História Corações Entrelaçados - Capítulo 16


Escrita por: ~

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Categorias Naruto
Personagens Hinata Hyuuga, Itachi Uchiha, Naruto Uzumaki, Sakura Haruno, Sasori, Sasuke Uchiha, TenTen Mitsashi
Tags Drama, Naruto, Romance, Sasusaku
Exibições 304
Palavras 2.718
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Fantasia, Hentai, Magia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olá Sasusakus 💛


Hoje trago mais um capítulo emocionante, nele teremos nossa diva gravidinha Sakura.

Agradeço imensamente a todos os comentários e favoritos. Agora vamos ver o que irá acontecer ao Fugaku?

Segurem as lágrimas e...



... Boa leitura. 💛

Capítulo 16 - Tarde demais


 

 — ISSO TUDO É CULPA SUA! – Sasuke segurou no pescoço de seu pai e o ergueu do chão com uma única mão, fazendo seu pai ficar roxo.

— Sa… Su… Ke… – ele tentava chamá-lo. — Fi… Lho…

— Filho? – Sasuke sorriu, um sorriso maligno e que arrepiou o seu amigo loiro, que jamais o vira naquele estado. — O Sasuke que você conheceu se foi, junto com aquela carruagem, que por culpa sua se foi. Nada disso aconteceria se você não tivesse feito o que fez. – o moreno estava fora de si. — VOCÊ A TIROU DE MIM… VOCÊ! MALDITO… – Sasuke o jogou com brusquidão no chão e tirou sua espada da bainha em sua cintura e apontou para o pescoço do Uchiha mais velho.

— Filho… Eu… – ele tentava inutilmente conversar.

— CHEGA! Não quero mais ouvi-lo, não quero mais vê-lo. Volte para o reino Uchiha e mantenha distância de mim. – Sasuke deu as costas para seu pai e seguiu até a porta, mas antes de sair virou-se para trás e dirigiu-se a Fugaku que estava caído no chão com o olhar baixo. — E mais uma coisa… – Fugaku o fitou. — Reze, mas reze muito para que eu a encontre viva. Sua vida depende do sucesso dessa missão, Fugaku…

E se foi, deixando o antigo rei arrasado e arrependido para trás. O ex-rei que era arrogante, orgulhoso e egoísta agora jazia sobre o chão sujo do reino Akasuna sozinho, e sem o amparo de ninguém para retornar para a sua casa.

Sasuke estava levando todos os cavalos, deixando-o a pé.

Fugaku desde o instante em que Sakura havia sido levada não tomou atitude alguma, quase não falava. Mikoto o questionou antes de sair se ele estava bem, na verdade era apenas a sua consciência que pesava naquele instante, e naquele momento mais ainda, pois fora humilhado pelo seu filho, enxotado como ele fazia com os seus escravos, como quando ele matava os habitantes do reino por ir contra as suas leis, ou quando ele matava pessoas por falta de pagamento.

Lembrou-se de quando matou os pais de Sakura e de como fora um monstro de ter tirado tudo o que aquela garota tinha e jogou-a em seu reino como sua escrava para pagar com trabalho a dívida de seu pai, que estava doente e sem condições de trabalhar para sustentar sua família.

Sakura havia lutado e foi forte o suficiente para continuar vivendo e o destino a levou até Sasuke. Seu filho! Agora seu único filho vivo, e que ele não demonstrava afeto nenhum pelo mesmo, pelo contrário, fez Sasuke se sentir mais culpado ainda pela morte do irmão, Itachi.

Seu filho estava feliz com a garota ao seu lado, observou os dois na cachoeira e viu como ambos estavam felizes. Os dois já haviam sofrido tanto e mesmo assim estavam ali sorrindo, namorando um ao outro, felizes pela companhia do outro.

Sakura fazia bem a Sasuke e Fugaku sabia disso. E mesmo assim, a tirou dele.

Mas a dor e consciência dos seus atos só vieram a tona quando o mesmo soubera da notícia que seria avô.

Seu peito doeu, uma dor muito forte por saber o mau que causou em sua família, pois logo viu a dor estampada na face de sua esposa, a mulher que o amou tanto e que deu de tudo pela sua felicidade. Agora não mais sorria, pelo contrário, apenas lágrimas tomavam conta de sua face.

Sentiu-se a pessoa mais infeliz do mundo por suas ações e as consequências que as mesmas trouxera.

Viu o chão molhado pelas suas lágrimas e sentiu-se um fraco.

Meio cambaleante Fugaku levantou-se e caminhou para fora dali, apoiando-se na porta do castelo Akasuna. Olhou para frente e viu o seu filho montando no cavalo para seguir viagem.

Levantou o seu braço e sentiu uma dor forte o atingir no peito.

— Sasuke… – ele tentava chamar pelo seu filho, andando até o mesmo. — SASUKE!

O moreno ao subir em seu cavalo viu um pouco ao longe seu pai andando cambaleante até o mesmo. Seu estado era deplorável, mas Sasuke não fraquejou e nem o respondeu.

— Filho… Sasu… – Fugaku não terminou de falar e desmaiou sobre o chão de terra.

Sasuke uniu as sobrancelhas achando que se tratava de uma farsa. Kakashi correu com o seu cavalo até o corpo do ex-rei e desceu do animal para checar se estava tudo bem, Naruto seguiu-o.

— Temos que tirá-lo daqui, Sasuke. – Kakashi chamou pelo mesmo, o moreno se aproximou e desceu de seu cavalo olhando sem expressão alguma a todos ali. — Seu pai está morrendo, majestade.

— Leve-o de volta para o reino Kakashi, junto com mais três cavaleiros, e retorne para a missão. Você saberá me encontrar. – dito isso deu-lhe as costas e montou em seu cavalo novamente.

— Sasuke, como pode? – Sasuke fitou Kakashi com raiva. — Digo… Majestade, ele é o seu pai. – ele tentou argumentar com o rei, mas em vão.

— Eu não tenho pai. Leve-o, antes que eu mude de ideia e o deixe aqui mesmo.

Ninguém ousou questioná-lo, Naruto e Shikamaru os seguiu, ficando para trás apenas Kakashi e mais três soldados para escoltar o ex-rei até o reino Uchiha, onde receberia os cuidados necessários, isso se sobrevivesse até lá.

Kakashi estava muito preocupado, pois os batimentos cardíacos de Fugaku eram muito baixo. Mas como ordenado pelo rei, o levou de volta até o reino.

Levou-se um dia e meio, tentou chegar o mais rápido possível no reino Uchiha, pois sabia que a vida do antigo rei estava em perigo.

Os soldados do reino avistaram-nos ao longe e Shikaku já foi logo avisado e correu até as portas do reino, junto com Mikoto que já tinha lágrimas nos olhos, ao ver o corpo de seu marido em cima de um cavalo.

— FUGAKU! Querido… Fala comigo… – ela correu até si e segurou as suas mãos, que naquele instante estavam geladas. — O que houve Kakashi? Diga-me… – exigiu.

— Sasuke e Fugaku tiveram uma briga, e parece que o coração de Fugaku não está resistindo ao estresse causado pela briga. – explicou-lhe.

— Tragam-no… – Shikaku ordenou, logo com alguns curandeiros prontos para examinar e cuidar do Uchiha. — Levem-no até os seus aposentos… – apontou aos soldados que o traziam, que assentiram e o levaram. — Vocês subam e curem vossa majestade. – disse aos curandeiros, para Shikaku ele sempre seria a majestade, estivera com ele a vida toda.

— Que briga foi essa Kakashi para Fugaku estar dessa forma? – Mikoto o questionou.

— Como previsto Sasori já havia saído do reino e deixou como presente uma carta à Sasuke, que o deixou fora de si… – Kakashi suspirou, e levou a mão as têmporas massageando-as, havia sido uma longa viagem, e teria mais ainda, pois deveria voltar.

— Carta? Mas que carta… – Mikoto estava com a voz falhada e não tinha certeza se queria ouvir uma resposta.

— Ele ameaçou o filho do Sasuke e a Sakura de morte, seu neto, vossa majestade… Eu sinto muito… – Kakashi sentiu-se na obrigação de dizer-lhe tais palavras.

— Meu neto… Sakura… Oh, pelos Deuses! – Mikoto levou as mãos ao rosto chorando em frente aos seus subordinados.

— Tenho que retornar até o Sasuke majestade.

— Pelo visto as coisas não estão indo como previsto… – Shikaku disse passando a mão pelo queixo pensativo.

— Não e só tende a piorar, quanto mais tempo levarmos para encontrá-los pior vai ser. Sasuke está saindo do controle, não sei se suportará por muito tempo.


 

Sasuke andava a frente de todos e com a cabeça baixa, sem ninguém perceber deixou uma fina lágrima cair de seus olhos vermelhos. Não era um insensível a ponto de não reconhecer que fora duro com o seu pai, e que o tratou de forma repugnante, não poderia ter agido assim, mas sua raiva era tanta que não pensou nas consequências.

Consequências essas como seu pai falecer e o mesmo o deixar morrer sem o seu perdão. Ele se sentiria mal pelo resto de sua vida.

Mas agora era tarde demais!

Silenciosamente torceu para que o seu pai estivesse bem e que ele o esperasse voltar antes de partir.

Secou a sua lágrima e logo sentiu um braço em seu ombro, olhou para o seu lado e viu Naruto cavalgando ao seu lado sorrindo-lhe.

— Vai dar tudo certo, vamos trazê-los a salvo Sasuke. – o loiro o disse confiante.

— Pela primeira vez em toda a minha vida, sinto-me grato por estar ao meu lado, Naruto. – o moreno o respondeu sério, mas Naruto viu o quão sincero ele fora com as suas palavras.

O loiro conhecia-o como ninguém e sabia que Sasuke estava fora de si, pois havia sofrido a vida toda, desde a morte do Itachi, agora Sasuke havia encontrado alguém especial para si e naquele instante haviam roubado a sua felicidade, levaram-na para longe de seu alcance.

A pequena tropa Uchiha seguia pelas estradas em busca de qualquer vestígio que possa denunciar o paradeiro de Sasori.


 

Muito ao longe dali, onde ninguém imaginaria encontrá-los, próximo ao reino Uchiha dentro de uma cela escura no subterrâneo, suja e com mau odor se encontrava uma garota que levantava-se lentamente, sentia-se cansada.

— Onde estou? – perguntou para si mesma analisando ao seu redor, porém, pouco se via, pela mal luminosidade. — Tem alguém aí? Socorro? - questionou agarrando-se as grades de ferro.

Viu que sua voz fazia eco no local e que parecia não haver ninguém por perto. Sentiu um frio tomar o seu corpo e abraçou a si mesma.

Lembrou-se de tudo o que lhe aconteceu e uma lágrima percorreu a sua face, sentia-se sozinha naquele instante, só não totalmente pelo seu bebê, que ainda era pequeno em seu ventre. Pousou sua mão sobre a sua barriga e chorou mais ainda.

— Meu amor, me desculpe… Sairemos daqui, acharemos o papai. Sasuke encontrará a gente, eu sei que vai. – disse confiante num tom de voz baixo.

Ao longe ouviu passos e se encolheu no canto da parede, estava com medo, pois temia pela vida de seu filho, não permitiria que mal algum o tocasse.

— Sakura! – era uma voz doce e feminina.

Sakura olhou em sua direção e viu uma loira com olhos cor de mel a chamar. Estava receosa demais, não iria se aproximar.

— Sei que está com medo minha querida, mas garanto que não farei nenhum mal a você. Estou aqui para ajudá-la. – disse calmamente, mas, mesmo assim, Sakura continuava receosa em seu lugar. — Sabia que agiria assim, por isso trouxe uma pessoa que sei que fará você mudar de opinião em relação a mim.

Sakura juntou as sobrancelhas confusa, não sabia o que dizer e nem esperar daquela mulher misteriosa a sua frente.

— Venha! – ela chamou por alguém que correu até ela.

Logo Sakura a reconheceu. Era a moça que havia salvado na estrada junto com Itachi.


 

— Sasuke. – a rosada chamou sua atenção. — Terei que ir embora, já está anoitecendo.

— Hn. – foi tudo o que ele disse, sem olhá-la continuando com o seu treinamento.

Sakura deu um sorriso e sabia que se voltasse naquele local amanhã o encontraria por ali. Ao lado do moreno ela caminhava para a sua casa quando ouve um gemido de dor e alguém pedindo por ajuda.

— Itachi, você ouviu isso? – Sakura perguntou já caminhando por entre as árvores até a voz que pedia por ajuda.

— Sim, ouvi. Mas você não deve ir, Sakura! – Itachi a chamava, porém, tarde demais.

Sakura encontrou uma mulher muito ferida, ela cuspia muito sangue.

— Meu Deus, o que aconteceu com você? – a rosada questionava preocupada com a deplorável situação da moça.

— Foi… O maldito… Ele… – ela tentava dizer, mas não conseguia se pronunciar direito.

— Ela está com uma ferida interna. – Itachi disse próximo a Sakura.

— Temos que fazer alguma coisa. – Sakura pousou a sua mão sobre a barriga da mulher involuntariamente e sem perceber sua mão foi tomada por uma luz verde. Ao mesmo tempo em sua testa apareceu um losango violeta.

Itachi arregalou os olhos e viu que aquela lenda era realmente verdadeira. A lenda do Byakugou, onde dizia que todos os descendentes de tal poder haviam sido extintos, pois possuíam um poder muito raro, na qual, num campo de batalha não se eram derrotados facilmente, além de terem o dom da cura, e se recuperavam rapidamente.

De alguma forma o pó que Sakura inalou na tumba da magia antiga, a fez despertar em si o selo Byakugou. O pó não a deu tais dons, a magia já nasci consigo. Sakura a despertou.

Pouco se ouviu falar a respeito, e dos poucos que conseguiram alcançar tal prestígio, ou melhor, tal poder, eram procurados pelos outros clãs, pois se sentiam ameaçados diante desse dom. E naquele momento Itachi temeu o que poderia acontecer a Sakura se descobrissem sobre ela. Seu pai, o rei Fugaku, certamente ou a mataria, ou a obrigaria a ficar ao seu lado, usando do seu poder para dominar mais e mais reinos.

Quando menos esperaram a moça que expurgava sangue pela sua boca estava mais calma, e já não mais sangrava. Estava curada.

— O que… Aconteceu? – disse com dificuldade.

— Você estava ferida. Quem fez isso com você? – Sakura perguntou preocupada.

— O rei… Ele vai matar minha amiga… – a moça dizia em meio as lágrimas.

— Quem é esse rei? Fugaku? – a rosada queria respostas, pois só tamanha maldade para deixá-la da forma em que a deixou.

— Não, quem me feriu assim foi Orochimaru braço direito do rei Sasori. – Sakura juntou as sobrancelhas confusa, pois já ouvira falar desse rei.

— Mas se ele te feriu dessa forma, você não pode voltar lá. – a moça se levantou do chão de terra e ficou de frente para a rosada.

— É preciso, eu tenho que voltar. Ele podem ferir minha amiga, eu a meti nisso, por minha causa fomos aquele reino. Serei cautelosa. – Sakura pegou em suas mãos.

— Tenha cuidado. Mas antes me diga o seu nome?

— Me chamo Shizune. E o seu? Posso saber o nome da minha salvadora? – a rosada deu um sorriso.

— Sou a Sakura.

— Pois Sakura, foi um prazer conhecê-la e muito obrigada por me curar. Saiba que seu segredo estará guardado comigo.

Sakura não compreendeu muito bem, mas assentiu. Logo a morena se foi em direção contrária da Sakura, que seguia para a casa de Chiyo-baa.


 

— Shizune? –Sakura a chamou.

— Sim, Sakura sou eu.

— Porque está aqui de volta no reino Akasuna? – a rosada a questionou se aproximando das grades com cautela.

— Se lembra quando eu disse que teria que retornar, pois uma amiga estava em perigo? – ela apenas assentiu, então a morena continuou. — Então, essa amiga é ela, eu tinha que avisá-la que fui pega. Após chegar no reino Akasuna a localizei e fugimos, estávamos chegando no reino Uchiha quando vimos o que houve com você. Minha amiga já sabia sobre você, estávamos indo justamente atrás de ti, quando nos deparamos com Sasori levando você para longe. Tínhamos que ajudá-la. – disse com sinceridade.

— E porque querem me ajudar? – perguntou bem próximo das grades, sentando-se no chão.

— Porque sabemos quem você é. – Sakura a olhou espantada. Sabia que era arriscado descobrirem sobre ela. — Mas não se preocupe, não faremos mal algum a você, mesmo porque minha amiga aqui faz parte do seu clã. – Shizune a respondeu alegremente, a loira se sentou no chão em frente a Sakura.

— Quem é você? – Sakura perguntou curiosa a outra mulher que sentou-se na sua frente, num tom de voz calmo.

A loira segurou na mão direita de Sakura que estava segura na grade e sorriu para a mesma, logo uma luz verde surgiu em ambas as mãos. Sakura ficou impressionada e logo sentiu alguns de seus ferimentos se curarem.

— Me chamo Tsunade, e pertenço ao clã Senju como você Sakura, estou aqui para treiná-la, torná-la mais forte para a luta que virá. Não se sinta sozinha por aqui, estaremos com você. Protegerei você e ao bebê com a minha vida. – ela a respondeu, fazendo a rosada se emocionar e logo ver ao seu lado uma mão sobre a sua mão esquerda que estava na sua barriga.

Olhou para o seu lado e viu Itachi alisando o seu ventre emocionado também, ele deu-lhe um sorriso triste, mas confortante.

Sakura sabia que nada dali para a frente seria fácil, que a verdadeira luta estava por vir, mas naquele instante sentiu-se segura, e feliz. Sabia que poderia contar com eles, e que enquanto houvesse esperança nada estaria totalmente perdido.

Treinaria e iria se tornar mais forte, lutaria para sair dali e reencontrar Sasuke.

 

 

 

 


Notas Finais


Sasusaku 💛


Não irei mentir, essa fanfic é meu amorzinho e amo escrever cada capítulo dela, logo entraremos numa parte dela, que me tirar o ar, e o esqueleto também. Não posso dar spoiler, então só aguardando para ver.

Não matem a autora, sei que vocês querem a cabeça do Sasori numa bandeja, só um pouquito de paciência.


Em breve mais.

Até a próxima... Kisses da Julie'H ಌ


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