História Correndo Perigo - Capítulo 5


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Categorias Miraculous: Tales of Ladybug & Cat Noir (Miraculous Ladybug)
Personagens Adrien Agreste (Cat Noir), Alya, Chloé Bourgeois, Gabriel Agreste, Hawk Moth, Marinette Dupain-Cheng (Ladybug), Mestre Fu, Nathanaël, Nino, Nooroo, Plagg, Sabine Cheng, Tikki, Tom Dupain
Tags Adrien, Adrinette, Alya, Alyno, Marinette, Miraculous, Nino, Plagg, Romance, Tikki
Visualizações 61
Palavras 1.038
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Fantasia, Ficção, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Shoujo (Romântico), Steampunk, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 5 - MAIS UM TRABALHO CUMPRIDO


As meninas não sabiam o que fazer depois daqueles beijos, para Marinette, era a primeira vez que sentia algo prazeroso em um beijo, para Alya, foi o primeiro e amoroso beijo. Era o mesmo para os meninos que queriam continuar com aquela demonstração de amor. Até que as kwamis decidiram acabar com aquele silêncio constrangedor.

-Mari...- Começou Tikki- O que você iria fazer? Posso te ajudar?

- Sim... Tikki, vamos para a sala de criação.- Era como ela chamava a sala aonde criava e produzia suas roupas, o maior espaço da casa era dedicado a isso.

Marinette saiu calmamente dos braços de Adrien e foi até a aquele cantinho especial. Não demorou muito para Alya chegar, as duas estavam caladas. Enquanto Nino e Adrien também calados ficaram na sala de estar, mas diferente das meninas ambos já sabiam o que o outro tinha feito.

-Como ela reagiu?- Perguntou Adrien.

-Ela só ficou calada... Até Trixx a chamar, e ela vir ajudar Marinette, por falar nisso e ela como reagiu? Com todo aquele papo de Yin e Yang, não me admira dela ficar meio zonza.- Debochou.

-Yin e Yang... O que eu sinto por ela não é só por causa disso, ajuda, mas realmente me sinto atraído por ela, sabe, amor à primeira vista?

-Sim... Conheço, comigo foi diferente, fui me apaixonando aos poucos por Alya.

-É você já disse.- Falou com tédio.- "Vai ser difícil suportar duas bandidas" " Elas não são bandidas, são Fogo e Yin" " Alya ela é tão..." Alya isso, Alya aquilo...- Desabafa Adrien que suportou o amigo apaixonado.

- Ok, já entendi.

Na sala da criação, depois de um longo silêncio às amigas decidiram falar sobre o que aconteceu.

-Mari... Nino me beijou...- A azulada virou para a amiga.

-Como?- Perguntou querendo confirmar a coincidência.

-Sim, estávamos conversando... Quando... Senti um beijo calmo ser roubado...-Falou envergonhada.- Foi... Bem, nunca tinha beijado antes, não tenho comparação, mas foi...bom...

-É... Então Adrien também me beijou...- Admitiu envergonhada.- E...não me machucou.

As duas amigas admitiram, vermelhas, que os beijos foram bons, gentis. Então ambas ficaram caladas, mas por dentro estavam gritando, duas com ar de bobas, que estavam começando a se apaixonar.

- TOC TOC TOC. -Era a porta, mais uma vez. E dessa vez foi Nino que abriu.

Quem, ou melhor, o que entrou foi um super-mini dirigível, era uma mensagem de Hawk Moth, um novo trabalho, era tráfico de animais...Não tinham tempo para refletir os beijos, afinal essa era uma das coisas que mais revoltantes para Marinette e Alya, que ficaram tão focadas em como tirar aqueles animais da situação que, nem pediram ajuda para os rapazes, não precisavam, sabiam exatamente o que fazer, e podiam fazer sozinhas. De certa forma aquilo foi bom acontecer, assim as duas podiam sair daquele situação meio (bastante) constrangedora.

Ambas foram para o local marcado no mapa que havia chego junto com a mensagem, e viram um caminhão, cor de ferrugem, com dois escapamentos do lado de cada porta, o que não só produzia muita fumaça, como também dava o aspecto de que eram um par de chifres para o automóvel.

-Realmente, um caminhão do diabo.- Brincou Ladybug, tendo a risada de Volpina como resposta. Elas entraram, nem queriam ver se os bichos, estavam realmente ali, dava para se ouvir eles desesperados para sair, e também, se elas abrissem ali seu disfarce iria por água a baixo.

Elas precisavam de um tempo até conseguir disfarçar, para Hawk Moth, achar realmente que sua carga foi roubada, e colocada em um lugar não muito bom.

-Seria uma pena se um certo caminhão, cheio de animais presos, prontos para serem traficados, ficasse perto de uma delegacia- Volpina começou a botar o plano em prática, e ia dizendo passo a passo, como forma de ironizar o que estava acontecendo.

-E seria uma pena se um certo policial, que deve um favor para nós, fosse verificar esse caminhão suspeito.- Ladybug ajudou, enquanto estacionava o transporte.

-E achar gaiolas e mais gaiolas com animais trancados, e esse policial, apreender o caminhão e soltar os animais.- Volpina disse apos deixar um recado em cima de uma mesa, e sair pela janela reencontrando a amiga, que estava escondida.

-Seria, realmente, uma pena para Hawk Moth, iria perder tudo o seu lucro...e...olha só- Apontou para o caminhão que estava sendo aberto e gaiolas e jaulas estavam sendo retiradas, com vários tipos de animais.

E quem estava coordenado tudo era, Emit, um guarda de meia idade, que ficou agradecido após Ladybug e Volpina, devolveram a sua querida filha, que fora sequestrada, iria servir a um dos bordéis, por sorte foi pega pelas duas amigas. E foi justo esse guarda que achou o caminhão de tráfico. Era mais seguro dar esses animais a autoridades, porque ambas não sabiam a quanto tempo esses animais estavam lá, e se precisassem de cuidados veterinários? Comida, estariam fracos demais para sair e procuram por si próprios.

Depois do trabalho comprido as duas, voltaram para casa, já era de noite, aquele serviço tinha demorado, pois tinham que fingir e enrolar para Hawk Moth não suspeitar, por enquanto. Chegando na casa/base tinham um problema, os meninos, aonde iriam dormir? Nino não ficava naquela casa, sempre voltava para casa do pai ao anoitecer, e tinha Adrien agora, ou seja, eram quatro inquilinos para dois quartos.

-Gente!- Marinette chamou a atenção após uma pequena reclamação dos rapazes, que não iriam dormir no sofá por que dava dor nas costas, o que, na verdade, era pretexto para que possam dormir em casais.- É simples, eu e Alya dormimos em um quarto e vocês dormem no outro, os dois tem cama de casal.

-Me recuso a dormir com Nino, ele... ele... me chuta durante a noite.-Mais uma desculpinha.

-E eu não vou dormir com Adrien... ele... ronca.- E Nino ajudou.

-Assim fica difícil, vão dormir no chão então.- Reclamou Alya cruzando os braços.

-NÃO.- Os dois disseram juntos, o que fez as amigas revirarem os olhos.

-O que vocês querem então?- Marinette já estava impaciente e com sono.

Os dois se olharam pensando "Deu certo! É agora!".

-Eu vou dormir com a esquentadinha.- Nino sorriu debochado.

-E eu vou com My Laby.

E como tinham pedido eles se decidiram.



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