História Cosmopolitan - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber, Kylie Jenner
Visualizações 309
Palavras 3.241
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Meus filhos, ninguém sai.

Capítulo 2 - Hi, Justin.


Natalie Hill — Los Angeles, CA — June 15, 2016 — Second Week. — 04h22 PM

— Você é a mulher mais linda que já conheci, sabia? — me pareceu uma frase genérica, do tipo que ele provavelmente dizia a todas as outras. — Sei que estou um pouco bêbado — riu consigo mesmo — Ou talvez... Muito? — ele era lindo de uma maneira tão engraçada, por frações de segundos eu me apaixonava — Mas eu a vejo perfeitamente. — me constrangia com facilidade. Não sabia reagir a elogios, então ria para não parecer rude.

— Você realmente está bêbado! — ri alto — Deveria ir pra casa, já está tarde. — dizia enquanto observava todas aquelas pessoas conversarem aleatoriamente.

— Natalie... — ele lembrava... — Você realmente quer que eu vá? — olhei-o de imediato.

Ele tinha um sorriso fraco nos lábios, nossos olhares se cruzaram e eu gostaria de entender quando chegamos tão perto. Suas mãos, aparentemente brutas, acariciavam minha nuca com delicadeza. Meus lábios encostavam os seus por razões quais desconhecia, eu simplesmente gostava da sensação. Ele, nada idiota, puxou-me para si rapidamente. O impacto entre nossos corpos fez com que ríssemos. O beijo veio em seguida; sensualmente caloroso.

Sua língua entrava em contato com a minha, e meu corpo já não podia responder por si quando por descuido deixei que o mesmo me sentasse em seu colo. Justin não se importava com quem poderia estar nos vendo, o que não me parecia típico baseando-se em todo o seu cuidado com a vida privada. Ele não tinha controle das próprias ações enquanto puxava meus cabelos, e a vontade incontrolável de arrancar-lhe as peças de roupa chegara tão cedo quanto imaginava.

— Nós não deveríamos... — pausei enquanto retomava meu fôlego, mas ele logo me interrompera.

— Tudo bem... — com um sorriso, contrariando o que dissera, apertou minha bunda fazendo com que arfasse próximo a seu ouvido.

Por que tínhamos de estar tão perto outra vez? Eu não conseguia reagir e me levantar dali. Ele tinha controle total sobre a situação e aquilo me incomodava um pouco. Sentia-me vulnerável ao toque de um desconhecido, desejando o corpo de um desconhecido. No colo de um desconhecido e por outra vez... Beijando um desconhecido.

Suas mãos desceram as minhas coxas, acariciando-as em seguida. Eu também estava embriagada, mas ainda tinha minha sanidade. Sabia o quanto aquilo era errado. Meu vestido parecia ficar mais curto cada vez que ele se aconchegava no sofá para me ter mais perto e parte do mesmo subia.

— Vamos fazer isso aqui? — quis gritar “isso o quê?” mesmo sabendo do que se tratava. Eu, tão racional, agindo com tanta irracionalidade. — Tive uma ideia! — ele sussurrou em meu ouvido.

Justin afastou minha cintura e eu me levantei. Pegou em minha mão, por algum motivo eu realmente confiava nele, e me guiou dentre as pessoas. Passamos por muitas delas que o observavam ou cumprimentavam. Uma mulher em questão tentou chamar sua atenção, mas ele não se importou e não seria eu a pessoa quem o faria olhar para ela.

Ao chegarmos a uma porta de banheiro ele reprovou com a cabeça, dando a ideia de que aquele não era o lugar. Mas mesmo assim entrou, me levando consigo. Não era um banheiro comum, provavelmente pertencia à diretora da revista. Ele era completamente louco e sua loucura me atraía. Toda aquela suavidade com um toque de selvageria.

Foi preciso ao tirar sua camiseta, queixando-se do calor e rindo maliciosamente em seguida. Sentou-se sobre a grande pia de mármore. Fez sinal com as mãos para que fosse até ele, e nervosa caminhei até onde estava. Meu olhar ao espelho se encantava com a cena. Suas costas eram incrivelmente belas, sem mentira alguma. Por um minuto, imaginei como seria ter minhas unhas grandes cravadas no lugar que pedia por isso.

— Você está nervosa? — perguntou com a cabeça deitada sobre meu ombro — Se você quiser que eu pare, eu faço isso agora. Tudo bem? — sorri me perguntando se ele também dizia isso a todas as outras. Ele era sempre assim, tão carinhoso?

Descia as alças de meu vestido para baixo, e logo o pano branco estava ao chão. Justin abria o zíper de sua calça social enquanto me observava atento. Seu olhar ora encontrava o meu, ora meus seios expostos. Levantou-se e auxiliei-o a tirar o que restava. Colei meu corpo ao dele e pude sentir algo enrijecido tocar-me por cima de minha calcinha molhada.

Mordi o lábio inferior observando seus lindos olhos castanhos e ele me sorria de orelha a orelha. Acariciava sua cintura enquanto meus lábios se ocupavam em beijar seu pescoço. Suas mãos foram apoiadas ao mármore enquanto eu deixava minha trilha de batom por seu abdômen.

Eu sabia o que tinha de fazer, não era como se fosse minha primeira vez, muito menos a última. Logo ele estava completamente nu.

— Natalie? — Grace me chamou, entrando no quarto em seguida.

Mordia as mangas de meu conjunto moletom enquanto um turbilhão de pensamentos dominava minha mente. Sentia-me completamente pressionada, um tanto culpada e até mesmo solitária. Ela se sentou na quina da cama e ficou em silêncio por algum tempo, assim como eu. De onde estava, conseguia ver alguns prédios e o tempo ensolarado. A cama era realmente alta. A frente, havia uma estante com alguns livros e um notebook. Típico quarto de editora-chefe.

— Você tem visita. — disse baixo, quase num sussurro.

— Diga que eu não estou. — não me sentia bem o suficiente para ter de encarar qualquer um.

— Eu disse que vinha te chamar, acho que não tem como desmentir. — sorriu desapontada.

— Tudo bem. — eu poderia ter surtado ou a ofendido como, infelizmente, vinha fazendo. Mas fiz o mais coerente, levantei-me e segui pela porta.

Ela não veio atrás de mim, o que era estranho. Quem poderia ser?

Desci as escadas com calma, já que não tinha pressa mesmo curiosa. Meu rosto estava provavelmente avermelhado, meus cabelos só estavam em um bom estado, pois Grace pediu alguns dias de afastamento e decidiu arrumá-lo hoje, pela manhã. Eu não tinha ao menos coragem para me olhar no espelho.

Desde o teste, eu tenho me sentido abatida. Grace está preocupada, mas o médico disse que em alguns casos é extremamente normal, só que tenho de tomar cuidado para não prejudicar o “bebê”.

— Natalie? — “não” era a palavra a se repetir por vezes infindas em minha cabeça — Eu gostaria de conversar com você... — você não gostaria de nada, cala a sua boca!

— Oi, Justin. — infeliz — O que faz aqui? — eu sentia que poderia atacá-lo a qualquer momento.

— Queria saber como você está... — “ohh ótima, seu idiota!”.

— Depois de ter momentos íntimos explanados na internet, uma tag criada exclusivamente para me ofender e me sentir uma completa idiota por ter transado com você, eu estou ótima, Justin. Melhor impossível. — “e grávida”, pensei comigo mesma, sentindo-me a pior pessoa do mundo naquele momento.

Ele parecia sentir muito, sua expressão facial dizia aquilo mais do que qualquer palavra poderia dizer, mas isso não iria interferir em nada. Não iria fazer de mim menos violada, porque era como eu me sentia. Desculpas não iriam diminuir a dor que senti ao ler cada uma daquelas palavras odiosas.

— Me perdoe... — pedia — Eu não queria que você estivesse passando por todo esse constrangimento, na verdade era a única coisa que eu menos queria! Eu fiquei com tanto medo disso acontecer, e agora me sinto um completo babaca por não poder fazer nada.

— Você pode fazer sim; saia da minha casa e vá embora! — disse triste e enfurecida.

— Por favor, não chore...

Lágrima maldita! Tinha de escorrer logo agora?

— Está tudo bem, Justin! Vá embora! — gritei.

— Por favor... — aproximou-se — Ei, olha pra mim! — gostaria de poder dizer que não olhei — Eu prometo não voltar nunca mais se você parar de chorar.

Usei as mesmas mangas que mordia anteriormente para enxugar meus olhos. Quando seu abraço quente e reconfortante me tomou, senti que o conhecia há tanto tempo que nem eu mesma podia medir. Ao contrário do que realmente era; vimos-nos uma única vez.

— Você não parou de chorar, princesinha... — disse brincalhão, recebendo tapas em seu peitoral coberto pelo moletom, em seguida — Ei, isso dói princesinha! — por que eu estava sorrindo? Ele era um completo idiota!

— Por que você está fazendo isso? — perguntei — Não é seu dever. — na verdade, é sim.

— Claro que é... — disse o óbvio — Foram pessoas muito próximas a mim quem criaram aquela tag idiota, eu não poderia deixá-la só. Teria vindo antes, mas estava na África. Quando tentei te ligar, o número “não existia”.

— Como você me achou? — perguntei-lhe curiosa enquanto ele passava suas próprias mangas em meus olhos, já que as minhas estavam completamente encharcadas.

— Eu te procurei igual um louco por dias... — riu ao parecer lembrar-se do que ocorrera — Quando não achei, lembrei-me de um detalhe importante: você tinha uma irmã. — ri fraco — Então, liguei para a diretora da Cosmopolitan e perguntei por uma funcionária. Mas sem o nome dela, não tinha como encontrá-la...

— Isso ainda não me faz entender como você me encontrou.

— Calma princesinha! Você é apressada — ele riu — Quando voltei de Nova Iorque, fui até a empresa para tentar encontrá-la e conheci sua irmã. Foi um alívio. Eu iria te ver no mesmo dia, mas apareceu um imprevisto e eu tive de ir às pressas ao Hawaii. E lá, me veio o desgosto de, você sabe... As fotos vazadas.

— Foi horrível, Justin! — reclamei — Eu não sabia onde enfiar a minha cara. Eles não tinham esse direito! — eu me sentia tão sensível e aquilo era preocupante.

— Me desculpa Natalie. Não foi minha intenção, nunca! — lamentou — Eu quis vir pra cá no mesmo momento, mas Scooter não deixou de jeito nenhum. Até pedi que lhe enviassem flores, quais encontrei coincidentemente no caminhão de lixo lá fora, — dei de ombros involuntariamente — e agora finalmente pude te ver! — ele parecia tão feliz, eu me sentia tão culpada.

— Se servir de consolo, só jogamos as flores fora pela manhã — ele riu sem ânimo — E isso não muda nada. — e não mudava mesmo — Agora eu tenho essa imagem horrível diante das pessoas. — não que eu me importasse, mas ainda assim era constrangedor.

— O importante é que você teve orgasmos múltiplos... — ri alto e ele me acompanhou.

— Você é idiota, muito idiota!

— Um idiota que te faz sorrir. — quando ele tinha ficado ainda mais bonito?

— Bom pelo menos isso, não é? Já que sou o novo “affaire” de Justin Bieber, e como foi que elas disseram mesmo? “Vaca tosca”. De todos os tweets, esse foi o que mais chegou perto de ser fofo.

— Pelo que vejo, terei de passar a vida toda pedindo desculpas. — disse desapontado.

— Não faz mais que a obrigação! — retruquei.

— Mas cara, não é minha culpa! — reclamou.

— Então, de quem é Justin? — perguntei irônica — Só falta ser minha por ter ficado com você, só falta.

— Eu não disse isso!

— E eu disse que você falou, por acaso? — perguntei retoricamente — Então!

— Eu venho para tentar me redimir e você está com todas as pedras na mão. Por favor, não é culpa minha! Você não merece isso, eu sei. Não queria que estivesse acontecendo, mas está. Dou-te todo o meu apoio, não irei deixá-la sozinha. Só, por favor, tente não me culpar por algo que eu nunca faria contigo.

Corri pelas escadas rapidamente e ouvi passos vindos por trás de mim. Entrei no quarto e em um salto, estava na suíte, o que assustou Grace. Tranquei a porta, levantei a tampa do vaso e minha ânsia foi toda despejada ali. Eu não aguentava mais vomitar.

— Por favor, me ajuda... — dizia com as mãos sobre a barriga — Sei que você está aí, então, por favor, me ajude! — eu me sentia uma completa idiota por estar falando com algo que ao menos formato tinha. Que não podia me escutar, me ajudar, reverter o caso ou coisa parecida.

Ouvia batidas na porta por todo o momento em que vomitei, a voz de Justin e Grace ecoava dentro do local. Eu queria poder respondê-los, mas só me sentia ainda pior e tornava a despejar toda aquela gosma nojenta.

Quando finalmente pude me levantar e não tinha mais o que vomitar, destranquei a porta com cuidado e saí. Lá, os dois me encararam sentados na cama. Justin parecia preocupado e Grace tinha a mesma expressão de sempre; desapontada, mas não surpresa.

— Você está bem? — ele perguntou e eu assenti — Não quer que eu te leve ao hospital? — neguei.

— Vá pra casa, eu vou ficar bem. — sorri fraco.

— Você acha mesmo que vai se livrar de mim? — perguntou de maneira retórica — Agora que eu te encontrei não largo mais, azuladinha. — fechei a cara de braços cruzados.

— Azuladinha não, Justin! — Grace riu.

— Com licença, eu preciso sair. — disse seguindo até a porta — Pode cuidar dela pra mim? — Justin assentiu — Volto logo, te amo! — mandou-me um beijo.

— Não sou mais criança! — retruquei e ela ria do corredor, enquanto o bonitão o fazia em minha cara.

Ele ficava incrivelmente bonito de branco, até me senti bem por não ser outro desconhecido. Aquele era o desconhecido perfeito.

— Do que está rindo? — você não vai querer saber.

— Nada... — disse — Gostei das calças! — era em um tom verde claro, realmente muito bonito. — Os tênis também. — brancos como o moletom.

— Obrigado. — sorriu — Gostei do moletom encharcado e as pantufas. — caçoou.

— Eu já me martirizo sozinha você não precisa ajudar. — ele riu.

— Desculpe-me, não foi minha intenção. — mas foi o que pareceu — Então, sente-se aqui... — ele estava me convidando para sentar em minha própria cama (?)

— Diga. — apoiei minhas mãos sobre a mesma.

— Sua irmã me disse que você não anda nada bem... — Grace e sua boca aberta!

— Ela fala demais. — disse ríspida.

— Ei, não terminei azuladinha. Eu queria saber se posso te ajudar de alguma maneira. Se eu me mantiver perto de você pode fazer alguma diferença? — seria uma péssima ideia.

— Você só vai saber se tentar. — disse — Mas não sei se quero que tente.

— Por quê? — fitava o chão.

— Você é um homem muito compromissado, não precisa passar por isso.

— E se eu quiser passar por “isso”, Natalie?

— Então você passa, ué. — ele me olhou rindo.

Ele e seu maldito sorriso me deixavam ainda mais fraca do que já estava.

— Você está linda! — passou o dedo por cima de meu nariz — O narizinho vermelho e o rostinho inchado não te desfavorecem. — arqueei as sobrancelhas.

— Eu estou horrível, Justin. Cala a boca! — queixei-me.

— Não acho isso, já disse que está linda. — cala a boca, você fica lindo falando assim — Muito linda.

— Só está tentando me ajudar, isso é golpe baixo.

— Nada melhor do que ajudar alguém com a verdade, não é? — tocou seus bolsos procurando por algo, provavelmente o celular que vibrava. — Oi? — revirou os olhos — Diz Sofia. — quem era essa? — Eu não posso, estou ocupado no momento. — não está não — Não sei quando podemos nos ver. — falso — Tá legal, tchau! — e desligou. Simplesmente desligou. Não demorou mais que segundos.

— Você nem está fazendo nada, vá ver a menina! — ele negou com a cabeça — Isso foi muito rude, sabia? Vai fazer isso comigo também?

— Natalie, você sabe o que ela fez pra mim? — neguei — Não acha que tenho de ter um bom motivo para não querer vê-la? — concordei — Então, pronto. — grosso!

— Ok, não está mais aqui quem falou.

— Fui grosso? — perguntou e assenti — Me desculpe, às vezes acontece sem que eu mesmo perceba.

— Tudo bem, Justin. — deitei-me sobre a cama, ele fez o mesmo.

Suas mãos entrelaçadas se encontravam sobre seu abdômen, e assim como eu, fitava o teto.

— Estou enjoada novamente. — disse — Será que nunca para? — aquela era mais uma reclamação alta do que algo a ser respondido.

— Você tem de ir ao hospital.

— Não preciso, sei o motivo. — ele me olhou.

— E qual é? — burra!

— Ah... Intoxicação alimentar — ele concordou.

— Péssimo! — riu — Mas você deveria tomar algum remédio, não acha? Está tomando?

— Não, eu não posso tomar remédio agora. Não sem prescrição médica.

— E ele não prescreveu? — silenciei-me. — Estranho.

— É ele era estranho.

E outra vez seu celular tocou, mas era alguém diferente. E no Facetime.

— Oi, Mila! — Justin disse sorridente e ela acenou — Como você está?

— Ótima! — respondeu-lhe — Faltam algumas horas para minha viagem e eu simplesmente não consigo dormir com a ansiedade! — ela era ainda mais bonita que nas revistas e rede sociais, mesmo sem maquiagem alguma.

— É normal, Mila. — respondeu — Eu sentia isso com frequência, mas agora é menos frequente. A não ser que seja muito importante. Você se acostuma, eu prometo! — ela riu.

— Tem alguém aí com você? — perguntou.

— Sim — colocou o telefone em meu rosto — Essa é Natalie! — acenei e ela acenou de volta, ainda muito sorridente.

— É muito bonita! — disse — Não é aquela garota que... — ele assentiu — Eu sinto muito! — agradeci. — Eles são completos idiotas! Não ligue pra isso. Se precisar de alguém, você pode falar comigo. Eu te sigo no twitter agora. — ela riu.

— Nem eu a sigo — Justin queixou-se — Você é rápida!

— Problema seu, eu sigo. — não pude conter o riso.

— Sempre muito graciosa! — mas ela era...

— Você e suas insinuações, Bieber. — riu consigo mesma — Preciso desligar! Amo você, até logo! — se mexeu de um lado para o outro, como se aquilo fosse ajudá-la a me localizar — Justin eu quero vê-la! — ele colocou o celular em meu rosto mais uma vez — Tchau! — dizia sorridente.

Fiz o mesmo e respondi-lhe:

— Tchau, até logo!

E ela desligou.

— Vocês namoram? — perguntei.

— Não, de maneira alguma! — riu — Uma namorada minha nunca iria falar com você por Facetime, não acha? — dei de ombros — Ela é minha amiga. Grande amiga, inclusive. Quase uma irmã.

— Quis gritar assim que a carinha dela apareceu, mas ela provavelmente me acharia maluca... — comentei.

— Provavelmente. — repetiu concordando — Não sabia que você gostava das músicas dela.

— É, temos muito a descobrir um sobre o outro.

— E temos muito tempo para isso.


Notas Finais


Eu sou a pessoa mais triste do Brasil.


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