História Cores - Capítulo 1


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Homosexualidade, Romance
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Palavras 1.326
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Ecchi, Escolar, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Mistério, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Espero que você leitor tenha uma boa experiência e que se encante com a história especialmente feita para sua diversão e entretenimento

Capítulo 1 - Cores


Fanfic / Fanfiction Cores - Capítulo 1 - Cores

Ana sempre se achou uma deslocada mesmo dentro do seu grupo de amigas ainda achava que não estava no lugar certo sempre parecia estar faltando alguma coisa,  fora isso sua vida era como a de qualquer outra menina da sua idade acordava bem cedo para ir a escola tomava seu café correndo e corria para chegar antes que o sinal tocasse e os portões fechassem ela não era das mais inteligentes da sua sala na verdade nunca foi nenhum destaque mas era uma boa aluna e de boas notas,  e mesmo não estudando de alguma forma ainda conseguia manter um desempenho aceitável em suas provas mas como sempre Ana nunca estava satisfeita já tinha feito de tudo o que sua escola oferecia frequentou clubes e mais clubes tentando se encontrar na multidão mas aparentemente ela era uma cor sozinha sem nenhum tom parecido ao dela era o que a garota sempre falava em sua mente. 

Terminou o 9° e 1° ano sem muito esforço e já tinha conversado com a pisicologa da escola diversas vezes escondida das amigas claro em busca de respostas do motivo pelo qual se sentia tão sozinha mesmo tendo tantos bons amigos e já namorando tantas vezes e sempre conhecia caras legais mas por algum motivo suas relações nunca duravam mais do que 3 ou 4 semanas, de acordo com a psicologa Ana só estava passando por muito estresse e o que ela precisava era se acalmar esfriar sua cabeça e parar um pouco de se preocupar tanto com seus relacionamentos escolares e se concentrar no que precisava em sua vida, a garota como sempre aceitou o conselho da profissional e se retirou da sala.

Já estava no meio do ano e as férias de Julho iriam começar em uma semana a garota para seguir o conselho da doutora resolveu deichar seus amigos e amigas um pouco de lado e se concentrar só nela e em sua vida que no momento parecia meio sem cor e fora do normal.....

Ana POV ON:

Que senssação estranha essa, quando ela começou? Vamos Ana tente se lembrar pelo que me parece até o 9° tudo parecia bem todas as cores da minha vida estavam em perfeita harmonia e derepente como se o pintor desistisse da tela as cores pararam tudo mudou virei uma deslocada até mesmo no meu próprio grupo de amigos, espera...

Eles perceberam que eu estava estranha? Não! Lógico que não, como poderiam? Sei fingir como ninguém mesmo que eu já não seja a cor que eu costumava ser e não me encaixe mais nesse conjunto eles nunca seriam capazes de perpapel !, por que ainda tento? Por que eu não paro de me esconder atrás dessa máscara de alegria e assumo pra eles que eu já não me sinto bem perto deles? Na verdade perto de ninguém pois pra mim de uma hora pra outra o mundo perdeu toda sua beleza, toda sua cor.....

Narrador POV ON:

Todo esse conflito consigo mesma ao contrário do que a psicóloga havia falado não estava ajudando em nada então Ana simplismente não quis mais pensar em nada nem mesmo em sí própria e pelo resto daquela semana apenas quis dormir e deichar sua mente em branco porque era assim que o mundo estava parecendo agora, uma folha em branco abandonada pelo antigo artista que antes colocava com suas diversas cores vida nesse mesmo papel! 

Então as ferias já haviam termina e era hora de retornar a escola aquele ambiente que só deichava a vida de Ana pior,  só que ao chegar a escola ela percebeu algumas conversas e sussurros sobre uma pessoa nova um pouco estranha ter entrado no 2° ano da escola... 

Ana POV ON 

Otimo! Era só o que me faltava, como sou representante de turma terei que apresentar a escola pra essa tal aluna nova e com minha vida desse jeito não to podendo ficar bancando a babá

Narrador POV ON

Então lá foi a garota representante fazendo sua melhor representação de cara feliz e simpática e ao longe ela avistou uma garota vestida de forma um tanto peculiar, se é que pode chamar preto e cinza de peculiar a aluna nova mais parecia uma viúva ou um fantasma saida diferente daqueles velhos filmes de terror,  e lá ia Ana carismática como sempre com um belo e grande sorriso em sua face para que o resto do mundo não percebece sua tristeza e decepção 

Ana POV ON

Então essa é a aluna nova?  Bom,  de algum geito estranho acho qie eu gostei dela é uma senssação nova como se de uma hora pra outra o artista que outrora abandonou sua obra tivesse retornado para terminala como se seu broqueio artistico tivesse passado e agora eu sinto, sinto as cores retornando ao mundo e sinto também que finalmente consegui encontrar um tom parecido comigo, enfim mas por que?  Por que justo ela?  Nunca desejei uma menina o que estou pensando?  Deve ser engano, não é possível que me sinta assim.... 

Narrador POV ON

Naquele momento Ana não conseguia assimilar tantos sentimentos juntos e até se sentiu com um pouco de tontura mas que logo passou ela então dessa vez realmente feliz comprentou e se apresentou para a aluna nova a garota então lhe deu um confiante aperto de mão e um grande sorriso se apresentando também,  disse ela que seu nome era  Elizabeth mas que todos lhe chamavam de Beth e que Ana também podia dalí em dianta as duas passaram o dia conversando sobre a escola sobre os amigos de Beth e de Ana e como era a antiga escola da nova garota a representante até lhe apresentou aos amigos e amigas mas o assunto que mais se impolgaram a falar foi sobre as "cores" da vida e Ana pela primeira vez na vida conheceu outra pessoa que pensava como ela tudo na vida tem sua propria cor e tonalidade tonalidades de cores que se parecem se tornam uma ou seja isso era considerado normalmente pelas pessoas como o amor mas Ana e Beth viam isso como a combinação de duas tonalidades de cores parecidas apenas isso e nada mais.

Um mês já havia se passado e Ana tinha descoberto enorme apreço por sua amiga assim como Beth por ela e as duas faziam praticamente tudo juntas e foi nessa convivência que ambas se declararam finalmente em uma linda tarde embaixo de um lindo ipê  rosa na praça que as duas costumavam ir era umas 17:30 e o por do sol estava esplendido no horizonte enquanto falavam de amor e relacionamentos pensamentos atrevidos se passavam tanto na mente de Beth quanto na de Ana.

Beth POV ON 

Será que é agora? Seráque eu conto pra Ana o que eu estou sentindo? Mas eu tenho muito medo disso ela pode não me aceitar como mais que uma amiga mas eu sei que ela já percebeu isso nossos tons são muito parecidos as nossa cor será linda e tem que existir ela tem que saber já não consigo mais fingir que nada esta acontencendo....

Ana POV ON 

Pois é, tem qie ser agora olha esse horizonte como é lindo preciso contar ora ela o que estou sentindo sempre senti isso e por mais que tentasse evitar crecia dentro de mim quando estou com a Beth o mundo tem mais cor nossas tonalidades são perfeitas e preciso falar isso pra ela mesmo que não seja aceita não posso guardar tantos sentimentos dentro de mim já não posso mais fingir......

Narrador POV ON 

E foi assim que tudo aconteceu Ana falou primeiro e lagrimas rolaram no rosto de Beth quando ana perguntou o motivo, a amiga lhe disse que eram de alegria pois o sentimento dela era igual  e depois tudo se seguiu normalmente com um ligeiro estresse da familia das duas e indignação na escola mas nada importava agora pra nenhuma das duas pois o mundo tinha cor agora e era uma bela e magnifica cor concerteza.

Obrigado pela atenção do público que chegou até aqui sem dormir ainda kkkk







  



Notas Finais


Obrigado por ler e comente o que achou pois não existe maior felicidade pra um autor do que ver o quanto sua história conseguiu divertir os leitores


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