História Coragem de viver - Capítulo 2


Escrita por: ~ e ~CatLover31

Postado
Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Baby, Daddy, Dominação, Gatinho, Híbrido, Lemon, Neko, Sexo Gay, Yaoi
Visualizações 64
Palavras 1.245
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção, Ficção Científica, Lemon, Romance e Novela, Violência, Visual Novel, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Pansexualidade, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Hey, povo. Mais um capítulo da história do nosso gatinho.
😽❤

Capítulo 2 - Conhecendo o mestre


Fanfic / Fanfiction Coragem de viver - Capítulo 2 - Conhecendo o mestre

QUEBRA DE TEMPO // SEIS ANOS DEPOIS.


   Samuel

Já se passaram seis anos desde o "nascimento" do Dani, segundo Felipe, ele esta com a aparência de uma criança de aproximadamente oito anos, ests crescendo bem rápido... E também são seis anos sem ver vê-lo... Seis malditos anos sem ver ou chegar perto dele. Mas isso vai ser por pouco tempo... 


Felipe entra no meu escritório.

-Mandou me chamar, Senhor?

-Mandei, quero que faça o Dani parar de crescer. 

-Isso é impossível. Eu trabalho com ciência e não com magia.

-Não me desafie, Felipe.

-Não estou desafiando, estou falando sério. Você acha o que? Que é só estalar os dedos e tudo vai ficar como você quer?!

-Ele não pode morrer como o outro!

-Como quer que eu impeça o crescimento dele? Acha que faço magia?!

-Dê seu jeito! Você não é o cientista? Então dê a porra de um jeito! Não quero ele morto!

-Certo, Senhor. Vou fazer o melhor que eu puder. -Ele diz tentando se acalmar. Bufa e volta a falar -Mas não sei se vou conseguir, é difícil desacelerar o processo de crescimento, na verdade é quase impossível! Mas eu vou tentar.

-Não quero que tente, quero que consiga! Você já não me deixa vê-lo! Então deixe o vivo, caralho! -digo irritado.

-Ele ainda é muito novo e ingênuo, para ver seus ataques de raiva sem motivo algum. 

-Se você não fosse meu amigo, você com certeza já estaria morto.

-Diga a verdade. Só estou vivo porquê sou importante nessa pesquisa, se não já teria me matado. 

-Isso também. Agora saía e faça o que eu mandei.

-Sim, senhor -ele diz e saí do meu escritório. 


   Dani

Dr. Felipe está atrasado, será que aconteceu algo? Ele nunca se atrasa... será que ele se perdeu? Ele sempre diz que se eu sair sozinho, eu vou me perder e nunca mais vão me achar... então, ele pode ter se perdido. Acho que vou procura-lo... É só eu ter cuidado e não vou me perder. 

Saio do meu quarto e começo  andar pelos corredores, marcando o caminho que fiz. 

"Onde é que o Dr. Felipe está?"


   Samuel

Depois que mandei Felipe ir trabalhar, ele chamou o Oliver e o Derek e desde então estão trancados no laboratório.

Saio do meu escritório.

Preciso fumar, ou então vou matar todos esses incompetentes.


Quando chego perto do elevador, vejo um pequeno corpo virar o corredor. Fico estático e hipnotizado. Impossível! É ele?! Ele é lindo, perfeito! É ele mesmo de verdade?! Felipe disse que ele estava trancado... Ele está tentando fugir?! É claro que está tentando fugir! 


Ele se aproxima de mim.

-Com licença, Senhor, desculpe atrapalhar, mas o Senhor sabe onde...

-Você não vai sair daqui! -murmuro baixo e com raiva.

-O que disse? Desculpa, eu não entendi -ele disse confuso e tombou a cabeça para o lado esquerdo.

-VOCÊ NUNCA VAI SAIR DESSE LABORATÓRIO! -Grito o fazendo ele se encolher. Agarro o braço dele e o puxo até o meu escritório.

-S-Senhor es-está m-machucando... -ele diz assustado.

Abro a porta do escritório,o jogo no chão e tranco a porta.

-Espero há seis anos por esse momento... Agora você não me escapa... 


   Dani

Ele agarrou o meu braço com força, me puxou até uma sala, jogou-me no chão e trancou a porta. Me levanto e tento correr, mas ele agarra meus cabelos com força e me faz ir até a mesa, me debruça nela e segura meus braços presos nas minhas costas. Ele pega alguma coisa na gaveta e aplica no meu braço. 

Me sinto um pouco tonto... e fraco... Não consigo me afastar dele. 


-Isso... calminho...  só vamos brincar um pouquinho.


Ele me puxa pelos cabelos e me o joga no chão, me fazendo bater as costas, rasga a minha camisa e destrói as minhas calças. Me sinto completamente exposto, e fico envergonhado. 


Por quê está fazendo isso?

Por quê tirou as minhas roupas?

Estou assustado... 

Onde está o Dr. Felipe?


-O q-que e-está f-fazendo?

-Vamos brincar, gatinho! -ele diz.

Ele tira sua camisa e abre sua calça, me vira de bruços e volta a tocar meu corpo. Começo a chorar.

-E-Eu não... q-quero brincar...

-Eu não perguntei se você quer alguma coisa, eu disse que vamos brincar. -ele bate na minha bunda com força, me fazendo gemer de dor.

-É melhor ficar quietinho agora.

Ele puxou meus cabelos me fazendo arcar as costas e grunir de dor e invadiu a minha boca com a língua dele. 



   Autor

Enquanto Samuel beijava o garoto a força, ele penetra um dedo dentro do pequeno gatinho que gemia de dor. Samuel já estava sem paciência e sem vontade para prepara-lo, ele mexeu o dedo dentro de Dani e o retirou. Se ajoelhou ao lado da cabeça do gatinho e a puxou para cima, na altura de seu membro.


-Abre a boca -ele diz com autoridade. Dani apertou um lábio no outro, se recusando a abrir a boca. -Eu mandei você abrir a boca! -ele puxou com força os cabelos de Dani e tampou seu nariz.


Quando o gatinho ficou sem ar ele abriu a boca um pouco a boca, Samuel o forçou a abri-lá completamente e colocou seu pau na boca de Dani. Fazendo ele engolir seu pau e se engasgar, ao senti-lo em sua garganta. 


Ele agarrou os cabelos do gatinho e ditou os movimentos de vai e vem. O pequeno se engasgava cada vez mais, mas Samuel não estava nem ai para isso, ele continuava fazendo o gatinho engolir seu pau.


Depois de algum tempo ele tirou o pau da boquinha de Dani, que estava babando e com olhos lacrimejando. Ele bateu na cara do gatinho e o soltou. Samuel se posicionou atrás do gatinho, cuspiu na entrada do pequeno e o penetrou rapidamente.


-HAAAAA... T-TIRA... TA... DO-DOENDO MUITO... p-por... fa... favor...-Dani gritou chorando e soluçando.


-Cala a boca! -ele bate na bunda dele.

Samuel não esperou o garoto se acostumar e começou a estoca-lo com força, Dani chorava e gritava cada vez mais de dor, o pequeno sentia como se estivesse sendo rasgado no meio, era uma dor insuportável para o gatinho.


-P-por... f-fa-vor... e... está m-machucando... pa-re... -Dani implora chorando.


-Calado! -Samuel aumenta a velocidade das estocadas e bate na bunda do gatinho.


A entrada do gatinho começa a sangrar, Dani começou a se sentir mais tonto e fraco. Samuel o estoca com mais força e rapidez arrancando mais sangue da pequena entradinha dele. Depois de alguns minutos ele desmaia, mas Samuel não para. Depois de gozar dentro do gatinho, ele tira seu membro de dentro do pequeno, se levanta, se veste e deixa o garoto jogado no chão, saí de seu escritório e vai até a porta do laboratório, bate na porta, quem a abre é Oliver.


-O que deseja, Senhor?-ele pergunta educadamente.


-Quando terminar vá até o meu escritório. Deixei uma coisa lá, e quero que cuidem dela. -Oliver apenas assente e fecha a porta.


Depois de quase três horas trabalhando, eles se cansam e decidem continuar o projeto no dia seguinte. Então Oliver se lembra do que Samuel disse. Eles seguem até o escritório de Samuel, quando abrem a porta, se deparam com o corpo de Dani jogado no chão e sangue misturado com sêmen em suas pernas.

Felipe corre até ele para checar sua pulsação, Oliver o examina. 

Eles levam o pequeno até seu quarto, onde ele é banhado e colocado em sua cama.


-Acha que ele vai ficar bem? -Pergunta Oliver.

-Eu não sei... Se ele for forte sim, mas caso contrário... -Felipe suspira. -será o fim do gatinho...




                   CONTINUA...


Notas Finais


Obg por ler😄
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