História Corrompidos - Capítulo 9


Escrita por: ~

Postado
Categorias Dove Cameron, Justin Bieber
Personagens Dove Cameron, Justin Bieber
Tags Corrompidos, Dove Cameron, Justin Bieber
Visualizações 103
Palavras 3.116
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 9 - 08. Tarde demais


Acordei com o maldito despertador tocando. Minha cabeça parecia explodir quando peguei o pequeno aparelho em mãos para desabilitar aquela desgraça; minha retina se retrai quando a luminosidade do celular atingiu-as, e a dor de cabeça logo se instalou quando voltei a deitar a cabeça no travesseiro.  

Suspirei inquieto com meus pensamentos da noite anterior. A visão turva logo se estabilizou. Minha mente devaneia, a vejo deitada... Dormindo de forma serena, ouço sua respiração, uma canção para mim. A janela logo atrás dela está fechada, mas o vidro ainda me mostra o inverno rigoroso lá fora. Uma camada de água se forma pelo o impacto do aquecedor com o gelo. A gota escorre e para logo no fim. Seus belos fios de cabelo loiro dourado, balançam e encantam. Transbordo em sensações, e a única certeza que me vêm naquele momento, é que por mais que eu abrisse meus olhos todos os dias e de nada me recordasse... Aquele momento de visão, eu jamais esqueceria.

Nossos corpos estavam cobertos por um fino tecido de seda que ela trouxera em sua mala, e o cheiro de bebida que eu carrego me da paura. Lembro-me pouco da noite anterior, apenas de beber e desenhar até meus dedos cansarem. Mas que diabos fiz na noite anterior? Por mais que me esforçasse para captar quaisquer memoria, minha mente doía como o inferno.

Lembro-me que em menos de uma hora tenho de estar no estúdio, porém ficar aqui e sentir o cheiro embriagador de Alaska me parece mais favorável.

Me pego observando-a dormir, todavia quando seu pequeno corpo se mexe no colchão eu desperto de um devaneio inesperado. Ela mexe as mãos, em seguida ela se vira para me olhar. Os cabelos ainda cobria sua face, porém seus olhos sempre se destacam em tamanha beleza. Alaska me encara por um tempo ainda sonolenta, então se arrasta até mim, preenchendo o único e pequeno espaço que nos preenchia. Sua cabeça vai de encontro com meu peito, e ali permanece.

— Dormiu bem? — permito-me acariciar sua nuca, fazendo-a envolver os braços entorno de minha cintura. Apoio meu queixo no topo de sua cabeça fungando o seu perfume.

Ela fez que sim com a cabeça, pressionando os lábios na minha barriga nua. Seus dedos afundam na lateral do meu corpo, e ali me mantive por inteiro. Alaska não se move, mas consigo ver suas costas subir e descer gradativamente com sua respiração.

— Posso ir com você no estúdio?

Pensei um pouco, em seguida soltei um ‘urrum’. Ela se move um pouco para se ajeitar em mim.

— O que aconteceu ontem? — pergunto devagar.

Minha cabeça dói, e meu corpo estremece. Alaska ergue finalmente o olhar para mim, e eu a encaro sem entender. Sua cara amassada, e os cabelos loiros desgrenhados. Ela aprecia ter dormido mal.

Alaska se desvencilha de meus braços, puxando o lençol para as coxas quando se senta na cama. Sua postura ereta me faz inclinar um pouco pra conseguir olhar em seus olhos verdes; ela ergue os braços para prender seus fios em um coque, e eu fico estático.

— Falei alguma coisa errada?

— Você não se lembra do que aconteceu ontem? — indagou.

— Eu… deveria?

Tento voltar as memorias para quando entrei no bar. Recordo-me apenas de ficar no bar e desenhar. Não me lembro nem o que desenhava para ser sincero. Apenas bebi feito um condenado.

Alaska se levanta, chutando os lençóis. Observo atentamente seu corpo definido caminhar até a porta e bater com força quando sai. Mas que porra fiz noite passada?  Trato de ir atrás dela. Passo pela sala para chegar até o corredor do banheiro, e na sala vejo os meninos conversando baixinho, e quando me veem eles param no mesmo instante.

Ignoro aquele ato que nunca me aconteceu antes, abrindo bruscamente a porta do banheiro.

Alaska está inclinada na pia, escovando os dentes. Ela leva um sustinho com minha brutalidade, mas logo relaxa.

Senti um amargo escorrer em minha garganta quando penso no que poderia ter acontecido. Cruzo os braços, apreensivo.

— Nós… nós transamos?

Ela ri, bate a escova de dente na toalha e nega com a cabeça.

— Não. Você acha mesmo que eu transaria com você? — olhou-me de cima a baixo — Seria vergonhoso.

Não me ofendi.

— Então o que aconteceu?

— Nada demais. Você só chegou bêbado, disse algumas coisas sem sentido e se deitou. Só isso — ela parecia abalada — Esquece isso, Bieber. Já passou — ao tentar sair pela porta, eu a impeço, fechando a porta novamente.

Alaska bufa e cruza os braços, irritada.

— Foi só isso, tá bom? Que raiva! Me deixa sair, Justin.

— Você está bem?

— Não aja como se se importasse, porra.

— Eu me importo. — puxei sua cintura, e, relutante, Alaska pressiona a testa em meu tórax.

Abracei-a com força, e, depois de pensar muito ela faz o mesmo.

— O que aconteceu, Alaska? — repeti perto de seu ouvido, desconfiado.

— Sério… Não… Não aconteceu nada. — soltou um ar longo, desvencilhando dos meus braços — Me deixa sair, por favor. Tenho que me arrumar.

Abri a porta para ela que saiu rapidamente. Tirei a única coisa que eu vestia e entrei no chuveiro.

Ela está estranha demais. Alguma coisa aconteceu.

Alaska

Sento-me da bancada e olho para Chris com as mãos em ambas as partes do rosto. Ele sorri para mim quando coloca um prato com cereal.

— Você é um amor! — digo sorridente, batendo palminhas — Como estão seus ferimentos? —perguntei colocando uma grande colher na boca.

— Ah, estou melhor. O médico receitou umas pomadas e tudo mais — deu de ombros.

— Mais pomadas para a coleção, Chris? — Justin apareceu já vestido, abrindo os armários na procura de alguma coisa para comer — Dessa vez a pomada não é para aquele lugar, né?

Não contive a risada. Eu e Alex rimos juntos com a cara que Chris fez quando Justin falou isso.

— Come rápido, babydoll. Saímos em cinco minutos. — Bieber passa por mim, sussurrando perto do meu ouvindo antes de voltar para o quarto com uma barrinha de cereal na mão.

Chris e Alex se entreolham, então voltam à visão para mim que fico sem entender.

— O que foi? — indaguei com a boca cheia de cereal.

— Você não vai contar a ele o que aconteceu noite passada?

Me remexi desconfortável na cadeira, observando-os com desdém.

— Não. Não acho necessário. — dei de ombros, levando a boca o último cereal.

Empurrei a tigela para longe, e respirei fundo.

— Espero que vocês também não contem! — apontei o dedo para os dois, que assentem.

— Vamos, babydoll? — Justin apareceu do nosso lado, desconfiado.

Faço que sim com a cabeça e me levanto, pegando na mesa de centro da sala a minha bolsinha. Justin segura à porta para que eu passe, e logo fecha atrás de mim.

Justin sorri para mim, e eu retribuo.

— É muito longe daqui? — indaguei, apertando o botão do elevador.

— Não. Dá para ir a pé — disse, e, ao entrarmos no pequeno cubículo as portas se fecham e nos levam até o térreo — Mas eu não arriscaria ir. Está muito frio.

Justin bate as mãos no bolso e tira de lá a chave de seu carro. Ao abrir a porta da frente, ele acena para o porteiro que se devolve um sorrisinho desatento. Uma onda fria atingiu nossos rostos e as folhas de algumas plantas voaram dentro de seus vasos. Bieber me puxa para perto quando pisamos para o lado de fora, envolvendo um de seus braços entorno do meu pescoço em uma tentativa de me proteger do frio, funcionou.

Ele abre a porta de sua caminhonete preta para mim, e eu sento no banco de couro enquanto esfregava meus braços para tentar afastar o frio. Passo a língua pelos meus lábios que formam uma crosta dura, umedecendo-os.

— Você vai conhecer o Trenton e a Camile, irá adorar eles. Terá que me esperar na recepção, então podemos almoçar juntos.

— Isso é um encontro, Bieber? — soltei uma risadinha, enquanto o observava dirigir.

— Se comer hambúrguer e esperar durante cinco horas na recepção sejam sinônimo de encontro, então sim. — riu de volta.

— Se fosse um encontro eu sairia mais bonita, mas como é com você então não faz diferença. — digo, tirando um espelhinho da bolsa, e meu batom vermelho.

— Mas você está bonita — ele parou para me olhar enquanto eu passava batom — Você está sempre bonita — voltou a olhar para frente.

Sinto minha barriga se encher de borboletas e uma vontade imensa de vomitar veio à tona. Fecho o espelho e me posiciono de forma ereta para conter minha enorme vontade de beijá-lo.

Não demorou muito para que estivéssemos entrando no estúdio. O ar quente do estabelecimento se chocou com o frio lá fora me fazendo bater os dentes por alguns segundos. Justin só me soltou de seus braços para falar com um homem que o recepcionou com carisma; eles pareciam se conhecer a anos.

— E aí, filho da puta? — Justin cumprimentou um cara alto cujo braços estavam completamente fechados em tatuagem.

O ambiente fechado estava aquecido, portanto tratei de tirar uma de minhas blusas e deixá-la no sofá ali perto. O lugar era extremamente bonito. Havia paredes repletas de desenho e vários certificados de melhor estúdio da região. Os bancos são acolchoados e havia várias salas que acredito que seja onde executam as tatuagens.

— Quem é ela? —perguntou o homem bombado com um sorriso tentador.

— Trenton, essa é Alaska, minha namorada — falou, e no mesmo instante dei um pulo, desacreditada.

— Não sou sua namorada! — digo sem graça, dando um soco em seu braço musculoso.

— Mas ainda vai ser — minhas sobrancelhas se juntaram, e um risinho escapou dos lábios de Camile, que se encontrava atrás do balcão.

Seus cabelos curtos e os castanhos combinavam com ela, assim como seus braços tatuados igual ao marido.

— Você não é a mulher que trabalha lá na boate?

— Sou eu sim — sorriu de canto, se levantando para esticar a mão — Prazer, Camile.

— Alaska — respondo, e ela solta um risinho.

— Todos aqui te conhecem.

— Como assim? — perguntei sem graça.

— No dia em que Justin te conheceu ele não parou de falar sobre você para todos aqui.

Olhei para ele, que me retruca com um meio sorriso. Então, se distancia entrando em uma das portas.

— Ãn, eu não… não tenho nada com ele — dei de ombros, apoiando meus braços no balcão.

— Nós sabemos. Mas ele parece te levar bem a sério.

— Me leva a sério?

— Sim, normalmente o Justin não leva quase nenhuma mulher a sério, tirando a mãe dele. Chega a ser bonito o modo que ele te trata, me faz lembrar do meu cunhado com a esposa.

— Ele não me trata de modo nenhum. É um babaca, na verdade. Odeio ele, odeio.

— Seus olhos dizem o contrário.

Ela conseguiu me intimidar o suficiente para me fazer sentar no sofá novamente, encolhendo-me lá. Fiquei mexendo no celular por um tempo, vendo o tempo passar de vagar. Sairíamos daqui ao meio dia para almoçar, então Justin voltaria para o trabalho e eu faria alguma coisa por aqui. Foram tantas pessoas entrando e saindo em tão poucas horas que me senti desnorteada com o tempo, e olha que só havia se passado apenas três horas. Caindo na beira do tédio, resolvi ligar para Matthew. Tocou algumas vezes até eu ouvir sua voz do outro lado da linha.

— Oi, Lask.

— Matty! Como você está? — indaguei, feliz por ouvi-lo.

— Estou indo. Esperando você voltar para casa logo.

— Me dê mais quinze dias.

— Faz uma semana que você pediu quinze dias.

— Está tudo complicado demais, Matthew.

— Você sempre diz isso.

— Desta vez é sério. — olhei para a ponta dos meus pés.

Matthew começou a me dar um sermão de como eu sou despreocupada com a vida e como deveria tomar o rumo certo na mesma. Neste momento, fui atraída para a porta que se abriu. De lá aparece dois homens enormes, creio que sejam maiores que Justin. Eles se aproximam da Camile que cochicha com eles e logo arregala os olhos. Cami fala no telefone por um tempo enquanto os brutamonte se mantêm sérios. A porta da sala de Justin se abre, o seu cliente sai e Bieber lhe acena com um sorriso que se desmancha ao ver os dois homens.

Meus olhos dançam sob o corpo malhado dos caras, e param na cintura, que está com uma elevação estranha. Um deles carregava uma mochila preta, fazendo minha mente tentar entender o que havia ali. Raciocinei por um tempo até que cai na realidade. Na cintura, ambos carregavam uma arma.

— Está me ouvindo, Alaska? Alaska?

— Preciso desligar, Matthew.

— O quê? Mas…

Ignorei-o, deixando o celular largado no banco. Andei de forma rápida até o balcão me inclinando um pouco para conversar com a Cami.

— Quem são eles? — apontei com os olhos para a sala de Justin, onde eles haviam acabado de entrar.

— Er… Amigos de Justin. — deu de ombros, se fazendo de desentendida.

— Está me achando com cara de palhaça? Quem são eles, porra?

— Não sei do que você está falando — eu podia sentir o pavor em sua voz

— Se você não me disser, vou voar em seu pescoço!

Ela me olha com apreensão, então volta a teclar naquele maldito computador.

Irritada, andei até a porta. Camile gritou meu nome, porém não pôde me impedir.  Segurando na maçaneta, pensei que veria Justin morto do outro lado, todavia o que vi me fez perder o fôlego.

Minhas pernas bambearam ao ver a cena, e o semblante de Bieber desabou quando me viu.

— Podemos… hum… Conversar sobre isso em outra hora? — disse ele aos dois homens, que ao me notar ali ficaram meio sem graça.

Os revolvers espalhados por uma das bancadas me fez sentir um frio na barriga que jamais pensei que sentiria. A surpresa se instalou em meus olhos e logo em seguida a raiva. Por que diabos Justin está comprando armas? Um fogo queimou meu rosto ao ver a cara lavada de Bieber me lançar um sorriso.

— Mas que porra é essa? — gritei, desnorteada.

— Marcamos em outro lugar amanhã — Justin passou por mim, acompanhando os caras que fazem que sim com a cabeça.

Não conseguia fazer nada além de respirar de forma ofegante e tentar raciocinar o que estava ocorrendo. Ele é algum tipo de traficante?

Não movi sequer um músculo quando Bieber parou na minha frente, de braços cruzados. Ergui meu olhar para ele, que me encarou por um tempo até perder a visão por sob meu ombro.

— Justin, no que você está metido? Que porra é essa? — repeti devagar.

Ele tencionou o maxilar, olhou para os lados, e soltou um ar abafado pela boca. Seus olhos não paravam em um lugar especifico, parecia estar querendo sair dessa situação ileso, porém eu não deixaria.

— Olha, Alaska… — tocou de leve em meu braço, todavia eu desvio, irritada.

— Me diga a verdade! — gritei novamente, só que dessa vez meus olhos começaram a arder. Andei até a metade da sala, ficando de costas para ele, tentando tirar as lágrimas dos olhos.

Por que diabos me sinto parte disso? Por que quero saber o que se passa na vida dele? Se fosse outra pessoa eu não me importaria, mas com Justin… Meu Deus, que sentimento estranho e tentador.

— Alaska, não fica brava. — disse, calmo.

Justin tocou no meu braço novamente; trinco os dentes, me virando de forma brusca.

— Não. Toca. Em. Mim! — digo pausadamente, ele levanta os braços como se tivesse se rendendo — Mas em que porra você está metido?

— Eu não posso te contar… — suspirou, erguendo a manga da blusa até a metade mostrando-me metade de suas tatuagens.

Seus olhos caramelados focam em mim, e, em uma respiração profunda abaixo a cabeça e choro.

Contei sobre minha vida para ele. Coisas que nunca poderia contar a ninguém, ou melhor, nunca consegui contar a ninguém. De algum modo, a partir da noite passada, me senti importante na vida dele, me senti importante para alguém. Ele não poderia dizer aquelas palavras tão belas, e agora dizer que não pode me contar nada. O que é tão grande que ele não possa confiar em mim?

Por incrível que pareça ando me esforçando -nem que seja de pouquinho a pouquinho- para mostrar a ele que não sou apenas essa garota egocêntrica.

Justin Bieber não pode se tornar como os outros.

— Não minta para mim — consegui dizer entre soluços — Eu vou embora! — passei por ele, secando o rosto com o punho. Tentei abrir a porta, mas ele fechou. Como hoje cedo no banheiro.

— Por favor, não vai! — falou firmemente, como se implorasse.

Seu corpo estava tão perto do meu que sua respiração eu conseguia sentir contra minha testa. Os olhos pediam piedade, percebi que respirava de forma ofegante. Notei seu maxilar se movimentar quando ele pressionou os dentes trincados, e, quando levou as mãos para minha cintura, percebi que as mesmas tremiam.

— Não vai. Eu te imploro, Alaska. — ele leva uma das mãos para minha bochecha, segurando meu rosto — Eu não posso te dizer ainda, mas prometo que vou contar. Só… não me deixa.

Minhas mãos estavam jogadas ao lado do corpo, e eu não sabia o que falar além de absorver todas as emoções que ele me proporcionou com miseras palavras. O choque interno, as pernas bambas, o coração acelerado. Me vi submissa a um sentimento tão recente que minha mente não conseguia assimilar o que acontecia. Sentia vontade de gritar, de chorar, mas quando estou perto dele à única coisa que sinto é vontade de sorrir.

Apreciar essa mistura me deixa confusa.

Meu peito subia e descia nossos olhares não se desgrudavam. Meu corpo colado ao dele me deu uma sensação incrível de segurança, e, se nossos peitos estivessem juntos assim como o resto do corpo, ele sentiria minha pulsação descontrolada.

Sorrateiramente, deixei meu olhar cair sob seus lábios. Tentei me conter, porém era mais do que óbvio que não conseguiria.

Avancei contra seus lábios, e, ao sentir a maciez, não pude evitar levar as mãos para ambos os lados de seu rosto para puxá-lo para mais perto. Eu queria senti-lo por completo. Justin preencheu cada espaço entre nós, empurrando-me para a porta com calmaria. Sentia sua língua dançar dentro da minha boca enquanto eu acompanhava sua melodia interna de forma vagarosa.

Não queria desgrudar dele tão cedo, porém com uma mordida de leve em meu lábio inferior, demos um final para aquele fogo que se instalou entre nós repentinamente. Justin me envolveu em seus braços, e ali me senti completa. Suspirei com a sensação maravilhosa que pude degustar agora.

— Eu não te deixaria mesmo se você quisesse. — sussurrei perto do seu ouvido, fazendo-o me apertar mais forte.  

Justin está me induzindo para um precipício, e eu estou caminhando sem medo. Tentei deixa-lo longe de mim, mas agora é tarde demais. Bieber iniciou uma tempestade sem saber se conseguiria controlar. 


Notas Finais


Espero que tenham gostado, amores. Não se esqueçam de deixar suas opiniões nos comentários, saiba que isso sempre me incentiva a continuar e a não demorar para postar.


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...