História Corazón - Gastina - Capítulo 26


Escrita por: ~

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Categorias Karol Sevilla, Ruggero Pasquarelli, Sou Luna
Personagens Ámbar Benson, Delfina, Gaston, Jazmin, Luna Valente, Matteo, Nina, Personagens Originais, Ramiro, Simón
Tags Agustín Bernasconi, Carolina Kopelioff, Gastina, Lutteo, Sou Luna
Exibições 302
Palavras 1.144
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Musical (Songfic), Romance e Novela, Universo Alternativo

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


OIE MEUS DOCINHO
EXTREMAMENTE FELIZ COM TODOS OS COMENTARIOS, SERIOS VOCÊS SÃO DEMAIS, MELHORES LEITORAS DA GALAXIA, AMO VOCÊS
CAPITULO DEDICADO A MARAVILHOSA AnaBalsano <3 SIMPLESMENTE AMO A FIC DESSA GAROTA
O PROBLEMA COM O TRAILER JA FOI RESOLVIDO, TINHA COLOCADO O LINK ERRADO KKKK DESCULPME
BOA LEITURA!

Capítulo 26 - Because...


Fanfic / Fanfiction Corazón - Gastina - Capítulo 26 - Because...

Gaston on

Desci do palco desesperado atrás de Nina, Delfina e suas amigas haviam ido longe demais, é claro que aquela merda era montagem, eu nunca machucaria a Nina, estava decepcionado por ela não ter acreditado em mim, e totalmente destruído com todas suas palavras de ódio, acho que se ela me batesse doeria menos do que ver o olhar de decepção em seu rosto.

- Qual é seu problema garoto? – Luna me parou antes de chegar a saída.

- Não fui eu, você esta louca? – gritei.

- Você já fez tanto mal para Nina, que não consigo acreditar em você-Luna me fuzilou.

- Gaston, eu não acredito que chegou a esse ponto.

Ótimo! Mais um que não acredita em mim. Será que eu era realmente um demônio?!

- Que merda! Até você Matteo?! Não fui eu porra! – Passei as mãos no rosto.

- Mas o vídeo mostra perfeitamente que foi, Gaston – Os dois gritaram em coro.

Respirei fundo e encarei os dois a minha frente.

- Eu vou provar que sou inocente! Ou eu não me chamo Gaston Perida – Inflei o peito.

Os dois se entreolharam, com uma cara de que não acreditavam, eu os ignorei e corri para fora daquele lugar, eu só precisava achar a minha nerd.

Nina on

Cheguei em casa, rezando para que mamãe não me visse entrar e eu pudesse me afundar no meu travesseiro e chorar tudo que eu estava sentindo.

- Nina o que foi meu amor?

Droga! Mamãe estava na sala.

- Nada mamãe – Tentei sorrir.

- Por que esta chorando? – Mamãe se aproximou.

- Entrou um cisco em meu olho – Abaixei a cabeça.

- Nina Simonetti, a verdade! – Mamãe exigiu.

- Por favor, prometo te contar tudo depois, mas me deixa ir para meu quarto.

Mamãe assentiu.

- Se alguém vir aqui em casa perguntar por mim, não importa quem for, por favor, fala que eu não estou – gritei subindo as escadas.

Cheguei ao meu quarto e me joguei em minha cama, afundei minha cabeça no travesseiro e chorei como nunca havia chorado na vida.

Chorei mais do que quando meu cachorro foi atropelado, ele se chamava Harry, talvez por que eu gostava de um cantor de uma boyband, mais isso não vem ao caso.

Só queria entender o porquê ele fez tudo aquilo, porque me machucou e me iludiu daquela forma. A vida era bem mais fácil quando só nos odiávamos, sem qualquer outro tipo de sentimento envolvido.

Gaston on

Cheguei eufórico na casa de Nina, toquei sua campainha esperançoso, eu já havia ensaiado o que falaria para Nina me perdoar.

- Ola senhorita, Simonetti – sorri.

- Ola Gaston – Ela sorriu gentilmente.

- A Nina esta?

Ela apenas negou com a cabeça, mais seu olhar não me passou firmeza.

- Tudo bem, obrigado – sorri fraco – Diga que passei aqui.

- Digo sim, Gaston – Ela sorriu fraco – Tenha um ótimo dia!

- Igualmente – Me virei indo embora, mas então uma ideia passou em minha cabeça, lembrei que o quarto de Nina tinha uma varanda, entraria escondido e esperaria ela chegar.

Fiquei escondido atrás de uma arvore, esperando o momento certo de entrar escondido em sua casa.Vi a mãe de Nina, saindo com o carro da garagem. Sorri com isso. Ponto para mim.

Fui até o fundo e sua casa e escutei um grito, era a voz de Nina, me pendurei em algumas plantas e subi até sua varanda.

Nina on

- Merda! Eu te odeio Perida – Gritei colocando toda minha dor para fora e tacando um ursinho na parede.

- Por favor, não fala isso – Escutei uma voz vindo da minha janela.

Abri a cortina e Gaston estava na minha pequena varanda, seus olhos estavam sem brilho.

- Vai embora! – Gritei, sem me importar com as lagrimas que molhavam minha bochecha.

- Eu só saio daqui, depois que você me ouvir.

- Eu não quero te ver nunca mais. – gritei

Gaston pareceu segurar sua raiva, pois respirou fundo e me jogou contra a parede.

- O que você vai fazer agora Gaston? – gritei – Me bater?

- Eu nunca encostaria um dedo em você, Nina – Ele gritou.

- Você quase me matou, merda! – gritei

Naquele ponto, nossa discussão toda era definida por gritos. Ainda bem que mamãe havia saído, pois tinha certeza que toda a vizinhança estava ouvindo nossos gritos.

- Não foi eu, porra!

- Eu vi aquele vídeo Gaston, eu não sou cega.

- Acredita em mim, não fui eu – Ele sussurrou, olhando profundamente em meus olhos.

- Eu quero, mas não consigo. Se não foi você, então me prova! – abaixei o tom de minha voz.

Gaston me encarou por um longo tempo e me surpreendeu com seus lábios colando aos meus, ele forçou seus lábios contra minha boca, eu tentei o empurrar. Mas quando percebi já estava correspondendo ao seu beijo, nosso beijo era desesperado, havia tudo envolvido nele.

- Por que você fez isso? – Me separei ofegante.

- Você pediu para que eu te provasse, então eu te provei – Ele sorriu.

- Um beijo não prova nada Gaston – Revirei os olhos. Qual era o problema dele?!

- Nina – Ele me apertou contra a parede.  – Eu sei que sou bipolar e que fiz muitas merdas com você, mas se acontecesse alguma coisa de grave, eu literalmente enlouqueceria.

- Mas você me odeia? – sussurrei, mas para mim do que para ele.

- Eu seria capaz de te empurrar de um precipício, mas só se eu estivesse lá embaixo para te pegar, eu atiraria em você e logo em seguida entraria na frente da bala para te salvar, eu colocaria o pé para você cair da escada e te seguraria em meus braços antes que seu corpo encontrasse o chão – Ele sussurrou contra meu rosto.

Eu estava em choque, estava tudo muito confuso, fiquei em silencio, apenas ouvindo cada uma de suas palavras, sentindo todos os efeitos que Gaston Perida causava em mim.

- Droga Nina! – Ele aumentou o tom de voz. – Eu nunca deixaria nada acontecer  com você, porque eu... Eu – ele fechou os olhos.

- Você? – O incentivei.

Ele puxou meu rosto e me beijou novamente, nossas línguas se entrelaçavam, eu senti meu corpo ferver e me coração se encher de alegria, sentia cada batida, todas as vezes que Gaston me apertava mais contra ele. 

Nos separamos ofegantes, ele sorriu, eu o acompanhei no sorriso e abaixei a cabeça envergonhada.

- O que você iria dizer Perida? – Levantei os olhos para seu rosto.

Ele se afastou coçou a nunca. Demonstrando o quanto estava nervoso.

- Acho melhor eu ir ... – Falou apressadamente e foi para a janela.

- Gaston? – Gritei.

Ele me olhou. Sorri abertamente.

- Eu acredito em você.

Ele sorriu de forma radiante e eu senti minhas pernas fraquejarem. Aquele garoto despertava o melhor e o pior de mim, eu estava enlouquecendo, como conseguia amar e odiar alguém ao mesmo tempo?!

 


Notas Finais


Espero que gostem e mais uma vez muito obrigada, quero que saibam que sempre vou estar com cada uma de voc~es, vocês me deixam cada dia mais feliz, cada comentário me emociona demais! Sempre quando estiverem sozinhas lembre se que estarei do lado de vocês <3
Beijos no core


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