História Corações em Guerra - Capítulo 11


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Categorias A Sereia
Personagens Akinli, Kahlen, Personagens Originais
Tags Drama, Romance
Exibições 8
Palavras 478
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Ficção, Ficção Científica, Luta, Romance e Novela, Violência
Avisos: Linguagem Imprópria, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Eu fiz esse capítulo bem simples só para vocês conhecerem mais os personagens, mas mesmo assim, espero que gostem. Beijos!

Capítulo 11 - O colega de quarto


*Alexander

Acabei vindo para essa universidade mesmo. Ela era muito conhecida por seu ensino, mas não era exatamente por isso que escolhi Harvard. Tendo eu vindo da Califórnia de trem para Massachusetts era um pouco improvável que meu interesse lá fosse apenas os estudos, afinal também há boas universidades boas mais próximas de onde eu vivia. Mas eu tinha bons motivos para querer ir para o outro lado do país.

O ponto alto da viagem foi viajar de trem. Sempre amei viajar. Fazia-me esquecer todos os problemas de casa, e ainda me dava inspiração para criar. Não pinturas ou textos, mas música. Eu consigo transformar sentimentos, paisagens, palavras em música. Meus instrumentos favoritos são o piano e o violino, infelizmente, não dá para levar um piano em um trem, então me contentei com meu violino. Mas definitivamente eu não ficaria longe da minha paixão durante todo esse tempo. Iria levar um tempo para eu perder a timidez e criar coragem para tocar na frente do meu colega de quarto, mas eu simplesmente não conseguia, ou iria começar a batucar as coisas na tentativa de criar música.

Certa vez meu pai me proibiu de tocar por um tempo e deu nisso, batuques. Depois que peguei a mania, faço o tempo todo. Minha mãe costumava dizer que eu tenho um dom, e eu acredito que sim. Não é todo mundo que cria assim do nada, mas eu conseguia, e tinha muito orgulho disso.

 

 

Quando cheguei a Harvard, logo tratei de guardar meu violino em um lugar “seguro”, digamos assim. Mas o lugar “seguro” era um tanto exposto, então, quando meu colega de quarto chegou, Akinli, pediu-me para tocar. O que foi até bom, pois assim, eu já iria perdendo o medo de tocar em público.

Mais tarde, conheci Kahlen e Gyasi. Pelo o que eu entendi, Kahlen era namorada de Akinli. Muita sorte deles dois eles terem conseguido vir par a mesma universidade. As probabilidades são mínimas! E quanto à Gyasi, eu ainda não formulei uma opinião concreta sobre ela. A princípio ela pareceu tímida, mas de repente começou a falar e não parou mais! Achei estranho, mas não liguei muito. Talvez o fato de no início eu tiver achado ela tímida, tenha sido apenas uma impressão. Akinli parecia um cara bem reservado, mas divertido. Como não os conhecia direito, não tinha como saber.

No dia seguinte as aulas realmente começaram, e eu tive de montar minha grade horária. Eu teria aulas das 09h às 13h30min que começaria o almoço, que finalizava 13h50min, depois eu teria aulas até as 15h30min, quando eu teria outro “intervalo” que ia até as 15h50min, depois, mais aulas até as 17h e finalmente acabava. E assim o ciclo continuaria todos os dias. Exceto aos domingos, que não teríamos aula. Olhei fixamente para aquele papelzinho que iria “monopolizar” a minha vida. Suspirei. Seriam longos três anos.


Notas Finais


Obrigada por lerem!


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