História Corredor da morte - Capítulo 4


Escrita por: ~ e ~_gabicrodrigues

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Rap Monster, Suga
Tags Bts, Hospicio, Kim Namjoon, Lemon, Min Yoongi, Rap Monster, Suga, Suspense, Yaoi
Exibições 85
Palavras 1.341
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção, Lemon, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oi pessoinhas!
Aqui é a Gabi e eu espero que vocês estejam gostando da fic porque eu e a Gi estamos empolgadas escrevendo!
Boa leitura e deixem suas opiniões, adoro lê-las!
Beijos

Capítulo 4 - O encontro


Fanfic / Fanfiction Corredor da morte - Capítulo 4 - O encontro

Suga pulou a janela e atravessou a rua sorrateiramente , chegando ao ponto de ônibus.  Sentou-se no banco gelado e observou a sua volta. A rua residencial onde morava não apresentava muito movimento a aquela hora da noite.
Sentia um ventinho frio sopranlhe, e suas mãos e seu nariz congelavam.
Sentiu seu celular vibrar e o retirou do bolso.

"Omma"

Ele atendeu.

- Yoongi! Onde você está??

- Oi, mãe. Calma, estou aqui com Harry. Não se preocupe.

- Mas você não me pediu para ir! Me diga onde esse tal de Harry mora, eu vou te buscar!

- Não, mãe! Voltarei amanhã, vamos jogar agora.

Houve um silêncio.

- Por favor - implorou.

Pode ouvir um suspiro do outro lado.

- Está bem... Durma bem.

- Obrigado, mãe.

Ele desligou o telefone e esperou o ônibus chegar. Quando chegou, viu-se a sós naquele transporte, por conta do horário.

- Aonde vai tão tarde?

- Para o hospício Daegu's State Hospital, por favor.

- Um parente?

Suga assentiu mentindo, e sentou-se no primeiro banco.
Como o hospício ficava um pouco longe, Suga cochilou um pouco durante o caminho e quando chegaram, o motorista freou o automóvel e virou-se para o menor.

- Menino!

Lentamente abriu os olhos com apenas um chamado. Milagre!

- Chegamos. - o motorista de cabelos grisalhos disse.

Com um pouco de sono, espreguiçou-se e levantou-se. Ao ver o lugar através da janela, sentiu um choque.

- Boa sorte com seu parente. - o homem disse querendo que o menino fosse embora.

Ele acenou brevemente com a cabeça e desceu do ônibus que logo o deixou.
Aquele mesmo lugar que tanto o incomodara em suas noites de sono. O lugar fica ainda mais sombrio e assustador a noite. Aquele mesmo prédio antigo, mal pintado e com mofo no canto das paredes.
Então ele suspirou, e caminhou até a entrada. Os portões de vidro se abriram ao Suga se aproximar.
A recepção estava vazia, e aquele comôdo estava mal iluminado.

- Onde fica aquela escada mesmo?

Perguntou a si mesmo olhando em volta. Uma escadaria familiar lhe chamou atenção. Sem pensar duas vezes, pegou sua lanterna que estava dentro da mochila, e desceu.
Ao chegar na parte de baixo, ligou a lanterna e colocou luz no lugar. Mas o estranho é que a luz não chegava no fim do corredor.
Ele se aproximou com passos lentos e silenciosos, assim como na primeira vez que entrara.

- Olá? - disse baixo colocando luz para os ados.

Quando estava perto do fim, sua lanterna desligou sozinha.

- Ué...

Ficou a sós naquela escuridão. Bateu em sua lanterna três vezes, com esperança de que ela voltasse a funcionar, mas não aconteceu.

- Ai que droga...

Tentou enxergar pelo menos uma coisa, mas era impossível, nunca estivera num ambiente tão escuro daquele jeito.

- Tem alguém aqui?

Ficou sem resposta.

- Você está ai?

Um silêncio ensurdecedor tomou conta do lugar.
Suga ficou parado pensando no que poderia fazer, até que sentiu uma pancada forte na cabeça, fazendo-o ficar inconsciente.

*********

Um pouco depois, o menino acordou com um clarão nos olhos. Tomou um susto ao perceber que estava numa sala de frente para o corredor tão escuro, onde o único ponto de luz estava sobre sua cabeça. Min tentou se mover mas não conseguiu. Abaixou o olhar e percebeu que estava sentado em uma cadeira de madeira, com seus braços presos por algemas presas à cadeira. Ele tentava se soltar sem hesito, quando começou a ouvir passos. Os passos pesados vinham da direção do corredor, e se aproximavam. Conseguia-se ver a sombra do indivíduo cada vez mais perto, que murmurava um canto sombrio.

- La la... La la... La la la...

"A voz!" Yoongi lembrou. " A mesma voz do sonho!"

A voz rouca se aproximava, e sua silhueta ficava cada vez mais definida. O garoto percebeu que ele carregava alguma coisa nas mãos, mas não conseguia identificar o que era.

"Um pedaço de madeira?"

Sim. Um grosso pedaço de madeira retangular. Ele batia o objeto sobre sua mão repetidas vezes, no ritmo de seu canto sombrio.
Ele chegou perto do garoto e Yoongi conseguiu ver finalmente seu corpo. Alto, de cabelos descoloridos e platinados, lábios carnudos, olhos estreitos e profundos. Seus ombros eram largos e seus braços eram longos e definidos. Ele vestia roupas longas e largas inteiramente brancas, e não usava sapatos. Sua expressão era séria e de completo desprezo, mas seus olhos pentrantes não paravam de analisar Suga, que também não conseguia parar de olhá-lo.

-Ola... - o maior, com sua voz rouca e provocante, começou a rondar a cadeira do garoto.

- Quem é você? - o menor perguntou, o seguindo com os olhos.

O maior parou na frente da cadeira e se aproximou muito de Yoongi, colocando os lábios próximos de sua orelha. Em seguida, sussurou, com sua voz rouca que fez arrepiar cada centímetro do corpo de Suga:

- Sou um monstro.

O maior se afastou e levantou a mão em que segurava a madeira. Imaginando o que podia  acontecer, Min fechou os olhos. Houve um corte no ar, e o menino sentiu um leve toque em seu rosto. Em seguida, ele sentiu mais um toque suave, na sua perna.

"Mas o que?" Ele pensou e abriu os olhos.

Yoongi se surprendeu so perceber que o "monstro" o batia com muita força em todo o seu corpo.

"Mas... Mas ele devia estar causando muita dor..." O menino pensou inquieto. " Mas em vez disso, eu sinto algo... Algo estranho... Algo diferente..."

O maior percebeu a falta de reação do menor e parou seus movimentos desanimado. Jogou o pedaço de madeira longe, e saiu apressado, voltando para a escuridão do corredor.
Suga ficou sozinho alguns minutos, tentando entender o que aconteceu. Ele tentava se soltar das algemas na cadeira, mas seu esforço não era suficiente. O garoto voltou a ouvir passos e avistou o maior voltando, agora com uma faca na mão.

- Eu quero ver você sofrer...

O maior murmurou roucamente, girando o objeto entre os dedos. Se aproximou de Suga e passou levemente a faca no seu braço esquerdo, cortando a pele e fazendo escorrer muito sangue. Yoongi sentiu o toque do objeto em sua pele, mas surpreendentemente não sentia a ardência causada pelo corte.

- Você não sente dor?! Não sente medo?!

O monstro começou a ficar seriamente irritado. Ele cortou subitamente a barriga de Suga, que novamente não sentiu a ardência, mas assim rasgando sua camiseta onde podia-se ver o seu abdômen definido.
O maior arregalou os olhos com a surpresa de ver o abdômen do menor, e mordeu o lábio.

"Nada mal hein... Pera! Por que ele não sente dor? Que raiva!" Seus pensamentos de ira eram intensos.

Suga ficou constrangido com a atitude do maior, então corou levemente e sorriu.

-Qual o seu problema?! Eu tô te maltratando, te torturando, e você ainda tem coragem de sorrir?! - o monstro bravou, fazendo um corte na perna de Suga.

-Eu não tenho medo de você.

Suga o surpreendeu com sua fala, o maior pareceu entrar em choque ao ouvi-lo. Com raiva, jogou a faca no chão e sentou-se.

-Eu não entendo... - murmurou para si mesmo.

Um silêncio perturbador se fez presente naquele momento tenso.

-Hmm... Já que não conseguiu o que queria, posso ir embora?

-Não! - disse com raiva.

-Mas por quê? Não tenho mais motivos para ficar aqui!

-Não quero estragar minha reputação.

-Como assim?

O maior suspirou irritado.

-Você não me conhece?

*********

A mãe desligou o telefone sentindo preocupação. Nunca vira um tal de "Harry"  só ouvia seu nome frequentemente vindo de seu filho.

"Esse garoto é uma boa companhia? E alguém não vai fazer mal para Suga?" 

Perguntas e incertezas martelavam em sua cabeça.
Exausta com o dia corrido, subiu para seu quarto e colocou sua camisola, e antes de deitar e descansar, foi até o quarto de seu filho mais velho que dormia profundamente. 
Depois voltou para o quarto e se jogou entre os travesseiros.



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