História Corrente Fatal - Capítulo 12


Escrita por: ~

Postado
Categorias Originais
Tags Amor, Morte, Obsessão, Sexo, Vingança
Exibições 62
Palavras 2.785
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Olá pessoas 😃 Sim eu demorei de novo, mas não foi tanto, foi? Bem, espero que estejam todos bem e que não estejam zangados comigo 😢
O capítulo anterior não teve muitos comentários e admito que isso me espantou. Onde estão minhas leitoras? Sei que ando muito atrasada ultimamente, mas por favor, não abandonem! 😭❤
Digam o que estão achando, opinem, permaneçam presentes! Não estou exigindo e muito menos impondo, mas pedindo um grande favor.

Espero que gostem do capítulo 😄 perdoem caso haja algum erro 😯

P.s: Esther na capa 😉

BOA LEITURA! 😍

Capítulo 12 - Nightmares


Fanfic / Fanfiction Corrente Fatal - Capítulo 12 - Nightmares

25 de Abril, 9:53 P.M 

 Andava de um lado para o outro com as mãos unidas nas costas, por ora esbarrando com alguma enfermeira ou alguém que passava apressado pelos corredores. 

 — Rick, será que dá para você se aquietar? Está me deixando tonta. — Malena resmungou 

 — Tome um pouco d'água. — minha mãe sugeriu, aflita 

 Estávamos ali há quase três horas e a única certeza que tinha era que Esther já estava acordada e passando por inúmeros exames, o caso era um pouco mais grave do que pensávamos. 

Ela havia despertado no meio do caminho até o hospital, tentei acalma-la sentindo seu corpo frio e úmido e ignorando os gemidos que escapavam de sua boca. 

 — Não consigo. — me sentei finalmente, enterrando o rosto entre as mãos 

 Mamãe se aproximou carinhosa: 

— Oh querido, você deve estar exausto. — massageou levemente minhas costas 

 — Acho melhor vocês duas irem para a casa. — ergui a cabeça e apoiei as costas no encosto da poltrona — Já está tarde e não sabemos quando o médico irá liberar a Esther. 

 — Nada disso, você quem deveria ir para casa tomar um banho e descansar um pouco, posso muito bem ficar aqui com a Esther. Não foi eu que trabalhei o dia todo. — Mamãe replicou 

— É Rick, nem vem com essa de bancar o homem de ferro. — Malena completou 

Estava quase certo de que não venceria a discussão, quando o doutor finalmente retornou com seu prontuário em mãos. Me levantei sobressaltado, mamãe e Malena repetiram o ato.

 — E então? — perguntei de uma vez 

 — Ainda não terminei todos os exames, mas pelos poucos que fiz já posso encaminha-la para um quarto. 

 — O que isso quer dizer? — franzi o cenho 

 — Bom, os sintomas não mentem. Tudo aponta para o mesmo indício; febre, tremedeira, tosse... E para que esse começo de pneumonia não regrida é eficaz combate-lo logo no início em segurança da paciente e do feto. 

 Senti meu coração palpitar acelerado ao passo que uma gota de suor escorreu por minha testa: 

— Pne-pneumonia? — gaguejei sentindo meu peito começando a arfar 

— Calma Rick, você ouviu, er... É apenas um começo, nada grave, não é doutor? 

 — Sem dúvidas. Não é nada grave, como eu disse, é apenas para manter ambos em segurança. 

 — Quero vê-la. — falei ignorando as últimas palavras do médico, um filme que protagonizei se repetindo diversas vezes em minha mente como se houvesse acontecido há algumas horas.  

Quando descobrimos que meu pai estava com pneumonia fora algo muito súbito e o caso já não era tão simples. Lembro-me de vê-lo adoecer cada dia mais; suas tosses sufocantes e secas, seu desânimo corporal sem conseguir descer ou subir na cama sem ajuda, e por fim, sua a morte. Pensar em todas as coisas que meu pai significava para mim e em todas as oportunidades que eu deixei passar para declarar todas elas me causava um aperto sufocante no peito, quase o suficiente para me impedir de respirar e enxergar com clareza. 

 — Como você está? — perguntei ao me deparar com uma Esther pálida 

Quando levantou o rosto com os olhos cegos de lágrimas, seu desespero espantou meus temores internos dando lugar a preocupação. 

 — E se eu perder, Rick? — disse em meio a um soluço, o rosto já encostado no meu peito — E se eu perder nosso filho? 

 Com o medo retomando suas posses em meu ser, a segurei pelos cotovelos, obrigando-a a olhar para mim:

 — Isso não vai acontecer. 

 — Como você pode saber? 

— Vou cuidar de vocês. 

 26 de Abril, 01:57 A.M 

 LIGAÇÃO ON: 

— Estava dormindo? — perguntei, tentando soar um pouco mais alto que um sussurro, o bastante para Leone ouvir e Esther não despertar, já que acabara de adormecer

 — Ann...Rick? — resmungou sonolento e após uma pausa de bocejo, indagou — Sabe que horas são? 

— Sei. — suspirei tentando relaxar na poltrona estofada do quarto — Estou no hospital. 

 — O quê? Ai meu Deus, não me diga que a Esther descobriu sobre seu caso em Las Vegas...

— Não! — me sobressaltei ao ouvi-lo mencionar Phoebe 

Esther se inquietou mas continuou a dormir profundamente:

— Ela passou mal e terá que ficar internada. Começo de pneumonia. — expliquei 

 — Puxa, e o bebê está bem? 

— Parece que sim, mas terá que ficar internada por alguns dias. — falei entre um bocejo, seria uma longa noite — E vou ficar com ela, por isso, será que pode me substituir amanhã? 

 — E ficar com a Constanza sem seus olhares vigilantes o tempo todo? Claro! — senti seu sorriso 

 — Obrigado. 

 — Bom, agora vou voltar a dormir, mande melhoras a Esther por mim. 

 — Claro. Até mais!

LIGAÇÃO OFF 

 Suspirei e continuei acordado por um tempo. Aceitei um café que uma enfermeira levou e isso me custou ainda mais para conseguir cochilar. 

Quando finalmente consegui pegar no sono, já era quase três e meia da manhã. 

[…] 

 Você não a ama,  a voz soou como uma canção em meus ouvidos 

 Abri os olhos depressa, mas vi apenas a escuridão do quarto se materializando e a tosse de Esther ecoando pelas paredes. 

27 de Abril, 10:17 A.M 

 A internação de Esther, de fato,  modificou todos os planos que eu tinha para o restante da semana, passando a maior parte dos dois dias seguidos no hospital, deixando a empresa, reuniões e todo o resto na responsabilidade de Leone. 

Ao contrário do que temia, Esther melhorou rapidamente, mas por via das dúvidas permanecendo internada para observação e acompanhamento dos médicos devido as tosses incessantes. 

Eu, por outro lado, fiquei mais cansado do que nunca. Embora tendo se passado apenas dois dias a internação e todo o estresse, a sensação monótona e doentia do hospital fazia o cansaço soar mil vezes maior. Tudo isso sem falar nas péssimas noites que vieram também. A cada hora, minuto e segundo de sono, um novo pesadelo me despertava com diferentes tipos de emoções que nem sabia ser capaz sentir. Na maioria das vezes, uma culpa que me tirava a coragem de olhar nos olhos da Esther. 

Você não a ama. 

Por quê transou comigo?

Se pudesse desativar meus pensamentos, não hesitaria em fazê-lo. 

— Rick, está me ouvindo? — Esther estalou os dedos enquanto estava absorto em meus tormentos 

— Perdão. — pisquei rapidamente, a fim de recuperar o foco — O que disse? 

— Disse que estou indecisa, quer dizer, você acha que vou encontrar um vestido de noiva bonito e que sirva em mim? Minha barriga parece maior. 

Fechei os olhos. Casamento

Você acha que a convivência o fará ama-la? 

Abri os olhos com um suspiro. Pensar em Phoebe na presença de Esthert parecia reforçar minha traição. 

— Acho que ficará linda de qualquer jeito, de verdade. — falei, fingindo não notar o semblante frustrado que estampou seu rosto. 

 Nos sonhos, a imagem perturbadora de Phoebe e suas palavras eram sempre tão características como na vida real; os cabelos ruivos — mais — reluzentes; os lábios preenchidos por um vermelho escarlate que mais parecia sangue e um sorriso mortífero fundido de raiva e angústia. E seu corpo sempre nu, independente do cenário. 

 28 de Abril, 6:58 P.M

Aumentei o volume do rádio, tentando abafar os pensamentos enquanto o vento que batia no meu rosto balançando meus cabelos, insistia em não levá-los para longe. 

 "...I feel something so right 

 Doing the wrong thing

 I feel something so wrong 

 Doing the right thing 

 I couldn't lie, couldn't lie, couldn't lie 

Everything that kills me makes me feel alive 

 Lately, I've been, I've been losing sleep 

 Dreaming about the things that we could be 

 But baby, I've been, I've been praying hard 

 Said, no more counting dollars 

We'll be counting stars

 Lately, I've been, I've been losing sleep 

 Dreaming about the things that we could be 

 But baby, I've been, I've been praying hard 

 Sitting, no more counting dollars 

We'll be, we'll be counting stars..."

Onde você está Phoebe?, sussurrei em pensamento ignorando a música que preenchia o silêncio a minha volta, incapaz de calar minha mente. 

Será que em alguma circunstância imagina o tormento que me provoca? 

Nem devia se lembrar de mim para falar a verdade, mas sua imagem continuava a invadir meus sonhos como uma sombra em um dia ensolarado. 

Um barulho de buzina me tirou do transe, avistei o farol aberto e prossegui rumo ao hospital. 

 ••• 

 — Você parece exausto. — Esther comentou quando me sentei 

 Confirmei com um aceno de cabeça, fingindo estar distraído com uma reportagem aleatória na TV. 

 — Em compensação você parece muito melhor.

 — Sim, o médico disse que dependendo já posso receber alta amanhã mesmo.—  e parecendo deslumbrada, continuou — Fiz uma espécie de ultrassom e vi nosso bebê. — seu sorriso se alargou — Queria que você estivesse aqui para ver...Foi tão emocionante!  

Apenas balancei a cabeça, distraído com algo inexistente no carpete.

 Ouvi Esther bufar e ergui os olhos: 

— Algum problema? — indaguei notando sua irritação 

 — Sim Rick, você é o problema. 

Franzi o cenho: 

— Além de exausto você não presta atenção no que digo, é o mesmo que conversar com a parede, às vezes. 

 — Claro que eu presto atenção no que você diz. — respondi 

 — Concorda, você quis dizer. Acha que balançar a cabeça e concordar com tudo o que digo me faz sentir menos idiota do que realmente sou por tentar conversar com meu noivo. 

 — O quê?

 — Você entendeu.

 — Não eu... 

— Eu não quero um lacaio para fazer tudo para mim, Rick. Eu não quero um pai protetor que só se preocupa com o meu bem estar. Não quero um irmão que me ature, quero um noivo! Percebe a diferença? Além de concordar, quero também que me dê sua opinião, que discuta comigo... Para decidirmos as coisas juntos. 

 Um risada entalada acabou escapando do fundo da minha garganta: 

— Bom, as poucas vezes que tentei expressar minha opinião você não aceitou nenhuma delas. — arqueei as sobrancelhas — Sempre acabo tendo que me desculpar no final das contas. 

Como eu já esperava, isso a irritou ainda mais.

 — Foram circunstâncias diferentes... Estou falando do nosso casamento, da ultrassom do nosso filho! Poxa, será que isso não te interessa nem um pouco? 

 Suspirei e me levantei, passando as mãos pelo rosto cansado: 

— Quer saber, você está certa. Estou exausto! Vou para casa descansar e depois eu volto. 

 — Está vendo? Você não procura nem argumentar. — elevou o tom da voz, sem querer 

 — Argumentar o quê, porra? — perdi a paciência — Que eu saiba você está planejando a droga dos preparativos desde o noivado e o bebê, por Deus Esther! Eu estou cansado, com a cabeça cheia e a única coisa que você faz é me encher. 

 Seu olhar deixava claro que eu a magoei, mas no momento não me importei: 

— Eu não pedi para você ficar aqui comigo, mas já que estava, aproveitei para conversar. É pedir demais? Claro que eu ainda não tinha percebido seu descaso.

 — Você queria uma opinião minha? Aí está; estou cansado, desde que cheguei não consigo dormir direito! Me poupe de todas essas ideias. 

No mesmo instante, a porta se abriu e Sarah adentrou:

— Com licença! — seu sorriso diminuiu ao perceber o clima instalado no ambiente 

 — Sarah — voltei meu tom ao normal e caminhei para cumprimenta-la, ficando de costas para Esther

 — Como está? 

 — Bem. Vim ver minha maninha e também quero saber como está meu sobrinho.— sorriu sem jeito

 — Ótimo, vou deixar vocês conversarem. — olhei de relance para a expressão petrificada de minha noiva — Eu já vou indo. 


 Enquanto retornava à via expressa, tentei não pensar no que Esther estaria falando para Sarah. 

Com a cabeça menos inconstante conseguia admitir a forma estúpida q qual eu agira, mas não tinha como evitar, uma vez que as coisas eram tão controversas.

 A primeira delas era o fato de Phoebe não sair da minha cabeça, o que automaticamente me fazia pensar nela tempo todo. Principalmente pelo engano de achar que tudo ficaria para trás no instante em que entrasse naquele  avião e pisasse em Atlanta. 

Segundo; Eu e Esther nunca discutíamos, pois eu sempre concordava com ela a maior parte do tempo. Então, por quê justamente agora que não queria decepciona-la visando tudo o que aprontei, ela exige que eu discuta? Que eu a contrarie? 

Ouvi meu celular vibrando no banco do passageiro e na tela vi a foto e o nome "Malena", estampados. Sem querer mais coisas para me encher, desliguei o aparelho e segui em frente, para um lugar no qual nem eu sabia onde. Só precisava esfriar a cabeça. 

Inundado de pensamentos inconstantes, me dei conta do pouco que sabia a respeito de Phoebe — tirando a anatomia completa de seu corpo. Me lembrei apenas de nosso primeiro diálogo, onde ela afirmou ser de Beverly Hills... O que mais? Revirei a cabeça em busca de qualquer outra informação que ela tenha revelado. Nada! 

Mas de qualquer forma, o que mudaria? Phoebe fora apenas uma diversão temporária, nada mais. Os pesadelos e todo o cansaço eram apenas consequências para uma pessoa que não estava acostumado a trair, nem mentir e nem esconder nada, como eu. Logo passaria.

 Como em todas as histórias, na maiorias dos filmes e novelas, estacionei em frente a um pub próximo ao shopping Lenox Square, decidido que ali seria o poço onde iria me afundar. Não que eu estivesse louco de saudade de Phoebe ou muito zangado com Esther, como disse, só precisava me desligar de tudo. 

O ambiente era adequado, no centro havia uma pista que funcionava como danceteria; Ao redor mesinhas e cadeiras e um equipamento de som em um — palco — canto mais elevado. Na área das bebidas uma extensa bancada separava as baquetas e o bar —recheado de todos os tipos de drinques. 

Me sentei numa das banquetas ainda reparando no ambiente, não me lembrava de já ter estado ali antes. 

Encarava uma luminária que pendia sobre minha cabeça quando um barman se aproximou:

 — O que vai querer, senhor? 

 9:26 P.M

E a história, assim como minha última noite no Bellagio, se repetiu. Fui pedindo uma bebida por vez, até desandar. Não notei a hora e nem o tempo passar, apenas a quantidade de pessoas aumentar consideravelmente e uma música animada ser colocada. 

— Ei gato, vai ficar aí sentado a noite inteira? — uma moça de pele morena, cabelos escuros e um vestido bastante justo, perguntou com um sorriso convidativo 

 Dei um último gole no vinho e a encarei: 

— Pretendo. 

29 de Abril, 6:33 A.M 

Antes de empurrar o conjunto de portas duplas da entrada, a mesma se abriu de um lado. Pus um pé para dentro apoiando um dos braços no lado fechado da porta. 

 — Rickelme! — Minha mãe exclamou ao me ver, a parte de baixo dos olhos escurecidas — Onde você esteve a noite inteira? — a voz carregada de preocupação 

Apoiando no gancho da parede, me enchaminhei até a escada, prestes a despencar a qualquer momento: 

— E ainda chega bêbado, por Deus! 

— Eu só... — balbuciei, atropelando as palavras 

 — Não acredito! — ouvi lá de cima — A gente mega preocupadas e o bonitão enchendo a cara? — Malena desceu alguns degraus, irritada 

 — Não enche! —retruquei, pronto para subir a escada numa jornada longa até minha cama 

 — Caralho, Rick! O que deu em você? 

 — Eu já falei para não me encher, porra! — praticamente berrei — Será que não posso sair para me divertir? Que eu me lembre, não sou mais nenhuma criança.

  — Se divertir as custas da preocupação da mamãe? Grande aventureiro maduro você é, parabéns! 

Com o esforço de mover uma montanha, me virei para minha mãe. Seus olhos estava marejados: 

— Desculpe. — resmunguei e uma lágrima escorreu de cada olho — Oh mãe, eu já pedi desculpa! — me aproximei com passos incertos e a envolvi em meus braços, ignorando o fato de ela odiar cheiro de bebida 

— Não é só isso, idiota! — Malena vociferou — Sem querer acabar com a diversão que você precisou da noite inteira para conseguir, acho que você deveria saber que o Sr. Louisting faleceu essa madrugada. 

 Uma pequena pausa se estendeu enquanto tentava raciocinar em mimha mente tomada pela embriaguez: 

— O quê? — quase gritei, ainda sem processar a informação 

 Mamãe se desvencilhou de mim e secou os olhos, parecia muito mais velha do que o habitual:

 — Ele foi encontrado morto em um hotel. 


Notas Finais


E aí o que acharam? O que ESTÃO achando? Dêem suas opiniões sobre os personagens, os acontecimentos, se possível, vamos bater um papo de leitor(a) e autora (adoraria ❤) Grande beijo, amores 😙😙


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