do cotidiano, antes que Ino me fizesse pagar mico. A noite estava boa demais, e acho que ela pensou em estragar só um pouquinho pelo menos. Chamou todos em volta da mesa, e começaram a cantar parabéns para mim. Itachi ficou de longe olhando aquilo tudo, e meu corpo se arrepiou quando nossos olhos se cruzaram. Me sentia uma garotinha mimada com Maria Chiquinha nos cabelos.
   Mas eu não tinha para onde fugir, o pessoal já estava meio alegre por conta da bebedeira, e eu quase me arrependi por não ter exagerado no coquetel e passado mal, só para não ter que enfrentar aquilo. Kisame assobiava, enquanto os outros batiam palmas e cantavam. Eu só ria de mim e de todos, que pareciam fazer parte do meu jardim de infância pessoal. Depois que tudo terminou, Konan foi cortar o bolo, e o pessoal continuou envolta da mesa, esperando para comer o doce, que parecia muito gostoso. 
   - Minha vez de dar seu presente. - Me virei ao ouvir a voz de Deidara, atrás de mim. Ele tinha um largo sorriso no rosto, e segurava um pássaro de argila em sua mão esquerda.
   - Você sabe que não precisa! - Falei passando meu olho rapidamente por onde Itachi estava sentado, mas apenas vi a cadeira vazia.
   - Com isso vou poder saber sua localização sempre, e vou poder estar por perto. - Ele disse, pegando minha mão direita e pousando sua arte na minha palma. Eu achei aquilo muito estranho, de tantas coisas que ele poderia me dar, me entregou logo um rastreador?
   Levantei meus olhos, para agradecer o presente que recebi. Mas senti a mão dele em meus cabelos, puxando meu rosto para perto do seu. Nossas bocas estavam coladas, e com os olhos abertos, eu fitava a parede branca a alguns metros de mim. Gritinhos vinham por toda a parte da cozinha, e já com a respiração ofegante, pude ver Itachi, entrando no corredor dos quartos apressadamente. Não quero nem imaginar o que ele deve estar pensando de mim agora.
   Coloquei minhas mãos contra o peito de Deidara, deixando o presente que ele me deu cair no chão. E o empurrei, nos afastando daquela situação estranha e constrangedora. Olhei para trás e vi Asami e Ino se entreolharem, e já com lágrimas em meus olhos, desesperada pelo ocorrido, sai daquele lugar quase correndo, indo em direção ao meu quarto com esperanças de achar Itachi lá dentro, como sempre.
   A maneira que Deidara agiu me pegou totalmente desprevenida. Ele sempre pareceu tão tímido perto de mim, e agora do nada faz isso. Talvez Itachi estivesse certo mesmo, e eu deveria ter me afastado do garoto a muito tempo. Mas nunca vi problema nenhum em falar com ele. E agora tinha que enfrentar a fúria de Itachi para comigo por conta do ocorrido.
   Fiquei desapontada ao entrar no meu quarto e ver que ele não estava lá. Fechei a porta, e logo depois meus olhos, pensando no que diria para ele. Mas meus pensamentos foram interrompidos pelas batidas na minha porta. Quase dei um pulo, sentindo meu coração disparar ainda mais, porém não era Itachi.
   - Sakura, você está bem?
   - Ino, preciso ficar sozinha. Pelo menos um pouco. - Falei, encostando meu rosto na porta, e imaginando minha amiga preocupada comigo do outro lado.
   - Você tem certeza? - Ela perguntou mais baixo.
   - Tenho sim. - Falei, e fiquei esperando ouvir seus passos. Mas demorou um pouco ainda para que ela saísse dali.
   Esperei alguns segundos, estalando os dedos pensando em ir no quarto de Itachi. Nunca tinha ido lá, mas tinha que explicar para ele que não tenho nada com Deidara. Sai, olhando para o lado e me certificando que não via ninguém antes de ir até a porta dele. Dei três batidas, e depois ouvi passos pesados. Meu coração estava a mil e eu ainda não sabia o que fazer.
   Ele revirou os olhos ao me ver. Mas antes que ele dissesse alguma coisa, já fui entrando, quase derrubando em mim o whisky que ele bebia. Ele fechou a porta com força, e depois se virou para me encarar. E eu tinha que falar algo rápido antes que ele começasse a me tratar como antes.
   - Itachi, você sabe...
   - É eu sei. Eu estava certo o tempo todo com relação a você e Deidara. - Ele falou me interrompendo. Ele olhava para a parede, e eu olhei um pouco para seu quarto, percebendo que era como o meu, com exceção de uma poltrona e um frigobar que tinha perto da cômoda dele. E na lixeirinha tinha algo que parecia uma blusa rasgada.
   - Não fala isso. Você sabe que eu quero você. - Nunca tinha falado assim antes com ele, mas estava aflita demais para pensar em coisas plausíveis agora.
   - Sei! - Ele me olhou com lágrimas nos olhos, e um pequeno sorriso irônico nos lábios. Meu coração parecia que se partiria com aquela visão. Ele sempre foi tão forte e agora estava exposto como um nervo descamado de pele.
   - Eu juro. - Sussurrei dando dois passos na direção dele, deixando nossos corpos tão próximos que agora tinha que olhar para cima para poder encarar sua face, que escorria uma lágrima agora.
   - Não mente pra mim Sakura. - Ele falou com o ritmo de sua respiração já alterada.
   - Não sei o que te faz pensar que estou mentindo.
   - É simples. Eu sou um renegado, tenho outra e nem te mereço. - Ele mordeu os lábios ao terminar de dizer aquilo, como se estivesse inconformado por ter pronunciado aquelas palavras. 
   - Não importa Itachi. Eu amo você.
   Antes mesmo que eu pudesse pensar no que tinha acabado de dizer, meu corpo foi invadido por uma sensação incrível quando ele me pegou com a mão direita, me puxando desesperadamente para um beijo. Fechei meus olhos, já sentindo uma imensa excitação me invadir. Ele esticou o braço esquerdo até o frigobar, depositando ali o copo que segurava.
   Ele estava com os olhos fechados, e eu sentia o sabor salobro de suas lágrimas em minha boca, que era explorada pelos lábios dele. Passei minhas mãos envolta da nuca dele, me aprofundando ainda mais naquele desejo imenso que sentia. Sua reação ao ouvir a frase que tinha tanto medo de dizer foi inesperada e simplesmente maravilhosa.
   Ele me apertava contra seu corpo e eu já conseguia sentir sua excitação pressionada contra minha barriga. Ofegantes nos separamos levemente daquele beijo, em busca de ar. E meus olhos, novamente abertos se encontraram com o dele, causando choques por todo meu corpo. Ele respirava profundamente analisando minha face com cuidado antes de me tomar em mais um beijo ardente.
   Sua mão direita começou a percorrer minha cintura para cima e para baixo duas vezes, antes que ela a descesse ainda mais até chegar a minha bunda. Em outros momentos eu reclamei daquilo, mesmo com vontade de me entregar. Mas agora meu corpo estava esvaído de forças, e a única coisa que queria era ser possuída pelo homem que me beijava.
   Arqueei meu corpo, separando nossas bocas, gemendo com o apertar de sua mão na minha bunda. Semicerrei os olhos vendo sua cara safada para mim. Adorava todos os seus olhares, mas esse era sem duvidas o meu preferido. Ele selou minha boca, e começou a passear com ela em meu pescoço, ainda massageando minha nádega com a mão direita e apertando minha cintura contra a dele com a mão esquerda.
   - Eu te quero. - Meu corpo se arrepiou com seu sussurro em meu ouvido, e eu segurava na camisa dele, já sentindo minha boceta toda molhadinha de tesão. Eu também o queria muito.
   Senti sua mão, abusada, se enfiar por dentro da minha saia. Seus dedos quentes tocando minha pele fez meu corpo estremecer. E seu gemido rouco em meu ouvido parecia alucinógeno. Não sei como consegui me segurar por tanto tempo, mas não vou poder fazer isso  agora. Fui em busca de seus lábios, que desciam o colo de meus seios, e ele rapidamente me correspondeu, me beijando e segurando agora minhas duas pernas e me erguendo em seu colo.
   Ele me apertava com força, e minha calcinha estava encharcada. Por mais que eu tivesse um pouco de medo de perder minha virgindade, naquele momento eu não conseguia me focar em nada a não ser no desejo que estava sentindo. Ele mordia meus lábios, e me segurando com cuidado, foi me deitando em sua cama.
   Me olhou um pouco, e colocou a mão no cós da minha saia. Como resposta, fechei meus olhos, deixando aquela sensação de estar em seus braços me preencher. Ele descia lentamente a peça, e depois ficou um tempo sem me tocar. Abri os olhos, e pude ver seu peitoral desnudo, ele havia tirado a blusa. Era definido e tão lindo que parecia ser uma alucinação de minha mente.
   Ele se deitou em cima de mim, roçando seu pau duro no meu corpo, enquanto sua mão esquerda apoiava minha cabeça, e a direita começava a subir minha blusa. Comecei a ficar com um pouco de vergonha. A luz do abajur estava acesa e ficar totalmente nua na frente dele seria constrangedor, mas eu não resistia a seus toques.
   Levantei meus braços, sentindo o tecido deslizando por eles. Fechei meus olhos com força, encabulada com aquilo, e gemi ao sentir uma mordida no meu pescoço, e o polegar dele brincando com o bico do meu seio direito. Estava tão excitada que mesmo sem ter sido tocada lá embaixo, já podia sentir contrações na minha boceta.
   - Você é linda demais. - Ele falou entre um gemido, só aumentando ainda mais meu tesão.
   Ele desceu a mão que acariciava meu seio, e começou a tirar minha calcinha, mas impaciente estourou o tecido em sua mão, me fazendo sentir uma pequena pressão onde as alças do tecido ficavam. Ele se ajoelhou na cama, e cheguei a sentir um pouco de frio com o corpo dele um pouco longe do meu agora. Começou a abrir o botão de sua calça com uma das mãos, enquanto a outra levava a calcinha que tinha arrancado do meu corpo até seu nariz. Soltando um grave gemido ao aspirar meu cheiro no tecido melado de gozo.
   Itachi me comia com os olhos, enquanto tirava sua calça e cueca. E por mais que eu tentasse manter nosso contato visual, foi inevitável não ver seu pau enorme, com veias saltadas de tesão por mim. Fechei meus olhos, sentindo uma gasturinha gostosa em meu baixo ventre. Estava louca pelo momento que o sentiria dentro de mim, e apesar de nunca ter feito isso, tinha certeza que amaria essa nova sensação. Até meu gemido saiu trêmulo, quando senti seu corpo novamente de encontro ao meu. Ele selou seus lábios nos meus demoradamente.
   - Tá tudo bem? - Perguntou ofegante, e eu apenas balancei a cabeça positivamente, olhando hipnotizada em seu olhos sedutores. Abri um pouco a boca, gemendo baixinho ao sentir sua mão apertando minha bunda novamente, e a outra segurando meus cabelos. Nossos lábios estavam colados, mas não havia beijo, apenas a nossa continua troca de olhares.
   Senti seu pênis rijo, roçar minha entrada, enquanto gemíamos juntos. Aquilo estava tão intenso que se quer tive tempo de pensar no medo que tinha de perder minha virgindade. Ele começou a me penetrar com um pouco de dificuldade, mas eu estava tão excitada que apenas sentia um pouco de incômodo, por ter seu pau enorme e grosso estar adentrando minha intimidade molhada.
   Podia ver em sua face a força que ele fazia para se conter e não me rasgar de uma só vez. Minhas unhas entravam em sua carne, mas ele não parecia nenhum pouco incomodado com aquilo. Apenas continuava a olhar em meus olhos, e quando eu os ameaçava fechar sentia o roçar de seu rosto no meu, como um pedido para que eu continuasse a olha-lo.
   Porém não consegui me conter ao senti seu pau todo dentro de mim, pressionando-me o fundo. Fechei os olhos e gozei intensamente, realizando meu desejo de experimentar todas as sensações que podia junto a ele. Vi seu sorriso sapeca ao abrir novamente os olhos, e ele tomou minha boca em um beijo calmo, porém ardente, enquanto começava a se movimentar muito lentamente.
   - Nossa, que delícia. - Ele falou entre os dentes, e abri um pequeno sorriso, já havia me acostumado com aquelas palavras.
   Nossos corpos suados deslizavam com a fricção causada pelo vai e vem que ele fazia, ditando o ritmo daquele momento erótico, que já me fazia faltar o ar. Ele findou o beijo que me dava, segurando minha coxa, com força enquanto a metia sem parar. Por vezes quando ele colocava com um pouco mais de força, sentia uma dorzinha gostosa, mas aquilo só me fazia querer mais.
   Nunca tinha imaginado que perderia minha virgindade no dia do meu aniversário, mas com certeza foi um momento perfeito, e com o homem perfeito. Que estava me proporcionando um prazer indescritível nesse momento. Seus movimentos suaves, porém fortes estavam tirando toda minha energia, quase como se drenasse o chacra do meu corpo.
   Ele parou por um momento, e começou a se retirar de dentro de mim, descendo lentamente enquanto me olhava. Eu estava um pouco perdida com sua atitude, mas não ia questioná-lo agora. Uma onda imensa de vergonha me invadiu ao perceber o que ele ia fazer, e tentei fechar minhas pernas, mas ele segurou ambas. E acabei me amolecendo mais uma vez, ao sentir seu hálito quente na minha intimidade.
   Ele forçou um pouco minhas coxas, fazendo com que eu abrisse ainda mais minhas pernas, e começou a passar a língua de cima para baixo em meu clitóris. No começo aquilo estava um pouco estranho, e eu não sentia nada além de gastura. Mas então ele começou a intensificar os movimentos, apertando sua boca fortemente contra minha boceta. E pouco tempo depois eu me derramava em seus lábios, sentindo minhas pernas bambearem nas mãos dele.
   Itachi subiu novamente, me beijando por inteiro, e ao chegar nos meus seios começou a chupa-los com voracidade. E ao contrário do que havia feito antes, quase gritei ao sentir sua estocada forte dentro de mim. E os movimentos que antes estavam lentos e ritmados, agora estavam rápidos. Ele largou de meus seios, me apertando ainda mais contra seu corpo. E eu sentia que poderia desfalecer a qualquer momento de tanto desejo.
   Comecei a sentir que gozaria de novo a qualquer momento, já não estava mais conseguindo aguentar tanto tesão. Ele pegou minha mão direita, entrelaçando na sua e a erguendo até o topo de minha cabeça. Abri os olhos vendo a euforia que estampava a face dele, e relaxei completamente meu copo.
   - Ai Itachi... - Gemi, enquanto gozava mais uma vez. Porém agora algo mais veio com tudo isso. Senti um jato forte e quente preenchendo minha intimidade. O pau dele latejava lá dentro, causando arrepios por todo meu corpo, e seus espasmos musculares me fizeram realizada. E agora me sentia extasiada, com ele caído por cima de mim. Estava exausta, ofegante, suada e satisfeita como nunca.
   Ele se retirou de dentro de mim de vagar, e eu pude sentir um pouco do líquido escorrer por minhas pernas. Me puxou para seu colo e me abraçou. Seu peito estava acelerado, assim como sua respiração. E agora não tinha mais volta, eu era completamente dele.



Continua...  
 


Notas Finais


É isso aí pessoas!!!! Espero que tenham gostado do capítulo!

Obrigada gente *-*

Bjnn


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...