História Corazón - Gastina - Capítulo 28


Escrita por: ~

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Categorias Karol Sevilla, Ruggero Pasquarelli, Sou Luna
Personagens Ámbar Benson, Delfina, Gaston, Jazmin, Luna Valente, Matteo, Nina, Personagens Originais, Ramiro, Simón
Tags Agustín Bernasconi, Carolina Kopelioff, Gastina, Lutteo, Sou Luna
Exibições 260
Palavras 1.266
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Musical (Songfic), Romance e Novela, Universo Alternativo

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Meus docinhos
Prometo responder todos os comentários do capitulo anterior e desse próximo quando acabar de postar o ultimo, porque ainda postarei mais uns ainda hoje.
ESTOU VERY HAPPY, CHEGAMOS AOS 80 FAVORITOS, JURO QUE DEI PULINHOS PELA CASA <3
Mesmo assim, comentem!! Até de madrugada eu respondo todos
Obrigada por cada comentário, vocês sabem que moram em meu coração <3
Esse capitulo é dedicado ao lindo do SoyWallace <3
Boa leitura!

Capítulo 28 - Just one touch.


Fanfic / Fanfiction Corazón - Gastina - Capítulo 28 - Just one touch.

Nina on

Segurei o ar em meus pulmões e fechei os olhos, sentindo o quanto Gaston estava me desejando, não precisávamos de palavras, nossos olhares intensos e escuros de desejo diziam tudo.

Abri os olhos e soltei o ar de meus pulmões, segurando na nuca de Gaston e o beijando, eu não sabia o que eu estava acontecendo comigo, eu só desejava aqueles lábios grudados aos meus cada vez mais.

- Achei que iria me bater – Gaston riu ofegante, enquanto agarrava minha cintura.

- Eu pensei nessa possibilidade – ri sem humor, enquanto senti o efeito de suas mãos sobre meu corpo.

Gaston sorriu e começou a subir suas mãos ágeis por baixo da minha blusa do uniforme, senti todo meu corpo se arrepiar, segurei em sua nunca e o arranhei depositando todo meu desejo.

- Sabe, Nina – Gaston beijou meu pescoço.  – Não quero te dar a chave, tão rápido.

Então com suas palavras, eu lembrei que se ele não estivesse nos trancado ali não estaríamos naquele momento, decidi que Perida pagaria por tentar me desafiar.

- Não quero a pegar tão cedo – pisquei e me ajoelhei.

Gaston arregalou os olhos, e deu o seu famoso sorriso, mas dessa vez ele não opruimiu, fez questão de exibir  toda a malicia que estava acontecendo naquele momento.

Suspirei e comecei a descer lentamente sua bermuda do uniforme, meus olhos brilharam quando a chave caiu do meu lado, mas Gaston estava tão entretido e surpreso com o meu ato que nem percebeu.

- Feche os olhos!  – Pedi sorrindo perversa – Ok quem era eu? O que estava acontecendo comigo? Tudo pela chave – Pensei.

- Nina – Gaston hesitou.

- Feche os olhos, Gaston enquanto eu chupo lentamente você – tentei soar o mais sexy possível.

- Porra, Nina! – Gaston quase gritou, sua voz estava roca transmitindo todo seu desejo.

Seus olhos se encontraram com os meus, suas orbes estavam escuras, eu via desejo naquele olhar, ele me fitava tão intensamente, que cogitei na possibilidade de desistir de ter aquela chave e me entregar a Gaston.

- Só feche os olhos – sussurrei.

- Você é quem manda, Simonetti – Gaston fechou lentamente os olhos.

Respirei fundo e peguei rapidamente a chave do chão, levantei apressadamente, segurando o riso e correndo para porta. Mais parei ao lado de Gaston.

- Não devia me desafiar, Perida – sussurrei e o vi abrir os olhos que agora estavam negros de raiva – Você sabe que eu nunca perco. – sorri triunfante e me preparei para girar a chave na porta.

- Não tenha tanta certeza disso, Nina – Gaston me puxou novamente contra seu corpo, fazendo minhas pernas fraquejarem.

- Por quê?  – Tentei o empurra-lo para longe, tentativa falha. Seu corpo estava grudado ao meu.

- Existe um jogo, que você sempre perde – Sorriu subindo suas mãos pela minhas costas. Fazendo eu me arrepiar com seu toque quente.

- Q.. Qual? – Minha voz saiu entrecortada por causa de seu toque.

- O meu – Gaston sorriu e me beijou. Merda!

Ele me empurrou contra a mesa de aparelhos que ligavam as câmeras, e eu não tinha, mas como resistir eu estava totalmente entregue a ele, não sabia mais o que fazer, minha alma estava condenada a nunca resistir a Gaston Perida.

- Posso ganhar no segundo tempo – Tentei não me dar por vencida.

- Mesmo assim, você ainda iria perder – Sorriu e começou a descer seus beijos sobre meu pescoço.

- O pior de tudo isso – Falei com dificuldade por conta de seus beijos molhados em minha pele – É que eu sei.

Gaston parou o que estava fazendo e me olhou com um sorriso de canto e o olhar virorioso.

- Você sempre soube que é minha, Nina – Gaston sussurrou e eu praguejei por seus sussurros foderem totalmente meu psicológico, desejando instantaneamente que ele me tocasse cada vez mais.

- Só me beija – Supliquei.

Gaston sorriu e atacou meus lábios, nossas línguas travavam uma guerra, havia tudo misturado, raiva, saudade, desejo, luxuria e talvez... Amor? Gaston segurou minhas pernas fazendo pressão para que eu sentasse sobre a mesa de aparelhos

Todas as televisões ligaram, fazendo que nós nos assustássemos e nos separássemos ofegantes.

- Acho que esbarrei em algum botão – Levantei da mesa e Gaston se afastou.

- Merda! – Gaston gritou – Quando não é o babaca do do Xavi ou a Luna e o Matteo, é uma porcaria de uma televisão.

 

Eu abri a coca para responde lo mais meu corpo paralisou quando meus olhos analisaram a imagem branca e preta que passava na televisão enorme, que deveria ser cara demais,  exagerada demais para um colégio tão mão de vaca.

- É o dia do seu acidente – Gaston soltou boquiaberto e se aproximou.

- S.. Sim – Respondi trêmula, sem desviar o olhar da TV.

Narrador on

Video

Dia do acidente 12H40

O colégio estava como de costume, apenas mais vazio, pois já havia passado um pouco da hora da saída, Nina andava normalmente com seus livros empilhados no braço, quase os derrubando, Gastón a observava admirado e Xavi apenas jogava conversa fora com um menino qualquer.

Jasmin, Âmbar e Delfi estavam perto da escada e sorriram perversamente quando viram a garota se aproximar, Delfi sem hesitar colocou o pé na frente de Nina, a pobre garota estava tão atrapalhada com seus tantos livros que nem percebeu.

A tela escureceu.

Gaston on

- Eu disse que não fui eu – Me aproximei sorrindo largamente de Nina. Esperando seu abraço ou seus beijos. Mas quando a toquei nos ombros, senti seu corpo amolecer e ela cair sobre mim.

- Merda! – Praguejei. Enquanto  a segurava delicadamente.

A peguei nos braços e sai em disparada com ela daquela biblioteca sem dar tempo de qualquer tipo de pergunta, a levei até a enfermaria e a bibliotecária veio me buscar para voltar para o castigo inútil.

- Eu não vou! – Gritei. – Eu não saio daqui enquanto ela não abrir os olhos.

- O que você fez merda?! – Um Xavi bem irritado entrou gritando na enfermaria.

- Va a merda! – Gritei medindo meu olhar com o dele.

- Eu saio um minuto para ir ao banheiro e você machuca a Nina , porra! – Xavi gritou passando freneticamente as mãos pelo seu cabelo preto.

- Eu não fiz porra nenhuma! – Gritei.

- Onde vocês estavam?  Eu voltei do banheiro e vocês haviam sumido.

- Não te interessa – Gritei cerrando as mãos, segurando toda minha raiva.

- Já chega para fora os dois! – A enfermeira gritou.

Quando saímos Xavi não desistiu de me tirar do serio.

– Me fala Gaston! Ou a machucou e agora esta com medo do que pode acontecer.

-Porra eu não a machuquei, até por que segundos antes dela desmaiar estávamos quase fodendo na merda daquela biblioteca – Gritei descontando toda minha raiva, deixando o meu demônio sair.

- Estavam o que...?– A voz de Xavi saiu baixa, eu percebi-o o quanto havia o afetado, seus olhos estavam prestes a lacrimejar.

Ele havia despertado o meu demônio, ele era uma das únicas pessoas que conseguia atiçar totalmente esse meu lado, ele e Nina, eu não tive pena  alguma, pelo contrario estava adorando jogar aquelas palavras sujas naquela sua cara de otario.

- Estávamos quase fodendo – Sorri  perversamente – E Nina estava morrendo de prazeres, enquanto gemia meu nome.

Xavi me encarou por um longo tempo, eu pude ver sua alma, ele estava destruído, eu havia tocado em seu ponto fraco, ele quase namorou Nina e nunca conseguiu nada dela, eu a fazia se entregar com apenas um toque, tudo isso só serviu para reforçar o que eu já sabia o decor e salteado, Nina Simonetti era totalmente, unicamente e exclusivamente só minha...


Notas Finais


Poderia ter ficado sem essa Xavi
Amei escrever esse capitulo
Espero que gostem
Comentem!! Amo vocês
Leitoras fantasmas as convido a comentarem também.kkk
Ja volto...


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