História Corrompidos - Capítulo 10


Escrita por: ~

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Categorias Dove Cameron, Justin Bieber
Personagens Dove Cameron, Justin Bieber
Tags Corrompidos, Dove Cameron, Justin Bieber
Visualizações 74
Palavras 1.363
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Escrevi um capítulo pequeno, porém bem fofinho. Espero que gostem!

Capítulo 10 - 09. Rock'n'Coffe


Justin Bieber

Eu queria mais dela. Queria sentir novamente seus lábios contra os meus, queria sentir seu gosto. Seria muito pedir isso novamente? O seu calor me afagou nos minutos seguintes quando suas mãos envolveram na minha cintura. Alaska pressionou a cabeça no meu ombro e, respirando regularmente, ela suspirou.  Puxei seu pequeno corpo para mais perto, tentando de vários modos absorver seu cheiro viciante, o perfume no qual me recordaria por anos e anos.

Parecia que iriamos nos fundir a qualquer hora, Alaska gemeu baixinho me fazendo soltar uma risadinha.

— Muito forte? — indaguei no pé de seu ouvido.

— Você é bem maior que eu — disse, se afagando mais no meu peito sem quaisquer indícios que sairia dali tão breve.

Beijei seu pescoço diversas vezes, mordi o lóbulo de sua orelha e ela parecia gostar daquilo quando riu discretamente.

— Meu almoço é daqui algumas horas, não vai embora sem mim, certo?

— Eu já disse que não irei — nos distanciamos um pouco apenas para conseguir olharmos um nos olhos do outro.

E, naquele momento, encarando aquelas enormes esmeraldas, consegui absorver toda a paz que precisava em meus caos. Alaska, incrivelmente, parecia constrangida. Suas bochechas adquiriram a coloração avermelhada, fazendo-a abaixar a cabeça. Eu queria olhar para ela por mais tempo. Alaska é a mulher mais bonita que conheci, e olha que já passei por diversas mulheres em minha vida inteira. Seria triste não poder vê-la de repente, uma tortura eu diria.

Ergui seu rosto com os dedos e ela manteve o olhar baixo.

— Para de me olhar desta maneira — sua visão titubeou por sob meu ombro, tentando de várias maneiras não me olhar nos olhos — Para, Justin! — ela socou meu ombro de brincadeira— Queria saber o que se passa na sua cabeça quando você me olha desta forma.

Abri a boca para lhe dar uma resposta convicta, contudo a maçaneta da porta fora forçada para baixo e para cima como se alguém estivesse tentando entrar, puxei-a para a parede ao lado e da porta surge Camile que nos encara com um sorrisinho torto.

— Não quero atrapalhar o ‘love de vocês, mas tem clientes te esperando, Justin. — fiz que sim com a cabeça, como se pedisse para que ela saísse.

Quando me dei por percebido, ela já não estava mais nos meus braços. Alaska caminhava em direção à saída de minha sala a qual Camile acabara de estar. Os cabelos loiros ainda bagunçados por nossa recente discussão a deixa linda. Vê-la sair daqui é como um soco no meu estomago, depois de beijá-la a única coisa que se passava na minha cabeça era deitar-me com ela na minha cama e dormir juntinhos como fazemos.

Segurei seu pulso, antes que ela partisse. Puxei seu corpo contra o meu para depositar um beijo rápido e necessitado em seus lábios cor-de-rosa. Sem entender, ela deixa com que um sorriso se espalhe em seus lábios, e eu afasto uma mecha de cabelo de seu rosto para dizer:

— A única coisa que penso é que você tem que ser minha. — digo.

— O quê? — se afastou um pouco, como isso a fizesse ouvir melhor.

— Você vai ser minha, Alaska. — minha voz sai rouca, e eu percebo que ela se arrepia.

— Para, Justin! — riu.

— Não conseguiu ouvir direito? Eu grito se precisar. — puxei seu corpo contra o meu para falar a última frase bem baixinho perto de seus lábios, provocando-a.

— Você não seria louco de fazer isso… — senti sua boca tocar a minha quando ela disse, e a vontade incontrolável de beijá-la veio à tona.

Alaska entra no meu jogo de sedução, e nós dois apostamos em um jogo de falar pertinho, para ver quem resistia mais. Ela leva a mão para minha bochecha, e, por um segundo achei que me beijaria, cheguei até a fechar os olhos, porém ela afasta risonha, saindo da sala.

Seguro a maçaneta e me inclino um pouco para gritar:

— Você ainda vai ser minha, Alaska Collins!

[...]

— Está realmente muito frio… — comentei, abrindo a porta para que ela entrasse no estabelecimento aquecido.

Alaska rapidamente tira suas luvas fazendo uma concha com a mão e levando para a boca, tapando seu nariz juntamente. Ela assopra numa tentativa de se aquecer. O restaurante que ela escolheu estava quase vazio, pois acabamos saindo mais tarde do estúdio. Rock’n’Coffe havia se tornando a opção mais atrativa na visão de Alaska, e eu não conseguiria negar. Este restaurante é um dos mais decorados da cidade, e a comida daqui é impecável. Havia guitarras penduradas na parede, e o piso era quadrados preto e branco. O estofado da maioria das cadeiras eram vermelhas e tocava ao fundo músicas do Guns n' Roses. Caminhamos lentamente a uma das mesas vazias e nos sentamos. Observo o local pouco movimentado pelo horário; havia apenas nós, uma família e um grupo de garotas na mesa seguinte, além de pessoas pingadas e sozinhas em algumas mesas. Nos fins de semanas e sextas-feiras esse local enche.

Observei por um tempo as mãos tremulas de Alaska quando pegou o cardápio. Ela parecia estranha desde que saiu do estúdio. Estava mais silenciosa e parecia muito apreensiva. Seus olhos passavam pelas letras com muita rapidez e eu me perguntei se ela estava realmente lendo as opções. Sua respiração estava ofegante, e descontrolada, parecia que faltava ar.

— Está tudo bem? — perguntei me inclinando um pouco em sua direção, ela assentiu sem me olhar nos olhos.

Coloquei nossos casacos ao nosso lado do estofado e ergui minhas mangas até a dobra do braço, mostrando minhas tatuagens. As pulseiras de couro tapavam as tatuagens do pulso, mas mesmo assim não deixava de ser bonito os traços feitos ali.

A garçonete se aproximou com um bloquinho em mãos. A roupa justa ressaltava seus seios e o rosto angelical me atraiu um pouco. A morena me lançou um sorrisinho malicioso e eu não me contive, acabei retrucando.

— Vouquererumhambuguercomfritaseumacocacolagrande — disse Alaska, e, assim que terminou a frase ela suspirou. Não consegui entender metade das palavras que ela disse, assim como a garçonete que nos olhou sem entender.

Observei seu peito subindo e descendo rapidamente, aquilo começou a me assustar.

— Apenas um copo de água — digo para a moça sem tirar os olhos da loira.

Alaska apoiou as costas na cadeira, mas logo deitou a cabeça na mesa. Suas costas subiam e desciam de forma rápida, as mãos tremiam assim como o corpo. Toquei seus cabelos, porém ela desvia.

Com os olhos cheios de lágrimas, os dedos finos de Alaska vão para os olhos onde ela afasta as gotas salgadas.

— Está tudo bem? Meu Deus, o que está acontecendo? — encarei-a com indignação.

Ela vasculha sua bolsa e de lá tira dois comprimidos colocando-os na mão. Assim que o copo é colocado na sua frente, ela vira o liquido juntamente com os remédios.

Ao abaixar a cabeça e colocar as mãos nas coxas, Alaska começa a respirar controladamente de novo. Os seus cabelos loiros estavam apenas em um ombro, e ao redor de seus olhos estava avermelhado. Juntei as sobrancelhas enquanto me aproximava mais da mesa com a cadeira.

— Ei… — chamei-a, esticando a mão para tentar tocá-la.

— Eu… eu não consigo olhar para os lados.

— Como assim? — um nó se formou em minha cabeça, e fazendo olhar para os cantos, procurando alguém que estivesse assustando-a.

— Todos devem estar me olhando. Todos devem ter reparado esse meu surto. Ai que vergonha! — levou a mão para testa, tapando seus lindos olhos.

— Ei… — desta vez consegui segurar em sua mão.

Aproximei-me mais dela, colando meu peito na borda da mesa. Toquei sua mão em meus lábios como se eles fossem à coisa mais preciosa que eu carregara. Beijei de leves todos os dedos dela. Então, permaneci ali, beijando-os para quem sabe eu conseguisse acalmá-la.

— Pode olhar em volta. Confia em mim, ninguém reparou em você — dei uma pausa, ela não se movia — Ok, talvez eles tenham reparado o quão linda você está hoje, mas...  — dei de ombros com um meio sorriso.

— Devem estar rindo de mim.

— Eu te juro que se ver alguém rindo de você eu quebro a cara do individuo.

— Quebra mesmo?

— De cada um que se atrever — digo por fim, dando mais beijos em seus dedos de forma carinhosa. 


Notas Finais


Espero que tenham gostado, meus amores! Valendo lembrar que Alaska sofre de ansiedade e bipolaridade. Não se esqueçam de comentar o que acharam do capítulo!


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