História Corrupted Soul - Capítulo 1


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Categorias Originais
Exibições 45
Palavras 1.172
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 1 - Capítulo I


Eu me tranco em meu quarto com meu irmão mais novo,meu pequeno Josh, meu padrasto está mais uma vez bêbado e gritando com minha mãe, e isso só vai resultar em uma coisa. Josh tem apenas três aninhos e fica muito assustado quando seu pai grita, eu tento distrai-lo com alguns livros.

Meu telefone pisca com a chegada de uma mensagem é Lucy,minha única e melhor amiga.

Lucy: Hey festa hoje?

Faith: não vai dar, Rob esta naquele momento😤

Lucy: Que droga, então amanhã te conto tudo bjs😘

Eu amo o jeito leve que Lucy encara a vida, ela também não pertence a uma família normal mas diferente de mim que tenta fazer o impossível para a harmonia reinar em casa, ela simplesmente ignora sua mãe alcoólatra e seus irmãos drogados e vive a vida, eu tenho 15 anos e se não fosse Lucy eu nunca saberia o que é ser uma adolescente.

Eu deito na cama ao lado de um Josh já adormecido, ele é tão lindo seus cachinhos loiros dão a ele uma aparência de um querubim,nossa única semelhança são os olhos azuis herdados de nossa mãe. Aos poucos meus olhos vão fechando ignorando a zona de guerra que está acontecendo do outro lado da porta.

Pela manhã eu deixo Josh na sua escola e sigo para minha, encontro Lucy na porta a minha espera, ela é incomparável seu cabelo hoje está em uma tonalidade de roxo nas pontas, sua cor preferida o que me diz que a tal festa foi muito boa.

-Você não vai acreditar!- sua empolgação me diz que terei uma bela história

-Diga-me tudo...- eu mostro interesse.

-Ontem conheci o futuro pai dos meus filhos!- ela diz séria e então caímos na gargalhada.  É tipo uma piada entre nós, planejamos sair dessa cidade juntas fazer faculdade, viajar e sermos as publicitárias mais requisitadas de Nova York, sair do subúrbio de Chicago era nosso sonho, e não ter filhos antes dos trintas.

-Falando sério, Tom não economizou, a festa foi fodastica, e tinha muita gente diferente, eu conheci um garoto mais velho..

-Mais velho quanto?

-Dezoito ou dezenove, ele é muito inteligente considerando sua beleza...

-Legal, e rolou alguma coisa?- eu pergunto curiosa, pois eu e Lucy somos provavelmente as únicas virgens do nosso colégio.

-Não, diferente dos meninos que conhecemos,ele foi muito Cavalheiro, até mesmo me deixou em casa sem tentar coisa alguma, e me convidou para uma festa na sexta e você vai comigo, não aceitarei nenhuma desculpa.- seus olhos cor de avelã me olham firme.

-Pode deixar eu desmarcarei todos os meus compromissos...- eu digo.

Nossa semana passou rápido e sexta chegou, eu vesti meu jeans surrado com meu velho all star, um top e uma jaqueta, escovo meus cabelos, eles são negros e vai até a minha cintura, minha mãe entra em meu quarto, não estamos nos falando desde que eu vi seu olho roxo e inchado por causa de mais um "acidente"

-Faith, eu queria confirmar se você vai estar aqui amanhã cedo, eu não posso perder meu turno e Josh não fica bem com ninguém além de você..

-Você sabe que eu estarei aqui, não pretendo chegar tarde...- eu respondo.

Quando eu termino de passar um leve gloss em meus lábios meu celular apita.

Lucy: estamos aqui fora

Eu saio e vejo um carro preto estacionado, o vidro abaixa revelando uma Lucy muito sorridente, eu entro no banco de trás e cumprimento o motorista, e Lucy não exagerou quando disse que ele é lindo.

Chegamos em uma casa não muito longe do nosso bairro, havia algumas pessoas mas nenhuma conhecida, Mark o rapaz que nos convidou, nos entregou um copo com bebidas, eu não sou fã de álcool, mas hoje eu não vi problema algum em beber apenas um copo, não demora muito e estamos alegres e dançantes ao som de David Guetta.

-Eu vou ao banheiro!- Lucy grita em meu ouvido, eu levanto meu polegar e continuo dançando.

Eu não sei quanto tempo se passou até que eu reparei que Lucy não voltou, no meio das pessoas eu me desvencilho e vou em direção ao banheiro, eu estou um pouco alta demais para quem bebeu apenas um copo, no banheiro não encontro ninguém, eu a procuro em todos os quartos, então eu vou para o fundo da casa, na porta eu bato em um corpo duro, eu sou alta tenho 1,70 mas a pessoa é no mínimo 1,90.

-Me desculpe, eu.. eu estou procurando minha amiga..- minha voz sai arrastada.

- Sua amiga é uma loirinha com as pontas roxas?- o homem pergunta.

-Sim, é a própria, sabe onde eu possa encontra-la?- eu tento ver seu rosto mas minha visão está muito embaçada.

-Claro, eu te levo até ela- ele segura em meu braço, e me leva para fora, o ar frio não me fez bem, pois eu fiquei mais tonta ainda.

O homem me leva em direção a uma van escura, a porta se abre e vejo o corpo de Lucy e mais duas garotas amarrados.

-Oh meu Deus!- eu grito e tento correr mas uma pancada na minha cabeça me faz desmaiar.

Eu acordo estou em uma mesa ginecológica, meus braços estão presos e tem uma agulha em meu braço por onde passa um líquido transparente, eu imagino ser soro, minhas pernas estão suspensas e presas também, minha cabeça dói, eu tento falar mas minha garganta está seca, eu olho ao redor e ao meu lado eu vejo Lucy na mesma situação que eu, ela ainda está desacordada. A porta se abre um homem e uma mulher entram, ambos estão de branco.

-Oh doutor uma delas já acordou... Olá querida!- a mulher sorri para mim.

-Que bom, então vamos examina-la primeiro, traga os aparelhos e pode retirar o lençol que a esta cobrindo.- o homem diz com um sotaque estranho.

A mulher retira o lençol exibindo meu corpo como veio ao mundo, o homem se aproxima e com um palito examina minha garganta, olhos e ouvidos, a mulher retira algumas amostras de sangue. A mão gelada do homem aperta meus seios, e vai dizendo coisas em um idioma diferente, a mulher vai anotando tudo, meus olhos está secos, mesmo com uma vontade imensa de chorar eu continuo estóica. Ele se senta de frente a minha vagina,passa um gel lubrificante em meu anus e  inseri uma sonda,um líquido morno é colocado em meu intestino, eu resmungo com o desconforto.

-Apenas relaxe querida, se ficar tensa o ato tende a ser doloroso..- ela sorri e passa a mão na minha cabeça como um gesto de conforto.
Quando o líquido é totalmente drenado para fora deixando meu intestino limpo, ele coloca um aparelho dentro da minha vagina, o ato é extremamente doloroso, ele diz algo a mulher e seu sorriso se alarga mais ainda.

-Vamos coloca para dormir querida, e quando acordar estará em um lugar mais confortável!- ela aplica a injeção em mim e a última coisa que eu vejo são os olhos cor de avelã arregalados em minha direção.



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