História Corporação Batman - A Origem - Capítulo 25


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Categorias Asa Noturna, Batman, Liga da Justiça, Mulher Maravilha, Novos Titãs (Teen Titans), Supergirl, Superman
Personagens Alfred Pennyworth, Asa Noturna, Barbara Gordon, Barry Allen (Flash), Bruce Wayne (Batman), Canário Negro, Ciborgue, Clark Kent (Superman), Comissário James "Jim" Gordon, Damian Wayne, Diana Prince (Mulher Maravilha), Dick Grayson, Donna Troy (Troia), Dr. Thomas Wayne, Estelar, Hal Jordan, Helena Bertinelli, Jason Todd, Kara Zor-El (Supergirl), Lucius Fox, Martha Wayne, Oliver Queen (Arqueiro Verde), Personagens Originais, Richard John "Dick" Grayson, Robin, Roy Harper (Arsenal), Stephanie Brown, Timothy "Tim" Drake, Wally West (Kid Flash)
Tags Alfred Pennyowth, Arsenal, Batgirl, Batman, Bruce Wayne, Capuz Vermelho, Clark Kent, Corporação Batman, Damian Wayne, Dick Grayson, Donna Troy, Drama, Estelar, Família, Gothan, Guerra, Jason Todd, Jim Gordon, Lex Lutor, Lucius Fox, Quadrinhos Dc, Red Robin, Robin, Salteadora, Stephanie Brown, Superman, Talia All Ghul, Tim Drake, Wayne
Exibições 46
Palavras 466
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Luta, Mistério, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oie! Estou de volta rs FIQUEM TRANQUILOS... Esse capitulo é curtinho, mas teremos outro logo rs É que quis separar essa parte do próximo capítulo xD bjs

Capítulo 25 - Assalto em uma rua qualquer


Essa manhã era tão comum quanto as outras para a loira que se arrumava no banheiro.
A correria era grande... Agora com um filho, era dificil manter a ordem em casa e educar o menino.
Ela havia desistido de seu emprego como aeromoça, e o pior... Era um trabalho que ela gostava.
Agora, era secretária de um dos muitos empresários de Nova York.
Seu filho ficava na creche até a hora que ela podia buscá-lo.
Perdeu namorados, privilégios, e nesse momento pensou que também perdera a privacidade.
Peter a olhava encantado na porta do banheiro, e isso foi o bastante para ela deixar a irritação ir embora.
Sorriu.
O pequeno retribuiu o sorriso.
"Tomou seu mingau?"-Ela perguntou passando um batom rapidamente.
"Uhum"-Ele murmurou e mostrou o que segurava... Sua mochila.
"Ah sim, já estou pronta"-E correndo praticamente, a mãe e o filho foran para o carro.
Ela bebia café na garrafa térmica enquanto dirigia.
Pegaram um engarrafamento.
Ela xingou.
Foi repreendida pelo filho.
E ela riu.
Quase todo dia era assim... As vezes não nesta mesma ordem.
Finalmente chegaram a creche...
Não havia local para estacionar a não ser a rua super movimentada em que estavam.
Ela então decide estacionar em uma rua estreita próxima a creche.
Sairam do carro e ela olhou rapidamente no celular.
Estavam atrasados.
Ela pegou na mão do filho e começou a caminhar.
"Mamãe, posso comer chocolate?"-O menino pergunta.
"Oi? Ham...Na volta da creche a mamãe compra aquele com amendoim"-Ela piscou para ele.
Ela sabia que era o preferido dele.
"Mas só vai poder comê-lo depois da janta eim"
"Uhum"-O menino brincava com um carrinho na mão.
Chegaram a creche e o menino deu um abraço forte na mãe.
"Te amo meu bebê"-Ela sussurrou enquanto via ele correr em direção aos amiguinhos.
Suspirou e voltou para a rua onde deixou o carro.
Olhou o celular novamente vendo as horas
Agora estava muito atrasada.
Apressou o passo.
E chegou na rua.
"Ei dona"-Uma voz chamou a atenção da mulher.
Um homem na faixa dos 50 anos a observava encostado n parede de um prédio, justamente onde ela teria que passar.
Ela abaixou a cabeça e acelerou o passo.
Mas o homem reagiu de forma rápida.
Segurou sua bolsa.
Ela pensou em soltar, mas seus documentos, o pouco dinheiro que tinha, chaves do carro e muito mais estavam ali.
Ela puxou de volta.
E no meio desses puxões, ela pediu socorro
Uma arma foi engatilhada e um único tiro foi dado.
Infelizmente certeiro.
Segurando a bolsaa com uma mão e o revolver com a outra, o homem viu o que fez.
O tiro pegou certeiro (ele querendo ou não), na testa da mulher.
Caída já morta no chão com o sangue escorrendo pela rua suja, o ladrão ficou uns segundos parado.
Então fugiu.


Notas Finais


Como disse antes, logo terá mais morceguinhos. ;)


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